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Merche garantida nas manhãs

Merche Romero vai dividir as manhãs da SIC com outro apresentador e Fátima Lopes muda para as tardes. Programas vão continuar a ser produzidos pela Comunicasom, mas num espaço do canal, em Carnaxide.
Começam-se a revelar as novidades da "rentrée" televisiva, em Setembro, e já se sabe que a SIC é um dos canais que mais mudanças vai apresentar, principalmente, nos "talk show" diários. O canal de Carnaxide vai manter programas específicos nas manhãs e tardes, mas os conteúdos vão mudar. De cara lavada, os formatos vão receber novos nomes e outras rubricas.
Nas manhãs, Merche Romero é um dos nomes garantidos na apresentação do concorrente a RTP1 e TVI. A apresentadora entrou na estação para substituir Fátima Lopes no "Fátima". Começou ao lado de Carlos Ribeiro, mas foi a solo que apresentou a etapa derradeira. Seguiu-se "SIC ao Vivo", onde se mantém e faz equipa com Nuno Graciano e Ana Rita Clara. A 4 de Setembro, Merche termina a sua prestação, mas o figurino de Verão ainda vai continuar a palmilhar Portugal durante mais quase duas semanas. Depois, vêm as estreias. Merche vai dividir o protagonismo com outro apresentador, cujo nome ainda é desconhecido. José Figueiras ou Nuno Graciano são alguns dos profissionais falados.
Fátima Lopes regressa às tardes, competindo assim com Júlia Pinheiro. Em ambos os programas, deverão surgir novos colaboradores, até porque os antigos "ainda não foram contactados". Quem o garante é Cláudio Ramos, que aguarda a chamada "para um projecto, até porque ficou tudo em aberto".
Outra das novidades da temporada é que os formatos vão funcionar em estúdios próprios da SIC, situados no Parque Holanda, mesmo em frente às instalações de Carnaxide. A produção continuará a ser da responsabilidade de parte dos profissionais da Comunicasom, detentora do espaço onde antes se realizava o "Fátima" e o "Contacto", situado em Lisboa.
fonte: site JN

Cláudio Ramos NÃO SAI da SIC

Ontem fomos todos surpreendidos com o site TV Universo a dizer que depois de Cláudio Ramos ter terminado o programa "Fátima" agora iria para o TVI 24 apresentar ao lado de Luísa Castel Branco (ver aqui a notícia), o SIC Blogue chegou à fala com o próprio Cláudio Ramos que desmentiu categoricamente a notícia avançada pelo site adiantando que "Não vou sair da SIC". Para finalizar a conversa diz que a notícia "não faz sentido"!
Aqui fica reposta a verdade!

Fátima Lopes passa para as tardes

A SIC pretende colocar Fátima Lopes à frente do novo programa da tarde. A apresentadora ainda não conhece o desafio, mas promete empenho e dedicação aos espectadores "seja em que horário for".
As mudanças operadas pela SIC nos programas da manhã e da tarde ("day time"), para a nova grelha de Setembro, ditam que Fátima Lopes passe a conduzir o "talk show" de depois de almoço, conforme apurou o JN junto de fonte da estação.
Esta mudança implica que Fátima Lopes concorra com Júlia Pinheiro pela atenção dos espectadores, naquela faixa horária. Mas a apresentadora afastou desde logo a ideia de disputa ou de competição entre as duas.
"Não encaro os meus concorrentes dessa forma. Damos o nosso melhor sempre. Mesmo que eu não tenha a Júlia Pinheiro do outro lado. Ou ela não tenha a Fátima Lopes", frisou. Recorde-se que Fátima Lopes assumiu a condução do formato "SIC 10 horas", quando Júlia Pinheiro deixou a SIC para integrar a RTP.
Até ontem, a apresentadora ainda não tinha conhecimento do novo projecto. "Foi-me dito que iria apresentar um formato novo de manhã", revelou acrescentando que por estar em casa espera que, a haver, lhe seja comunicada a alteração.
"As coisas não funcionam para mim de forma diferente por causa do horário. Um profissional de televisão tem de trabalhar com empenho para o público", independentemente do "formato que tiver para trabalhar".
"Nunca", prosseguiu Fátima Lopes, "nos programas da manhã da SIC, passei a fazer menos bem (o trabalho) por estar a ganhar".
Com a criação de novos formatos para a programação diária levou a que a estação de Carnaxide revisse a relação contratual com a Comunicasom, de Manolo Bello. A produtora assegurou durante vários anos as emissões dos diferentes formatos das duas faixas horárias. Os últimos foram "Fátima" e "Contacto". Actualmente a SIC tem no ar uma programação especial de Verão, que percorre o país e ocupa a grelha de antes e depois de almoço.
Na "rentrée" é possível que a empresa, ou pelo menos Manolo Bello, assegurem parte da produção. Mas a maioria da estrutura pertencerá à SIC que vai utilizar meios próprios nos novos programas. Quanto à Comunicason também esta está a ser reestruturada, o que tem levado à dispensa de parte dos trabalhadores.
fonte: site JN

