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SIC não se compromete com datas para a estreia de Rede Social

O formato que está pensado para a jornalista conduzir no canal de Balsemão não deve estrear-se nos próximos meses e a culpa é da conjuntura política portuguesa, diz Luís Marques.
O programa que está pensado para Manuela Moura Guedes conduzir na SIC não deve estrear-se nos próximos meses e a culpa é da conjuntura política portuguesa. "Estamos a preparar a nossa emissão por causa das eleições [a 5 de Junho]. Esta é uma altura complicada. Não vai ser fácil encaixar o programa da Manuela Moura Guedes", avançou Luís Marques.
O director-geral da estação de Carnaxide explicou que, apesar das negociações com a jornalista já terem terminado, ainda está por determinar qual "a melhor altura" para Manuela Moura Guedes regressar à antena televisiva.
Questionado se o programa, intitulado A Rede Social, se estreia antes de Setembro, mês oficial da reentré televisiva, Luís Marques limitou-se a responder que não se quer "comprometer" com datas.
DN

Os trunfos da informação SIC estão na coerência e credibilidade

Alcides Vieira encara com serenidade as mudanças na TVI e diz que os trunfos do canal de Carnaxide estão na coerência editorial e na estabilidade.
A conversa dura mais de duas horas, mas o tempo passa sem que se dê por isso. Alcides Vieira, 52 anos, está há 34 anos no jornalismo, quase 30 deles passados na televisão. Esteve 11 na RTP e 18 na SIC, onde sempre foi director de informação. Mas confessa que não gosta da exposição que a televisão oferece. Prefere conversas longe das câmaras, gosta de falar sobre boas ideias, e é aí que se espraia. Os assuntos incidem sobre o modo como a SIC encara uma possível revolução na informação da TVI, o que prepara o canal de Carnaxide para responder a essa realidade. E como a crise política, social e económica que se vive em Portugal coloca desafios ímpares ao jornalismo.
Pela redacção coordenada por Alcides Vieira já passaram os responsáveis, não só de informação mas de programação, de outros canais - como José Fragoso, director de programas da RTP, Nuno Santos, actual director de informação da RTP, ou José Alberto Carvalho, agora na direcção de informação da TVI. E muitos jornalistas que dão a cara todos os dias por outras estações, como João Adelino Faria, Alberta Marques Fernandes e José Esteves, na RTP. E trabalhou também na redacção da SIC com o administrador da RTP Luís Marinho e com o próprio director-geral da SIC, Luís Marques.
Talvez por isso confesse que encara com muita serenidade as apostas da concorrência, mesmo quando a rival privada TVI, líder incontestada de audiências há seis anos, anuncia que vai "reposicionar" a sua informação no âmbito da entrada de José Alberto Carvalho e Judite de Sousa para a direcção de informação.
"Não se muda assim a informação de um canal de um dia para o outro", responde sobre a ambição de José Alberto. "As estratégias dos canais não podem ser erráticas. É preciso coerência editorial e persistência. Na SIC temos os mesmos pivôs nos respectivos espaços de informação no ar durante anos. É preciso criar familiaridade. Somos o canal que mais aposta em reportagem e há mais anos, temos dossiers temáticos. Isso é coerência."
Defende uma palavra para classificar o ambiente na informação da SIC: estabilidade. "A nossa estabilidade vem da força que o canal tem na informação. Sem uma equipa com qualificação muito acima da média isso não aconteceria. Temos profissionais que nos acompanham desde o princípio. Posso dizer que o núcleo duro do início da SIC mantém-se", diz, salvaguardando as saídas em 2001, quando Emídio Rangel, director do canal, saiu para a RTP. "Esta escola da SIC está nos canais da concorrência."
E acredita que a linha traçada por uma direcção de programas tem de acompanhar aquela que é a estratégia para a informação. Nesse caso não teme que apostas na área do entretenimento como Peso Pesado (versão portuguesa do sucesso internacional Biggest Loser), em que a SIC vai apostar agora em Maio, ou que a linha de orientação traçada para as manhãs da SIC, de cariz mais popular, fira essa máxima? Alcides Vieira desvaloriza a pergunta. "As grelhas da SIC não se estão a alterar assim tanto. As manhãs já seguiam a mesma linha há muito tempo. Tanto a programação como a informação dedicam-se, na sua generalidade, a pessoas jovens e activas, entre os 35 e 45 anos, muito exigentes e que interagem muito com a estação desde o primeiro dia. Lideramos nas classes média e alta, ao contrário, por exemplo, da RTP, dirigida a um público mais velho, com muitos espectadores de mais de 64 anos, que são um alvo mais passivo. Esta realidade reflecte-se muito na informação do canal."
Realça o património fundamental para a informação da SIC que é a SIC Notícias, líder no cabo e entre os canais de sinal fechado de notícias. "A SIC Notícias é uma referência." E só quer dizer uma coisa sobre a contratação de Manuela Moura Guedes para Carnaxide, com um programa (que se poderá chamar Rede Social) já muitas vezes anunciado mas que ainda não chegou: "Estamos a trabalhar um programa diferente do que se faz."

