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Mobilização dos meios para o Papa

Será como uma noite eleitoral, mas durante vários dias; como a Cimeria Ibero-americana, só que em diferentes pontos do país; como um Mundial, com medidas de segurança e restrições muito mais apertadas. Ou até como a tomada de posse de um Governo, quando as limitações estão à partida bem definidas, a que se acrescenta a componente população nas ruas. Em suma, as televisões portuguesas têm em mãos, nos próximos dias, uma das mais pesadas operações de que guardam memória. Há que dispor de meios móveis agéis, helicópteros para captar imagens áreas, carros de exteriores, satélites, emissores, câmaras, cabos...
Por causa do peso desta cobertura, os diferentes canais generalistas optaram por partilhar meios. A RTP será o host broadcaster (sinal oficial) durante a passagem do Papa por Lisboa, a TVI entra ao serviço em Fátima e a SIC encarrega-se do Porto. "Sem esta partilha não haveria meios suficientes no País", diz Alcides Vieira, director de informação da SIC.
(...) cada estação terá o seu ADN, acrescentado à custa de meios próprios. (...) todas decidiram montar estúdios móveis nos locais mais emblemáticos da visita (Fátima Campos Ferreira estará no Terreiro do Paço, em Fátima e nos Aliados, no Porto. Clara de Sousa, da SIC, a mesma coisa, assim como Júlio Magalhães pela TVI). (...)
(...)
A SIC mostra-se mais mãos largas a mobilizar pessoas e meios: 120 técnicos de televisão, 40 operadores de câmara, 75 jornalistas, 12 produtores e oito realizadores. Que andarão pelos seis carros de exteriores, cinco de satélite, um helicóptero, uma pick up com câmara para transmissão em directo do percuro papamóvel, seis carros de material e 10 carros de reportagem. (...)
fonte: site Visão

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