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"Uma Vida Normal" premeada mais uma vez

A Grande Reportagem SIC ganhou mais um prémio internacional. “Uma Vida Normal” venceu o Prémio Melhor Imagem no FIGRA (Festival Internacional de Grandes Reportagens e Documentos de Actualidade), em França.
O Festival decorreu ao longo da semana passada e terminou este fim-de-semana com a entrega de prémios no sábado. A reportagem vencedora é um trabalho de Sofia Arede com imagem de Jorge Pelicano e montagem de Gonçalo Freitas.
A reportagem conta a história de Paulo Azevedo, que nasceu sem mãos e sem pernas em Outubro de 1981. Nessa altura ainda não havia ecografias em Portugal e, por isso, a família soube das características do bebé apenas depois do nascimento. A dúvida sobre o que poderá ter causado a malformação persiste até hoje. Depois do choque inicial, a família mais próxima iniciou com Paulo um longo e difícil caminho para uma vida normal.
Durante longos meses percorreram centenas de quilómetros entre a Redinha, em Pombal e o centro de reabilitação de Alcoitão, em Sintra. Contrariaram os presságios mais negros que diziam que a criança nunca conseguiria sequer sentar-se, muito menos andar com próteses. Ao longo da vida aprendeu que a ironia é a melhor forma de combater o desconforto perante a diferença. Paulo Azevedo tem hoje 26 anos e é uma pessoa absolutamente autónoma. Já foi treinador de futebol, mas sonhava com outros palcos.
Na sequência desta Grande Reportagem, Paulo Azevedo recebeu um convite e é actualmente actor na novela da SIC, 'Podia Acabar o Mundo'.
fonte: DN

SIC no MIP TV

RTP, SIC e TVI marcam presença no MIP TV, a feira televisiva que arranca hoje em Cannes (França) e termina dia 3 de Abril. (...)
Quanto à SIC, faz-se representar pela responsável pelas compras, Vanessa Tierno, e pelo director de Programas do canal, Nuno Santos. "Não estamos a distribuir nenhum produto, por isso vamos, essencialmente, fechar pacotes de cinema. E vamos ver novos formatos que interessem para todos os canais SIC, como documentários e talk-shows", diz Vanessa Tierno. Esta responsável explica que, neste momento, "a tendência de mercado, face à crise, é o afastamento de grande produções e a aposta em produtos mais pequenos e de custos reduzidos".
fonte: site CM

Ex- ministro em "Mário Crespo Entrevista" amanhã na SIC

José Silva Lopes é o convidado desta segunda-feira de "Mário Crespo Entrevista", formato que o jornalista veterano assegura na antena generalista da SIC.
A nova geração, provavelmente, não associará Silva Lopes à pasta das Finanças de um Governo português. Acontece que o economista assumiu funções neste Ministério num período de convulsão política que se experimentou no país após o 25 de Abril, mais precisamente, pertenceu ao Executivo que esteve no poder entre Agosto e Novembro de 1978. Silva Lopes veio, recentemente, a público defender medidas não ortodoxas de combate à crise, pelo que importará aferir da sua opinião no que concerne à situação económico-financeira, e tentar indagar de potencias estratégias de combate à debilitação a esse nível que nos assola a todos.
fonte: site JN

Camilo, o Presidente em Abril na SIC

Em Fanecas de Cima, freguesia fictícia na nova série de humor da SIC, é Camilo, o presidente da junta, quem mais ordena. Nos estúdios em Alcochete, decorrem a todo o vapor as gravações de ‘Camilo, o Presidente’, a nova aposta de entretenimento que a SIC quer estrear em Abril.
Filipe d’Aviz e Lourenço Henriques são os autores dos textos que têm a supervisão de Camilo de Oliveira. Há dois anos afastado do pequeno ecrã, o actor mostra uma preocupação: “Há uma grande expectativa da parte do público que, depois de tantas reposições, está desejoso de ver coisas novas. Mas este formato precisa de ter as audiências dos trabalhos anteriores que estiveram sempre na liderança. Quero manter o mesmo nível”.
Em ‘Camilo, o Presidente’, o popular actor conta com um elenco fixo constituído por Marina Santiago, Manuel Melo, Carlos Sebastião, Cristina Areia e Carlos Almeida Ribeiro, este último no papel de rival, o presidente da Junta de Freguesia de Fanecas de Baixo. O enredo da nova série gira em torno da rivalidade entre duas vilas.
“As histórias que o público vai ver são muito actuais”, promete Camilo para os 13 episódios da nova série. A noite da estreia promete agitação já que ‘Camilo’ assalta a sede da junta de freguesia rival para recuperar umas comprometedoras fotos em que posa ao lado de umas beldades .

