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SIC Notícias está de parabéns

O Canal n.º6 da Meo completa hoje 8 anos o que prefaz mais de 70 mil horas de emissão. Segundo dados da Marktest este é o 4.º canal mais visto pelos portugueses logo seguido da RTP1, SIC e TVI.
O arranque foi a 8 de Janeiro de 2001 e nesse ano totalizou 4% de share tendo mantido o mesmo share em 2002. Em 2003 o canal de notícias da SIC ultrapassou pela primeira vez a RTP 2 alcançando 4,4%. Em 2004 e 2005 fechou o ano com 3,9%.
Com o surgimento do AXN a SIC Notícias desceu em 2006 para os 3,5% subindo em 2007 para 3,7% e 3,8% de share em 2008.
Ao SIC Blog deseja dar os parabéns a você neste canal de informação... 24 horas e em português...
PARABÉNS SIC NOTÍCIAS

Carla Matadinho fala sobre o novo programa

Passados sete anos, Carla Matadinho ainda não conseguiu livrar-se do rótulo de Miss Playboy e ela sabe disso. Não o lamenta, embora sublinhe que não foi uma experiência com que se identificasse.
Entretanto, fez carreira como modelo e foi tentando dar o salto para a apresentação. Aos 26 anos, começou (no serão de terça-feira, depois das 24 horas) a apresentar o "Carlsberg Cup, o magazine", na SIC, programa sobre a Taça da Liga.
Sempre quis ser apresentadora?
É um sonho antigo. Há muito tempo que queria ser apresentadora. Fiz alguns cursos de preparação, entre eles um de técnicas de comunicação oral no Cenjor. É preciso formação em qualquer área.
Andava a dizer, sempre que podia, que queria apresentar um programa...
Isso tem de ser feito. Esse é o trabalho que também temos de fazer por nós próprios. É preciso fazer promoção. Fiz vários "castings" para programas. É uma área que sempre me cativou, em que sempre sonhei trabalhar. Depois, com o meu site, fui preparando a comunicação com as pessoas.
A sua página na Internet tem-na ajudado a comunicar melhor, é isso?
Tem. Como em tudo na vida, quando mais se treinar, melhor. E é isso que tenho feito. Ainda estou no começo. Mas quero trabalhar mais e mais para melhorar.
Da aprendizagem que tem feito, o que destaca? Ser apresentador é muito diferente do que se imagina?
Pensa-se sempre que é fácil. Quem está de fora pensa sempre que não custa nada. É como no futebol, achamos sempre impossível que o jogador tenha falhado, mas quem está dentro das quatro linhas é que sabe. E às vezes também se pensa que se tem jeito e não se tem. Há particularidades. Depois, vemos que na prática não encaixa: podemos não gostar de ver a nossa imagem na câmara, ou a forma como debitamos o texto. Há quem pense que o pode fazer bem feito, mas, quando chega a hora, não o faz.
Apresentar também tem as suas armadilhas.
Tem. Desde que comecei a apresentar percebi isso. Estou curiosa para ver a minha prestação, para, depois, a poder melhorar.
A uma apresentadora são-lhe permitido tiques?
Os tiques não podem é ser perceptíveis e interferir no trabalho. Mas tiques toda a gente tem. Mesmo os pivôs de informação. O José Rodrigues dos Santos, por exemplo, está sempre a mexer na caneta. Estes não devem é interferir na passagem de informação e na captação do espectador.
Ou seja, um bom apresentador é o que sabe prender o público?
Sim, claro. Importa que as pessoas gostem e fiquem ali. No meu caso, que quem goste de futebol fique preso ao programa.
Foi a Miss Playboy portuguesa. A primeira, aliás. Não consegue livrar-se desse carimbo?
Costumo questionar-me a esse propósito. Será que vou ser sempre vista como a Miss Playboy que se tornou apresentadora ou, de repente, passarão a falar da apresentadora que foi modelo?
Mas que a marcou, marcou.
Sim, marcou. Tal como a Ana Maria Lucas é a eterna Miss Portugal. Mas eu já disse várias vezes que foi uma experiência do passado, que teve aspectos bons e maus ao mesmo tempo.
O que é que correu mal? Saiu defraudada?
Como em tudo na vida, há sempre dois lados. Mas, sim, houve aspectos com os quais não me identifiquei. Representei o meu país e depois afastei-me. Aquele não era o meu registo. Felizmente que consegui, entretanto, construir uma carreira, que está a dar frutos. Sempre quis ser manequim, fiz o curso aos 14 anos, comecei devagarinho. Depois tive uma grande projecção mediática, aos 19 anos, quando fui a primeira Miss Playboy portuguesa. Mas a luta continuou. Já fiz dobragens, cinema...
O que fez no cinema?
"Sorte nula", em 2004. A minha actividade principal sempre foi a de modelo. Mas já há muito tempo que dizia que queria apresentar em televisão. Já pedia há muito tempo uma a oportunidade como esta.
Esteve para ser a parceira do Herman José no regresso de "A roda da sorte", não foi?
O projecto era muito aliciante e eu era uma das candidatas. Fiz o "casting", mas não fui aceite. Trabalhar com o Herman seria começar em grande, obviamente. Tenho feito muitos "castings", Mas não me agarro às coisas más... Estou agora num magazine de futebol.
Gosta de futebol?
Gosto muito.
Qual é o seu clube?
Sou do Sporting, mas enquanto apresento o programa não tenho clube, claro.
Mas é uma entendida?
Sei de algumas coisas, mas não serei propriamente uma entendida.
Vai ter sobretudo um público masculino a vê-la. Isso faz diferença?
A ideia é também mostrar que o programa não é só para homens. Já deixou de ser. Vai haver muitas mulheres a vê-lo. E depois também tenho muitas mulheres que me apreciam, basta ver o site. Comunico com muitos homens, mas também com mulheres. E com estas estabeleço relações mais duradouras.
O site permite-lhe angariar fãs?
É verdade, muitos deles vão agora ver-me na televisão e estarei atenta às sugestões e críticas que me possam fazer.
No passado, teve uma má experiência com a Internet, imagens suas íntimas circularam sem a sua autorização. Como ficou esse caso?
Ficou muita coisa por resolver… Mas preferia não falar no assunto.
Como é o contrato com a SIC?
Para já, para um programa que começa em Janeiro e acaba em Março. Vamos ver se continua ou não. Sei que esta é a minha oportunidade. Vou dedicar-me e dar o meu melhor.
Isto é um ponto de chegada?
Sem dúvida, batalhei muito para chegar aqui.
fonte: JN