Luís Marques em entrevista

Director-geral da SIC garante que “quem manda na empresa é o dr. Balsemão”, mas no que diz respeito à operação corrente da estação o poder cabe-lhe a si e está “confortável com isso”.
Algumas pessoas, como Teresa Guilherme, vieram a público decretar a morte da SIC. Como reage a isso?
Parafraseando Mark Twain, as notícias da morte da SIC são bastante exageradas. Há pessoas que confundem desejo com realidade. Em 17 anos a SIC viveu bons e maus momentos, como todos os operadores. E conseguiu sempre recuperar, devido ao esforço, dedicação e profissionalismo dos seus colaboradores. É preciso separar a árvore da floresta. Em Outubro de 2008 iniciámos um processo de reestruturação, profundo e complexo, e é aí que nos temos concentrado. Queremos que a SIC seja um operador competitivo.
E sobre as críticas de Teresa Guilherme, que disse haver demasiada gente a mandar na SIC?
A Teresa Guilherme devia pôr as mãos na consciência antes de falar. Ela é responsável por algumas das graves situações que estamos a resolver, não só agora mas nos próximos anos. Basta ver a carteira de programas que ela nos deixou. Enquanto isso, a Teresa Guilherme pode estar os próximos dez anos sem trabalhar, disse-o ela. Esse conforto financeiro deve-o, pelo menos em parte, à SIC. A gratidão não é uma das suas qualidades.
O Herman José teve uma atitude semelhante...
Infelizmente não tínhamos nenhum projecto para o Herman. Relativamente às declarações que tem feito sobre a SIC, foram muito injustas. Estou certo de que a SIC sempre tratou bem o Herman e que ele teve uma atitude desproporcional, face a algo que é normal nesta actividade. O fim da relação contratual é normal e não justifica, nem desculpa, aquilo que o Herman disse.
Voltando à reestruturação, concretamente o que foi feito nos últimos seis meses?
Vendemos três empresas [iplay, TDN e Dialectus], alterámos a organização, definimos uma nova estratégia, aumentámos a produção interna, ajustámos o orçamento à realidade do mercado, o que não foi nada fácil. Temos em marcha um ambicioso projecto de investimento, apesar da crise. Isto não é visto de fora, o que leva as pessoas a dizerem alguns disparates.
A direcção de Informação e de Programas têm vários directores. Está prevista uma reorganização?
Já houve algumas mudanças. Na direcção de Informação, por proposta do director, Alcides Vieira, introduzimos alterações para tornar mais ágil o processo de comando da direcção de Informação. Acredito que vamos introduzir ainda algumas melhorias para tornar mais eficiente a gestão da redacção.
A Informação continua a ser uma aposta muito forte …
A Informação é uma grande marca da estação, um activo muito forte, já que o núcleo duro da redacção é fundador e tem grande ‘know how’. Algumas pessoas vacilam quando olham para as audiências, mas é preciso ver mais longe. Vacilar às primeiras contrariedades foi o que, em parte, conduziu a SIC ao ponto em que estava!
Apesar de tudo, o ‘Jornal da Noite’ continua a ser o menos visto...
Como já referi, a importância da Informação não se mede apenas pelas audiências. No caso do ‘Jornal da Noite’, no entanto, estamos muito satisfeitos com o seu desempenho, dado que tem audiências sempre acima da média da estação. Pode, obviamente, fazer melhor. Mas isso tem a ver com o contexto da nossa oferta e não com a qualidade do jornal.
E no que diz respeito à entrevista de Ana Lourenço a José Sócrates? Foi a menos vista de todas as que deu como primeiro-ministro...
O resultado da entrevista não teve a ver nem com a entrevistadora [Ana Lourenço], nem com o entrevistado [José Sócrates]. Teve a ver com o contexto político.
Faz elogios aos profissionais da SIC, mas alguns manifestam, para fora da empresa, descontentamento em relação a si...
Não conheço essas críticas. Internamente não me chegam, mas também não estou aqui para agradar a toda a gente, ficou muito claro quando assumi este lugar. Quero defender os interesses da empresa, definir uma estratégia. Para mim, o dever de um quadro de uma empresa é defender a empresa e os interesses da empresa. Se o fazem, lamento.
E como é a sua relação com Bastos e Silva, anterior director-geral?
Sempre foi boa e continua. O dr. Bastos e Silva é membro da Comissão Executiva e todas as semanas temos reuniões.
No que diz respeito às audiências, as coisas têm estado difíceis para a SIC.