RETRATOS DA PERSONAGEM
UM AUTARCA QUE GOSTA DE VISIBILIDADE PÚBLICA
Apaixonado pelo cargo e cheio de ambições políticas, ‘Camilo’ não desperdiça uma inauguração para se deixar fotografar ao lado de proeminentes figuras políticas como Mário Soares, José Sócrates ou Cavaco Silva. Nas paredes ou na secretária do gabinete do presidente da junta de freguesia não faltam fotografias. “São todas montagens excepto aquela em que estou ao lado de Cavaco Silva”, explica Camilo.
fonte & foto: site CM

Herman José diz adeus à SIC

Ao fim de nove anos, Herman José deixa a SIC. Desde ontem o humorista ficou livre para propostas de trabalho em qualquer canal, até mesmo o de Nuno Santos. "Tomei, sem dramatismos, a decisão de voltar ao mercado", começou por dizer Herman ao DN, acrescentando que está numa fase em que dá prioridade aos seus espectáculos ao vivo.
"Eu já não tinha contrato de exclusividade com a SIC, mas agora estou de volta ao mercado e aberto a todas as propostas, sendo que, neste momento, estou empenhado nos meus espectáculos. Curiosamente, em época de dificuldades, este mercado parece ser o único que não está em crise. Essa lógica tem vindo a acentuar-se e culminará com uma grande tournée a partir de Setembro com o espectáculo O Homem dos Sete Instrumentos", disse o 'verdadeiro artista', como também é conhecido.
E como ficam as relações com Nuno Santos? "É importante frisar que não ficou qualquer ressentimento entre mim e a SIC, e que voltarei a colaborar com a estação sempre que se justifique", sublinhou ainda Herman José. E se, por exemplo, a TVI o convidar para ter um programa? "Aceito. Seja na TVI ou na RTP. Como disse, estou livre. Estou no mercado e atento a qualquer proposta de qualquer canal. Além disso, tendo espectáculos faz todo o sentido que vá a programas de vários canais promover o meu trabalho".
Mas Herman José não pretende ficar agarrado a nenhuma estação televisiva: "Não serei, para já, exclusivo de qualquer canal, e estarei livremente no mercado, abraçando todos os projectos que me pareçam interessantes".
Herman José foi dando sinais de que algo poderia estar a mudar no seu relacionamento com a SIC. Nunca escondeu a sua tristeza pela forma abrupta como Roda da Sorte terminou em Dezembro, tendo chegado a dizer, mais recentemente, que as audiências de Nós Por Cá (programa que substituiu Roda da Sorte) já estão abaixo das conseguidas pelo seu concurso. Contudo, a relação entre o humorista e o director de programas da SIC, Nuno Santos, sempre foi cordial e, aparentemente, bem mais fluída do que a mantida com Francisco Penim, anterior responsável pela programação do canal de Carnaxide.
A partir de hoje, Herman José pode ter um programa em qualquer um dos canais generalistas. Qual deles vai dar o primeiro passo? Algum já o deu?
fonte: DN

SIC Blog entrevista... Emanuel Nunes > o correspondente da SIC em Viseu

Aqui está a segunda entrevista do SIC Blogue. Desta vez fomos falar com o jornalista e corresponde da SIC em Viseu, Emanuel Nunes. Percorre o distrito à procura de notícas. E né todo o tipo de notícias: descporto, cultura, política, entre muitos outros temas. Fora do ar Emanuel Nunes considera-se igual sem contar com o formalismo que é imposto pela situação. Fique a conhecer mais sobre o jornalista.

Quem é o Emanuel Nunes?
O Emanuel Nunes é um jornalista freelancer correspondente da SIC no distrito de Viseu

É o mesmo Emanuel, quando a câmara está desligada, que os portugueses vêm?
Tirando o formalismo imposto pelo contexto, claro que sim.
Sendo jornalista como é que se define?
Creio que sou um jornalista apaixonado pela profissão e que no seu trabalho busca sempre o maior rigor e objectividade.

Ser correspondente dá mais "trabalho" ou é igual se estivesse em Carnaxide?
São trabalhos completamente diferentes, por incrível que isso possa parecer. Numa redacção acabamos por ser muitas vezes "especialistas" em qualquer coisa, ou mais vocacionados para tratar certos assuntos. Numa delegação fazemos de tudo. Somos obrigados a saber um bocadinho de cada coisa. Desde o desporto, à cultura, passando pela política e pelos temas gerais da sociedade.
Como é que começou a sua vida jornalística?
Começou numa rádio na universidade. Fiz um curso de apresentadores de televisão e outro no Cenjor. Finalmente fiz um estágio de 6 meses na SIC Notícias e no final, fui convidado pela Direcção de Informação para abrir a delegação de Viseu.

É repórter de exteriores. Gosta mais de peças gravadas ou de directos?
Depende das situações. Em certos casos, a história fica muito mais bem contada numa boa reportagem do que num directo improvisado. Mas há contextos, em que o imediatismo da informação é uma enorme mais-valia, como é o caso das manifestações da natureza: nevões, incêndios e cheias. Mas mesmo assim, o ideal é conseguir conciliar os dois formatos.

Quando recebe uma notícia para ir a determinado sítio e não tem tempo para a preparar com mais tempo como é que reage?
O tempo ensina-nos que a melhor reacção é simplesmente ir para o local. Muitas vezes, é nas viagens entre a delegação e o local da reportagem que se faz todo o trabalho de produção.

Qual foi o momento mais alto da ainda curta carreira?
Acho que ainda não tive propriamente aquilo que se pode chamar de "momento alto". Tenho tido os "meus momentos"...

