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2009 e 2010 serviram para cumprir compromissos

Num turbilhão de notícias sobre novas e importantes contratações. Mas mesmo assim com resultados muito modestos no final de 2011. É assim que anda a SIC. O canal acaba o ano, pela segunda vez consecutiva, em terceiro lugar. Mas Nuno Santos, director de programas, diz ao PÚBLICO que o canal de Carnaxide espera um novo fôlego para o ano que vai entrar.
Nuno Santos não quer falar sobre as recentes notícias, avançadas pelo Correio da Manhã, que dão como certa a saída de Júlia Pinheiro da TVI para se mudar para Carnaxide. "Não falámos até agora desse assunto e assim continuaremos", diz o responsável.
Certa é já a entrada de Manuela Moura Guedes na grelha da SIC num programa que, embora sendo de informação, ficará na alçada da direcção de programas, tal como já se passa com o programa de Conceição Lino, Boa Tarde. A equipa estará a formar-se, mas Nuno Santos não avança mais detalhes sobre o programa.
Confirmada também está a vinda para a SIC de actores como Helena Laureano ou Rogério Samora, do lote de actores exclusivos da TVI, que agora passam para a SIC. "A TVI tem cerca de 40 actores exclusivos, a SIC tem quatro. É normal que vamos buscar mais", diz Nuno Santos, justificando estas contratações com a aposta prevista para 2011 na área da produção nacional. "Estamos a preparar a telenovela que substituirá Laços de Sangue. A estreia está prevista para Maio ou Junho. Isso justifica a contratação de actores."
E a aposta na ficção para 2011 estende-se também ao humor com o canal a preparar uma série diária, de 30 minutos, com Rita Blanco e José Pedro Gomes como protagonistas.
"A SIC viveu em 2009 e 2010 dois anos complexos do ponto de vista de gestão da grelha. Tínhamos de cumprir compromissos com conteúdos como Chiquititas, Aqui não há quem viva ou Malucos do riso. Isso limitou o investimento em grelha." Nuno Santos fala de "exemplos pesados", com custos na ordem dos oito milhões de euros. "Com esse dinheiro tinha comprado os jogos da Selecção Nacional ou feito uma telenovela e meia", afirma.
Sobre as metas para 2011, o director de programas diz que a empresa não as revela: "São metas internas. Todos temos as nossas." Mas fala de uma transição que o canal está a preparar: "Estamos numa fase de transição. Ainda vamos ter em 2011 alguns compromissos para saldar, mas estamos a apostar num reforço dos nossos conteúdos e o objectivo é recuperar terreno nos targets mais comerciais onde estamos a uma curta distância da TVI. A SIC é o canal mais interessante em termos comerciais."
Nuno Santos deixa a aposta em conteúdos para públicos mais exigentes e menos comerciais para o universo do cabo: "Temos cerca de um quarto do universo do cabo. E isso pode crescer", afirma, referindo-se à SIC Notícias, Mulher e Radical e não excluindo a abertura de novos canais nesta área.
"A nossa situação está em linha com o que estava projectado, sabíamos que havia esta fase de transição", conclui.
Segundo dados da Marktest, a SIC desceu em dez anos de um share médio anual de audiências de 45,5 (1999) para 23,4 (2009). Foi o único canal dos três generalistas que baixou sempre em relação ao ano anterior nestes últimos dez anos.
Público

Silvia Rizzo em Alta Definição

Na SIC, a última vez que a vimos foi precisamente na representação no papel da actriz Sónia Valentino na série Rebelde Way! Falo de Silvia Rizzo - actualmente a trabalhar para a TVI - que estará amanhã sem maquilhagem numa conversa conduzida por Daniel Oliveira para o programa dos sábados à tarde Alta Definição.
Para a SIC já fez Malucos do Riso corria o ano de 1995, Aqui Não Há Quem Viva e Chiquititas.
Amanhã será ela própria sem encarnar em nenhuma personagem a ser a entrevistada! Tudo a partir das 14 horas logo a seguir ao final do Primeiro Jornal.

Chiquititas de regresso já este sábado

Lembras-te da Lili e do Lucas? E das crianças? Da Guta, do Joca, da Anita, do Zeca, da Lua, do Minorca, da Kiki, da Paula, do Chico, da Vanda, do Susto? E dos maus? Também te lembras do Pierre de Mont, da Júlia de Mont, do Marcel e da Alice? E da Laidinha que fazia de empregada na novela?
Pois bem vais poder revê-los já a partir deste sábado isto porque a SIC vai voltar a transmitir as Chiquitas todos os sábados e domingos a partir das 10h45.

My Games na SIC Radical

O site “MyGames”, detido pela Impresa Digital, vai ter um programa diário de televisão na SIC Radical.
A partir de segunda-feira, 12 de Outubro, às 19h50, os fãs de vídeojogos vão pode conhecer as últimas novidades, lançamentos, análises, antevisões e os comentários e opiniões da comunidade.
O programa terá a duração de 10 minutos e será exibido entre segunda e quinta-feira, na televisão e online no site www.mygames.pt
A apresentação está a cargo de Joana Oliveira, que já conta no currículo com uma participação em clássicos da SIC como Buéréré, Zip Zap, Dá-lhe Gás e a novela “Chiquititas”, tendo ficado em 3.º lugar nas preferências dos portugueses para a nova cara do Rock in Rio.
O primeiro programa terá como convidados especiais os Gato Fedorento que vão falar sobre a sua experiência enquanto adeptos de videojogos, nomeadamente no que toca a simuladores de futebol.
Dirigido a um público jovem e adepto das novas tecnologias e entretenimento, o MyGames tem como parceiros a Optimus e a XBOX Portugal (Microsoft).
fonte: site Destak