Nós estávamos preparados para esta fase difícil. Há pessoas que têm uma enorme capacidade de prever o futuro. Sou uma pessoa normal e, por isso, só consigo antecipar, por exemplo, que uma final entre o Barcelona e o Manchester United é capaz de ter mais audiência do que os ‘Malucos do Riso’. Gerimos o que temos, com enormes constrangimentos orçamentais. Apesar disso, a SIC já está mais competitiva e vai estar ainda mais. Mas também analiso a concorrência e sei quais são os seus pontos fortes e fracos.
E como prevê o futuro da SIC?
Prevendo nós que a primeira fase do ano seria mais difícil, preparámos uma segunda fase que prevemos seja melhor, com apostas que já estavam pensadas há meses. É o caso de ‘Salve-se quem Puder’ e outras que virão. A nossa estratégia foi delineada no final do ano passado e está agora a entrar em prática de forma mais consistente. O ‘day time’, a partir do dia 29, vai mudar e só podíamos fazer essa alteração agora, nomeadamente por razões contratuais. E estamos a preparar mudanças mais significativas para Setembro. O percurso que vamos ter é difícil e demorado. Não ando aqui a vender ilusões a ninguém.
Os constrangimentos contratuais são com a Comunicasom. Essa relação já está definida?
Ainda não. O contrato como está não será renovado. Queremos manter a parceria mas não nos mesmos moldes. Estamos a trabalhar com eles no programa de Verão, fora do estúdio, até para isso nos permitir fazer algumas mudanças que queremos introduzir nos programas. E estamos a trabalhar no contrato para quando regressarmos a estúdio, em Setembro.
Faz sentido voltar a estúdio com programas personalizados, como o ‘Fátima’?
Estamos a repensar isso tudo. Temos um projecto a que chamámos Projecto Inovar, constituído por um conjunto de equipas que estão a trabalhar em várias áreas e já temos as conclusões praticamente fechadas. A única coisa que posso dizer é que os programas não serão os mesmos, não terão os mesmos conteúdos e também não serão feitos no mesmo sitio.
As receitas publicitárias têm estado em queda. Espera que melhorem com a subida das audiências?
Estamos todos conscientes que este é um ano muito difícil. Isso obrigou-nos a uma revisão orçamental logo no início do ano. Mas ninguém está seguro do que acontecerá até ao final do ano. Os sinais são contraditórios. Se mantivermos o desempenho dos primeiros meses, poderemos fazer um ano relativamente confortável.
E em termos de audiências, qual é o objectivo?
O objectivo definido no final de 2008 para este ano é atingir uma audiência de 23,5 a 24 pontos de share. Se fechássemos hoje o mês, estaríamos dentro desse objectivo. Mas nada nos diz que não poderemos estar melhor.
Concorda com a decisão do Regulador (ERC) em relação ao jornal de Manuela Moura Guedes, na TVI?
Há um excesso por parte da ERC nessa matéria. Não concebo que possa ser a ERC a definir o que é o bom e o mau jornalismo. Isso cabe-nos a nós, jornalistas, e aos consumidores. Haver uma entidade que diz que determinado jornal não respeita as regras é uma tentação imprópria de um País democrático. No caso da Manuela Moura Guedes, o jornal tem coisas boas e más como os outros. Quem gosta vê, quem não gosta não vê.
E às críticas de José Eduardo Moniz aos gastos da SIC, com os programas de Verão, como responde?
Não entro nesse jogo. Esta actividade é tão importante que os seus responsáveis tudo devem fazer para evitar o circo à sua volta. E, já agora, também não é aconselhável atirar pedras para o ar... Nunca se sabe onde estão os telhados de vidro. Quero colocar as questões num plano institucional. Nesse plano, por exemplo, acho que a RTP, para minha surpresa, tem adoptado praticas de contra-programação que acho impróprias para um serviço público de TV.
Tem saudades da RTP?
Não. Tenho saudades dos amigos que lá deixei e dos excelentes profissionais que lá trabalham. O resto é uma história bonita e estimulante, manchada nos últimos meses por uma lição de hipocrisia e cinismo, que não esquecerei tão cedo.
Quando era administrador da RTP defendia a publicidade no canal público. Ainda tem a mesma opinião?
O problema é complexo. A forma que se encontrou na RTP para resolver o problema do endividamento foi muito difícil. O problema que se coloca no futuro é que serviço público temos e quanto é que os portugueses devem pagar por esse serviço. Haver ou não publicidade na RTP depende das respostas que forem dadas a essa questão. O Estado aqui tem de ter coragem para assumir que tem uma empresa pública com uma dívida muito grande e que, portanto, tem de haver uma solução para essa dívida.