Os directos feitos na Neve são diferentes ou é-lhe igual?
Está mais frio!! Agora a sério, em termos de exigência e rigor, é exactamente igual a fazer um directo noutro contexto qualquer.

Já ouve alguma situação que o deixou embaraçado?
Já. Num directo ao telefone para a SIC Notícias, ouvi um barulho e pensei que afinal ainda não estava em directo. Comecei a falar para a regie, ignorando por completo que afinal continuava em directo para emissão...

O que significa para si a SIC?
A SIC é o meu maior projecto profissional e é uma "camisola" que me orgulho de representar.
Quais são, na sua perspectiva, as marcas da Informação SIC?
Rigor, Seriedade e Independência.



O SIC BLOGUE AGRADECE O TEMPO DISPENSADO AO EMANUEL NUNES! MUITO OBRIGADO!

Paulo Rocha como herói da novela

“Olha o herói da minha novela!”. Foi com estas palavras que o argumentista brasileiro Aguinaldo Silva cumprimentou, ontem à noite, pela primeira vez, o actor Paulo Rocha.
De passagem por Portugal e numa noite marcada pelo lançamento oficial de um romance da sua autoria - 98 Tiros de Audiência - o autor de grandes sucessos como Tieta e Senhora do Destino, não poupou elogios ao actor da SIC .“Gosto muito do Paulo Rocha. Eu estava cá quando ele fez a novela Vingança e gostei muito do trabalho dele. Se eu fizer uma novela em Portugal, o Paulo Rocha vai ser protagonista, o herói!”, afirmou o argumentista da Globo que contou com o apoio de inúmeros amigos, entre os quais o realizador André Cerqueira e o argumentista Rui Vilhena presentes no espaço BBC Café, em Belém, Lisboa.
Visivelmente emocionado, Paulo Rocha denunciava no rosto a alegria do momento. “Foi extremamente emocionante. Quando ele disse ‘Olha o Herói da minha novela!’, deu-me vontade de olhar para trás e ver se ele estava mesmo a falar para mim! (risos) Ouvir alguém, que escreveu novelas tão extraordinárias e que marcaram gerações em Portugal e no Brasil, dizer o que ele disse faz com que qualquer pessoa fique com problemas nas pernas! (risos)”, afirmou o actor que em breve vai aparecer na nova novela da SIC, Eterno Amor, na pele de um mecânico engatatão.

fonte: JN

Podia Acabar o Mundo > Um assassinato quase no final!

Na recta final de gravações, "Podia acabar o mundo" brinda os espectadores com aliciantes recheados de emoção. Eduardo é morto pelo mais insuspeito homicida. Talvez a novela corte a meta com audiências mais simpáticas.
A "Quinta dos Plátanos", nos arredores de Alenquer, foi o palco das últimas cenas que poderão ser vistas, em breve, da produção da nacional da chancela SP Televisão para a SIC, tendo em conta a "décalage" de sensivelmente três semanas entre as filmagens e a exibição na antena de Carnaxide. Ao derradeiro desfecho, os jornalistas não tiveram acesso, fazendo um compasso de espera para poder assistir às precedentes, e não menos importantes, imagens que integram o capítulo final da saga.
O vilão Eduardo sucumbirá, após ter espalhado um rasto de actos hediondos por onde passava. Mas quem terá coragem para lhe colocar um terminus à vida? A própria mãe. Que nem clímax Shakesperiano, a única a não poupar quem nunca poupou ninguém foi quem o trouxe ao mundo. Aliás, a inspiração no dramaturgo é confessa. Virgílio Castelo, que dá corpo ao mau da fita, disse que a ideia brotou da obra "Macbeth".
Aparentemente, Rodrigo (Diogo Morgado) e Vera (Joana Seixas) encerrarão as divergências conjugais, sendo que devem mesmo terminar enquanto casal feliz, contrariando o presumível sucesso da relação com Vitória, interpretada por Cláudia Vieira. A par desta actriz, que constituiu um trunfo para a novela, também Diana Chaves, outra jogada do director de Programas, Nuno Santos, foi como que usurpada à TVI. Ambas tinham contrato de exclusividade com Queluz. Paralelamente, foi Manuel Arouca, autor de guiões de êxito na concorrência, a assinar o argumento de "Podia acabar o mundo".
Mas nem assim, a SIC conseguiu aproximar-se dos imbatíveis resultados da ficção nacional da estação dirigida por José Eduardo Moniz. Aos 19,3% de "share" (quota de público) da intriga da SIC, "Feitiço de Amor", da TVI, contrapõe 40,5%.
Aliás, as fracas audiências foram apontadas pela sinceridade de uma criança. Afonso Lopes, que veste o pequeno João nesta novela, relacionou o facto de "Podia acabar o mundo" ter sido remetido para um horário tardio com os baixos valores obtidos. E até Virgílio Castelo, que também é responsável pela ficção da SIC, admitiu que "um actor gosta sempre de ver o seu trabalho a ir para o ar em 'prime time'". Contudo, um balanço positivo é consensual no núcleo da equipa.
fonte: JN

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