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SIC blog lança nova sondagem

Depois de um interregno sem sondagens voltamos a elas! Desta vez queremos saber qual é o seu programa preferido. Será o Tá a Gravar? Será o Não Há Crise? Não será nenhum destes? Será outro?
É isso que queremos saber nesta sondagem. Para votar só tem de escolher uma das opções da sondagem que está na barra lateral.

Análise das audiências de "A Vida Privada de Salazar"

Diogo Morgado vestiu a pele de Salazar na mini-série A vida Privada de Salazar, que a SIC transmitiu nos dias 8 e 9 de Fevereiro. Esta mini-série mostra o lado secreto do chefe do governo e as suas relações turbulentas e conturbadas com o sexo feminino ao longo de 40 anos, entre a década de 20 e os anos 50.
O primeiro episódio desta mini-série de duas exibições foi o melhor programa da SIC no dia em que foi transmitido, tendo alcançado 12.6% de audiência média e 32% de share. Foi visto por um total de 3.269.400 espectadores que viram em média cerca de 32 minutos do evento, o que corresponde a mais de 36% da duração total do episódio.
O segundo episódio desta mini-série, transmitido no dia seguinte, 9 de Fevereiro, segunda-feira, registou 10.4% de audiência média e 26% de share. Foi visto por um total de 2.632.700 espectadores que consumiram mais de 34 minutos, ou seja, 37.5% da sua duração total. Estes valores também lhe garantiram o primeiro lugar na tabela de audiências do canal nesse dia.
Observando a percentagem de audiência que esteve presente no primeiro episódio, é possível constatar que, entre os espectadores que viram este primeiro episódio, cerca de 47.5% viu também o segundo. Já entre os espectadores que viram o episódio de segunda-feira, mais de 59% tinham visto também o episódio anterior.

No perfil de audiência, A Vida Privada de Salazar registou a melhor adesão no Interior do país. Por classe social, destacou-se a Classe C2 com consumo audiência acima dos 33%. Por Género, a preferência pelo programa pertenceu à população feminina. Por faixa etária, o melhor perfil de audiência verificou-se junto dos indivíduos com mais de 64 anos e entre os 45 e os 54 anos.
fonte: Marktest

"Aqui & Agora" estreia hoje

"Concorrer com a Judite [de Sousa] é-me igual. Do outro lado estará sempre qualquer coisa. "As palavras são de Rodrigo Guedes de Carvalho, que estreia hoje às 21h00 o programa ‘Aqui e Agora’. A debater o tema ‘Mediatismo e a Política’ estarão Gonçalo Amaral, Hernâni Carvalho, Maria José Nogueira, Joana Amaral Dias e António Carneiro Jacinto. O programa, segundo o jornalista, pretende ser uma sala de visitas da SIC.
Durante a apresentação de ‘Aqui e Agora’ o director-geral, Luís Marques, fez duras críticas à concorrência: "A TVI diz que ‘Feitiço de Amor’ antes do ‘Jornal Nacional’ já estava decidido há muito tempo. Planearam isso duas vezes, com alguns dias de intervalo? Revela dificuldades do outro lado." A RTP 1 também é alvo das dúvidas de Marques. "Como é que uma empresa com dificuldades financeiras tira a pausa comercial do ‘Preço Certo?’"
fonte & foto: CM

Luís Marques > "Crise vai afectar a SIC"

Luís Marques foi contratado para consultor e depois nomeado director-geral da SIC. Durante um ano identificou os maiores problemas da empresa.
Com a reestruturação na SIC há centralização do poder no director-geral?
A minha responsabilidade é total em todas as áreas. Os responsáveis sectoriais têm os seus níveis de responsabilidade, mas um director-geral deve ser responsável para tudo. E eu não serei um director-geral que não assume as suas responsabilidades.
É um director-geral mais virado para os conteúdos.
Claramente. Todo o meu currículo para aí aponta. Foi isso que fiz durante toda a vida. E é obviamente aí que eu quero estar mais. Mas não posso deixar de acompanhar todas as outras áreas.
O orçamento para este ano é muito inferior ao de 2008?
– Tivemos de fazer um ajuste no orçamento, claro. Quer em termos de receitas, quer de custos cai em relação ao ano passado, mas vamos tentar que os meios libertos pela empresa sejam superiores aos de 2008, que é uma coisa difícil de concretizar tendo em conta a crise.
Que balanço faz do último ano?
O meu regresso à SIC foi muito pensado. Quando saí da RTP a minha ideia era fazer um período sabático. Depois, tendo em conta a minha relação com o grupo onde trabalhei quase 20 anos, acabei por achar que não poderia deixar de responder a este desafio. No primeiro ano estive com um pé cá e outro fora, dado que era consultor. Sobretudo, deu para conhecer melhor o grupo e os seus problemas. A empresa mudou muito desde que eu saí em 2001.
E quais são os maiores problemas que enfrenta?
A empresa continua a ser muito forte, com uma boa gestão, mas há problemas estruturais que têm de ser resolvidos.
Qual é a diferença entre trabalhar numa empresa pública e numa privada?
São culturas, estruturas e enquadramentos empresariais completamente diferentes. A RTP é uma empresa pública que vive com um grande conforto do ponto de vista dos seus capitais, tendo em conta que é financiada pelo Estado, portanto está confortável nessa matéria, o que não acontece na SIC, porque o risco é muito maior.
É um homem mais preocupado?
Estou preocupado não tanto com a situação que encontrei, mas com a conjuntura económica e os reflexos que isso tem na SIC e nos outros operadores.
PERFIL
Luís Marques – Nasceu há 56 anos em Pombal. Iniciou a carreira de jornalista no ‘Luta Popular’, passou pelo ‘Tal & Qual’ e ‘Expresso’, até se tornar administrador da RTP. Actualmente é director-geral da SIC.
fonte & foto: site CM