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"Jornal da Noite" à frente de Manuela Moura Guedes

O “Jornal da Noite” de ontem ficou em segundo lugar e a 0,1% do Telejornal da RTP 1. Sendo assim enquanto que o “Jornal da Noite” apresentado por Rodrigo Guedes de Carvalho e por Clara de Sousa atingiu ontem a marca dos 29,8% de share e 12,4% de rating ficando à frente da TVI que conseguiu 29,5%. O noticiário da RTP 1 ficou com 29,9%.
fonte: A Minha TV

A Vida Privada de Salazar em Fevereiro na SIC

O outro lado da vida do ditador
A vida secreta de Salazar, oposto absoluto do pudor, isolamento e austeridade da vida pública. Afinal Salazar tinha uma vida secreta. Uma vida de paixões. Já era conhecido o episódio de “flirt” platónico com a francesa Christine Garnier que, no Verão de 1951, veio a Portugal fazer-lhe uma entrevista que deveria durar umas horas e acabou numa longa estada no retiro do Vimeiro. Mas eram e continuam desconhecidas para o grande público as paixões que Salazar nutriu por outras mulheres. Esta mini-série de 180 minutos (dividida em dois episódios de 90’) resulta do choque entre a narrativa propagandística, que a francesa Christine Garnier popularizou em livro, e as diferentes tramas amorosas protagonizadas pelas outras mulheres cujos corações foram atingidos pela flecha do Cupido de Santa Comba Dão. Com uma construção dramatúrgica e valores de produção cinematográficos, “A Vida Privada de Salazar” mostra o que os portugueses nunca até hoje sonharam ver: Salazar tinha, afinal, uma turbulenta vida afectiva.Esta é uma mini-série de ficção que resulta num conjunto de revelações sobre a personalidade e vida privada de Salazar. Resulta, igualmente, num conjunto de revelações sobre a ética política do ditador português. É uma mini-série que, através de várias mulheres nos dá um retrato da identidade feminina desde os anos 20 à década de 50 do século passado. No elenco, com uma riquíssima presença feminina, destacam-se os nomes das actrizes portuguesas Maria João Pinho, Benedita Pereira, Catarina Wallestein, Soraia Chaves, Cláudia Vieira e Ana Padrão e a participação especial da actriz luso-belga Helena Noguerra. Todas elas irão contracenar com Diogo Morgado, o actor escolhido para encarnar o papel do ditador português.
FICHA TÉCNICA
REALIZADOR: Jorge Queiroga
PRODUTOR: Manuel S. Fonseca
PRODUTORA EXECUTIVA: Ana Torres
DIRECTOR PRODUÇÃO: Adelaide Empis
HISTÓRIA: Pedro Marta Santos
ARGUMENTO: Pedro Marta Santos/ António Costa Santos
DIRECTOR FOTOGRAFIA: Orlando Alegria
1º ASS. REALIZAÇÃO: João Roque

Luís Marques: o homem forte SIC

A SIC apresentou ontem, via comunicado, a nova estrutura organizativa do grupo, que apresenta o director-geral Luís Marques como o homem forte da empresa, logo a seguir a Francisco Pinto Balsemão, presidente da Impresa.
Da actual hierarquia emanam quatro áreas estruturais: Comercial, Distribuição, Conteúdos – inclui, entre outros, Programas (Nuno Santos) e Informação (Alcides Vieira) – e Gestão de Conteúdos. Luís Marques controlará directamente as duas últimas.
Desta forma foram fundidas áreas que anteriormente estavam duplicadas, sendo que o director--geral assume uma posição mais executiva, à semelhança da de José Eduardo Moniz na TVI. Contudo, ao contrário deste, Luís Marques também controlará as empresas exteriores à SIC, como a Terra do Nunca e a GMTS. "Haverá acertos nas direcções afim de simplificar os procedimentos. Há ainda áreas de negócio a repensar, mas este modelo é mais simples e procura traduzir a nossa preocupação de produzir, emitir e distribuir contéudos. É este o nosso negócio", adiantou Luís Marques ao CM.
No comunicado pode ler-se que o modelo de reestruturação – aprovado pela Comissão Executiva da estação – tem como objectivo "dotar a SIC da estratégia, organização e normas de funcionamento ajustadas à nova realidade do mercado e das tecnologias audiovisuais."
No âmbito desta reestruturação, que teve início com um plano de rescisões que conduziu à saída de cerca de 50 profissionais, a SIC definiu um Manual de Procedimentos, uma espécie de código de conduta ao serviço dos profissionais.
PRODUÇÃO PARA TERCEIROS
No comunicado enviado pela SIC, pode ler-se que "a nova estrutura organizativa do Grupo SIC tem como eixo central, a concepção, produção e distribuição de conteúdos audiovisuais ‘core business’ da empresa através de um novo modelo que engloba toda a cadeia de produção". Questionado acerca da possibilidade da estação poder vir a produzir conteúdos para o quinto canal, Luís Marques diz: "A SIC e as suas empresas de produção nas diferentes áreas estão, como sempre estiveram, disponíveis para produzir conteúdos para terceiros. No entanto, a questão de fundo mantém-se. Não existe espaço para um quinto canal e a queda do investimento publicitário vem prová-lo."
PERFIL
Luís Marques nasceu em Pombal há 56 anos. Frequentou os cursos de Gestão e Direito, em Lisboa. Esteve nos jornais ‘Tal & Qual’ e ‘Expresso’ e foi administrador da RTP. Em Janeiro deste ano assumiu a direcção-geral da SIC.

