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Plano Inclinado de Mário Crespo adiado

As eleições legislativas antecipadas trocaram as voltas na grelha da SIC, que se viu forçada a adiar pelo menos dois programas. O director-geral da estação, Luís Marques, já admitiu que "as eleições e o ciclo político atrasaram a agenda, que vai ser muito intensa, com entrevistas e debates", situação que se repete na SIC Notícias e afecta o regresso de Mário Crespo.
Ao CM, fonte de Carnaxide confirmou que "para já, não há espaço" para ‘Plano Inclinado’, o formato conduzido por Crespo e que foi suspenso em Fevereiro. O jornalista, que apresenta ainda ‘60 Minutos’ e ‘Jornal das Nove’, está afastado do ecrã há um mês e encontra-se de férias em Washington, nos EUA, onde foi durante vários anos correspondente. "Não antevejo grandes alterações em grelha até ao fim do plano eleitoral", adiantou ao CM. Crespo garante, no entanto, que vai regressar com um formato reformulado, que pode passar pela actualização do programa ou um conteúdo original. "Quando saí, estávamos a tratar de um formato em que pudesse ter outro tipo de protagonismo, mas com as mesmas características", revela o jornalista.
Também a estreia de Manuela Moura Guedes, na SIC generalista, ficou comprometida pelo calendário eleitoral, uma vez que "não vai ser fácil encaixar" o programa que a jornalista prepara para a estação, reconheceu Luís Marques.
CM

Um Boa Tarde dedicado à SIC Notícias

O Boa Tarde de hoje foi especial. Com um programa integralmente dedicado aos 10 anos da SIC Notícias, Conceição Lino foi recebendo alguns pivôs do canal. João Moleira, Carla Jorge Carvalho e Augusto Madureira foram os primeiros a sentar-se em estúdio para falarem da sua experiência na SIC Notícias. Assim como das gafes que tiveram ao longo do tempo
Miguel Ribeiro e Andreia Vale contaram o que mais os marcou durante a existência do canal sendo que de seguida Miguel Ribeiro revelou os seus dotes musicais com o seu grupo musical “The Happy Mess” (que lançam hoje o seu CD).
Para finalizar a primeira parte do programa António José Teixeira, director do canal, e Mário Crespo falaram da sua experiência. Recorde-se que, por exemplo António José Teixeira começou como comentador político do canal.
A segunda parte começou com os primeiros segundos do canal sendo que depois o desfile de estrelas continuou.
A presença de Ana Lourenço e Pedro Mourinho não podia faltar e dois dos primeiros rostos do canal deram-se a conhecer assim como os momentos que mais os marcaram no canal!

Nuno Santos fala na AR

Os diretores do Diário de Notícias e da TSF e o diretor de Programas da SIC vão, esta terça-feira, ao Parlamento falar sobre o exercício da liberdade de expressão e o alegado plano do Governo para controlar os media.
(...)
O último a ser ouvido pela comissão parlamentar será Nuno Santos, cuja audição deverá começar às 17:30.
No caso do director de programação da SIC, as questões deverão centrar-se no chamado caso Mário Crespo, que acusa o Jornal de Notícias de ter censurado uma crónica sua acerca de uma conversa que o primeiro ministro terá tido com Nuno Santos, num restaurante em Lisboa.
O seu texto de opinião relatava um almoço onde José Sócrates e os ministros dos Assuntos Parlamentares e da Presidência, Jorge Lacão e Silva Pereira, encontraram um executivo de televisão (Nuno Santos) tendo referido que Mário Crespo era um "problema que tinha de ser solucionado".
No artigo, o jornalista apontava os jornalistas Manuela Moura Guedes, José Eduardo Moniz e José Manuel Fernandes como outros "problemas" que o Governo quis "solucionar", tendo todos deixado de ocupar cargos de direção.
Nuno Santos já desmentiu as declarações de Mário Crespo, afirmando que "a conversa não se passou da forma como é descrita".
fonte: Jornal I

