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Cláudia Vieira: o Ídolos e a novela Rosa Fogo

Cláudia Vieira que podemos ver actualmente em Rosa Fogo como Maria Mayer e na apresentação ao lado de João Manzarra no Ídolos falou em exclusivo à Notícias TV desta semana.
Aos 32 anos, e há vários anos ligada a Carnaxide, a SIC contratou-a com o objectivo de além de ser actriz poder vir a ser também apresentadora. Uma decisão que não teve o sim imediato. “Quando o Nuno Santos me disse que queria falar comigo e que tinha um desafio disse-lhe logo que para ele não vir com projectos de apresentação”, diz Cláudia Vieira que recorda a pressão que tinha “nos primeiros castings”.
A actriz e apresentadora confessa, também, que “cometi o erro de tentar ser como ele [João Manzarra]” apesar de saber que “as pessoas não estavam à espera que eu fosse assim”. Quanto aos concorrentes preferidos “é natural o desejo de querer que este ou aquele concorrente vença o programa” apesar de agora não querer “abrir o jogo”. 
Numa das cenas de 'Rosa Fogo'
Passando para o lado de actriz, Cláudia Vieira refere que não gostou do muito que se “escreveu sobre Rosa Fogo” foi dito. Tal como as audiências o comprovam “Rosa Fogo não está a ser nenhum flop” e vai mais longe… “Quando Laços de Sangue começou tinha exactamente a mesma audiência de Rosa Fogo. Quando Laços de Sangue disparou foi no mesmo momento que Rosa Fogo independentemente de ser agora outra empresa a medir as audiências”. 
Cláudia Vieira na apresentação de Rosa Fogo
A actriz destaca que “a tradição de ver novelas está na TVI” e só começou a enraizar-se com o Perfeito Coração pois “o publico da SIC não estava habituado a ver novelas portuguesas”. O facto de Rosa Fogo ter no meio duas co-produções da TV Globo [n.d.r. Laços de Sangue e Dancin Days], Cláudia Vieira refere que a novela “foi um patinho feio” e que se mostrou desiludida pelo facto de “a imprensa, da própria SIC e da SP Televisão” entenderem que é “uma espécie de projecto intermédio para ocupar a antena entre duas co-produções”. No entanto destaca a importância de Patrícia Sequeira (coordenadora do projecto) ao dar aos actores “muita força” para que o projecto resultasse, remata.

Nuno Santos feliz pelo Emmy conquistado

Nuno Santos ladeado por representantes da SIC,
TV Globo e SP Televisão
Este texto é da responsabilidade do actual director de informação da RTP, antigo director de programas da SIC: 
"Laços de Sangue a co-produção SIC/TV Globo com a SP Televisão ganhou o Emmy para melhor novela. Seremos suspeitos, é certo, mas é um prémio merecido para uma grande trama com a mão do mestre Aguinaldo Silva bem desenvolvida pela equipa do Pedro Lopes e com um grupo de grandes actores. Foi um extraordinário trabalho de equipa no qual me orgulho de ter participado e foi mesmo um dos que maior prazer me deu. Aqui deixo um abraço para os amigos da Globo Guilherme Bokel e Raphael Corrêa Netto, para o Jorge Marecos e um especial para o Luís Marques que teve a feliz ideia de me dar a notícia esta madrugada. Este prémio é de todos mas eu quero partilhá-lo com o Virgílio Castelo, com a Vanessa Fino Tierno, com o Luís Proença, com o Daniel Cruzeiro, com o Daniel Oliveira, com a Aida Pinto, com o Miguel e com o João Pedro... Laços de Sangue acabou mas a nossa vida continua! — com Raphael Corrêa Netto."

