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SICBlogue entrevista a Carolina Torres

Ficou conhecida do grande público com a sua participação no programa 'Ídolos' onde foi concorrente. Convidada em direto por Pedro Boucherie Mendes para ser apresentadora do 'Curto Circuito' assume agora um novo desafio na sua carreira por convite de Júlia Pinheiro depois da sua participação no 'Splash Celebridades'.

Ao SICBlogue, Carolina Torres falou de como está a correr a experiência de estar num projeto como o 'Factor X', da passagem da SIC Radical para o canal generalista e ainda do seu lado de cantora.

 

Como é que surge o convite para se juntar à equipa do 'Factor X'?

Foi feito de forma muito informal. A Júlia Pinheiro disse-me para passar na SIC e convidou-me para fazer o programa. Aceitei o desafio porque talento é o que nós precisamos no país neste momento. Temos de nos focar em coisas boas.

 

Há talento no Porto e em Lisboa?

Sim há talento no Porto. Alguns deles eu já conhecia [risos] mas há muito talento no Norte. Nós somos prova disso e eu também vou tentar puxar pelo nosso cantinho.

 

Como é que é passar da SIC Radical para a SIC generalista?

A Radical é muito o conteúdo que gosto. Desde os meus 10, 11 anos que a SIC Radical existe e sempre fui uma consumidora nata da SIC Radical e dos seus conteúdos. Não é nem mais nem menos. São sim experiências diferentes e valorizo ambas por igual. A SIC Radical serve como escola. Muita gente saiu do Curto Circuito com talento e não tive muitas oportunidades ou podem não se ter mexido tanto para chegar mais longe. Acho que tudo está na capacidade de se aproveitar as nossas próprias capacidades tentando sempre dar o melhor naquilo em que se faz.

Já te surpreendeste com o 'Factor X'?

Sim, já. Tenho surpresas muito grandes. Às vezes ouvir candidatos que não parece que cantam e depois vai-se ver e cantam mesmo muito bem. E os concorrentes? São todos brutais! Aconteceu, por exemplo, de umas raparigas começarem a cantar e eu estar sempre a brincar com elas. De repente vieram-me as lágrimas aos olhos. Espero que essa emoção também passe para quem vai ver o programa em casa.

 

Vais ter participação no programa além do 'Factor Extra'?

Durante as galas também vou estar presente. Depois os jurados vão ter que escolher grupos e estarei presente em todas as galas, não fazendo parte do próprio programa mas a trabalhar mais para a aplicação da MEO.

 

Que balanço fazes desta experiência?

Tem sido uma experiência divertida. Também estou a aprender a trabalhar num outro registo que não aquele em que estava habituada. Continuo muito à vontade, com uma excelente equipa de uma produção incrível e tem sido muito bom.

 

Do 'Ídolos' para o 'Factor X'. Como é que é passar de concorrente para apresentadora?

Logo na altura a transição foi diferente. Caí um bocado de paraquedas no 'Curto Circuito' e aquilo foi uma escola ótima para o que estou a fazer agora. É muito interessante estar do outro lado. Saber coisa sobre os concorrentes, estar a entrevistá-los é diferente porque o 'Factor X' tem muito mais a ver com os jurados e concorrentes e essa relação entre eles do que propriamente a relação dos apresentadores. Queremos focar toda a atenção nas pessoas que vem cá cantar ao programa.

 

Qual é a sensação de estar inserida num projeto que é acompanhado mundialmente?

Infelizmente como falamos português e não falamos inglês não devemos chegar a todo o Mundo, mas cantar é universal, isto é, a forma como a se interpreta a música é intemporal e universal. Qualquer pessoa pode perceber se uma voz é boa ou não seja em português, inglês ou francês. É bom saber que posso ser vista em todo o Mundo mas a responsabilidade aumenta.

 

Onde é que fica no meio disto a Carolina Torres cantora?

Neste momento está em casa [risos]. Tenho agora uma banda que não coloco muita pressão nela. Carolina in the black bikini, rock&roll que serve mais para me divertir, para tocar alguns instrumentos que foram surgindo. A música continua a fazer parte da minha vida mas a comunicação é muito mais aliciante. Estar com luzes e sempre a pensar no que se vai perguntar a seguir. A música é mais natural para mim, isto é mais desafiador.