Presidente da Ongoing e Mário Crespo trocam acusações

O presidente do grupo de comunicação social Ongoing, Nuno Vasconcellos, disse esta quinta-feira, numa carta enviada aos colaboradores, que os noticiários de Mário Crespo são exemplo de uma "obsessão doentia" que diz existir contra o grupo que lidera, numa nota interna aos funcionários da empresa.
"Não por acaso, nos últimos tempos, temos sido sujeitos aos mais vis e violentos ataques à nossa reputação por alguns meios de comunicação social, fruto de uma obsessão doentia", refere Nuno Vasconcelos na nota interna, a que a agência Lusa teve acesso.
Refira-se que Mário Crespo, em entrevista à revista Visão, fez duras acusações a este grupo."Numa altura em que ninguém tem dinheiro para nada, eles compram televisões, compram acções. (...) De onde vem esta gente?", diz.
Acrescenta Nuno Vasconcelos: "Veja-se a título de exemplo os últimos noticiários em que Mário Crespo questiona reiteradamente e em tom irónico "o que é a Ongoing"? dos que não toleram a diferença, nem tão pouco a concorrência. Não nos surpreende e não nos desmotiva".
Na nota, enviada para comunicar a assinatura de um acordo entre a Ongoing e a DHD, operadora moçambicana de comunicação social, o responsável do grupo diz existirem obstáculos, fruto de um "espírito de inveja" contra a empresa que lidera.
"Sabemos de onde vêm e sabemos o que pretendem. Vêm do espírito de inveja dos que não conseguem admitir que possam existir Grupos de Comunicação Social inovadores e verdadeiramente independentes no seu posicionamento no mercado e altamente competitivos em termos de oferta de produto", considera Nuno Vasconcellos.
"Pretendem impedir que a Ongoing se consolide a nível nacional, tomando a posição daqueles que julgam que o seu estatuto de antiguidade lhes confere privilégios especiais e se fortaleça a nível internacional, concretizando aquilo que muitos sempre ambicionaram e que nunca conseguiram alcançar", acrescenta.
O presidente da Ongoing garante na nota que é falso "tudo o que sobre o grupo Ongoing tem sido afirmado", acrescentando que "os nossos instrumentos nunca serão a mentira ou a ilegalidade".
Vasconcellos reitera que a Ongoing não se encobrirá "atrás de manobras menos claras e de duvidosa legalidade ou das opiniões de terceiros sem qualquer fundamento ou provas para atacar quem quer que seja".
"Somos frontais na afirmação dos nossos objetivos tal como somos frontais naquilo que entendemos que devemos denunciar. Não confundam, por vezes o nosso silêncio, como um sinal de fraqueza ou de refúgio", diz ainda Nuno Vasconcellos.

Mário Crespo responde a Nuno Vasconcelos
Nuno Vasconcelos acusou hoje Mário Crespo de reiteradamente e em tom irónico questionar os seus entrevistados “o que é a Ongoing”, algo que mereceu já a reposta do jornalista da SIC Notícias.
A Ongoing “tem capitais da PT, uma engenharia financeira complexa e, numa altura em que o pais está a atravessar uma fase de grande dificuldade, em que o país não tem dinheiro, parece que a Ongoing tem dinheiro para tudo, como comprar televisões, lançar jornais…”, disse Mário Crespo na apresentação do seu livro "Última Crónica".
Numa comunicação aos funcionários da empresa, Nuno Vasconcelos denunciou os ataques à empresa que lidera, motivados por uma “obsessão doentia dos que não toleram a diferença, nem tão pouco a concorrência”. E apontou o dedo a Mário Crespo, que tem perguntado “reiteradamente e em tom irónico ‘o que é a Ongoing’.
Também na apresentação do seu livro, Crespo comentou o caso do artigo de opinião que não foi publicado no “Jornal de Notícias”. O jornalista conclui que a decisão de não o publicar já estava tomada antes de o director do jornal lhe ter ligado, uma vez que o artigo já não constava no plano do jornal quando ocorreu o telefonema.
fonte: site JdN & JN