Pedro Granger negoceia entrada na SIC

Entrevistado do último Alta Definição, Pedro Granger deu uma entevista à NTV onde refere que tem andado a negociar a sua entrada na SIC “Estou, não posso escondê-lo. Mas não há nada certo, e isso não teve nada a ver com a minha decisão de não renovar a exclusividade com a TVI.”
Agora que se sabe que está a negociar com o canal refere que Nuno Santos o convidou para a 3.ª edição do Ídolos e “custou-me imenso ter de dizer não à terceira edição do Ídolos” porque Moniz tinha-lhe apresentado um programa.
Quando questionado sobre se gostava de apresentar o Factor X – que a SIC tem os direitos para Portugal -, Pedro é peremptório “Claro que gostava de fazer, é um programa que tem tudo a ver comigo, como é óbvio. É esse tipo de entretenimento que gostaria de fazer.”. Nas reuniões que tem tido com Luís Marques e Gabriela Sobral o programa “está em cima da mesa” assim como a participação em novelas mas “não é assunto para falar aqui”.

Ex-director de programas contente com êxito da estreia de Peso Pesado

Foi no seu facebook que o actual director de informação da RTP exprimiu a sua satisfação quanto à estreia de Peso Pesado pelo "êxito da estreia do programa" completando com "Um bom trabalho de equipa. Produção, conteúdos, auto-promoção e comunicação. E, claro, um grande formato." Recorde-se que foi a equipa de Nuno Santos que comprou o formato para Portugal.