Sandra Barata Belo e a personagem em "Eterno Amor"

"A minha personagem em ‘Eterno Amor’, ‘Leonor Bettencourt’, é uma mulher forte e determinada, tem muita garra e nunca desiste, sejam quais forem os obstáculos por que tenha de passar", revela ao CM Sandra Barata Belo, protagonista da nova novela da SIC, da autoria de Pedro Lopes, que irá substituir ‘Podia Acabar o Mundo’.
Segundo a actriz, a sua personagem 'vai passar muito. Mas a ‘Leonor’ é convicta e segura de si. Tem tudo para ser uma heroína. É um exemplo a seguir.'
Na novela, Sandra Barata Belo vai apresentar-se de cabelo curto, tal como em ‘Amália – O Filme’, de Carlos Coelho da Silva. Mas a actriz garante que '‘Leonor’ é muito diferente de ‘Amália’, e também de ‘Bárbara’ de ‘Chiquititas’ [SIC], esta última interesseira e com pouca auto-estima.' Ao contrário, sublinha, 'a ‘Leonor’ é uma mulher contemporânea de 28 anos, que sabe aquilo que quer e luta com firmeza pelos seus objectivos'. Em ‘Eterno Amor’, Sandra Barata Belo volta a formar par romântico com Ricardo Pereira, no papel de ‘Pedro’. Os dois actores, recorde-se, já haviam contracenado em ‘Amália’. Agora a actriz revela: 'A ‘Leonor’ e o ‘Pedro’ são o par romântico da novela. E penso que eu e o Ricardo Pereira, sendo profissionais, conseguimos ter empatia e química.'
A protagonista acrescenta ainda: 'A ‘Leonor’ procura incessantemente o amor, não só do ponto de vista romântico, como noutras relações que se foram quebrando. Nesta história, todas as personagens se juntam pelo amor.'
Sandra Barata Belo está ainda a fazer cinema, integrando o elenco de ‘Uma Aventura’, de Carlos Coelho da Silva.
fonte & foto: site CM

Marta Fernandes em "De Maneira que é Assim"

Marta Fernandes vai voltar a aparecer no ecrã da SIC. Depois de ter encarnado a personagem Lili na novela "Chiquititas" (SIC), a actriz aceitou participar em "De Maneira Que É Assim", um programa de humor que deverá chegar em breve à estação de Nuno Santos. "Tive a gravar há três semanas. Foi um programa relâmpago com a Teresa Guilherme. Cada programa tem um tema e a acção centra-se à volta de duas situações fixas. Existem duas cabeleireiras e dois velhos que estão a assistir a um programa na televisão. O objectivo é falar de um dos temas de forma caricaturada", explicou a actriz à Notícias TV. Embora já não fizesse televisão "há algum tempo", Marta garante que é feliz a "viajar por vários universos". "Eu gosto de fazer televisão mas não é fundamental. Gosto de me envolver em projectos nos quais me identifico. Tenho muitas saudades de fazer teatro. Mas gosto, sobretudo, de viajar por vários universos faz-me sentir realizada", justificou.
fonte: DN

Sandra Barata Belo entre o Globo de Ouro e o "Eterno Amor"

De uma ilustre desconhecida, Sandra Barata Belo foi catapultada para as luzes da ribalta. "Amália" foi o papel que lhe valeu reconhecimento, firmado com um Globo de Ouro. Agora, prepara-se para integrar a nova novela da SIC.
Não seguiu os trâmites convencionais de formação como actriz. Ao Conservatório, preferiu o Chapitô. Tendo integrado diversas companhias de teatro, Sandra Barata Belo adquiriu visibilidade pública com o filme que versa Amália Rodrigues, tendo vestido a pele da fadista. Actualmente, encontra-se a gravar a próxima aposta de Carnaxide, cujo título provisório é "Eterno amor", onde terá uma personagem de destaque.
A consagração profissional surgiu nesta edição dos Globos de Ouro, na qual arrecadou a estatueta para melhor actriz de cinema, justamente, em virtude da interpretação na longa-metragem "Amália". "Teatro e cinema são morte ou vida, tudo pode acontecer", disse, afirmando-se surpreendida com a atribuição do prémio. "Nada é garantido, embora as pessoas me dissessem que estaria eleita à partida".
Na cerimónia, Sandra deu nas vistas quando subiu ao palco para receber o galardão, imprimindo uma tónica bastante politizada ao seu discurso de vencedora. "Não temos direitos a nada, é uma profissão que não é reconhecida. Recorremos aos recibos verdes e não há condições", justificou, a posteriori, encaixando-se na figura de proletária da representação. Em jeito de remate, frisou: "O nosso trabalho é sempre político".
Quanto a "Eterno amor", pouco levantou o véu. "Não posso adiantar nada". Sandra, que era dada como protagonista da trama, assumiu que teria um papel de relevo, sublinhando, porém, que "protagonistas seremos todos". A actriz afiançou que se trata de uma "história complexa, de amor". Não poupando elogios ao "elenco fantástico", garantiu que tudo "está a correr lindamente".
Debutante no que toca à dura azáfama do que seja participar numa novela, ainda que tenha tido pequenas experiências no pequeno ecrã em "Chiquititas" e "Família Galaró", assevera que "é mesmo muito difícil". Não sabe se está preparada para o "ritmo alucinante", apenas que está a "gostar do desafio das gravações diárias", entendendo-o como "mais uma absorção de aprendizagens". Salientou "o raro mês de ensaios que houve", descrevendo a intriga como: "Actual, contemporânea, que toca no coração, e vai de encontro às pessoas". Segundo a própria, a sua vida, "como a de todos, é uma novela, às vezes temos é medo de o verbalizar".