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Esta semana...

Esta semana… nós voltamos! A SIC continuou igual ao que tem feito nas últimas semanas! O 3.º lugar foi uma constante mas o dia de ontem (sábado) foi o melhor da semana muito por causa do debate mais aguardado da tv portuguesa nos últimos tempos. No total incluindo SIC e SIC Notícias o debate foi visto por mais de milhão e meio de pessoas (1 500 000) e 44% de share no total. Só 39% foi na SIC generalista.
Esta semana que começou hoje já teve o Red Bull Air Race no Porto, o final do TGV – Todos Gostam do Verão e para amanhã estão previstos vários regressos e várias estreias. A grelha de programas conta com novidades logo às 7h com o regresso da Edição da Manhã. Às 10h será a vez da 1.ª estreia do dia: Companhia das Manhãs com Rita Ferro Rodrigues e Francisco Menezes. Depois da novela das 14h outra estreia: Vida Nova marca o regresso de Fátima Lopes aos ecrãs da SIC. Às 18h uma outra estreia com o regresso das novelas aquele horário – Paraíso. Às 19h30 o regresso de Nós Por Cá depois de férias.
Após o Jornal da Noite a última estreia: Gato Fedorento Esmiúça os sufrágios marca o regresso do Quarteto ao canal depois de um período sabático!
Esta semana fica ainda marcada pelo jogo da Liga Europa entre o Benfica e o Bate Borisov a partir das 20h de quinta-feira.
Uma semana a não perder!
Domingo estou de volta!

Novo grafismo na SIC

Durante os intervalos, desde o dia de ontem, é possível ver tanto no separador publicidade como no separador de regresso da publicidade uma nova imagem. Há um ano (início de Setembro) a SIC apresentou o grafismo que esteve no ar até à passada sexta-feira. A mudança também abrangeu os patrocinadores dos programas assim como a própria grelha de programas!
foto: SIC blogue
SIC - ESTAMOS JUNTOS

SIC em 1.º (dia 12.9.09)

SIC - 25,9%
TVI - 25,1%
RTP1 - 21,1%
RTP2 - 6,0%
Cabo - 21,8%

Programa mais visto: Debate Legislativas 2009 > Manuela Ferreira Leite - José Sócrates com 39,0% de share (14,1% de rat). Visto por mais de 1 milhões 300 e 30 mil pessoas.
Destaque positivo também para o Jornal da Noite que volta a ser o mais visto do dia no horário das 20h com um share de 31,1% (9,1% de rat). O apresentador deste noticiário foi o Bento Rodrigues.

"Balsemão nunca interfere"

