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Parlamento Europeu premeia jornalista da SIC

O Parlamento Europeu premiou a nível nacional jornalistas da SIC, da Rádio Universidade FM e da revista Notícias Magazine por trabalhos que se destacaram pela "qualidade e promoção de um melhor conhecimento da União Europeia (UE)", foi hoje anunciado.
Naquela que é a II edição do Prémio de Jornalismo do Parlamento Europeu, o júri nacional escolheu os três vencedores portugueses nas áreas de Televisão, Rádio e Imprensa, divulgou hoje em comunicado o gabinete em Lisboa do Parlamento Europeu.
Na categoria Televisão, foi distinguida a jornalista Rebecca Abecassis, da SIC, com a reportagem "Como a França vê o futuro da União Europeia", pela "actualidade e recurso a várias fontes, que permitiu tratar um assunto sensível e importante de forma plural e bastante esclarecedora".
(...)
Os vencedores nacionais concorrem agora com os seleccionados nos restantes 26 Estados-membros da União Europeia.
O vencedor europeu de cada uma das quatro categorias a concurso será conhecido em Setembro.
O prémio, no valor total de 20 mil euros (cinco mil euros para cada categoria) será entregue em Outubro.
O júri português foi constituído pelo director do Cenjor, Fernando Cascais, pela presidente da Associação da Imprensa Estrangeira em Portugal, Belén Rodrigo, pela vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas, Rosária Rato, e pela secretária-geral da Associação Portuguesa da Imprensa, Joana Ramada Curto.
O júri europeu será constituído por três eurodeputados e seis representantes da classe profissional de jornalistas em Bruxelas.
fonte: Diário Digital
foto: Doc Lisboa

Exame Informática na SIC Notícias

Começa este sábado, na SIC Notícias, o mini-magazine informativo dedicado a novas tecnologias de informação. O programa resulta de uma adaptação para o pequeno ecrã da revista Exame Informática.
Esta aposta, designada de "Exame Informática Tv", pretende "dar a conhecer e avaliar, de forma acessível e atraente, as novas tecnologias da informação", afirma António José Teixeira, director da SIC Notícias.
"Passaram 14 anos desde que nos aventurámos no papel e mais tarde na internet. Agora temos um novo desafio: a televisão", assinala o director da Exame Informática.
fonte: site JN
foto: Exame Informática

Sandra Barata Belo entre o Globo de Ouro e o "Eterno Amor"

De uma ilustre desconhecida, Sandra Barata Belo foi catapultada para as luzes da ribalta. "Amália" foi o papel que lhe valeu reconhecimento, firmado com um Globo de Ouro. Agora, prepara-se para integrar a nova novela da SIC.
Não seguiu os trâmites convencionais de formação como actriz. Ao Conservatório, preferiu o Chapitô. Tendo integrado diversas companhias de teatro, Sandra Barata Belo adquiriu visibilidade pública com o filme que versa Amália Rodrigues, tendo vestido a pele da fadista. Actualmente, encontra-se a gravar a próxima aposta de Carnaxide, cujo título provisório é "Eterno amor", onde terá uma personagem de destaque.
A consagração profissional surgiu nesta edição dos Globos de Ouro, na qual arrecadou a estatueta para melhor actriz de cinema, justamente, em virtude da interpretação na longa-metragem "Amália". "Teatro e cinema são morte ou vida, tudo pode acontecer", disse, afirmando-se surpreendida com a atribuição do prémio. "Nada é garantido, embora as pessoas me dissessem que estaria eleita à partida".
Na cerimónia, Sandra deu nas vistas quando subiu ao palco para receber o galardão, imprimindo uma tónica bastante politizada ao seu discurso de vencedora. "Não temos direitos a nada, é uma profissão que não é reconhecida. Recorremos aos recibos verdes e não há condições", justificou, a posteriori, encaixando-se na figura de proletária da representação. Em jeito de remate, frisou: "O nosso trabalho é sempre político".
Quanto a "Eterno amor", pouco levantou o véu. "Não posso adiantar nada". Sandra, que era dada como protagonista da trama, assumiu que teria um papel de relevo, sublinhando, porém, que "protagonistas seremos todos". A actriz afiançou que se trata de uma "história complexa, de amor". Não poupando elogios ao "elenco fantástico", garantiu que tudo "está a correr lindamente".
Debutante no que toca à dura azáfama do que seja participar numa novela, ainda que tenha tido pequenas experiências no pequeno ecrã em "Chiquititas" e "Família Galaró", assevera que "é mesmo muito difícil". Não sabe se está preparada para o "ritmo alucinante", apenas que está a "gostar do desafio das gravações diárias", entendendo-o como "mais uma absorção de aprendizagens". Salientou "o raro mês de ensaios que houve", descrevendo a intriga como: "Actual, contemporânea, que toca no coração, e vai de encontro às pessoas". Segundo a própria, a sua vida, "como a de todos, é uma novela, às vezes temos é medo de o verbalizar".