Director Geral contente com os resultados e optimista quanto ao futuro

Luís Marques, director-geral, fala dos resultados: "É muito positivo e abre-nos boas perspectivas para este ano. Sabemos que vai ser um ano difícil, de qualquer modo estamos optimistas". Este responsável promete uma oferta ainda mais competitiva, "mas ponderada".
"Esperamos cumprir o plano traçado", disse Luís Marques referindo-se ao programa de Manuela Moura Guedes, ‘A Rede Social’, ainda sem data de estreia prevista. "Estamos a trabalhar nisso e se queremos um bom produto ele tem de ser bem estruturado de início". Luís Marques adverte ainda para as dificuldades de mercado "e agora esta questão da audiometria deixa adivinhar tempos um pouco adversos". Para o director-geral da SIC a guerra entre a Marktest e a GfK "vai marcar todos os operadores". Para manter os resultados do trimestre, Luís Marques acredita que em muito irá contribuir o programa ‘Peso Pesado’.
CM

Na próxima semana há novidades sobre o programa de Manuela Moura Guedes

Falando aos jornalistas durante a apresentação do especial informativo "Portugal 2011 -- A grande decisão", Luís Marques realçou que a jornalista não terá participação directa na referida operação mas que o programa, que deve estrear antes das eleições legislativas que devem ser agendadas para breve, pode abordar temas ligados à actualidade política.
De todo o modo, o responsável prometeu mais novidades sobre o programa, que será semanal, para a próxima semana.
DN

Um mês para se contratar profissionais para a estreia de A Rede Social

Em apenas um mês, a SIC e Manuela Moura Guedes têm de contratar jornalistas para o novo programa 'A Rede Social', comentadores fixos e cenários.
"Vamos tentar que a estreia de Rede Social seja para Abril, não se trata propriamente de um atraso. Anunciaremos o novo programa da Manuela quando for possível", explica o director-geral da SIC ao DN.pt. Luís Marques crê também que é possível, em menos de um mês, contratar profisisonais, comentador fixos e adaptar o estúdio."A equipa não está fechada, falta o cenário e também elementos a nível logístico", confere, sem nunca perder a prioridade: "Queremos que tudo decorra como um processo seguro e estamos agora a pensar na parte mais operacional".
Carlos Rodrigues, actual subdirector de Informação da SIC, é o primeiro nome a juntar-se a Manuela Moura Guedes para o programa semanal de investigação jornalística e no papel de coordenador. Contudo, prefere não fazer comentários sobre o projecto para já. Carlos Enes e Filipe Mendonça, repórteres da TVI, já terão sido abordados pela direcção de Carnaxide para integrarem a equipa. Mas sobre esta matéria impera o silêncio.
O DN.pt sabe que Manuela Moura Guedes já tem à sua espera uma sala preparada para receber a equipa de jornalistas. Fonte de Carnaxide assegura ainda que a jornalista "vai ter direito a uma sala ao lado da direcção de Programas".
DN

Carlos Rodrigues junta-se à equipa de Manuela Moura Guedes

Manuela Moura Guedes convidou Carlos Rodrigues, subdirector de Informação da SIC, para ser o número dois da equipa na coordenação do seu programa, ‘A Rede Social’, que tem estreia marcada para Abril.
"Carlos Rodrigues é um excelente profissional. Tem as características que eu gosto num jornalista e em particular para este projecto", conta ao CM a ex-subdirectora de Informação da TVI.
Moura Guedes e Carlos Rodrigues trabalharam juntos, há mais de 10 anos, na estação de Queluz de Baixo. "Tive imensa pena que ele tivesse ido embora para a SIC Notícias", lembra Manuela.
Desde o momento em que a jornalista e Alcides Vieira, director de Informação da SIC, pensaram em Carlos Rodrigues e este aceitou o convite, a dupla tem estado a trabalhar no programa.
‘A Rede Social’, recorde-se, será um programa semanal, com uma estrutura informativa – reportagem, debate e investigação – e terá a duração aproximada de 50 minutos. "Carlos Rodrigues é só uma das pessoas que mais sabe de televisão. Ele vai ser o meu braço-direito", diz ainda Manuela Moura Guedes, que recusa, contudo, revelar quaisquer outros nomes pensados para a equipa de jornalistas.
"É prematuro falar ainda da equipa, porque não há nada de concreto", explica Moura Guedes, que também prefere não revelar se dessa equipa farão parte alguns jornalistas do extinto ‘Jornal de 6ª’ (TVI). Mas no canal de Queluz de Baixo, sabe o CM, fala-se no recrutamento dos repórteres Hugo Matias e Carlos Enes. "Um programa com esta matriz precisa de cinco ou seis pessoas," adianta apenas a jornalista, recusando falar sobre os jornalistas da TVI, até porque na redacção da SIC há profissionais que já mostraram interesse em integrar a equipa de ‘A Rede Social’.
A jornalista, que em Outubro de 2010 rescindiu com a TVI depois de um ano afastada do ecrã, vai agora assumir na SIC um formato semanal que promete muita polémica e que, segundo assume a própria, é a sua cara.

