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TGV estreia dia 5 de Julho

A publicidade já passa na SIC durante os intervalos. Está a chegar a nova aposta do canal. Chama-se TGV - Todos Gostam do Verão e será apresentado por Carolina Patrocínio e João Manzarra. O programa é gravado na íntegra na capital espanhola Madrid. Apanhe o TGV a partir de dia 5 de Julho e embarque com a SIC neste concurso. Não perca a oportunidade de ver este fantástico programa.

Mário Augusto > "Posso ter uma vida normal"

A Grande Reportagem que a SIC transmite este domingo tem características que a tornam única.
Fruto da sua vivência pessoal, o jornalista Mário Augusto explica o que é a paralisia cerebral através de histórias vencedoras. Incluindo a da sua filha Rita.
Hoje, a partir das 21 horas, prepare-se para um trabalho jornalístico forte e emotivo sobre "um tema que não é assim tão pouco habitual: em cada ano, pelo menos 200 crianças nascem com paralisia cerebral, segundo estatísticas europeias", diz Mário Augusto.
A rodagem de "Até onde poderei sonhar" começou há cerca de um ano e meio, com o nascimento das duas gémeas de Fernanda, uma das protagonistas da reportagem. Fernanda tem 38 anos e conseguiu tudo aqui que sempre lhe disseram que não poderia alcançar. Tirou um curso superior; é engenheira informática; trabalha numa autarquia; é mãe de duas meninas saudáveis. Fernanda tem paralisia cerebral, uma nomenclatura infeliz para descrever uma disfunção neuro-motora, cuja gravidade é muito variável. No seu caso, não a impediu de realizar os seus sonhos.
"Queria que a reportagem ficasse no subconsciente das pessoas, para que, se tiverem um problema destes, mesmo que não seja na família, sintam que esta é uma forma diferente de lutar. Queria transformar esta reportagem numa mensagem completamente positiva" - diz Mário Augusto.
Para isso, mostra-nos também o caso de uma Rita de 24 anos que está a fazer um mestrado na área de Argumentismo e Televisão e que publicará este ano o seu primeiro livro. Também ficaremos a conhecer a Ritinha, de 9 anos, que aprende, desde cedo, contrariar as suas limitações. A Rita que dá origem a este trabalho é a filha do jornalista.
Aqui "não há uma exposição gratuita da Rita", porque esta menina - que quer ser fisioterapeuta ou jornalista para poder "ajudar as pessoas" - tem um papel especial: começa já a ensaiar os primeiros passos no jornalismo televisivo. "Foi muito bom", conta a pequena pivot. "Aprendi que posso ter uma vida normal".
Há nove anos Mário Augusto e a mulher, Paula, receberam a notícia de que a sua bebé tinha uma lesão neuro-motora irreversível. A experiência que têm vivido levou o jornalista a querer "alertar para o problema". Mas o problema não se resume à "barreira física". Ele é agravado pela "indiferença da sociedade, pelo desconhecimento sobre a patologia e pela burocracia", aponta o jornalista.
"O grande problema é a sociedade: há uma indiferença egoísta em relação à diferença. Essa incapacidade de sentir os problemas de saúde dos outros reflecte-se em coisas tão simples como um autarca não preparar as ruas para que um deficiente possa deslocar-se melhor", diz o repórter.
Paula e Mário viram a sua filha ser recusada num infantário e numa escola primária, sob argumentos como este: "A nossa escola tem alunos muito bons e isso poderá trazer problemas colaterais, como afectar a posição no ranking", lembra Paula.
A insuficiência de apoios e, sobretudo, o seu "desenquadramento da realidade", explica a mãe de Rita, são outras batalhas desta "guerra surda". Paula aponta o exemplo de um aparelho que havia sido prescrito à Rita quando ela tinha dois anos e que apenas chegou aos quatro anos. "Entretanto, ela tinha crescido..."
Explicando também que a causa mais frequente de paralisia cerebral passa pela anoxia do parto, e que cada caso é único, esta reportagem quer demonstrar por que "nunca se deve desistir". Mário cita Fernanda: "As pessoas podem levar um dia a chegar a Roma. Eu posso levar mais tempo, mas chegarei também".
Este trabalho marca ainda o final - "pelo menos por uns tempos" - do trabalho de Mário Augusto como jornalista da SIC. O entrevistador de estrelas de cinema irá apostar mais no programa "35mm", que será refrescado a partir de Setembro.

Sandra Barata Belo e a personagem em "Eterno Amor"

"A minha personagem em ‘Eterno Amor’, ‘Leonor Bettencourt’, é uma mulher forte e determinada, tem muita garra e nunca desiste, sejam quais forem os obstáculos por que tenha de passar", revela ao CM Sandra Barata Belo, protagonista da nova novela da SIC, da autoria de Pedro Lopes, que irá substituir ‘Podia Acabar o Mundo’.
Segundo a actriz, a sua personagem 'vai passar muito. Mas a ‘Leonor’ é convicta e segura de si. Tem tudo para ser uma heroína. É um exemplo a seguir.'
Na novela, Sandra Barata Belo vai apresentar-se de cabelo curto, tal como em ‘Amália – O Filme’, de Carlos Coelho da Silva. Mas a actriz garante que '‘Leonor’ é muito diferente de ‘Amália’, e também de ‘Bárbara’ de ‘Chiquititas’ [SIC], esta última interesseira e com pouca auto-estima.' Ao contrário, sublinha, 'a ‘Leonor’ é uma mulher contemporânea de 28 anos, que sabe aquilo que quer e luta com firmeza pelos seus objectivos'. Em ‘Eterno Amor’, Sandra Barata Belo volta a formar par romântico com Ricardo Pereira, no papel de ‘Pedro’. Os dois actores, recorde-se, já haviam contracenado em ‘Amália’. Agora a actriz revela: 'A ‘Leonor’ e o ‘Pedro’ são o par romântico da novela. E penso que eu e o Ricardo Pereira, sendo profissionais, conseguimos ter empatia e química.'
A protagonista acrescenta ainda: 'A ‘Leonor’ procura incessantemente o amor, não só do ponto de vista romântico, como noutras relações que se foram quebrando. Nesta história, todas as personagens se juntam pelo amor.'
Sandra Barata Belo está ainda a fazer cinema, integrando o elenco de ‘Uma Aventura’, de Carlos Coelho da Silva.
fonte & foto: site CM