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Rita Pereira em Alta Definição

O próximo convidado de Daniel Oliveira no programa "Alta Definição", transmitido ao sábado pela SIC, tem feito carreira na TVI. A actriz Rita Pereira aceitou o convite e escolheu a Escola Nova Apostólica, onde estudou em miúda, como local da conversa.
Rita Pereira, que vai protagonizar a próxima novela da TVI, falará do fim da sua relação com Angélico, e da fase por que está a passar na profissão que escolheu.
Marco Horário e António Feio foram os primeiros dois convidados desta nova aposta da estação de Carnaxide.
fonte: site JN

ERC contra a SIC por causa da Rebelde Way

A estação de televisão SIC arrisca-se a ser multada por causa de algumas cenas da novela "Rebelde way". Em deliberação, a Reguladora reprovou alguns dos conteúdos ali veiculados e anunciou a instauração de um processo contra-ordenacional.
Em causa está sobretudo a linguagem adoptada na exploração de temas como a relação sexual entre professores e alunos, "sem que surja qualquer reacção de reprovação ou problematização" a estes relacionamentos", revela a deliberação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), agora tornada pública. Uma das queixas, motivo da análise levada a cabo pelo organismo, dá conta da utilização de expressões como: "Dar uma queca" e "A stôra Irene comeu-te?".
Aberto o processo-ordenacional, a SIC terá de se defender. Depois disso, ou se arquiva a queixa, se faz uma recomendação ou se parte para uma coima que pode ir dos 20 mil aos 150 mil euros.
A reguladora ressalva que não lhe cabe censurar normas sobre vivências sexuais representadas na televisão mas, uma vez que o conteúdo se dirige a um público adolescente, sendo que também é visto por crianças, "não poderá uma relação sexual entre uma professora e um aluno ser sugerida sem qualquer problematização, sob pena de se legitimar, aos olhos do espectador, tal tipo de comportamento".
Em relação às cenas em que a diversão é associada ao consumo de álcool, a entidade considera que não houve sanções adequadas a esse comportamento de risco, o que, a seu ver, "representa uma violação de antena a que o operador está obrigado".
De acordo com as declarações prestadas à ERC, a SIC considera que o programa, cuja exibição terminou em Junho, "retrata situações vivenciadas no dia-a-dia deste grupo etário". A respeito da linguagem, contrapõe dizendo que esta "não ofende" a "dignidade dos espectadores, antes porém, confere aos episódios um grau de autenticidade próximo da realidade com que os nosso jovens são quotidianamente confrontados". Ontem, a estação preferiu não se pronunciar sobre o assunto. Não é a primeira vez que a reguladora se debruça sobre ficção infanto-juvenil. "Morangos com Açúcar" mereceu uma deliberação no início de 2009, mas, neste caso, a ERC poupou a TVI, ao considerar que os conteúdos não prejudicavam a formação dos mais novos, limitando-se a sensibilizar o operador para alguns aspectos da novela.
fonte: site JN

Gato Fedorento lidera com Joana Amaral Dias

A emissão de ontem do "Gato Fedorento Esmiúça o Sufrágio", que contou com a presença de Joana Amaral Dias, do Bloco de Esquerda, foi o programa mais visto na televisão portuguesa.
O programa teve 37,4 por cento de share, alcançando, em média, 1 milhão e 443 mil espectadores.
O 'esmiuçado' desta quarta-feira do Gato Fedorento será Teixeira dos Santos, ministro da Economia e das Finanças.
fonte: site CM

Vozes do contra que não são oposição

Ricardo Araújo Pereira, Zé Diogo Quintela, Miguel Góis e Tiago Dores insistem num ponto desde que começaram a fazer programas colados à actualidade: fazem humor, não política. A politóloga Nilza Mouzinho de Sena dá-lhes razão. "Eles não são verdadeiramente oposição, o que eles fazem é a ridicularização da política. Isso não é para se colarem à oposição ou ao exercício governativo. E, no entanto, desde Diz Que é uma Espécie de Magazine, na RTP1 (2006), a Zé Carlos (2008) passando pelo actual Gato Fedorento Esmiúça os Sufrágios, ambos na SIC, é o programa de que se fala no dia seguinte. À segunda-feira quando eles só davam ao domingo.
E por que razão é dos Gato Fedorento que se fala? "A mensagem política que prepondera é subliminar", observa. "Eles analisam de forma episódica, trouxeram para o programa pequenos casos que transformam em grandes casos". Graças ao humor. Se isso resulta em mais esclarecimentos, Nilza Moutinho de Sena não acredita. "O potencial de transmissão informativa, a perspectiva de esclarecimento, acaba por estar reduzida à dimensão light dos conteúdos de humor".
Conteúdos à parte, as audiências da primeira semana de Gato Fedorento Esmiúça os Sufrágios puseram o programa na lista dos mais vistos com uma média de 1600 mil espectadores, superando os resultados dos debates entre os cinco líderes partidários que, repartidos pela RTP1, SIC e TVI, tiveram uma média de 1300 mil espectadores.
A politóloga sublinha que no Gato Fedorento Esmiúça os Sufrágios "o ónus está na surpresa do convidado", em que os políticos jogam tudo numa mistura de "espontaneidade política e de espontaneidade mediática".
Pode um candidato recusar um convite para ir aos Gato Fedorento? "Se todos recusassem não faria mossa, se fossem três, os outros seriam questionados", resume a politóloga, partilhando das teses de vários estudos americanos que defendem que debates e programas satíricos não ganham eleições. "Ajudam a fidelizar, mas não mudam o sentido do voto".
Mas ir aos Gato Fedorento entrou na agenda política. Depois dos líderes, de Paulo Rangel e de Joana Amaral Dias, hoje é a vez de Teixeira dos Santos ser esmiuçado.
fonte: site JN