Alcides Vieira há 18 anos a vestir a pele de director de informação da SIC!

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Na SIC os rostos da Informação mantêm-se intactos. Alcides Vieira é o mais antigo director de Informação da televisão portuguesa, está há 18 anos no cargo, apesar de já ter sido convidado para vestir outras camisolas. Mas é com o projecto SIC que o jornalista se identifica. Para Vieira, a Informação foi sempre uma marca forte da SIC. Uma marca de independência, de qualidade e de inovação.
A grande novidade da Informação de Carnaxide vai mesmo passar por Manuela Moura Guedes. A jornalista, que em Outubro rescindiu com a TVI, vai assumir um formato semanal que promete muita polémica. Os pormenores ainda não são conhecidos mas a Correio TV sabe que o programa deverá chamar-se ‘A Rede Social’ e terá uma duração próxima dos 50 minutos.
Alcides Vieira recusa comentar as movimentações do mercado, mas a Correio TV sabe que o jornalista sente orgulho porque os nomes que hoje são referência no mercado começaram a sua carreira na SIC: Nuno Santos, José Fragoso, Maria José Nunes, João Adelino Faria, Alberta Marques Fernandes, e até José Alberto Carvalho, apesar de ter passado pela RTP Porto antes de ter estado na SIC.
(...)
A 'REDE SOCIAL' DE MANUELA MOURA GUEDES
Manuela Moura Guedes deverá estrear o seu programa na SIC em Abril. A Correio TV sabe que o programa, de estrutura informativa – reportagem, debates, entrevista e investigação –, terá como nome ‘A Rede Social’. Quer a jornalista, quer o director de Informação, Alcides Vieira, dizem ser prematuro adiantar mais sobre o formato. Francisco Cádima e Eduardo Cintra Torres, críticos de TV, consideram Moura Guedes uma mais-valia para a SIC. "O que ela pretendeu fazer na TVI foi o que ninguém fazia: o escrutínio da realidade política é fundamental na investigação sobre os grandes casos políticos", diz Cádima.
CM

Manuela Moura Guedes na SIC com A Rede Social

Manuela Moura Guedes vai regressar aos ecrãs em Abril e o nome do programa já está escolhido. Segundo apurou o CM, a jornalista vai conduzir ‘A Rede Social’, um formato semanal que tem uma primeira série prevista de treze programas.
‘A Rede Social', sabe o CM, terá uma duração entre os 45 e os 50 minutos e vai apostar em reportagens, sobretudo com jornalismo de investigação, contando ainda com debate e entrevistas em estúdio.
A equipa de ‘A Rede Social' ainda não está fechada já que Moura Guedes pretende contar com alguns jornalistas com quem trabalhou na TVI. Apesar de a SIC já ter feito propostas a dois elementos, apurou o CM, estes ainda não aceitaram. Isto porque Carnaxide está a oferecer contratos de prestação de serviços e estes profissionais estão nos quadros da estação de Queluz de Baixo. Questões laborais que ainda não estão resolvidas e que têm atrasado o arranque do projecto. Contactada pelo CM, Manuela Moura Guedes não quis fazer comentários sobre o programa.
Também Alcides Vieira, director de Informação da SIC, recusa adiantar pormenores sobre o formato. ‘A Rede Social' é a grande aposta informativa dos próximos meses da SIC, numa altura em que a informação da concorrência vai sofrer alterações. José Alberto Carvalho e Judite de Sousa assumem a direcção de Informação da TVI a 1 de Abril e têm carta branca para redefinir a linha editorial da estação. Na RTP, Nuno Santos aguarda apenas o parecer positivo da ERC para assumir a direcção de Informação e também tem alterações previstas.
CM