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SIC Blogue entrevista... Diogo Costa dos X4U

Começou como participante individual mas rapidamente foi integrado, pela produção do programa, num dos grupos de maior sucesso da primeira temporada do 'Factor X'. Agora que o programa está de regresso à SIC, o SICBlogue falou com Diogo Costa, um dos elementos da banda X4U, ele que nos revela o que mudou na sua vida e os projetos que tem em conjunto com o Nuno, Joca e Miguel.

 

O que é que é feito do Diogo depois da participação no Factor X?

Diogo Costa - Depois da minha participação no Factor X continuei a minha vida como dantes mas, agora também, com concertos, ensaios e gravações com os x4u.

  Ainda na fase de pré-casting no Porto ao lado de Ana Margarida, concorrente

desta segunda temporada do Factor X (Xposed/FremantleMedia)

 

Em que é que o programa mudou a tua vida?

DC - Com o programa ganhei mais 3 membros da família [n.d.r. restantes elementos da banda] e, com alguma sorte, vamos ficar juntos durante muito tempo.

 

Passado este tempo todo voltavas a competir?

DC - Penso que não. Já tive a visualização que pretendia. Agora só depende de nós para colher os frutos que o Factor X nos deu. 

 

Mudavas alguma coisa na tua participação?

DC - Não mudava nada na minha participação.

 

Que conselho darias, enquanto ex concorrente do formato, àqueles que estão a concorrer a esta edição?

DC - O conselho que dava aos próximos concorrentes do programa seria para não desistirem dos seus sonhos por muito difícil e distante que estejam porque a jornada vale sempre a pena.

 

E os X4U? O que é que podemos esperar da banda?

DC - Neste momento os x4u já têm um projeto que vai ser lançado para muito breve. Vocês tem feito concertos.

 

Qual é a reacção que tem tido do publico?

DC - Dos concertos que temos feito, o público tem reagido com muito ânimo. Paramos para gravações e vai valer a pena. Esperamos que as pessoas apreciem o nosso trabalho tanto quanto nós.

 

Deixa uma última palavra para os teus fãs, e para os leitores do SICBlogue

DC - Os x4u estão a trabalhar ao máximo para vos mostrar o que aprendemos e o que melhoramos. Fiquem atentos ao que aí vem! Beijos e abraços a todos.

 

 

SICBlogue Entrevista Ivo Soares

Conhecido do grande público pela participação no 'Portugal tem Talento' e 'Factor X', ambos da SIC, Ivo Soares nunca mais parou desde que entrou no mundo da música. Não vive sem música e, em março deste ano, lançou um EP «Movie Stars» que está à venda e prepara-se para, em 2015, lançar o seu primeiro trabalho a solo. 

 

Quem é o Ivo que as pessoas não conhecem?

O Ivo que as pessoas talvez não conheçam, é a pessoa que trabalha todos os dias e que vive para a música, com toda a paixão e dedicação. Eu sofro, sacrifico e vivo pela música, e é isso que me faz realmente feliz. Vida sem música para mim não faz sentido nenhum. Eu adoro estar em palco, adoro cantar, adoro sentir a energia do público.

 

Participaste em dois programas da SIC. O que te levou a aventurar no 'Portugal tem Talento' e no 'Factor X'?

O Portugal Tem Talento foi uma experiência que eu sempre guardarei, foi mesmo bom. Foi onde tudo começou, eu passei de um miúdo que cantava mas que ninguém conhecia/respeitava nesse sentido, a quase uma figura pública. A partir desse momento, tudo na minha vida mudou. Depois do Portugal Tem Talento, passei uns tempos longe do 'público' a escrever músicas, a viver a minha adolescência e a crescer, e o meu objectivo de ir ao Factor X, era tentar recuperar alguns fãs que se calhar me perderam com o tempo. E esse objectivo foi cumprido, fiquei satisfeito com a minha presença no Factor X. E fiquei surpreendido, que apesar de só ter actuado duas vezes, as pessoas ficaram marcadas, e ainda se lembram. É isso que me interessa, fazer a diferença. Fui eliminado, mas saí por cima, e satisfeito com o que fiz.

Em que medida é que a participação nos programas mudou a tua música? Ou mantiveste o mesmo estilo?

