Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

sicblogue

SIC sondou Marcelo Rebelo de Sousa

Em final de contrato com a estação de Queluz de Baixo (termina no final do mês), a SIC tentou contratar o comentador Marcelo Rebelo de Sousa. Esta não é a primeira vez que o canal tenta ter Marcelo Rebelo de Sousa no espaço de comentários e o Correio da Manhã desta quarta-feira refere que a SIC sondou o comentador político.

No entanto, quando contactado pela referida publicação, Alcides Vieira, director de informação da SIC apenas se limita a referir que “o professor está bem e gosta de estar na TVI”.

SIC com mega operação para acompanhar a final da Taça da Liga

Segundo o director de informação da SIC, Alcides Vieira, são “cerca de 80” os profissionais que estarão a trabalhar para que tudo esteja pronto no sábado, dia da final da Taça da Liga. A SIC vai transmitir em exclusivo o jogo que coloca frente-a-frente Benfica e Gil Vicente naquela que é a terceira final que o canal transmite. 
Foto: DR/LPFP
O presidente da Liga destaca o desempenho da estação. “A SIC vai garantir uma cobertura de topo, ao nível do melhor que já se viu em Portugal e com recurso às mais avançadas tecnologias de captação de imagem”, disse Mário Figueiredo recordando que o último jogo Benfica-Porto é, até agora, o mais visto do ano que “equivale a 2,67 milhões de telespectadores”.
Foto: DR/LPFP
Segundo o director de informação, quer a SIC Online (www.sic.sapo.pt) e a SIC Notícias também vão dar enfoque especial para a final desta competição.

"Ainda é cedo para se tirar conclusões" > Alcides Vieira fala sobre a mudança para a GfK

A passagem da medição de audiências da Marktest para a GfK Portugal não está a ser pacífica e tem feito correr muita tinta. Ao contrário da RTP, SIC e TVI estão satisfeitas com os primeiros dois dias de medição pela nova empresa que detém os direitos. 
Alcides Vieira, director de Informação do canal, refere que “é cedo ainda para tirar grandes conclusões” acrescentando que “não é a amostra da GFK que subavalia os idosos com mais de 65 anos. A amostra da Marktest é que sobreavaliava esta faixa etária”. A RTP, segundo Nuno Santos, é o canal mais prejudicado mas Alcides Vieira refere que “esta queda pode ser explicada por isso”.
DN

Um espaço informal e nova imagem na Informação da SIC

Um novo cenário e grafismo renovado são as novidades que a informação da SIC vai apresentar na segunda-feira. Uma "imagem renovada", num espaço "mais informal" e que permita mais agilidade são os objectivos da mudança, adianta à Correio TV Alcides Vieira, director de Informação da estação.
Além disso, as obras efectuadas em Carnaxide vão permitir que o estúdio reservado ao ‘Jornal da Noite’ e ao ‘Primeiro Jornal’ sirva para gravar outros programas, nomeadamente algumas das novas apostas da estação, que vão entrar em grelha em Setembro e Outubro. 
‘Sobreviventes’ é uma das novas apostas e vai dar a conhecer casos de portugueses que passaram por situações limite, entre a vida e a morte, mas que deram a volta por cima. Uma visão "positiva", diz Alcides Vieira. As outras novidades são ‘O Meu Pequeno Mundo’ e ‘Bem Vistas as Coisas’, um espaço de autor com o cunho de Augusto Madureira. Até ao final do ano, também a SIC Notícias deve apresentar novidades.

Cenário de informação estreia a 19 de Setembro e há mais informação no canal!

Director de informação adianta alguns pormenores
A SIC está a preparar a estreia de três programas de informação que irão chegar à antena já depois da inauguração do novo estúdio, marcada para a próxima segunda-feira, dia 19 de Setembro. 
Alcides Vieira, director de Informação da estação de Carnaxide, adiantou ao Correio da Manhã que os novos programas irão ser lançados entre o final de Setembro e o início do mês de Outubro e vão complementar a oferta já existente e que se vai manter em grelha: ‘Futuro Hoje'; ‘Ir... é o Melhor Remédio'; ‘Perdidos e Achados' e ‘Grande Reportagem'. 
‘Sobreviventes', coordenado por Lúcia Gonçalves, será um dos primeiros a estrear e, em oito episódios, conta a história de portugueses que viveram situações-limite, entre a vida e a morte. 
Sofia Fonseca, após ‘Histórias com Gente Dentro', regressa com ‘O Meu Pequeno Mundo', que pretende mostrar histórias de locais de Portugal. Um dos exemplos a explorar é o Bairro Alto, em Lisboa. A outra novidade passa por ‘Bem Vistas as Coisas', da autoria de Augusto Madureira e que vai estar na linha do extinto ‘Nós por Cá', adianta Alcides Vieira. 
Miguel Sousa Tavares mantém o seu espaço de comentário à segunda-feira. Todos os programas serão exibidos depois do ‘Jornal da Noite', como um "complemento" ao mesmo. 
Sobre o novo estúdio, Alcides Vieira adianta que vai ter imagem e grafismo novos. Além disso, a nova organização vai permitir, por exemplo, que outros programas da estação sejam gravados no espaço do ‘Jornal da Noite'.

Beatificação de João Paulo II nos serviços informativos

Hoje é o dia em que João Paulo II será beatificado mas ao contrário do que acontece com RTP e TVI, o canal não vai emitir a missa. A informação foi avançada por Alcides Vieira "Não vamos emitir a missa toda em directo".
O canal deslocou Joaquim Franco para Itália onde já tem feito reportagens durante este sábado. O canal irá acompanhar a cerimónia "nos serviços de informação do canal generalista e por cabo", avança o director de informação do canal.