PERFIL
Luís Marques nasceu em Pombal há 56 anos. Frequentou os cursos de Gestão e Direito, em Lisboa, mas acabou por iniciar a vida profissional nos jornais. Começou no já extinto ‘Luta Popular’, passou pelo ‘Tal & Qual’ e ajudou a fundar o ‘Expresso’ ao lado de Francisco Pinto Balsemão. Em 2003 assumiu o cargo de administrador na RTP e em 2008 regressou ao grupo Impresa, como consultor. Desde Janeiro deste ano que assumiu a direcção-geral da SIC.
"QUE O INCÓMODO LHES FAÇA BOM PROVEITO"
Luís Marques assume que concentrou o poder na sua pessoa, "em termos da operação corrente". Porém, lembra: "Há uma comissão executiva e é naturalmente ao presidente da empresa, o dr. Francisco Pinto Balsemão, que cabe a última palavra. É ele que manda na empresa. Não há dúvida sobre este facto, a não ser para aqueles que querem lançar a confusão. Sou director-geral e sinto-me confortável, mas entendo que isso incomode algumas pessoas. Que o incómodo lhes faça bom proveito. Nunca precisei, nem preciso, de me colocar em bicos de pés para ser quem sou. Não preciso nem quero disputar espaço na imprensa".
"QUEM MANDA É O DR. BALSEMÃO"
Luís Marques garante que a relação com Francisco Pinto Balsemão é "boa. Sempre o foi". E sublinha: "Trabalho no grupo há 28 anos, desde que entrei para o ‘Expresso’. Fui fundador da SIC e saí em 2001. Tenho uma boa relação profissional e pessoal com ele. E há naturalmente muito respeito, desde logo hierárquico". Sobre o seu regresso ao grupo Impresa, admite, "deve-se ao dr. Balsemão". Depois da saída da administração da RTP "tinha outros planos de vida, que não passavam pela comunicação social", assume Luís Marques e garante que só aceitou o convite "dirigido pessoalmente" por Pinto Balsemão porque tem "a obrigação de defender os valores que o dr. Balsemão defende para o jornalismo, como a liberdade e a independência, valores que, infelizmente, tão maltratados têm sido ultimamente".
NUNO SANTOS
"Há um mundo para mim um pouco estranho que é este mundo dos recados na imprensa", é assim que Luís Marques olha para a outrora boa imprensa do seu director de programas, Nuno Santos. "É-me muito estranho, por uma questão de feitio e de carácter, esta questão da imprensa. Por isso não sei muito bem se ele [Nuno Santos] tem boa ou má imprensa", explica e acrescenta: "Claro que quando as coisas correm bem as pessoas têm boa imprensa, quando correm mal, têm má, é natural. O que me interessa não é a boa ou má imprensa do Nuno Santos, mas sim a boa ou má imprensa da SIC. E nisso a SIC tem sido muito injustiçada".
Sobre a relação que mantém com Nuno Santos, diz: "Não distingo a relação que tenho com ele e com os outros directores, tal como aconteceu na RTP. Para mim são todos iguais. Não trato ninguém de forma diferente. Por isso tenho a mesma relação profissional com o Nuno ou com o Alcides Vieira, independentemente das boas relações pessoais".
AS CRÍTICAS DE TERESA E HERMAN
Teresa Guilherme e Herman José vieram a público criticar a SIC. A produtora, depois de dar por concluídas as ligações à estação, disse mesmo que a SIC não passaria do final deste ano. No momento da saída, Teresa Guilherme lucrou cerca de 4 milhões de euros. Semelhante atitude teve Herman José. O novo apresentador da TVI diz que "a SIC não tem um chefe, mas sim vários", sendo esse "um dos motivos" para a falta de orientação que o canal atravessa.
fonte: site CM