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Estreou agora uma série na SIC, mas não lhe faltam ideias para o trabalho que se segue. As peripécias de ‘Camilo, o Homem dos Sete Ofícios’ já fervilham na cabeça do actor.
O contrato até 2010 com a SIC obriga o actor a fazer 52 episódios para a estação. Vinte e seis estão já assegurados com a série ‘Camilo, o Presidente’, em exibição. Os outros 26 deverão ser protagonizados por um outro Camilo, um ingénuo homem do Norte que sai da sua pacata aldeia e chega a Lisboa em busca de trabalho e melhores condições de vida.
“É um homem bom, mas é tão ingénuo que se deixa roubar numa caixa multibanco logo à chegada a Lisboa. Sem dinheiro, e com a sua velha mala de cartão, Camilo dorme nos bancos de jardim da cidade. Para sobreviver vai respondendo a anúncios que vê nos jornais que apanha no lixo, mas é tão desastrado que só faz asneiras nos vários empregos por onde vai passando e vai sendo despedido”, desvenda Camilo de Oliveira ao CM.
Este projecto só ficará na gaveta se o produtor Piet-Hein Bakker decidir entregar mesmo a Camilo um formato inglês que quer adquirir por o achar talhado para o popular actor. “Há muito tempo que o Piet-Hein me sonda. Há uns dez anos disse-me que tinha um projecto para eu desenvolver na Endemol. Mas eu tinha um contrato de exclusividade com a SIC e não o podia aceitar enquanto estivesse vinculado à estação”, conta o humorista.
O actor, que está a gravar o novo episódio de ‘Camilo, o Presidente’, mostra-se bastante satisfeito com as condições oferecidas pela SIC e pela CBV, a produtora, e confessa que não fez “exigências nenhumas”. Para evitar madrugar nos dias de gravações, em que começa a trabalhar logo às 08h00, fica instalado num hotel em Alcochete. “Na segunda-feira levanto-me, tomo um duche quase frio para ficar acordado e, às 08h00, estou a entrar no estúdio. No final do dia regresso ao hotel, janto, vejo um pouco de televisão e adormeço”, explica Camilo que grava ‘Camilo, o Presidente’ dois dias por semana. “Os outros dias estão reservados a reuniões com os guionistas, com o realizador, e para estudar os textos”, diz.
“Nunca me faltou nada!”, revela o actor. E, cheio de graça, recorda: “Uma vez, até contrataram uma pessoa para andar atrás de mim com uma cadeira. O homem ainda fez isso um dia ou dois, mas decidi pôr termo à situação. Não fazia sentido, nem eu me sentia bem, por muito que o homem precisasse do emprego”. Mas não é só na televisão que Camilo de Oliveira faz sucesso. Na internet, os sketches de ‘Camilo em Sarilhos’, Camilo, o Pendura’, ‘A Loja do Camilo’ ou ‘As Aventuras de Camilo’, entre outros, são muito procurados. ‘Sabadabadu’, emitido em 1981, onde Camilo contracenava com a actriz Ivone Silva, é um dos ví eos mais vistos.
“Na altura, o País parava para ver a série. O meu sonho era fazer outro igual“, sublinha. Apesar de reconhecer as potencialidades desta plataforma, o actor não lhe dá especial atenção: “Já me falaram nisso. E sei que o público também lá vai. É tecnologia moderna, mas nunca tive essa preocupação”.
Figura de referência para o público, Camilo de Oliveira explica que o sucesso do seu trabalho se fica a dever à preocupação que tem em ir “ao encontro do público”, que “não gosta de coisas muito intelectualizadas”. “O meu humor é inspirado nos grandes actores de teatro como António Silva, Vasco Santana e Ribeirinho. Este tipo de humor nunca morre”, diz.
Camilo de Oliveira nasceu em 1924, em Buarcos, Figueira da Foz. Filho de actores, cresceu com o Salão Rentini, companhia de teatro itinerante da família. Cedo começou a representar e logo se destacou como um dos mais populares na arte de fazer rir. Em 2008 comemorou 60 anos de carreira, data que a SIC assinalou com uma homenagem realizada no Teatro Tivoli, em Lisboa. Na sua longa carreira, o popular actor fez 47 revistas, 24 comédias e vários programas de televisão. Ontem, com a chancela da Esfera dos Livros, Camilo lançou a sua biografia: ‘As Regras da Minha Vida. Camilo de Oliveira, o Actor do Povo’. “Só agora aceitei fazê-la porque é preciso ter passado para lançar uma biografia”, diz. Camilo tem dois filhos rapazes e já adultos. E só agora revelou a idade...
“GATOS SÃO INTELIGENTES”
Os Gato Fedorento assinalaram os últimos dois fim-de-ano com programas na RTP e na SIC. Camilo, admirador do humor irreverente do grupo, juntou-se à festa e deixou-se fotografar, em 2008, com os humoristas. “São uns rapazes inteligentes. Trabalham bem”, elogia. Se nas séries em reposição Camilo fez 8,9% de audiência e 23,4% de share, com ‘Camilo, o Presidente’, atinge 10,8% de audiência e 27% de share. ‘Gato Fedorento: Zé Carlos’ teve 11% de audiência e 28,8% de share.