Nuno Santos fala da sua saída da SIC

(...)
Mudemos de assunto: estava infeliz na SIC?
Não, essa foi uma das razões pela qual a minha decisão foi tão difícil de tomar. Os três anos e três meses da minha vida na SIC foram tremendos. Mais difíceis do que eu esperava, por razões de conjuntura externa e interna. Queria ter feito mais na SIC. Acho que devemos dividir em três fases esse percurso: em 2008, quando eu fui para lá, e tive a responsabilidade dos conteúdos, a SIC recuperou o segundo lugar das audiências, de uma forma muito folgada até. Portanto, inverteu uma tendência de queda que se vinha verificando. Depois, no final do terceiro trimestre de 2008, abate-se a grave crise financeira. E a SIC fez uma coisa terrível para quem trabalha na área dos conteúdos, mas que tinha de ser feita: foi a primeira empresa na área da comunicação social que emagreceu a sua estrutura. Alienou empresas, centrou-se no essencial da sua actividade. Essa fase seguinte foi terrível e só quem está dentro do convento é que sabe o que lá vai dentro.
Pensou em ir-se embora?
Não. Não sou homem de desistir, mas é óbvio que fui, publicamente, a pessoa que mais pagou por essa reestruturação. Mas graças a esse esforço liderado pelo Luís Marques, criámos uma solução que permitiu à SIC entrar em 2011 com a sua oferta estruturada, com os seus programas de entretenimento escolhidos, com tempo para os preparar. Esse é o terceiro momento e estava a dar-me muito gozo. Portanto, respondendo à sua pergunta anterior, há um ano eu estaria infeliz na SIC dadas as circunstâncias. Agora, não.
Objectivamente, sente que falhou na SIC?
Não. Refuto completamente essa tese.
Mas quando chegou em 2008 a Carnaxide, qual Linda de Suza, vinha com a mala cheia de sonhos e de projectos de liderança. Três anos depois sai e a SIC continua em último, atrás da TVI e da RTP1. Por isso, pergunto-he de novo: falhou?
Só uma nota de rigor: a SIC, neste momento, está de novo em segundo lugar. Mas a minha resposta é a mesma: não. Quem quiser fazer outras leituras, que as faça. Eu sei o contexto excepcionalmente difícil que encontrei.
Mas não há como negar que em Março de 2011 sai da SIC com muito menos poder do que tinha quando lá entrou, em Janeiro de 2008...
Sim, é verdade. Saio com menos poder. Mas acho que essa decisão é legítima por quem a tem de tomar. O dr. Balsemão e o Luís Marques entenderam que a estrutura mais adequada era esta e, reconheçamos, fui sempre parte da solução, ninguém fez nada nas minhas costas.
Mas foi sentindo, ao longo do tempo, que estavam a metê-lo num colete-de-forças, que estavam a limitar-lhe a acção?
Não, não, isso não. A estrutura que a SIC tinha que já não é a que tem agora, visto que se alterou com a minha saída, era muito idêntica à que eu tinha na RTP. A Gabriela Sobral e a Júlia Pinheiro chegaram naquela terceira fase que eu já classifiquei como a fase em que a SIC criou condições para inverter a situação. Não chegaram no momento mais difícil. Eu estive lá no momento mais difícil. Eu e outras pessoas. Elas quando chegaram já tinham a casa arrumada.
Sentiu-se sozinho em algum momento?
Não, nunca me senti sozinho.
Não se arrependeu de ter saído da RTP para a SIC?
Não, fui muito feliz na programação da RTP, por isso custou-me sair. Mas não me arrependi. O meu objectivo de mexer na SIC e mudar a SIC. Esse era, na altura, o maior desafio do mercado.
Conseguiu mexer a SIC e mudar a SIC?
Deixei uma marca na ficção e no entretenimento, mas não tapo o sol com a peneira. Não mudei na linha que eu esperava, com toda a franqueza. Mas com a mesma franqueza digo que não tive as condições que, legitimamente, esperava ter. Por razões de conjuntura.
Também conjuntura interna?
Também conjuntura interna. Mas tenho um dever de reserva em relação à SIC. Tenho um profundo respeito pelo dr. Balsemão e pelo Pedro Norton e uma relação profissional e de amizade com o Luís Marques, o que me faz não querer entrar por esse caminho.
Quando escrever a sua biografia e dedicar um capítulo a Luís Marques, vai querer apagar a vossa coabitação na SIC? Ou pelo menos vai querer valorizar mais a vossa coabitação na RTP?
(pausa) De um ponto de vista pessoal e profissional, foi igualmente gratificante trabalhar com o Luís Marques na RTP e na SIC. Eu posso ter muitos defeitos, mas não sou hipócrita. Quando me despedi da RTP, agradeci à minha equipa e a dois elementos da administração, que foram Luís Marques e Ponce Leão. Quando agora saí da SIC, agradeci à minha equipa e ao Luís Marques, director-geral da SIC. Agradeci porque era isso que sentia. Eu e o Luís trabalhámos nove anos juntos. E acho que vamos voltar a trabalhar juntos (risos).
Quando a Júlia Pinheiro foi contratada pela SIC, houve logo quem comentasse "agora é que o Nuno Santos vai ser queimado em lume brando. Com a Júlia Pinheiro de um lado e a Gabriela Sobral do outro, volta a dupla-maravilha que tão bons resultados deu na TVI"...
(risos) Quem teve bons resultados na TVI foi o José Eduardo Moniz. Mas não, nunca senti isso. Sempre tive uma grande descontracção em relação a esse assunto. A Júlia foi muito bem-vinda na SIC. Ela não quer ser directora de programas. Aparentemente, até teve essa oportunidade na TVI. Mas ela não quer, não tem vocação, nem tem competência, ou competências, para ser rigoroso, para responsável da programação.
Não tem competência?
Não tem conhecimento da gestão orçamental, da gestão de alinhamentos, da negociação de direitos, da programação estrangeira......
Em 2002 quando chegou à RTP vindo da Informação, o Nuno também não tinha. Tem de se começar por algum lado...
Bom, não tinha competência, mas tinha vontade. A Júlia já disse isso. Ela não tem vontade de ser directora. Ela quer fazer, e bem, aquilo que sabe fazer de melhor. Portanto, até se pode dizer apetência em vez de competência, acho que até é mais correcto.
Portanto, ao longo dos últimos três meses, nunca sentiu que a tesoura da Noite da Má Língua, que lhe entregou na manhã em que ela regressou à SIC, lhe poderia ser espetada nas costas...
(sorriso e resposta pronta) Não, isso de todo. A nossa relação foi de uma lealdade e de uma amizade verdadeiras. A Júlia foi das pessoas que mais força fizeram para que eu ficasse na SIC.
NTV

Alcides Vieira há 18 anos a vestir a pele de director de informação da SIC!