50 rescindiram

Cerca de 50 trabalhadores deixaram a SIC no âmbito do plano de rescisões voluntárias iniciado em Novembro e inserido no processo de reestruturação da empresa, disse à agência Lusa o director-geral do canal, Luís Marques.
"O processo de adesão voluntária foi bastante bom. Correu dentro das nossas melhores expectativas, sem conflituosidade interna", afirmou Luís Marques, acrescentando que foram à volta de 50 os trabalhadores que aderiram.
A empresa anunciou esta sexta-feira que o modelo de reestruturação do grupo cujo objectivo é "dotar a SIC da estratégia, organização e normas de funcionamento ajustadas à nova realidade do mercado e das tecnologias audiovisuais" foi aprovado pela comissão executiva do canal.
"O modelo pretende simplificar a estrutura interna e concentrá-la naquilo que é o nosso negócio, conceber, produzir e emitir conteúdos. Toda a estrutura está focada nessa preocupação", referiu o director-geral do canal de Carnaxide.
A SIC fica assim dividida em quatro grandes áreas: conteúdos - sob responsabilidade directa de Luís Marques -, comercial, engenharia e sistemas - "gestão das infra-estruturas tecnológicas da televisão" - e distribuição - "novos negócios de distribuição de conteúdos internacionalmente e em novas plataformas".
No âmbito desta reestruturação, a SIC definiu ainda um "manual de procedimentos", que tem por objectivo fixar um conjunto de princípios e regras processuais a serem adoptadas pelos colaboradores da empresa diariamente, bem como nas relações com terceiros, em particular com os telespectadores.
A SIC, onde trabalham cerca de 600 pessoas, dispõe actualmente de cinco canais televisivos (SIC, SIC Notícias, SIC Mulher, SIC Radical e SIC Internacional), além da SIC Online e da SIC Portátil.
As receitas totais da SIC, nos primeiros nove meses de 2008, desceram 1,5% em relação ao mesmo período do ano passado, para cerca de 130 milhões de euros.
Para esta descida terá contribuído a quebra nas receitas de publicidade, na ordem dos 2,2% e do merchandising onde houve uma quebra de 44,2 pontos percentuais.
Apesar da descida de resultados, a SIC acabou o ano 2008 em segundo lugar nas preferências dos telespectadores, ultrapassando a RTP1 e registando uma quota de mercado média de 24,9% por cento.
Em Janeiro, a SIC mantém o segundo lugar nas audiências.
fonte: JN

SIC em 2.º em Janeiro

A estação de Carnaxide é a segunda mais vista em Janeiro, posicionando-se a cinco décimas da RTP, que fica em terceiro, mantendo a TVI a liderança. O crescimento em audiências coincide com o reforço de poderes dado a Luís Marques, director-geral, agora mais do que nunca, o homem forte da SIC.
No balanço feito pela Marktest, a SIC está com 25.8% de quota de audiência, enquanto a RTP1 se fica pelos 25.3%. A TVI obteve 29%, descendo ligeiramente em relação a Dezembro último. Na comparação com o último mês, a SIC subiu quatro décimas e a RTP1 perdeu 0.2%.
No que respeita à vida interna da empresa SIC, esta anunciou ontem um novo modelo de reestruturação do grupo, com que se pretende fazer face à crise económica. A medida mais evidente é uma hierarquia mais centralizada no director-geral Luís Marques, do qual passa a emanar quatro áreas estruturais: conteúdos, comercial, gestão de conteúdos e distribuição.
Na prática, a organização reúne alguns serviços até aqui dispersos. A venda de conteúdos, por exemplo, passa a estar centralizada numa mesma área comercial.
fonte: JN

Futsal > Benfica recebe Fundação em jogo da Taça

Benfica e Fundação Jorge Antunes enfrentam-se este sábado em jogo dos oitavos-de-final da Taça de Portugal, em Futsal. A partida vai decorrer no Pavilhão da Luz, em Lisboa, e terá transmissão em directo na SIC, a partir das 15h00.
No Benfica, Bebé e Gonçalo Alves estão de volta depois de cumprirem um jogo de castigo frente ao Sporting. Quem está em dúvida é Ricardinho, que magoou o ombro direito durante um treino. Em Vizela, as coisas estão mais complicadas. O guarda-redes Melão foi para o Brasil até ao final da época e Divanei, o melhor marcador da equipa, assinou contrato pelos "leões". Além disso, João Teixeira, a contas com uma luxação na clavícula, é baixa confirmada para este jogo. Na taça da época passada os "encarnados" foram eliminados plo Sporting logo na segunda eliminatória. A equipa de Vizela chegou à final, mas acabou por perder também com os "leões".
fonte & vídeo: SIC Online

Rebelde Way atingiu novo máximo

A novela Rebelde Way, transmitida na SIC no dia 19 de Janeiro, segunda-feira, registou o máximo do ano com 4.6% de audiência média e 28.5% de share. Esta novela estreou no dia 25 de Agosto de 2008 e o melhor registo foi para o ar dois dias depois, a 27 de Agosto, com 10.5% de audiência média e 27% de share. Até à data, foram transmitidos 94 episódios que detêm 4.9% de audiência média e 21.4% de share.
Fonte: Marktest e rebeldeway.pt.vc

Especial Informação nos 23%

A SIC ontem acabou mais cedo a novela portuguesa "Rebelde Way" para interromper a emissão fazendo um simultâneo SIC, SIC Notícias para acompanhar uma declaração ao país do primeiro ministro em relação às mais recentes notícias veiculadas pela imprensa em relação ao caso Freeport.
Nesse "Especial Informação" o canal alcançou a marca dos 23,9% de share e 4,5 de ratting. A TVI e a RTP1 estiveram também no ar a acompanhar esta declaração ao país e apenas são conhecidos os dados da RTP1 que alcançou 29,0% de share (6,1% acima da SIC).

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