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Rita Ferro Rodrigues em entrevista

Coordenadora de "SIC ao vivo" está ausente do pequeno ecrã há algum tempo. Saudosa da apresentação, Rita Ferro Rodrigues diz-se satisfeita com cargo directivo
Debutou para as lides televisivas com apenas 16 anos no "Caderno Diário" da RTP2. Desde cedo se evidenciou no pequeno ecrã, caminhando num trilho sempre ascendente. Pivô da SIC Notícias ao longo de um ano, Rita Ferro Rodrigues percebeu que a sua vocação se prendia mais com a faceta de apresentadora. Conduziu "Contacto" ao lado de Nuno Graciano, formato que deixou para integrar a direcção de Programas de Carnaxide. Aos 33 anos é, no presente, a coordenadora-executiva do programa itinerante do período de "day-time" da antena do canal.
Que balanço faz de "SIC ao vivo"?
Estamos quase com um mês de emissões. Muito mais do que o objectivo das audiências, o nosso propósito é aproximarmo-nos dos portugueses, num momento em que o país precisa de ser abraçado. Somos uma caravana de 70 pessoas em jeito de embaixadores da SIC. Em termos de balanço não podia ser mais positivo. Tem vindo a superar as melhores expectativas. Não falta público, entusiasmo, carinho, sugestões. Ultrapassa a barreira do programa e abrange toda a SIC. Esse será um dos grandes trunfos.
É um investimento avultado. Têm tido o retorno esperado?
É um investimento muito bem pensado, na senda de uma contenção orçamental grande, numa altura em que a SIC, como outra empresa qualquer em tempos de crise, tem de reduzir custos. É inteligente também do ponto de vista das parcerias, cooperações e patrocínios, nomeadamente das autarquias. Trata-se de um formato viável e com cabimento orçamental. O retorno tem sido extraordinário na forma como somos recebidos. Sentimos que estamos a semear algo que poderemos colher mais tarde, já a médio prazo.
Como entende o facto de, ainda assim, ser ultrapassado em audiências?
Como estação privada, naturalmente, trabalhamos para as audiências. Tentamos superar-nos a nós próprios. Sabíamos que seria uma batalha difícil, um empreitada complicada. De manhã temos adversários muito fortes. Porém temos recuperado público para a antena da SIC, sobretudo nesse horário. Há muito a melhorar e fazemos um esforço para agradar a mais pessoas. Sinto que nos reconciliámos com uma geração mais jovem que andava apartada do canal. Este é um programa que não exclui ninguém. A sua lógica é muito positiva e, apesar de apontamentos emocionais, tem música, surpresas e alegria.
Como se justifica a conquista desse "target" mais novo?
Explica-se à luz da imagem que a SIC está a tentar projectar, que assenta na abrangência da família inteira. Temos levado a cabo um "refresh" mais "light" da programação, de que "TGV" e "Salve-se quem puder" são também exemplos.
Que retrospectiva faz do cargo que assumiu na direcção de Programas?
Eu não sinto que assumi qualquer cargo, não me lembro disso nem faço essa abordagem. Todavia, tem sido uma experiência muito gratificante. A oportunidade de liderar uma equipa como esta é algo que me dá uma bagagem muito importante a nível de crescimento profissional, que me irá render no futuro.
Como é o perfil da Rita como chefe?
Sou igual a mim própria na vida, embora requeira capacidade de liderança e algum pulso. Acredito profundamente, é, aliás, a minha filosofia de vida, que quando as pessoas são tratadas com respeito e vêm o seu trabalho reconhecido, as coisas funcionam bem. Rigor e exigência são premissas fundamentais, mas é qualquer coisa tácita, não preciso de invocar as palavras.
Gosta de estar no "backstage"?
Ando sempre a correr de um lado para o outro, a mil à hora. Temos um dia que não pára, sempre a dar autógrafos e beijinhos, é muito engraçado. Sinal de que a SIC está viva é este carinho que nos orgulha.
Não sente saudades de um contacto mais directo com o público?
Muitas. Às vezes estou na "régie" e apetece-me passar para a apresentação. Comunicar e apresentar programas é o que mais gosto de fazer.
Por falar em "Contacto", ficou uma nostalgia ao abandonar o programa? Existe uma espécie de apego quase maternal com os conteúdos em que está inserida?
Sinceramente não ficou nostalgia. Na altura estava exausta e a precisar mesmo de sair, pelo que o convite do Nuno Santos surgiu no momento certo. Guardo óptimas recordações. Há um apego sim aos horários. Mas o desprendimento é automático, nem tão pouco necessito de fazer um período de luto. Já não estou no pequeno ecrã há cerca de um ano, mas é uma relação cuja gestão faço com tranquilidade.
Fica, de certa forma, triste com o final deste "talk show" vespertino?
Estava esgotado. É preciso renovar. Os formatos estavam desgastados e houve claros sinais que era necessário refrescar a grelha. Tudo tem o seu próprio tempo. Um dos trunfos da SIC é não cristalizar.
Também "Fátima" perdeu terreno para a concorrência...
Mas não nos podemos esquecer de que os programas das manhãs da SIC lideraram indiscutivelmente durante cerca de 12 anos.
O que pode revelar da programação que está ser preparada o "day time" na "rentrée"?
Não posso revelar nada, porque sinceramente nada sei. Apenas que está uma equipa competentíssima a tratar do assunto.
A nova roupagem da SIC permitirá fazer uma corrida de velocidade, de meio-fundo, ou de fundo?
Às vezes há que fazer corridas de 100 metros, mas estou convicta que realmente só se ganha nas grandes maratonas. Resistir quando estamos a perder, mas vencer no fim.
Quando irá conduzir um programa?
Não sei. Até 11 de Setembro estou a coordenar o "SIC ao vivo", penso numa coisa de cada vez, e não conversei com o Nuno até ao momento sobre essa matéria. Tenho valor enquanto apresentadora e por certo a SIC contará comigo.
Que tipo de formato a realizaria?
Os formatos que me realizam têm um denominador comum: tempo para conversar com as pessoas e dar a conhecê-las. São as mais simples que por vezes têm mais para ensinar. É viciante saber que se faz companhia a quem se sente só.
fonte: site JN