Os trunfos da informação SIC estão na coerência e credibilidade

Alcides Vieira encara com serenidade as mudanças na TVI e diz que os trunfos do canal de Carnaxide estão na coerência editorial e na estabilidade.
A conversa dura mais de duas horas, mas o tempo passa sem que se dê por isso. Alcides Vieira, 52 anos, está há 34 anos no jornalismo, quase 30 deles passados na televisão. Esteve 11 na RTP e 18 na SIC, onde sempre foi director de informação. Mas confessa que não gosta da exposição que a televisão oferece. Prefere conversas longe das câmaras, gosta de falar sobre boas ideias, e é aí que se espraia. Os assuntos incidem sobre o modo como a SIC encara uma possível revolução na informação da TVI, o que prepara o canal de Carnaxide para responder a essa realidade. E como a crise política, social e económica que se vive em Portugal coloca desafios ímpares ao jornalismo.
Pela redacção coordenada por Alcides Vieira já passaram os responsáveis, não só de informação mas de programação, de outros canais - como José Fragoso, director de programas da RTP, Nuno Santos, actual director de informação da RTP, ou José Alberto Carvalho, agora na direcção de informação da TVI. E muitos jornalistas que dão a cara todos os dias por outras estações, como João Adelino Faria, Alberta Marques Fernandes e José Esteves, na RTP. E trabalhou também na redacção da SIC com o administrador da RTP Luís Marinho e com o próprio director-geral da SIC, Luís Marques.
Talvez por isso confesse que encara com muita serenidade as apostas da concorrência, mesmo quando a rival privada TVI, líder incontestada de audiências há seis anos, anuncia que vai "reposicionar" a sua informação no âmbito da entrada de José Alberto Carvalho e Judite de Sousa para a direcção de informação.
"Não se muda assim a informação de um canal de um dia para o outro", responde sobre a ambição de José Alberto. "As estratégias dos canais não podem ser erráticas. É preciso coerência editorial e persistência. Na SIC temos os mesmos pivôs nos respectivos espaços de informação no ar durante anos. É preciso criar familiaridade. Somos o canal que mais aposta em reportagem e há mais anos, temos dossiers temáticos. Isso é coerência."
Defende uma palavra para classificar o ambiente na informação da SIC: estabilidade. "A nossa estabilidade vem da força que o canal tem na informação. Sem uma equipa com qualificação muito acima da média isso não aconteceria. Temos profissionais que nos acompanham desde o princípio. Posso dizer que o núcleo duro do início da SIC mantém-se", diz, salvaguardando as saídas em 2001, quando Emídio Rangel, director do canal, saiu para a RTP. "Esta escola da SIC está nos canais da concorrência."
E acredita que a linha traçada por uma direcção de programas tem de acompanhar aquela que é a estratégia para a informação. Nesse caso não teme que apostas na área do entretenimento como Peso Pesado (versão portuguesa do sucesso internacional Biggest Loser), em que a SIC vai apostar agora em Maio, ou que a linha de orientação traçada para as manhãs da SIC, de cariz mais popular, fira essa máxima? Alcides Vieira desvaloriza a pergunta. "As grelhas da SIC não se estão a alterar assim tanto. As manhãs já seguiam a mesma linha há muito tempo. Tanto a programação como a informação dedicam-se, na sua generalidade, a pessoas jovens e activas, entre os 35 e 45 anos, muito exigentes e que interagem muito com a estação desde o primeiro dia. Lideramos nas classes média e alta, ao contrário, por exemplo, da RTP, dirigida a um público mais velho, com muitos espectadores de mais de 64 anos, que são um alvo mais passivo. Esta realidade reflecte-se muito na informação do canal."
Realça o património fundamental para a informação da SIC que é a SIC Notícias, líder no cabo e entre os canais de sinal fechado de notícias. "A SIC Notícias é uma referência." E só quer dizer uma coisa sobre a contratação de Manuela Moura Guedes para Carnaxide, com um programa (que se poderá chamar Rede Social) já muitas vezes anunciado mas que ainda não chegou: "Estamos a trabalhar um programa diferente do que se faz."

Clara de Sousa é o rosto de Portugal 2011 - Grande Decisão

A SIC apresentou esta quinta-feira a estratégia para os próximos meses de informação, que devem culminar com as eleições legislativas. Com o mote ‘Portugal 2011 – Grande Decisão’ a estação começa já na segunda-feira, 4 de Abril, a dedicar grande parte de emissão do ‘Jornal da Noite’, que terá um grafismo especial’, ao tema das eleições.
“Queremos mostrar o País em que vivemos e o País que somos”, disse Luís Marques, director-geral da estação. Alcides Vieira, director de informação, promete “romper com o alinhamento dos jornais”.
Para tal, o ‘Jornal da Noite’ vai ter espaços de reportagem, debate, entrevista e análise. Logo no arranque, para os dias 4. 5 e 6, a estação vai emitir reportagens especiais sobre a Grécia, Irlanda e Espanha, trabalhos que pretendem ser “um retrato dos países em situação idêntica” a de Portugal".

Clara de Sousa será o rosto desta operação.
A estação promete ainda lançar um desafio aos partidos sobre uma nova forma de fazer debates já que, diz Luís Marques, o modelo actual “pode e deve ser muito melhorado”.
CM