Mário Crespo > Liberdade de Expressão

“Pequena, mas sentida, Cantiga de Solidariedade para o Mário Crespo” é o título do novo vídeo dos 'Homens da Luta', duas personagens que ficaram célebres pelo programa da SIC Radical 'Vai Tudo Abaixo' e que já antes tinham protagonizado um 'spot' de promoção ao 'Jornal das 9' da SIC Notícias, apresentado por Mário Crespo.
Desta vez, Neto e Falâncio, encarnados pelos actores Nuno (Jel) e Vasco Duarte, escreveram uma canção a apoiar Mário Crespo, que terá sido referenciado como "louco", "um problema" e "profissional impreparado", numa conversa tida no restaurante do Hotel Tivoli, em Lisboa entre o primeiro-ministro José Sócrates, o ministro da Presidência, Pedro Silva pereira, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, e um executivo de televisão, Nuno Santos, director de programas da SIC, na presença da apresentadora Bárbara Guimarães.
Santos negou a versão das fontes de Mário Crespo. Lacão chamou-lhe “caso fabricado com base em calhandrices”.

Manuela Moura Guedes e Moniz do lado de

A jornalista Manuela Moura Guedes, segundo o jornal 24horas, está solidária com Mário Crespo e disse acreditar que o jornalista da SIC pode ser a próxima vítima do Governo. José Eduardo Moniz por seu lado diz que "Portugal anda Louco".
Isto depois de Mário Crespo ter revelado num artigo de opinião que existiu um almoço em que estiveram presentes José Sócrates, os ministros Pedro Silva Pereira e Jorge Lacão e um executivo de um canal de televisão, em que o tema de conversar terá sido o possível afastamento de Crespo, por ser “um problema” para o Governo.
“Estou com Mário Crespo”, disse a jornalista da TVI ao 24horas, que apresentava o Jornal de Sexta-feira apontado publicamente como “persecutório” por José Sócrates. “Tenho muito medo que seja mais um a ser afastado por este Executivo”, acrescentou.
Moura Guedes recordou o seu caso, e outros como o do ex-director do Público, José Manuel Fernandes e Marcelo Rebelo de Sousa.
“O objectivo deste Governo parece-me muito claro: acabar com o jornalismo independente em Portugal”, acusou ainda Manuela Moura Guedes.
Também José Eduardo Moniz escreveu hoje no seu texto de opinião semanal do Diário Económico que “este Portugal anda louco e o primeiro-ministro não tem remédio”.
“Não há forma de entender [José Sócrates] o que é o jornalismo livre e ainda não percebeu que, em democracia, tem de conviver com a crítica, mesmo a mais desfavorável ou desalinhada”, escreveu ainda Moniz.
O 24 horas sabe que o almoço decorreu no dia 26 de Janeiro no Hotel Tivoli, em Lisboa, mas garante que não esteve presente nenhum executivo de um canal televisivo. O que aconteceu, segundo o jornal, é que na mesma sala estavam a almoçar o director de programas da SIC, Nuno Santos, e a apresentadora Bárbara Guimarães, que, no final passaram pela mesa onde estavam os ministros.
Durante a curta conversa foi abordado o programa “ídolos”, muito apreciado pelos filhos de Sócrates, e foi referido o nome de Mário Crespo, mas não nos termos que o jornalista agora revela no texto de opinião que originalmente foi escrito para o Jornal de Notícias mas não chegou a ser publicado e acabou por originar o cancelamento da colaboração que Mário Crespo mantinha com o JN.
Mário Crespo acusa os membros presentes do Governo de se referirem a si como sendo “mentalmente débil a necessitar de ir para o manicómio”.
fonte: site DN
foto: site CARAS

Plano Inclinado na SIC Notícias

Este é, provavelmente, o programa necessário numa altura em que as agendas são confusas”, diz Mário Crespo sobre ‘Plano Inclinado’, o programa de actualidade que ocupará as 22 horas de sábado da SIC Notícias.
O moderador terá a seu lado os catedráticos Nuno Crato e João Duque e ainda o ex-ministro das Finanças Medina Carreira. Um painel de luxo que irá dissecar o que se passa no País. Medina Carreira promete “ajudar os portugueses a perceber porque estamos a empobrecer”, enquanto Nuno Crato vai focar-se em temas de “Educação e Ciência” e João Duque diz que “se não mudarmos o curso dos acontecimentos virá um Titanic”.
PAINEL FIXO: APROFUNDAR
Medina Carreira, Nuno Crato e João Duque levarão à antena temas “fora da agenda mediática”, que aprofundará temas do “Portugal real”. É um “programa denunciador de algumas insuficiências”.
fonte: site CM