Fátima Lopes passa para as tardes

A SIC pretende colocar Fátima Lopes à frente do novo programa da tarde. A apresentadora ainda não conhece o desafio, mas promete empenho e dedicação aos espectadores "seja em que horário for".
As mudanças operadas pela SIC nos programas da manhã e da tarde ("day time"), para a nova grelha de Setembro, ditam que Fátima Lopes passe a conduzir o "talk show" de depois de almoço, conforme apurou o JN junto de fonte da estação.
Esta mudança implica que Fátima Lopes concorra com Júlia Pinheiro pela atenção dos espectadores, naquela faixa horária. Mas a apresentadora afastou desde logo a ideia de disputa ou de competição entre as duas.
"Não encaro os meus concorrentes dessa forma. Damos o nosso melhor sempre. Mesmo que eu não tenha a Júlia Pinheiro do outro lado. Ou ela não tenha a Fátima Lopes", frisou. Recorde-se que Fátima Lopes assumiu a condução do formato "SIC 10 horas", quando Júlia Pinheiro deixou a SIC para integrar a RTP.
Até ontem, a apresentadora ainda não tinha conhecimento do novo projecto. "Foi-me dito que iria apresentar um formato novo de manhã", revelou acrescentando que por estar em casa espera que, a haver, lhe seja comunicada a alteração.
"As coisas não funcionam para mim de forma diferente por causa do horário. Um profissional de televisão tem de trabalhar com empenho para o público", independentemente do "formato que tiver para trabalhar".
"Nunca", prosseguiu Fátima Lopes, "nos programas da manhã da SIC, passei a fazer menos bem (o trabalho) por estar a ganhar".
Com a criação de novos formatos para a programação diária levou a que a estação de Carnaxide revisse a relação contratual com a Comunicasom, de Manolo Bello. A produtora assegurou durante vários anos as emissões dos diferentes formatos das duas faixas horárias. Os últimos foram "Fátima" e "Contacto". Actualmente a SIC tem no ar uma programação especial de Verão, que percorre o país e ocupa a grelha de antes e depois de almoço.
Na "rentrée" é possível que a empresa, ou pelo menos Manolo Bello, assegurem parte da produção. Mas a maioria da estrutura pertencerá à SIC que vai utilizar meios próprios nos novos programas. Quanto à Comunicason também esta está a ser reestruturada, o que tem levado à dispensa de parte dos trabalhadores.
fonte: site JN

Fátima & Comunicasom - laços que continuam

Começando pelo “Fátima Lopes” sem esquecer do “SIC 10 Horas”, do “Contacto”, do “Às 2 por 3”, do “Boca a Boca”, do “Etnias” a Comunicasom produziu muitos programas já para não falar do “SIC a Caminho do Mundial” no Parque Mayer…
Hoje terminou mais um… desta feita foi o “Fátima”.
Lembro-me de em 2005 aquando da direcção de Francisco Penim surge “Fátima” com o seu primeiro genérico e a abrir o programa esteve precisamente Tony Carreira. Muitas histórias, sorrisos, alegrias, choros, ajudas, esperança passaram pelo plateau do programa.
Com Fátima Lopes como apresentadora, sendo que era substituída por Rita Ferro Rodrigues durante as férias e mais recentemente com Carlos Ribeiro e Merche Romero foram eles que nos animaram durante os últimos quase quatro anos… Três anos e meio de programa em que houve humor com os Commedia à La Carte, com Carlos Cunha, Óscar Branco, Fernando Ferrão entre muitos outros.
Tivemos Aqui Fala-se, Crónica Policial, Ajudem o Tiago, Tertúlia Cor-de-Rosa, As crónicas do Eirozinho, tivemos música, humor…
Ao fim de 915 programas e mais de três mil horas em directo e em português o programa chega ao fim. OBRIGADO COMUNICASOM pelo empenho demonstrado ao longo dos muitos dias passados muitas vezes sem motivos para rir e mesmo assim seguiram em frente.
ATÉ JÁ até porque a Comunicasom não sai da SIC! Já a partir de segunda-feira o programa que estreia de nome “SIC ao Vivo” tem co-produção da Comunicasom encabeçada por Manolo Bello!