(...)
Na SIC os rostos da Informação mantêm-se intactos. Alcides Vieira é o mais antigo director de Informação da televisão portuguesa, está há 18 anos no cargo, apesar de já ter sido convidado para vestir outras camisolas. Mas é com o projecto SIC que o jornalista se identifica. Para Vieira, a Informação foi sempre uma marca forte da SIC. Uma marca de independência, de qualidade e de inovação.
A grande novidade da Informação de Carnaxide vai mesmo passar por Manuela Moura Guedes. A jornalista, que em Outubro rescindiu com a TVI, vai assumir um formato semanal que promete muita polémica. Os pormenores ainda não são conhecidos mas a Correio TV sabe que o programa deverá chamar-se ‘A Rede Social’ e terá uma duração próxima dos 50 minutos.
Alcides Vieira recusa comentar as movimentações do mercado, mas a Correio TV sabe que o jornalista sente orgulho porque os nomes que hoje são referência no mercado começaram a sua carreira na SIC: Nuno Santos, José Fragoso, Maria José Nunes, João Adelino Faria, Alberta Marques Fernandes, e até José Alberto Carvalho, apesar de ter passado pela RTP Porto antes de ter estado na SIC.
(...)
A 'REDE SOCIAL' DE MANUELA MOURA GUEDES
Manuela Moura Guedes deverá estrear o seu programa na SIC em Abril. A Correio TV sabe que o programa, de estrutura informativa – reportagem, debates, entrevista e investigação –, terá como nome ‘A Rede Social’. Quer a jornalista, quer o director de Informação, Alcides Vieira, dizem ser prematuro adiantar mais sobre o formato. Francisco Cádima e Eduardo Cintra Torres, críticos de TV, consideram Moura Guedes uma mais-valia para a SIC. "O que ela pretendeu fazer na TVI foi o que ninguém fazia: o escrutínio da realidade política é fundamental na investigação sobre os grandes casos políticos", diz Cádima.
CM

Luís Marques acumula direcção geral com direcção de programas

Depois da saída de Nuno Santos da direcção de programas para a RTP, a SIC foi obrigada a escolher um novo director para o segmento. É Luís Marques quem vai ocupar o lugar deixado pelo jornalista, acumulando assim funções na direcção-geral da SIC com este novo cargo.
As mudanças «estão em linha com o que estava previsto», disse Luís Marques à Meios & Publicidade.
A reestruturação que foi posta em prática depois de Nuno Santos deixar a SIC traduziu-se ainda na criação de uma direcção de Antena e Gestão da Programação, que Luís Proença (até agora director-adjunto de programas) vai liderar.
Gabriela Sobral continua a ser directora da Direcção de Produção e Coordenação de projectos.
Já Júlia Pinheiro, de regresso à estação, passa a ser a responsável máxima da Direcção de Gestão e Desenvolvimento de Conteúdos. A apresentadora vai liderar assim a equipa de produção de magazines (Fama Show, E-Especial, Alta Definição).
Daniel Oliveira, até agora coordenador desta área, passa a integrar a direcção de Júlia Pinheiro. O cargo e as funções ainda estão por definir.

Nuno Santos faz jantar emotivo na despedida

Nuno Santos está de saída da SIC para assumir o cargo de director de informação da RTP. E despediu-se, ontem, dos colegas de trabalho da estação de Carnaxide e dos amigos que lá deixou.
"É um jantar emotivo. Não podia deixar de ser. Fiz muito amigos aqui, independentemente do cargo que se ocupa, e isso não se perde por me ir embora", disse ao DN.pt Nuno Santos minutos antes de entrar no restaurante, Kais, Lisboa.
O jantar, que contou com mais de 30 caras conhecidas da SIC - Cláudia Vieira, João Manzarra, Diana Chaves, Virgílio Castelo, Rita Ferro Rodrigues, Clara de Sousa -, durou até depois das duas da manhã.
DN