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Nós Por Cá nos 23,5%

Estreou ontem na SIC o novo programa diário que preencherá o horário 19-20H. Num programa animado, como era a rúbrica no "Jornal da Noite" este renovado "Nós Por Cá" conseguiu atingir a marca dos 23,5 pontos percentuais tendo dado talmbém ao "Jornal da Noite" a possibilidade de se ter posicionado nos 31,4% de share.
Com o tempo o "Nós Por Cá" dará muitas alegrias a Portugal apesar de se mostrar o pior do nosso país. É o regresso à SIC de um programa diário onde trás os portugueses à antena para darem as suas opiniões sobre os mais diversos assuntos. Veja-se o exemplo de ontem dado: em 14 escolas que pediram o Magalhães consultadas pela SIC apenas uma (Portalegre) tinha recebido 6 computadores... para 32 alunos...

Vip Manicure conhece novo horário

Depois de ser uma aposta para segunda-feira após o "Jornal da Noite" as escultoras de nails vão passar a ser vistas pela SIC no DOMINGO. Sim, o corner de Denise de Magalhães e Maria Delfina vai passar a ser exibido aos domingos logo a seguir à Grande Reportagem SIC.
Assim sendo vamos ter a seguinte programação:
20H > Jornal da Noite,
21H > Grande Reportagem SIC
22H > Vip Manicure
22H45 > Atreve-te a Cantar
24H > Toma Lá Dá Cá (ESTREIA)

Entrevista a José Sócrates em 5.º lugar dos mais vistos

A SIC transmitiu, ontem, a entrevista a José Sócrates coordenada por Ricardo Costa e José Gomes Ferreira intitulada “Portugal em 2009” alcançou ontem o 5.º lugar dos programas mais vistos tendo sido, inclusive, o segundo programa mais visto da estação depois do "Jornal da Noite". Com duração de praticamente uma hora e «colada» ao “Jornal da Noite” este especial informação alcançou 28,9% de share e 13,0% de ratering.

Bruno Aleixo: o homem que começou na net

Bruno Aleixo, um boneco peludo, com sotaque bairradino, residente em Coimbra, dava conselhos na Internet e acabou à frente de um "talkshow" na SIC Radical. Eis a alternativa no humor nacional: não se ri do actual; ri-se, só.
A personagem nasceu das mentes vibrantes de três rapazes que não queriam brincar com a actualidade, nem ter semelhanças com programas humorísticos de referência, como os "Gato fedorento", "Os contemporâneos" ou "Contra-informação". João Moreira, João Pombeiro e Pedro Santo têm perto de 30 anos, vivem entre Coimbra e Lisboa e, juntos, formam os GANA - Guionistas e Argumentistas Não-Alinhados.
"O nosso interesse em satirizar a actualidade é nulo", clarifica Pedro Santo. Querem, sim, desenvolver a personagem, criar empatia com o público. "[O Bruno Aleixo] é diferente de um programa de 'sketches'. É como ler um conto e um romance. No romance, as pessoas habituam-se às personagens. No conto, não", completa João Moreira.
Bruno Aleixo nasceu com um fim específico, abortado, que os autores preferem ocultar. Mesmo assim, decidiram pôr online os curtos vídeos em que o boneco aparecia a dar conselhos póstumos. "Nunca comas cornetos no café do Aires. Ele desliga a arca à noite e a bolacha fica toda mole" foi um deles. E o culto começou.
"Acabou por ficar muito mais estranho do que se estava à espera", diz João Moreira, aludindo a essa fase inicial da vida do boneco, em que ele ainda é um "ewok". "Entretanto, foi ao Brasil fazer uma plástica e agora aparenta ter cara de cão", explica Moreira, acrescentando que "encenou a própria morte". Dez conselhos e uma sessão d' "Os incorrigíveis" depois, a SIC Radical propôs transportar Aleixo para o ecrã.
Os "Não-Alinhados" resolveram, então, adaptar o "talk show" tradicional à personalidade do boneco. N' "O programa do Aleixo", prosseguem as dicas invulgares, mas há espaço, ainda, para cantar e interagir com figuras públicas e outras personagens (como o Busto). O último episódio, dedicado ao fim de ano, vai para o ar brevemente - em diferido, porque "o Aleixo diz que é mais barato".
fonte: JN

