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"Mar Azul" estreia segunda às 17h

Surf, desafios, estudos, tarefas domésticas, paixão e não só. Um sem fim de aventuras e de emoção é a promessa da nova série da SIC.
“Blue Water Beach” é o nome original da nova série australiana que vai compor as tardes da SIC. Prometidas estão belas praias, águas cristalinas e muito sol. A produção estreia-se na próxima segunda-feira, às 17.00, e é transmitida de todos os dias da semana.
A praia onde decorre a acção é conhecida pelos habitantes como o ‘paraíso’ e é nela que se encontra situadae a famosa Academia de Surf. Os alunos são seleccionados a partir de toda a Austrália e, para muitos, é o concretizar de um sonho, uma vez que é esta escola que vai determinar o seu futuro. Nem todos poderão ser qualificados para o pró-circuito e é por isso que o desafio é a palavra-chave desta série. Em “Mar Azul”, o título em português, há todo um estilo de vida por descobrir.
fonte: site DN

Fátima Lopes passa para as tardes

A SIC pretende colocar Fátima Lopes à frente do novo programa da tarde. A apresentadora ainda não conhece o desafio, mas promete empenho e dedicação aos espectadores "seja em que horário for".
As mudanças operadas pela SIC nos programas da manhã e da tarde ("day time"), para a nova grelha de Setembro, ditam que Fátima Lopes passe a conduzir o "talk show" de depois de almoço, conforme apurou o JN junto de fonte da estação.
Esta mudança implica que Fátima Lopes concorra com Júlia Pinheiro pela atenção dos espectadores, naquela faixa horária. Mas a apresentadora afastou desde logo a ideia de disputa ou de competição entre as duas.
"Não encaro os meus concorrentes dessa forma. Damos o nosso melhor sempre. Mesmo que eu não tenha a Júlia Pinheiro do outro lado. Ou ela não tenha a Fátima Lopes", frisou. Recorde-se que Fátima Lopes assumiu a condução do formato "SIC 10 horas", quando Júlia Pinheiro deixou a SIC para integrar a RTP.
Até ontem, a apresentadora ainda não tinha conhecimento do novo projecto. "Foi-me dito que iria apresentar um formato novo de manhã", revelou acrescentando que por estar em casa espera que, a haver, lhe seja comunicada a alteração.
"As coisas não funcionam para mim de forma diferente por causa do horário. Um profissional de televisão tem de trabalhar com empenho para o público", independentemente do "formato que tiver para trabalhar".
"Nunca", prosseguiu Fátima Lopes, "nos programas da manhã da SIC, passei a fazer menos bem (o trabalho) por estar a ganhar".
Com a criação de novos formatos para a programação diária levou a que a estação de Carnaxide revisse a relação contratual com a Comunicasom, de Manolo Bello. A produtora assegurou durante vários anos as emissões dos diferentes formatos das duas faixas horárias. Os últimos foram "Fátima" e "Contacto". Actualmente a SIC tem no ar uma programação especial de Verão, que percorre o país e ocupa a grelha de antes e depois de almoço.
Na "rentrée" é possível que a empresa, ou pelo menos Manolo Bello, assegurem parte da produção. Mas a maioria da estrutura pertencerá à SIC que vai utilizar meios próprios nos novos programas. Quanto à Comunicason também esta está a ser reestruturada, o que tem levado à dispensa de parte dos trabalhadores.
fonte: site JN

Ídolos na rentré de Setembro

Uma Susan Boyle portuguesa poderá surgir a partir de Setembro na SIC. O concurso Ídolos vai voltar à estação de Carnaxide, de acordo com fonte oficial contactada pelo DN. A especulação sobre quem o irá apresentar vai começar nos meios de comunicação social, mas tudo indica que será uma ou duas caras jovens e não um,ou uma, profissional já com carreira consagrada.
A inscrição para os castings já começou. Para isso, os interessados devem enviar sms para o 3368, indicando o nome, idade, localidade e profissão. Além dos apresentadores, falta ainda saber quem vai compor o júri, que tem sempre um elemento menos simpático para os candidatos...
Recorde-se que a SIC exibiu Ídolos em 2003 e 2004. A primeira edição foi ganha por Nuno Norte, que continuou a sua carreira na música, e a segunda por Sérgio Lucas, que participou nos programas da produtora Comunicasom. As duas primeiras edições foram apresentadas por Sílvia Alberto, hoje apresentadora de Febre da Dança, na RTP1, e por Pedro Granger, apresentador de Rédea Solta, na TVI 24 e actor de telenovelas e séries da TVI.
Agora é esperar que uma qualquer candidata de Trás-os-Montes ou do Alentejo surpreenda com uma voz que encante todo o País, como aconteceu com Susan Boyle no Reino Unido.
fonte: site DN