"SIC ao Vivo" arranca em Vila Nova de Milfontes

A estação de Carnaxide vai pela estrada fora durante 55 dias. A "Fátima" e "Contacto" sucede-se "SIC ao vivo": um directo diário de cerca de quatro horas assegurado por 11 rostos do canal. Simone de Oliveira também participa.
Ora, a lógica de sair fora de portas foi inaugurada logo no lançamento. Jornalistas e apresentadores rumaram até à zona de Sintra. Sob a alçada de um sol inflamado, a magnífica paisagem das Azenhas do Mar fez olvidar o calor. Foi, portanto, num ambiente descontraído, já com os aromas de Verão a pairar, que os responsáveis da SIC apresentaram o projecto que, nas palavras de Luís Marques, director-geral, se trata "de uma operação complexa e ambiciosa".
"Reforçar a ligação da SIC ao país real e retomar contacto directo com os portugueses" foram os objectivos salientados. Já a partir de 29 deste mês, 55 localidades serão palco da programação matinal e vespertina da estação, ao longo de outros tantos dias e sempre em directo, elucidou Nuno Santos, director de Programas. A zona privilegiada será o Litoral. "Mas embora estejamos inclinados para a costa, tal não inviabiliza que façamos incursões pelo Portugal profundo", frisou.
"Mostrar os portugueses uns aos outros", foi outro dos propósitos apontados. José Figueiras, Merche Romero, Nuno Graciano, Ana Rita Clara, Nuno Eiró, Liliana Campos, João Manzarra, Raquel Strada e Vanessa Oliveira serão os apresentadores residentes, sendo que irão formar grupos.
Já Iva Lamarão e Rui Pego Júnior (filho de Júlia Pinheiro) estarão na reserva para procederem a substituições.
No decorrer do almoço, eis que uma figura incontornável não pôde passar despercebida. Simone de Oliveira fará parte da equipa nómada. Rejeitando o título de diva, a actriz e cantora disse que não hesitou em aceitar o convite. A seu cargo estará diariamente um espaço de 15 minutos em que entrevistará protagonistas carismáticos de cada localidade. "Não é pão com manteiga, mas é uma coisa que me agrada", disse, com a pujança que a caracteriza. Mulher que não se deixa intimidar, nem pela violência de uma digressão pelo país, contou que aproveitará "para ir à praia e para tirar fotografias a cada sítio". Brincou ainda: "Não tenho idade, sou intemporal".
O arranque de "SIC ao vivo" acontecerá em Vila Nova de Milfontes.
fonte: site JN

Contacto acaba amanhã depois de 3 anos e meio

Três anos e meio depois o Contacto despede-se dos espectadores amanhã. Nuno Graciano, Rita Ferro Rodrigues, Cláudia Semedo, Ana Rita Clara, Nuno Eiró e Maya foram os apresentadores deste talk-show que chegou a liderar as audiências nas tardes televisivas de Portugal. Nascido pela mão de Francisco Penim no ano de 2006 o Contacto despede-se três anos e meio depois. Risos, gargalhadas, humor, muita música, convidados de luxo, choro e solidariedade fizeram parte do dia a dia dos portugueses sem contar com o maior passatempo integrado num programa de televisão sem ser concursos. Muito dinheirinho deu o “Dominó”… Vamos ter saudades do Nuno Graciano e de Maya. Foi há quase um ano que Rita Ferro Rodrigues deixou o programa… Ana Rita Clara e Nuno Eiró foram os anfitriões do programa durante as férias dos apresentadores “oficiais” do programa. Dois cenários diferentes. O humor sempre fez parte deste programa: Francisco Menezes, Carlos M. Cunha, Ricardo Peres e César Mourão, além de Carlos Cunha, de Fernando Rocha, entre muitos outros… Também se “cuscou” muito neste programa na rubrica “Calor da Tarde” com comentadores como José Castelo Branco, João Malheiro, Marta Cardoso, Cláudia Jacques entre outros. A presença assídua das sextas-feiras era Luciana Abreu com a sua rubrica semanal. Bibá Pitta também passou pelo Contacto…
Enfim, um sem número de coisas de passaram… que ficam para a história da Tv Portuguesa.

"Nunos & Nunettes" no Contacto

Quando se juntam dois Nunos não pode dar bom resultado. Ainda por cima depois do “Flagrante Delírio”! Nuno Eiró e Nuno Graciano apresentam “Nunos & Nunettes”. Mais de uma hora de diversão garantida com risotas e gargalhadas é que os dois prometem. A apresentação do grupo aconteceu esta tarde no programa “Contacto”. Para aceder ao site do grupo clique aqui. Veja o vídeo em baixo.