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Serões da SIC com mais animação

TGV e Nasci p'ra Cantar estreiam-se esta noite e vão ser a companhia de domingo, durante o Verão, na SIC e na TVI. O primeiro é gravado nos arredores de Madrid e apresentado por Carolina Patrocínio e João Manzarra. O segundo é emitido em directo, com apresentação de Herman José.
"Óérás, Óérás, Óérás", gritava o público espanhol, que puxava pela equipa de Oeiras que participou no concurso TGV, em Álamo, uma terriola a cerca de 60 quilómetros da capital espanhola, onde está instalado o estúdio de 1500 metros quadrados, onde o DN se deslocou, a convite da SIC, na quinta-feira. A outra equipa tinha ido de Braga. Cada uma tem sempre 15 elementos e ambas tiveram por mis- são ultrapassar vários obstáculos, bem ao estilo de Jogos sem Fronteiras, do tipo enfiar bolas num cesto de basquetebol em que o chão gira ou percorrer troncos escorregadios com uma piscina por baixo... Cada emissão tem cerca de 80 minutos e a que vai para o ar hoje opõe as cidades de Lisboa e do Porto. O prémio para a equipa vencedora de cada programa é um vale de compras numa cadeia de hipermercados para todos os elementos, e o prémio final é um cruzeiro.
Satisfeitos estão, naturalmente, os apresentadores. "As gravações têm sido muito intensas, mas também muito divertidas", começou por contar João Manzarra. "Fiquei muito contente com esta oportunidade [apresentar o TGV]. É o programa mais exigente que já fiz." E o facto de o público que está a assistir ser espanhol? "Isso assustou- -me no início... mas agora já não. É um bom público", respondeu o apresentador da versão portuguesa de Grand Prix, o nome original de TGV. Já Carolina Patrocínio destaca outro pormenor: "Trabalhar sem teleponto é uma nova experiência para mim. É algo que pede para sermos mais genuínos. No começo ainda nos atropelámos, mas isso já não acontece."
O director de Programas de Carnaxide, Nuno Santos, referiu que o facto de o programa ser gravado em Espanha faz com que o projecto fique significativamente mais barato. Sem falar em números, disse que "se fosse feito em Portugal ficava quatro vezes mais caro". E acrescentou: "Este é um bom exemplo da globalização do mercado televisivo." Quanto a audiências, Nuno Santos, afirmou: "Não são um valor absoluto. Há muitas variáveis."
(...)
fonte & foto: DN

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