Fátima & Comunicasom - laços que continuam

Começando pelo “Fátima Lopes” sem esquecer do “SIC 10 Horas”, do “Contacto”, do “Às 2 por 3”, do “Boca a Boca”, do “Etnias” a Comunicasom produziu muitos programas já para não falar do “SIC a Caminho do Mundial” no Parque Mayer…
Hoje terminou mais um… desta feita foi o “Fátima”.
Lembro-me de em 2005 aquando da direcção de Francisco Penim surge “Fátima” com o seu primeiro genérico e a abrir o programa esteve precisamente Tony Carreira. Muitas histórias, sorrisos, alegrias, choros, ajudas, esperança passaram pelo plateau do programa.
Com Fátima Lopes como apresentadora, sendo que era substituída por Rita Ferro Rodrigues durante as férias e mais recentemente com Carlos Ribeiro e Merche Romero foram eles que nos animaram durante os últimos quase quatro anos… Três anos e meio de programa em que houve humor com os Commedia à La Carte, com Carlos Cunha, Óscar Branco, Fernando Ferrão entre muitos outros.
Tivemos Aqui Fala-se, Crónica Policial, Ajudem o Tiago, Tertúlia Cor-de-Rosa, As crónicas do Eirozinho, tivemos música, humor…
Ao fim de 915 programas e mais de três mil horas em directo e em português o programa chega ao fim. OBRIGADO COMUNICASOM pelo empenho demonstrado ao longo dos muitos dias passados muitas vezes sem motivos para rir e mesmo assim seguiram em frente.
ATÉ JÁ até porque a Comunicasom não sai da SIC! Já a partir de segunda-feira o programa que estreia de nome “SIC ao Vivo” tem co-produção da Comunicasom encabeçada por Manolo Bello!

"SIC ao Vivo" arranca em Vila Nova de Milfontes

A estação de Carnaxide vai pela estrada fora durante 55 dias. A "Fátima" e "Contacto" sucede-se "SIC ao vivo": um directo diário de cerca de quatro horas assegurado por 11 rostos do canal. Simone de Oliveira também participa.
Ora, a lógica de sair fora de portas foi inaugurada logo no lançamento. Jornalistas e apresentadores rumaram até à zona de Sintra. Sob a alçada de um sol inflamado, a magnífica paisagem das Azenhas do Mar fez olvidar o calor. Foi, portanto, num ambiente descontraído, já com os aromas de Verão a pairar, que os responsáveis da SIC apresentaram o projecto que, nas palavras de Luís Marques, director-geral, se trata "de uma operação complexa e ambiciosa".
"Reforçar a ligação da SIC ao país real e retomar contacto directo com os portugueses" foram os objectivos salientados. Já a partir de 29 deste mês, 55 localidades serão palco da programação matinal e vespertina da estação, ao longo de outros tantos dias e sempre em directo, elucidou Nuno Santos, director de Programas. A zona privilegiada será o Litoral. "Mas embora estejamos inclinados para a costa, tal não inviabiliza que façamos incursões pelo Portugal profundo", frisou.
"Mostrar os portugueses uns aos outros", foi outro dos propósitos apontados. José Figueiras, Merche Romero, Nuno Graciano, Ana Rita Clara, Nuno Eiró, Liliana Campos, João Manzarra, Raquel Strada e Vanessa Oliveira serão os apresentadores residentes, sendo que irão formar grupos.
Já Iva Lamarão e Rui Pego Júnior (filho de Júlia Pinheiro) estarão na reserva para procederem a substituições.
No decorrer do almoço, eis que uma figura incontornável não pôde passar despercebida. Simone de Oliveira fará parte da equipa nómada. Rejeitando o título de diva, a actriz e cantora disse que não hesitou em aceitar o convite. A seu cargo estará diariamente um espaço de 15 minutos em que entrevistará protagonistas carismáticos de cada localidade. "Não é pão com manteiga, mas é uma coisa que me agrada", disse, com a pujança que a caracteriza. Mulher que não se deixa intimidar, nem pela violência de uma digressão pelo país, contou que aproveitará "para ir à praia e para tirar fotografias a cada sítio". Brincou ainda: "Não tenho idade, sou intemporal".
O arranque de "SIC ao vivo" acontecerá em Vila Nova de Milfontes.
fonte: site JN