DETALHES: A PAIXÃO PELA PESCA
Quando tem uma folga, Camilo “agarra” na mulher e vai para a pesca. “Vamos para as barragens do Alentejo. Deixo a Paula à sombra de um chaparro e ponho-me a pescar”, conta.

ACTOR NAMORADEIRO
Camilo conduz o carro dos seus sonhos, um BMW Z3, cabriolet. E diz que nunca teve carros senão de dois lugares, porque era “muito namoradeiro”. “Assim, nunca havia lugar para a sogra”.
fonte: site CM

Diana Chaves e Marco Horácio a partir de 1 de Junho

Diana Chaves vai apresentar, a partir de 1 de Junho, ‘Salve-se quem Puder’ (SIC), concurso da Fremantle, adaptado de um original japonês (‘Hole in the Wall’) que obriga os concorrentes a passarem o corpo por obstáculos de diversas formas, já conhecido como ‘Tetris humano’. A seu lado, a actriz terá o humorista Marco Horácio, que trará divertimento acrescido a este programa exibido diariamente em horário nobre.
- Como encara este desafio de apresentar ‘Salve-se quem Puder’?
- Já tinha tido uma pequena experiência em ‘Clube Morangos’, quando estava nos ‘Morangos com Açúcar’ (TVI). Adorei e só tive pena que não continuasse. Entretanto surgiu esta oportunidade e aproveitei logo.
- O que mais a aliciou neste projecto?
- Há muito que queria voltar a apresentar. Além disso, o formato é giríssimo. Fazia falta um programa assim, que ajude as pessoas a esquecerem os seus problemas e o que se passa no País.
- Conhece a versão original? O que acha?
- Vi alguns excertos do que já foi feito lá fora. É um concurso diferente, pois os concorrentes não estão lá para ganhar prémios mas, acima de tudo, para se divertirem. Ganhar não é a prioridade.
- É fã deste tipo de formatos?
- Muito. Quando era pequena participei num concurso apresentado pelo Júlio Isidro, chamado ‘Oito e Oitenta’ (1990), com muitos jogos e desafios físicos. Diverti-me imenso.
- Então também vai ter vontade de participar em ‘Salve-se quem Puder’?
- Sim, certamente! Mas, para já, acho que não vamos participar. Vamos só controlar...
- Acha que as famílias portuguesas vão voltar a reunir-se à frente do ecrã para assistir a este concurso?
- Acredito que sim. Pelo menos é uma boa oportunidade para recuperar esse hábito perdido. O que é certo é que ‘Salve-se quem Puder’ vai agradar a avós e netos. Vão todos divertir-se.
- O programa vai exigir muita capacidade de improviso dos apresentadores. Isso deixa-a nervosa?
- Não. Gosto de sentir a adrenalina e isso é o mais importante. Além disso, não vou estar sozinha. O Marco Horácio vai ajudar-me nesta tarefa.
- É uma oportunidade de conhecer a verdadeira Diana Chaves?
- Claro que sim. Nem me passaria pela cabeça representar num trabalho deste género, onde tudo o que acontece é inesperado. Temos de ser nós próprios e ser espontâneos.
- Já conhecia o Marco Horário?
- Nunca trabalhei com ele, mas já o conhecia. Acho-o espectacular. Tem muita graça e é um excelente profissional. Ao lado dele vou sentir-me protegida. Além disso, ele também é muito espontâneo. Nada do que ele diz, nomeadamente as piadas, é forçado.