Conceição Lino, pivô da SIC, volta amanhã à antena com o programa de informação "Nós por cá".
O regresso à SIC do "Nós por cá" - volta hoje à antena - serviu de pretexto para uma conversa com Conceição Lino acerca do jornalismo que se pratica em Portugal, as amarras antigas e as novas, disfarçadas muitas vezes por um intermediário chamado agências de comunicação. Da estação onde trabalha, conta que o seu presidente Francisco Pinto Balsemão se pronuncia sobre algumas notícias depois de saírem, o que não quer dizer, porém, que interfira. A jornalista chama anómala à suspensão do "Jornal Nacional" de sexta(TVI).
O que traz de novo o "Nós por cá"?
Vai trazer um olhar mais atento à actualidade diária. Para isso se juntou à equipa Ana Luísa Galvão. O Luís Costa Ribas vai olhar sobre o que se vai passando fora do país com um espaço regular que se chama, claro, "Eles, por lá". E a Teresa Conceição vai rechear o programa com reportagens que dão sempre gosto ver.
O programa continua a receber muitas sugestões dos cidadãos?
Recebemos à vontade mais de uma centena por dia só de emails.
Tem ideia da quantidade de problemas que foram resolvidos graças à cobertura dada no "Nós por cá"?
Sei que havia programas em que pelo menos duas das situações que abordámos já tinham ou iam ter uma resolução. Mas já que fala nisso, essa vai ser uma vertente do programa a que daremos mais atenção. Muitas vezes, somos demasiado discretos em assumir que só ocorreu esta ou aquela mudança devido à nossa intervenção.
Jornalismo de proximidade ou cívico são designações dadas a este tipo de trabalho. Em que tipo de jornalismo se inscreve?
Não gosto de classificações. O que nós fazemos é jornalismo, ponto. Apenas é um jornalismo que se interessa mais pelas pessoas a um nível mais individual, se quiser.
Há ou não, a seu ver, um desfasamento do jornalismo que hoje se pratica em relação ao que é interesse do cidadão?
O jornalismo é feito em televisões, jornais, rádios; enfim, há muito por onde escolher. No entanto, gostaria que os jornalistas fossem mais além do que relatar. Isso implica um maior envolvimento, que não tenham amarras de espécie nenhuma, que estejam bem informados, que sejam rigorosos e críticos. Ou seja, dá mais trabalho e exige investimento.
Já agora, qual é a sua opinião em relação ao que se passou na TVI? Terá havido atentado à Liberdade de Imprensa?
Parece-me que é uma situação que gostaria de ver totalmente esclarecida. Porque, à partida, a suspensão em cima da hora de um noticiário que estava previsto parece-me anómalo. E depois, só o facto de essa decisão se prestar a essa leitura deveria ter evitado esta decisão em cima do acontecimento. Porque é óbvio que se presta a todo o tipo de leituras e de aproveitamentos.
Como devem ser as relações entre a administração e a direcção?
Devem ser de respeito mútuo mas não de promiscuidade ou confusão de papéis. Uma direcção pode avaliar e discutir conteúdos e o trabalho dos jornalistas mas o papel de uma administração não é esse. Se discorda da direcção, em primeiro lugar pode decidir dispensá-la. Mas uma redacção onde há pressões ou receios é uma redacção fraca.
Seria possível suceder algo do género na SIC? Uma administração interferir na Informação?
Até agora não vi isso acontecer. A administração da SIC é presente no dia a dia da estação, é atenta, mas que eu saiba não manda pôr nem tirar. Além disso, à frente da administração da SIC está um homem que começou a vida profissional como jornalista, foi director de jornal, lutou pela Liberdade de Imprensa, dá valor à liberdade e ao que ela custou a conquistar. Não me parece que o dr. Francisco Balsemão, mesmo por interesses económicos que, obviamente não lhe são indiferentes, sacrificasse essa conquista. Mesmo que haja notícias de que gosta mais e outras de que não gosta e que até não se coíba de dizê-lo.
Quanto às interferências de que é alvo o jornalismo. Serão sobretudo económicas ou políticas?
Ambas. Os diversos poderes têm muitas tentações de interferir. E os jornalistas não devem ter qualquer tipo de complacência para com iniciativas dessa natureza. Mais. Para mim, nem devem sequer cultivar amizades ou proximidades com essas pessoas para que não sintam qualquer espécie de constrangimentos no seu trabalho. Quanto maior distância, melhor.
Qual é o peso que hoje em dia têm as agências de comunicação no jornalismo?
Têm peso a mais. Porque se virmos que representam cada vez mais todo o tipo de interesses isso significa que pretendem ter cada vez mais presença nas agendas dos diversos órgãos de comunicação. Por outro lado, é estimulante para os jornalistas evitarem o engodo das notícias com que essas agências enxameiam as redacções. Mas isso obriga a uma maior preparação e atenção e capacidade crítica.
De que forma a crise económica tem afectado o jornalismo?
Obriga a fazer mais em menos tempo, com menos gente. Mas se baixarmos os braços, é pior.
fonte: site JN

Quem quer ser o novo Ídolo?