Marco Horácio e Diana Chaves em entrevista

Conquistam o público e fazem subir as audiências da SIC. A dupla de apresentadores de ‘Salve-se Quem Puder’ revela o segredo do êxito.
'A César o que é de César”, diz Marco Horácio. A frase é uma das muitas piadas que dirige a Diana Chaves referindo-se ao seu namorado, o futebolista César Peixoto. Diana Chaves responde que “é verdade, a César o que é dele” e encolhe o pescoço e faz voz grossa, imitando o apresentador. É assim, numa constante troca de provocações, que a dupla de apresentadores conduz ‘Salve-se Quem Puder’ (SIC). Foi também nesse registo que Diana e Marco, sentados no pequeno sofá do minúsculo camarim do humorista, contaram à Correio TV qual o segredo desta dupla imbatível, cuja cumplicidade não acontece apenas à frente das câmaras. Marco partilha com Diana as alegrias da paternidade. E a família de Diana já ‘adoptou’ Marco. “O pai da Diana é das pessoas mais correctas, carinhosas e educadas que conheço. De uma sensibilidade extraordinária. E a Diana é assim”, desabafa Marco Horácio. “É… mais ou menos,” brinca Diana Chaves.
Será a amizade a chave do sucesso do programa? “O grande segredo, que se calhar não é segredo nenhum, é que eu e a Diana somos autênticos. Aquilo que as pessoas vêem, a forma como nos estamos a divertir no programa é real”, explica Marco. “E os concorrentes e o público alinham nas brincadeiras. Por exemplo, quando me meto com o pescoço dele ou com o bigode…O feedback tem sido muito positivo”, diz a actriz e apresentadora. E a verdade é que este jogo de ‘insultos’ resultou sempre para Marco Horácio. “Isto do pescoço, já não é de agora. Só que antes era depois da meia-noite, e agora a Diana reactivou-o para o horário nobre (risos)”, diz.
Elogios só nos bastidores, ainda assim, sempre pautados pelo humor. “A Diana é boa pessoa, humilde e tem capacidade de rir dela própria. E eu também tenho uma estupidez realmente grande que ela acompanha muito bem, portanto esta parceria foi quase como acertar no Euromilhões”, diz o actor. Diana tem de ripostar: “Agora a sério: é um privilégio trabalhar com ele. Para mim, foi uma grande sorte, porque não me imaginava a apresentar este programa com mais ninguém”
Inseparáveis, mesmo com tantas provocações? “O Marco tem sempre graça. Aceito bem as suas piadas. E às vezes consigo dar-lhe uma resposta à altura das provocações”, defende-se Diana Chaves. “Há um equilíbrio muito grande. De resto, a Diana é uma moça feia, nada elegante… brinca Marco Horácio. E continua: “A Diana disse que não via mais ninguém a fazer o programa com ela. Pois, eu acho que no nosso panorama televisivo há poucas mulheres com a capacidade que ela tem. Nunca a vi preocupada com o cabelo desalinhado. Põe capacetes na cabeça e quer é fazer o programa. Isto diz muito sobre quem é a Diana. A nossa preocupação é que as pessoas que nos vêem em casa se sintam no estúdio”. “E o facto de sermos actores ajuda-nos. Talvez por isso tentamos sempre arranjar brincadeiras para o programa não cair na monotonia”, diz a propósito Diana.
Sem guião, a dupla tem liberdade para improvisar. “Temos as ideias mais disparatadas do mundo”, revela a actriz. “Isso é que é saudável. Não temos medo do ridículo. O humor faz parte deste projecto que pretende chegar às pessoas. Quanto mais simples e naturais conseguirmos ser mais as pessoas sentem vontade de ver e de participar. E se disserem ‘vamos ver o programa de cair à água e ver o que Diana e o Marco vão dizer hoje um ao outro’ é muito bom”, garante o humorista.
E a pressão do horário nobre? “Claro que a responsabilidade é muita, mas é um bom desafio”, diz a dupla, que foi unida por uma feliz coincidência.
“É uma história engraçada. Fui fazer o casting e no final perguntei ao produtor se era suposto apresentar sozinha ou com mais alguém. Disseram-me que existiam as duas possibilidades e perguntaram-me com quem gostaria de fazer dupla. Da lista que vi escolhi logo Marco Horácio. Quando saí da sala dou de caras com ele e disse-lhe ‘Não podes ser boa pessoa’. Foi uma coincidência feliz”, conta Diana Chaves. Marco Horácio termina: “Fiz o meu casting, a Diana esperou e experimentámos depois os dois. Houve logo empatia. Há muito tempo que não vejo uma dupla a trabalhar assim na televisão. Ninguém quer brilhar mais do que o outro. Sinto-me à vontade para dizer o que me apetecer e a Diana também. E há o tal apoio: sei que ela nunca me vai deixar pendurado nem eu a ela”. Como em equipa vencedora não se mexe, que futuro se adivinha para esta dupla? “Só quem não tem dois dedos de testa é que não vê que eu e a Diana resultamos muito bem em televisão. Quero acreditar que este será o primeiro de alguns projectos que iremos fazer juntos. É a minha opinião e as audiências também concordam”.
DEFEITOS DE UM E DE OUTRO
MARCO HORÁCIO
“Para gostar do trabalho também tenho de gostar da pessoa. Não falo no programa, mas a Diana é um pouco ingénua ainda. Seria esse o defeito que lhe apontaria, apesar de considerar que é uma qualidade. Ela acredita nas pessoas, acredita que todos querem o nosso bem, mas nem sempre é assim. A nível profissional, não tenho nada a apontar. É empenhada, divertida e nunca a vi com má cara”.
DIANA CHAVES
“O Marco é perfeccionista. Não quer dizer que seja um defeito, pois para mim é uma qualidade. Ele nunca está satisfeito, quer sempre mais. Para ele há sempre algo que podia ter sido melhor”.
SAIBA MAIS
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fonte: site CM