- E a Diana, também tem sentido de humor?
- Não tenho tanta piada. Gosto, essencialmente, de me rir. Acima de tudo vou divertir-me muito e isso é que conta.
- Quais são as suas expectativas para este programa a nível de audiências?
- Depende de muitos factores. Acho que, neste momento, na situação em que está o País, é muito importante que se dê às pessoas a oportunidade de chegarem a casa e poderem distrair-se e divertir-se. Espero que gostem.
- Esta vai ser uma oportunidade de se desligar da personagem de Cláudia, a médica homossexual de ‘Podia Acabar o Mundo’?
- Pessoalmente sinto que já me desliguei deste papel, uma vez que terminei as gravações da novela há algum tempo. E não me sinto rotulada por isso, apesar da polémica que gerou.
PERFIL
Diana Chaves
nasceu em Lisboa, a 11 de Julho de 1981. Até 2006 foi nadadora de alta competição, ao mesmo tempo que dava os primeiros passos na televisão. Começou por participar no reality show ‘1.ª Companhia’ (TVI, 2005). Seguiu-se a estreia como actriz em ‘Morangos com Açúcar’ (TVI, 2006). Na mesma estação participou em novelas como ‘Ilha dos Amores’ (2007) e ‘A Outra’ (2008). No Verão passado Diana Chaves assinou contrato com a SIC, onde integra o elenco de ‘Podia Acabar o Mundo’ no papel de Cláudia, uma médica que vive uma relação homossexual. A actriz, que já foi capa da revista ‘FHM’, namora com o futebolista César Peixoto.
MARCO HORÁRIO: “É UM REGRESSO ANSIADO”
- Entusiasma-o apresentar ‘Salve-se quem Puder’ com Diana Chaves?
- Entusiasma-me regressar a uma casa que sempre me tratou bem e onde cresci como actor e apresentador. É um regresso muito ansiado por mim. Eu e a Diana [Chaves] conhecemo-nos de outras paragens. Ela é uma pessoa humilde e trabalhadora, revelou ter talento e não ter medo de arriscar. Naturalmente serei invejado por muitos mas... (estava morto para dizer esta piada): ‘A César o que é de César.’ Tenho a certeza de que será um parceria equilibrada, divertida e com futuro!
- Este é o seu tipo de formato?
- Será um desafio para ambos. Adoro desafios e espero que daqui a uns tempos possam constatar que, quer eu, quer a Diana, estamos como ‘peixe na água’. Serei igual a mim próprio.
- Vai imprimir ao projecto o improviso e o humor?
- Isso atraiu-me logo de início. Não há um guião-tipo. Basicamente_é acção/reacção. Tenho a confiança da SIC e da Fremantle para dar asas à minha estupidez natural e brincar com os concorrentes. A parte da dignidade e credibilidade fica a cargo da Diana.

PERFIL
Marco Horácio nasceu em Lisboa e tem 35 anos. Como actor, integra o elenco da série ‘Equador’ (TVI), onde interpreta a personagem de João Forjaz. O seu mais recente trabalho no cinema foi em ‘Arte de Roubar’, de Leonel Vieira (2008), que sucedeu a ‘Filme da Treta’ (2006). Em televisão notabilizou-se na stand-up comedy ‘Levanta-te e Ri’ (SIC, 2003), mas também participou em várias séries como actor, entre as quais ‘O Bairro da fonte’, na SIC, entre 2000 e 2003.