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SIC está de luto > Faleceu Luíz Vasconcellos

Luís Vasconcellos, accionista fundador do Expresso e vice-presidente do Conselho de Administração da Impresa, faleceu este domingo vítima de cancro.
Aquele que era um dos amigos mais chegados de Francisco Pinto Balsemão, que conhecia da infância, e o seu 'braço direito' na comunicação social, completaria 72 anos na próxima quarta-feira. Com ele fundou o Expresso em 1973, jornal de que seria durante anos o administrador executivo, e mais tarde, em 1992, a SIC, de que era, até ao momento, vice-presidente. Luís Vasconcellos foi ainda durante anos vice-presidente executivo da Impresa. A SIC endereça as mais sentidas condolências à sua esposa, Dores Soutelinho, e aos seus filhos, o empresário Nuno Vasconcellos (líder da Ongoing, que detém o 'Diário Económico e o 'Semanário Económico', e também accionista do Impresa) e a artista plástica Maria João Vasconcellos.
Esta segunda-feira, na Igreja de Santo António do Estoril, será rezada uma missa (18h00) de corpo presente. Terça-feira será realizada uma missa às 9h30, e posteriorimente o corpo sairá da Igreja para o cemitério do Alto de São João, onde será cremado.

Aí está uma nova sondagem!

Desta vez depois das novelas e dos programas de entretenimento queremos saber qual é o seu programa de informação preferido. Vote, como sempre na barra lateral e já sabe: o SEU VOTO PODE FAZER TODA A DIFERENÇA!
Não perca a oportunidade de fazer parte da sondagem.
NOTA: Mais uma vez refiro que a sua votação poderá ser alterada até ao fecho da mesma que acontecerá dia 25 de Janeiro. Vote! Participe!

Manuel Arouca já pensa em novo projecto

Manuel Arouca, autor da telenovela ‘Podia Acabar o Mundo’ (SIC), admitiu ao Correio da Manhã que o seu romance histórico ‘Rosa do Oriente’, sobre a vida de São Francisco Xavier, o grande missionário do século XVI que foi declarado santo, pode, muito em breve, "ser adaptado ao pequeno ecrã."O director de Programas da SIC, Nuno Santos, já comentou que o livro daria "uma grande série televisiva." Contudo, o responsável não quis adiantar ao CM se a estação já está a trabalhar numa adaptação. A verdade é que Manuel Arouca já pensa em possíveis cenários.
"Acho que se irá trabalhar nesse sentido, de adaptar o meu romance à televisão, ou até ao cinema. A história poderá ser rodada, não só em Portugal, mas também em países por onde São Francisco Xavier passou, como Espanha, França, Itália, assim como pelo Oriente, da Índia e Japão às portas da China. Estou, além disso, a pensar na tradução do livro para inglês, tendo em conta que poderá haver outros países interessados", adiantou o escritor, que lançou ‘Rosa do Oriente’ em Novembro de 2008.
O autor da novela da SIC recordou, ainda, que "só na velha Goa existem centenas de cristãos, hindus e muçulmanos. E a mensagem do santo é um factor de ecumenismo, uma vez que São Francisco levou a sua fé pelo mundo fora."
O romance histórico de Manuel Arouca, que assinou novelas como ‘Filha do Mar’ e ‘Jóia de África’ (ambas da TVI), centra-se no mistério do perfume de rosas que se exalava do corpo do santo. A obra fala ainda da sua conversão e da forma como transmitiu a sua espiritualidade aos portugueses, na época tão inebriados pelas riquezas do Oriente.
fonte: CM

Curiosidades sobre o Nós Por Cá

Homens, habitantes de centros urbanos e com grande à vontade com as novas tecnologias. Este poderia ser o perfil de quem envia queixas para a rubrica "Nós por cá", segundo um estudo desenvolvido por Rui Couceiro.
No âmbito de uma tese de mestrado, este investigador da Universidade do Minho analisou a rubrica ainda inserida no noticiário principal da SIC - este ano tornou-se programa autónomo - , durante o ano de 2007 e em Fevereiro de 2008 e concluiu que 60% das reclamações eram enviadas por homens. Outra das ideias-chave resultantes desta pesquisa relaciona-se com o conteúdo das mensagens: a grande maioria dos emails (60%) refere-se a problemas de interesse colectivo e ligados à administração pública e serviços públicos.
Para Rui Couceiro, há também um fenómeno de contágio: "Se o programa aborda uma questão de trânsito, naquela semana apareciam muitos 'mails' que tratavam problemas de trânsito".
A análise do investigador versou 737 casos comparando o ano de 2007 "onde o material já estava filtrado" e o mês de Fevereiro de 2008 "com todo o material recebido". 90% chegaram por e-mail, "o que mostra o peso das novas tecnologias" e 60% traziam anexos, sobretudo fotografias.
O investigador não tem dúvidas em afirmar que o programa é um exemplo de jornalismo participativo: "Jornalismo, porque editado por uma jornalista profissional, vinculada a códigos éticos e deontológicos; participativo, porque funcionava com o auxílio dos cidadãos, que colaboravam, grande parte das vezes, com vista a um propósito colectivo e com recurso às novas tecnologias".
Rui Couceiro revela ainda que "há muitas coisas que chegam que nada têm a ver com o programa", reconhecendo que a "selecção é um processo subjectivo por ser feito pelas pessoas que estão à frente do programa". Outra das características realçadas no estudo é a questão do "follow-up", isto é, "a equipa volta aos locais para ver se os problemas foram ou não resolvidos".
O investigador da Universidade do Minho não tem dúvidas em apelidar o "Nós por Cá" como "um caso único em Portugal" que já começa a ter repercussões noutros canais e noutros programas, como por exemplo, no "Tá a Gravar", onde "é pedido às pessoas que colaborem com o programa enviando vídeos ou filmes". Rui Couceiro lembra que "esta é uma tendência que já existe lá fora, com repórteres on-line, e que começa agora a entrar no universo televisivo português".
"Nós por cá" foi emitido pela primeira vez a 17 de Janeiro de 2004 e é um caso sem paralelo na televisão portuguesa, no que diz respeito ao envolvimento dos cidadãos. Quase cinco anos depois, a 5 de Janeiro, a rubrica "Nós por Cá", assinada na SIC por Conceição Lino, deixou o formato semanal e passou a programa diário. Está agora no ar diariariamente às 19 horas.
fonte: JN