Já estão encontrados os cerca de duzentos sortudos que conseguiram passar a primeira fase de selecção para a terceira edição do Ídolos. Na terça, quarta e quinta-feira realizam provas em teatro e aí serão escolhidos os dez que, de facto, vão entrar no concurso que a SIC vai estrear em Outubro, com apresentação de Cláudia Vieira e João Manzarra.
Esta semana, muitas lágrimas de alegria e de tristeza passaram pelo Centro de Congressos do Estoril, durante os três dias que durou a última fase desta pré-selecção. Na quarta-feira, o dia até começou bem. Francisco, de 16 anos, o primeiro concorrente do dia, foi também o primeiro a saber que estava apurado para as provas de teatro. "Como fui o primeiro estava bastante nervoso. Mas quando entrei na sala onde o júri nos avalia, passou tudo", contou ao DN. A escolha da versão do Stand by Me de Seal revelou-se acertada e conquistou o júri. Fã incondicional do concurso, tem as duas edições anteriores gravadas em cassetes VHS. Quer estudar canto no Conservatório, mas mantendo as boas notas na escola porque o objectivo é formar-se em arquitectura.
O amigo João, de 19 anos, não teve a mesma sorte. Mas nem por isso a boa disposição abandonou os cerca de dez amigos que os acompanhava. Pertencem todos a um grupo que, através de um projecto escolar, descobriram no canto uma forma diferente de ocupar o tempo. Incluídos no animado grupo, a mãe de Francisco e o mentor do projecto falaram ao DN, sem conseguirem disfarçar o orgulho no trabalho feito pelos alunos e antigos alunos da escola Visconde de Juromenha, em Mem-Martins. "O projecto nasceu há cinco anos", conta o professor José Humberto Correia. "No âmbito de Área de Projecto organizámos o musical Jesus Christ", explica o professor de Matemática. "A partir daí organizámos uma Oficina de Teatro e Expressões que este ano ganhou já a extensão de Escola de Artes", afirmou.
Mas foram mais as caras desiludidas do que as sorridentes as que saíram da sala em que se encontrava o júri formado por Manuel Moura dos Santos, que já participou nas duas edições anteriores do concurso, Roberta Medina, directora do festival Rock in Rio Lisboa, Pedro Boucherie Mendes, director de conteúdos dos canais temáticos da SIC e o músico e actor português Laurent Filipe.
Mesmo antes de entrar na sala, Pedro Carmo não conseguia disfarçar o nervosismo. No "corredor da morte", como é simbolicamente chamado pela produção o último espaço onde os candidatos esperam antes de fazerem a sua prova de canto, mal teve tempo para dizer ao DN que escolhera Roxette dos Police para interpretar e eis que teve de entrar. A porta fechou-se atrás de si, mas no corredor foi possível ouvir parte da canção. Depois o silêncio e, quando a porta de abriu, nem foi preciso que Pedro falasse para se perceber que tivera sorte diferente da de Francisco. "Não deu", disse, "a ansiedade tomou conta de tudo". Apesar do elogio à escolha do tema, "uma música boa, mas perigosa", o júri foi carrasco e leu-lhe uma sentença assassina: "faltou-me musicalidade e parecia um comboio a descarrilar, disseram-me", contou o jovem de Linda-a-Velha, vocalista de uma banda de música cubana. "Mas não estou preocupado nem vou desistir do meu sonho de cantar. Haverá outras oportunidades", rematou.
Destino igual teve Renata, de 18 anos, que veio do Faial para mostrar a sua música. Sem largar a viola, confiante nas suas qualidades, acabou por não conseguir segurar as lágrimas à saída. "O meu estilo não é o que estavam à procura. Mas não vou mudar por causa disso", conta, adiantando que passou o Verão nos Estados Unidos onde apresentou as suas composições a vários produtores e até num programa de televisão. "Parece que o meu estilo é melhor aceite nos Estados Unidos do que aqui", diz ainda no meio do turbilhão de emoções que a decisão do júri lhe causou.
fonte & foto: site DN

Caminho das Índias > Raj e Maya com final feliz

O Brasil rendeu-se ao enredo que cruzou a história e a cultura indiana e brasileira, protagonizado por Juliana Paes (‘Maya’) e Rodrigo Lombardi (‘Raj’), que ficam juntos depois de se terem separado.
Às 21h00, de sexta-feira, os restaurantes do Rio de Janeiro tinham os televisores sintonizados na Globo para ver o último capítulo de ‘Caminho das Índias’. A cena mais emocionante foi protagonizada pelos veteranos Tony Ramos (‘Opash’) e Lima Duarte (‘Shankar’), quando o comerciante e o sacerdote ficam a saber que são filho e pai.
Espectacular foi também o momento em que ‘Tarso’ (Bruno Gagliasso), o jovem esquizofrénico, provou à mãe, ‘Melissa’ (Christiane Torloni), que tem talento como cantor, num show que contou com a presença da conhecida cantora brasileira Maria Bethânia.
Ao estilo Bollywood, o reencontro entre os protagonistas ‘Raj’ e ‘Maya’ nos becos de Varanasi, Índia, é digno de um conto das mil e uma noites. Afinal, o empresário está vivo e decide voltar para os braços da mulher que ama.
O episódio teve 77% de share e a autora, Glória Perez, a curar-se de um cancro, depressa colocou a notícia ao Twitter. O elenco despediu--se das personagens em ambiente de festa numa churrasqueira carioca.
Christiane Torloni elogia o percurso de ‘Melissa’, na aceitação da doença do filho, e Maitê Proença orgulha-se de ter construído uma ‘Nanda’ sem auto-estima. Já Alexandre Borges confessa que ‘Raul’ foi "o papel" da sua vida "pela carga simbólica da personagem".
fonte: site CM