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Paraíso e Eterno Amor na rentrée

Na "rentrée" que se avizinha, a estação de Carnaxide vai estrear, além da novela portuguesa "Eterno Amor", com Luciana Abreu, Ricardo Pereira e Andreia Dinis, um "remake" da TV Globo: "Paraíso", uma trama rural.
Baseada no original de Benedito Ruy Barbosa, datado de 1982, "Paraíso" foi adaptada pela sua filha Edmara Barbosa e tem como tónica central uma história de amor vivida no campo. Em Portugal arranca em Setembro, tal como a nova novela da SIC.
Um olhar. Um sorriso. Um beijo roubado. É o quanto basta para alguém se apaixonar. As auto-promoções da novela deixam claro que, no "remake" de "Paraíso", a sua autora, Edmara Barbosa, aprendera com o pai a fazer de uma trama rural, uma história de amor entre uma jovem criada e um filho do diabo, um enredo com capacidade para encantar e prender os telespectadores.
Não foi à toa que este "remake", estreado no Brasil a 12 de Março deste ano, com 25 pontos de audiência e 47% de "share", bem melhor do que os 23 pontos alcançados com a exibição do último capítulo de "Negócio da China" - na qual participaram os portugueses Joaquim Monchique e Maria Vieira - , que fechou sua média média total em 20.3%, a mais baixa na história do horário.
De acordo com Benedito Ruy Barbosa, o "remake" de "Paraíso" é uma tentativa de atrair de novo o público jovem às novelas. "Perguntam-me onde está o amor nas novelas. Hoje em dia começa logo com o marido a trair a mulher, mulher essa que já dormiu com quatro", ressalta o autor.
A versão original, de 1982, foi gravada no interior do Rio de Janeiro. A nova "Paraíso" mereceu cenas que evocam o Pantanal, novela do mesmo autor, feita há 19 anos pela extinta TV Manchete e cuja versão arrebatou boa audiência para o SBT em 2008.
Responsável pela adaptação, Edmara Barbosa, filha do autor, assegura, porém, que a novela nada tem a ver com Pantanal. "Filmámos no Mato Grosso, a paisagem é diferente. Não tem tanta água e jacaré. Tem bois, pasto e paisagem da Chapada dos Guimarães. Fala da vida no Interior. Tem algo do folclore da Bahia. "O diabinho na garrafa vem um pouco de lá", assegura.
fonte: site JN

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