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Futsal regressa à SIC na próxima semana

O grupo de trabalho criado na sequência da reunião mantida quarta-feira entre a Federação Portuguesa de Futebol e a SIC para definir um mapa que sirva de referência para as transmissões televisivas de jogos de Futsal, com base no calendário da época, iniciou os seus trabalhos.
As partes, em cooperação com os Clubes, começaram a reavaliar as condições técnicas dos recintos para acolherem as transmissões televisivas.
Assim, já a partir da 15ª Jornada, a realizar dentro de uma semana, o Campeonato Nacional de Futsal/FUTSAGRES volta a ser objecto de transmissão televisiva.
Uma percentagem diminuta desses jogos, nomeadamente aqueles que não se realizem aos sábados ou que colidam com outros eventos desportivos já programados, serão transmitidos num dos canais temáticos do universo SIC.
A SIC vai reforçar a aposta na promoção não só dos jogos transmitidos, mas da própria modalidade no maior número de espaços possível, nomeadamente e com especial incidência no seu canal generalista.
O próximo jogo a ser transmitido será o C.A. Mogadouro – SL Benfica, que se realizará em dia e hora a anunciar oportunamente.

Chats da SIC alvo de inspecção

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) participou ao Ministério Público (MP) o teor sexual explícito de algumas mensagens nas salas de conversação (chats) de teletexto da SIC.
A ERC refere que "os factos apurados incluem ostensiva descrição de órgãos genitais e de práticas sexuais, promoção de práticas de prostituição e aliciamento a práticas sexuais com menores". Acrescenta ainda que "não obstante uma limitação do acesso a menores de 18 anos, trata-se de conteúdos acessíveis através de serviços de programas em sinal aberto, cuja visualização se processa em moldes semelhantes à de outros espaços do teletexto", mesmo em horários anteriores às 22.30.No comunicado enviado ontem às redacções às 19.16, a ERC informa que instaurou processo contra as duas estações de TV (não como operadoras, mas pelos serviços disponibilizados, ao contrário do divulgado num primeiro comunicado). Isto na sequência de uma intervenção da ERC junto do operadore SIC, já em 2006, e de denúncias de cidadãos.Referindo que "ainda não foi deduzida acusação", a SIC confirma que houve uma reunião, solicitada pela ERC, com a SIC e com a TVI "onde ficou acordado que as operadoras fariam uma proposta de auto-regulação sobre a matéria, com a finalidade de controlar e evitar os abusos por parte dos utilizadores e que os serviços em causa, passíveis de ser indevidamente utilizados pelo público, foram suspensos". A ERC anuncia na sua deliberação ter decidido participar ao MP factos que podem indiciar a prática dos crimes de abuso sexual de crianças e com adolescentes ou de recurso a prostituição de menores, visando, obviamente, as pessoas singulares que utilizavam abusivamente os serviços que os operadores disponibilizavam. Porém, alerta a estação de Carnaxide, "o [primeiro] comunicado da ERC para a imprensa, ao dizer que deliberou 'participar dos dois operadores de televisão ao MP' é totalmente contraditório e sensacionalista, uma vez que, como é evidente, os crimes referidos nunca poderiam ter sido praticados nem ser imputáveis a pessoas colectivas, como é o caso dos operadores de televisão". Igual opinião e argumentação é seguida pela TVI, que informa que a "deliberação está em análise por parte dos responsáveis da estação e respectivos serviços jurídicos". Acrescentando ter também suspendido de imediato os seu chat no teletexto, assim que alertada pela ERC, a TVI adianta que se disponibiliza com a SIC a desenvolver um projecto de auto-regulação sobre esta matéria, com a finalidade de controlar e evitar a utilização indevida das mesmas (conforme consta da própria deliberação), a concluir durante o mês de Janeiro de 2009.
site da notícia: http://www.erc.pt/index.php?op=vernoticia&nome=noticias_tl&id=219

Presidência desmente acusações

A Presidência da República rotulou ontem de "absolutamente falsa e totalmente destituída de fundamento" a acusação de Mário Crespo sobre fontes presidenciais que, no entender do jornalista, fazem veicular notícias sobre as intenções de Cavaco Silva para, mais tarde, desmenti-las.
De acordo com uma carta de Belém enviada ao CM, as declarações de Mário Crespo no programa ‘Nós por Cá’, da SIC, foram 'extremamente graves e lesivas do bom nome de uma instituição da República, bem como da honra de todos quanto nela trabalham'.
Confrontado com este comunicado – também enviado à estação de Carnaxide, Mário Crespo afirmou que 'ficaria mais descansado enquanto cidadão e jornalista se tivesse visto [na carta] que tais fontes não existem'. Para o jornalista, 'quem fica lesado com esta situação não é a instituição da República mas o comportamento das pessoas.
CARTA DE BELÉM NA ÍNTEGRA
Exmo. Senhor
1 - Na edição de 8 do corrente do jornal dirigido por V.ª Ex.ª, é noticiado que o 'jornalista Mário Crespo acredita que as fontes presidenciais lançam notícias para a praça pública, através de jornais, para as desmentirem logo de seguida'.
2 - Cumpre-me informar que a prática imputada à Presidência da República pelo jornalista Mário Crespo é absolutamente falsa e totalmente destituída de fundamento.
3 - A emissão de juízos de valor, opiniões ou insinuações por parte de um profissional da Comunicação Social não merece, da parte da Presidência da República, qualquer comentário. No caso em apreço, porém, estamos perante afirmações de cariz factual que são totalmente inverídicas, não tendo jamais a Presidência da República utilizado os métodos que lhe são imputados pelo jornalista Mário Crespo, em afirmações que não podem deixar de se considerar extremamente graves e lesivas do bom nome de uma instituição da República, bem como da honra de todos quantos nela trabalham.
4 - É justamente em face da gravidade e da falsidade dessas afirmações que solicito a V.ª Ex.ª a divulgação da presente carta, dispensando-me para o efeito de invocar o direito de resposta legalmente previsto.
5 - Mais informo que, tendo as afirmações do jornalista Mário Crespo sido proferidas no âmbito de um programa da SIC, foi enviada àquela estação uma carta de teor similar à presente.
Com os melhores cumprimentos
O Chefe da Casa Civil, José Manuel Nunes Liberato
fonte: CM