Mário Crespo critica fontes de Belém no "Nós Por Cá"

Mário Crespo acredita que as fontes presidenciais lançam notícias para a praça pública, através dos jornais, para as desmentirem logo de seguida. "É uma constatação", disse o jornalista ao CM.
As acusações surgiram na crónica ‘Informação e Contra Informação’ de Mário Crespo no Programa ‘Nós por Cá’ da SIC. O jornalista criticou uma prática que, no seu entender, "tem algo de crónico" e "preocupante". Mário Crespo referia-se a notícias que são veiculadas na imprensa e que dizem respeito a intenções do Presidente da República, Cavaco Silva. Todas elas, diz, sustentadas com fontes presidenciais. E todas elas desmentidas. O caso mais recente, concretiza, aconteceu no semanário ‘Sol’, onde foi noticiada a intenção do Chefe de Estado em vetar o Orçamento do Estado. Mas o documento foi promulgado.
Mário Crespo referiu que estas situações são "armas para substituir a formalização de uma comunicação de uma instituição da República, por uma mensagem passada subtilmente através da imprensa". Ao CM, disse: "O objectivo é lançar determinada mensagem a que a instituição não se quer vincular. Para isso, prefere usar o carácter de fonte bem informada."
fonte: site CM

SIC vai continuar a transmitir Futsal

Na reunião mantida, esta quarta-feira, entre a Federação Portuguesa de Futebol e a SIC, relativa às transmissões televisivas de jogos de Futsal, foi reiterada a intenção de cumprir o acordo estabelecido entre as partes, cujo bom entendimento saiu reforçado.
A difusão em canal aberto do número de jogos previstos no contrato celebrado está, desta forma, assegurada, havendo ainda consenso sobre a necessidade de os pavilhões terem condições que permitam a boa qualidade das transmissões, com benefício para os telespectadores, para o próprio espectáculo e seus protagonistas.
O encontro realizou-se na sede da FPF em Lisboa, tendo contado com as presenças de Gilberto Madaíl, Ângelo Brou e Amândio Carvalho, por parte da FPF, Luís Marques, Nuno Santos e Ricardo Costa por parte da SIC. Por outro lado, e aceitando o repto que foi lançado há dias, o Presidente da FPF está totalmente disponível para agendar um encontro com os clubes não só para lhes dar conta dos resultados desta reunião, mas para analisar outros assuntos que possam contribuir para o desenvolvimento e projecção da modalidade em Portugal, tal como tem vindo a ser feito nos últimos anos.
fonte: RECORD