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Diana Chaves e Marco Horácio a partir de 1 de Junho

Diana Chaves vai apresentar, a partir de 1 de Junho, ‘Salve-se quem Puder’ (SIC), concurso da Fremantle, adaptado de um original japonês (‘Hole in the Wall’) que obriga os concorrentes a passarem o corpo por obstáculos de diversas formas, já conhecido como ‘Tetris humano’. A seu lado, a actriz terá o humorista Marco Horácio, que trará divertimento acrescido a este programa exibido diariamente em horário nobre.
- Como encara este desafio de apresentar ‘Salve-se quem Puder’?
- Já tinha tido uma pequena experiência em ‘Clube Morangos’, quando estava nos ‘Morangos com Açúcar’ (TVI). Adorei e só tive pena que não continuasse. Entretanto surgiu esta oportunidade e aproveitei logo.
- O que mais a aliciou neste projecto?
- Há muito que queria voltar a apresentar. Além disso, o formato é giríssimo. Fazia falta um programa assim, que ajude as pessoas a esquecerem os seus problemas e o que se passa no País.
- Conhece a versão original? O que acha?
- Vi alguns excertos do que já foi feito lá fora. É um concurso diferente, pois os concorrentes não estão lá para ganhar prémios mas, acima de tudo, para se divertirem. Ganhar não é a prioridade.
- É fã deste tipo de formatos?
- Muito. Quando era pequena participei num concurso apresentado pelo Júlio Isidro, chamado ‘Oito e Oitenta’ (1990), com muitos jogos e desafios físicos. Diverti-me imenso.
- Então também vai ter vontade de participar em ‘Salve-se quem Puder’?
- Sim, certamente! Mas, para já, acho que não vamos participar. Vamos só controlar...
- Acha que as famílias portuguesas vão voltar a reunir-se à frente do ecrã para assistir a este concurso?
- Acredito que sim. Pelo menos é uma boa oportunidade para recuperar esse hábito perdido. O que é certo é que ‘Salve-se quem Puder’ vai agradar a avós e netos. Vão todos divertir-se.
- O programa vai exigir muita capacidade de improviso dos apresentadores. Isso deixa-a nervosa?
- Não. Gosto de sentir a adrenalina e isso é o mais importante. Além disso, não vou estar sozinha. O Marco Horácio vai ajudar-me nesta tarefa.
- É uma oportunidade de conhecer a verdadeira Diana Chaves?
- Claro que sim. Nem me passaria pela cabeça representar num trabalho deste género, onde tudo o que acontece é inesperado. Temos de ser nós próprios e ser espontâneos.
- Já conhecia o Marco Horário?
- Nunca trabalhei com ele, mas já o conhecia. Acho-o espectacular. Tem muita graça e é um excelente profissional. Ao lado dele vou sentir-me protegida. Além disso, ele também é muito espontâneo. Nada do que ele diz, nomeadamente as piadas, é forçado.
- E a Diana, também tem sentido de humor?
- Não tenho tanta piada. Gosto, essencialmente, de me rir. Acima de tudo vou divertir-me muito e isso é que conta.
- Quais são as suas expectativas para este programa a nível de audiências?
- Depende de muitos factores. Acho que, neste momento, na situação em que está o País, é muito importante que se dê às pessoas a oportunidade de chegarem a casa e poderem distrair-se e divertir-se. Espero que gostem.
- Esta vai ser uma oportunidade de se desligar da personagem de Cláudia, a médica homossexual de ‘Podia Acabar o Mundo’?
- Pessoalmente sinto que já me desliguei deste papel, uma vez que terminei as gravações da novela há algum tempo. E não me sinto rotulada por isso, apesar da polémica que gerou.
PERFIL
Diana Chaves
nasceu em Lisboa, a 11 de Julho de 1981. Até 2006 foi nadadora de alta competição, ao mesmo tempo que dava os primeiros passos na televisão. Começou por participar no reality show ‘1.ª Companhia’ (TVI, 2005). Seguiu-se a estreia como actriz em ‘Morangos com Açúcar’ (TVI, 2006). Na mesma estação participou em novelas como ‘Ilha dos Amores’ (2007) e ‘A Outra’ (2008). No Verão passado Diana Chaves assinou contrato com a SIC, onde integra o elenco de ‘Podia Acabar o Mundo’ no papel de Cláudia, uma médica que vive uma relação homossexual. A actriz, que já foi capa da revista ‘FHM’, namora com o futebolista César Peixoto.
MARCO HORÁRIO: “É UM REGRESSO ANSIADO”
- Entusiasma-o apresentar ‘Salve-se quem Puder’ com Diana Chaves?
- Entusiasma-me regressar a uma casa que sempre me tratou bem e onde cresci como actor e apresentador. É um regresso muito ansiado por mim. Eu e a Diana [Chaves] conhecemo-nos de outras paragens. Ela é uma pessoa humilde e trabalhadora, revelou ter talento e não ter medo de arriscar. Naturalmente serei invejado por muitos mas... (estava morto para dizer esta piada): ‘A César o que é de César.’ Tenho a certeza de que será um parceria equilibrada, divertida e com futuro!
- Este é o seu tipo de formato?
- Será um desafio para ambos. Adoro desafios e espero que daqui a uns tempos possam constatar que, quer eu, quer a Diana, estamos como ‘peixe na água’. Serei igual a mim próprio.
- Vai imprimir ao projecto o improviso e o humor?
- Isso atraiu-me logo de início. Não há um guião-tipo. Basicamente_é acção/reacção. Tenho a confiança da SIC e da Fremantle para dar asas à minha estupidez natural e brincar com os concorrentes. A parte da dignidade e credibilidade fica a cargo da Diana.

PERFIL
Marco Horácio nasceu em Lisboa e tem 35 anos. Como actor, integra o elenco da série ‘Equador’ (TVI), onde interpreta a personagem de João Forjaz. O seu mais recente trabalho no cinema foi em ‘Arte de Roubar’, de Leonel Vieira (2008), que sucedeu a ‘Filme da Treta’ (2006). Em televisão notabilizou-se na stand-up comedy ‘Levanta-te e Ri’ (SIC, 2003), mas também participou em várias séries como actor, entre as quais ‘O Bairro da fonte’, na SIC, entre 2000 e 2003.

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