Debate Alargado na SIC

Jornalismo de proximidade é o lema da SIC nesta fase, marcada por um conjunto de estreias na área da informação, entre as quais se destacam "Mário Crespo entrevista..." e "Aqui e agora", programa de debate com Rodrigo Guedes de Carvalho.
Apesar da reestruturação interna, do processo de rescisões em curso, que, segundo o director-geral, Luís Marques "correu muito bem" e cujos resultados serão apresentados em breve, o responsável adianta que a estação poderá lançar mais canais ainda durante este ano, não descartando a hipótese de um deles poder destinar-se ao público masculino.
Mas o evento de ontem, que reuniu as figuras de charneira da SIC, serviu sobretudo para apresentar as novidades de Janeiro. A estreia de Mário Crespo já tem data e, inclusive, convidado, embora este se tenha recusado a adiantar o nome. Uma figura da política nacional, por ele já entrevistada várias vezes, inaugurará a presença de Crespo às segundas--feiras (começa dia 11) no canal generalista. Nos restantes dias da semana, continuará a conduzir o "Jornal das 9" na SIC Notícias.
Com cerca de meia-hora, o programa de horário nobre não dará voz apenas a políticos. "António Lobo Antunes poderá ser convidado para falar de outro assunto que não seja literatura", exemplifica Mário Crespo.
Ainda sem dia da semana definido para arranque está "Aqui e agora". Tal como "Nós por cá", estreado ontem, nasceu como rubrica do noticiário principal e ganha agora autonomia. Moderado pelo subdirector da Informação, Rodrigo Guedes de Carvalho, promete-se aqui um debate avivado pela participação popular. A gravação decorrerá fora da SIC, nos estúdios Valentim de Carvalho, onde será possível reunir plateias numerosas. Segundo Alcides Vieira, director de Informação, o formato contará com "interactividade e estará aberto a todos os portugueses".
Antes disso, já este domingo, Bárbara Guimarães estará de volta à antena com "Atreve-te a cantar", que terá exibição a seguir ao "Vip manicure", uma transferência da grelha de segunda-feira.
Para o director-geral, Luís Marques, reposicionar a SIC exige fazer dela uma estação "moderna, pro-activa, próxima dos cidadãos e interveniente". A tónica está, claramente, na proximidade: "Vamos estar próximos das pessoas, dos seus problemas, não só na informação mas na lógica de vários programas ". O primeiro passo foi dado com Conceição Lino, às 19 horas. Diariamente, o noticiário também encurtará um pouco para poder dar maior visibilidade às rubricas diárias, de que é exemplo "Receitas cruzadas". Confiante, Luís Marques diz ainda: "A SIC estará presente em todos os géneros, não atirará a toalha ao chão em nenhum deles".

SIC aposta em humor e em informação

A SIC apresentou ontem novos programas para a sua grelha, prometendo muito humor, maior estabilidade nos horários, diversidade de formatos e estar mais próxima dos cidadãos, sobretudo apostando numa das imagens de marca da estação: a informação. É esta, em traços gerais, a identidade que o canal começa a imprimir já a partir desta semana e que, segundo Luís Marques, director-geral, e Nuno Santos, director de Programas, se vai intensificar nos próximos meses. Para já, foram apresentados cinco programas: a telenovela brasileira Três Irmãs, o programa de informação Nós por cá (ambos no ar desde ontem), o concurso Atreve-te a Cantar, apresentado por Bárbara Guimarães, que começa no domingo à noite, Mário Crespo Entrevista, às segundas entre as 21.00 e as 21.30, e Aqui e agora, um programa de grande debate, conduzido por Rodrigo Guedes de Carvalho, ainda data para a sua transmissão.
Em relação a novos programas de humor, Nuno Santos explicou: "Eu sei mais do que posso falar. Ainda não é o momento certo para dizer quais são. Mas teremos uma nova série de programas do Camilo de Oliveira, que deverá começar em Abril/Maio ou depois do Verão."
Quanto ao regresso de Herman José, após o fim do concurso A Roda da Sorte, o director de Programas não quis adiantar nada, mas revelou que tem tido conversas com o humorista. Os Gato Fedorento deverão regressar na última metade do ano, mas "sempre que se justifique, aparecerão ao longo do ano". Ainda no humor, no domingo, estreia-se o Toma lá, Dá cá, um formato brasileiro muito semelhante a Sai de baixo, com o actor Miguel Falabella.
Já no domínio da ficção, "vai estrear-se brevemente uma série sobre Salazar, emitida em
dois dias", referiu o director de Programas da SIC.
A telenovela Podia Acabar o Mundo já tem substituta, também uma produção nacional. "É um assunto que está a andar e a história já foi escolhida", afirmou Nuno Santos.
Confrontado com as fracas audiências do produto, respondeu: "Faz parte da nossa estratégia sermos pacientes e resistentes. As telenovelas brasileiras têm vindo a perder nas temáticas, por isso as portuguesas só têm a ganhar."
Na informação, além de Nós por cá, Mário Crespo Entrevista e Aqui e agora, o Jornal da Noite mantém algumas rubricas de 15 minutos e lança novas: Primeiro Plano, Reportagem Especial, Perdidos e Achados, Receitas Cruzadas e Futuro hoje.
Questionado sobre novos canais da SIC, Luís Marques disse haver algumas hipóteses,
sobretudo no âmbito da "produção de conteúdos para multiplataformas". Estes podem ser na Internet ou na televisão. O director-geral do canal acrescentou ainda: "Temos de
pensar o que deve ser um operador de televisão privado face aos desafios do mercado nos próximos anos - quinto canal, TDT e possibilidade de mais canais regionais. Temos de estar à frente dessa mudança."