Foram reações mistas, maior parte das pessoas acham que foi injusto, e queriam que eu seguisse em frente. Mas eu já não penso muito nisso, tenho projectos que me podem levar mais longe que o Factor X alguma vez me possa levar. Fiquei feliz, porque o público sempre me apoiou, e é isso que eu quero fazer. É motivar o público. Eu prefiro ter um público de 20 pessoas, que são dedicadas, e que ouvem a música, do que 5.000 que não ouvem a música, e preocupam-se com outras coisas. O Factor X motivou-me ainda mais, e fez-me mais teimoso ainda. Eu acho que a minha versão do 'Show Must Go On' não foi valorizada da forma que eu pretendia que fosse, mas um dia mais tarde, no futuro, as pessoas irão valorizar, e compreender a minha interpretação naquela música.

 

Que reações tiveste agora que já passou algum tempo? Estás com uma página no facebook onde tens mais de 7000 seguidores. É importante o feedback de quem te segue?

É muito importante para mim, os meus fãs e os meus seguidores. São eles que me fazem quem eu sou hoje, e por isso eu tenho o dever e a obrigação de me dedicar a eles, através da minha música e da minha pessoa.

 

 

Quem te acompanha nas redes sociais sabe que tens novidades. Vem aí um CD, certo?

Em março lancei um EP 'Movie Stars' que neste momento já está á venda, e o videoclip já está no youtube. Estou a preparar o meu albúm, não tenho nenhuma data específica, e não quero ter pressa. Quero fazer uma coisa bem feita, com bons convidados, com um bom avanço promocional. Tive a grande sorte de ser agenciado pela ProPalco, são managers que trabalharam com a Dulce Pontes, GNR, Tom Jobim e etc, e então eu tenho uma grande responsabilidade de fazer um bom trabalho. Não quero fazer um trabalho que tenha um sucesso enorme de 1 ano, e que depois caia no esquecimento, mas que tenho sucesso durante a minha carreira toda. Quero fazer um clássico. Estou a trabalhar para isso.

 

O que é que podemos esperar deste trabalho do Ivo Soares?

No EP Movie Stars, são músicas que eu escrevi e produzi eu mesmo. O single 'Sexy Time' está neste momento a começar a passar em várias rádios, eu acho que o sucesso virá daqui a uns meses. Porque uma coisa é ser cantor de concursos, e outro coisa é ser um artista discográfico, e por vezes é difícil fazer essa transição, mas eu estou num bom caminho. No meu albúm podem esperar clássicos, coisas pessoais, e convidados brutais. 2015 vai ser um bom ano para mim, palavras da Propalco!

 

Que música costumas ouvir?

Os meus gostos vão mudando, mas mais RnB claro. Mariah Carey, Ne Yo, Boyz II Men, R Kelly. E ultimamente ando um bocado alternativo The Weeknd, Sia, Zero 7, e coisas menos populares. Artistas portugueses adoro os Expensive Soul, Aurea, Rui Veloso (É o Rei), HMB. Valorizo muito a voz da Ana Laíns, da Yolanda Soares que eu tenho o prazer de os conhecer pessoalmente, e são pessoas também muito humildes e cinco estrelas.

 

Uma última palavra para os leitores do SIC blogue...

Obrigado a todos os leitores do SIC BLOGUE por estarem neste momento a tirar o vosso tempo para ler a minha entrevista, e Sexy Time!

 

Fiquem agora com o vídeo oficial da música

SIC Blogue entrevista Berg, o primeiro vencedor do Factor X

Tornou-se no primeiro concorrente a vencer a edição portuguesa do 'Factor X'. Teófilo Sonnemberg, ou simplesmente Berg, tem uma carreira construída no mundo da música ao lado de grandes nomes como Rui Veloso.

Arriscou e, no último dia de inscrições, resolveu concorrer ao programa apresentado por João Manzarra e Bárbara Guimarães para conquistar a visibilidade que as editoras nunca lhe deram.

Com dois discos editados, Berg foi o grande vencedor ficando à frente da Mariana e de D8. Para já, lançou um single com a editora Sony Music Entertainment e promete continuar a trabalhar. O SICBlogue falou em exclusivo com o Berg.

 

Berg, alguns dias depois, como é que é vencer-se o Factor X?

Acima de tudo é aliviante e muito compensador.

 

O que é significa para si esta vitória?

Significa reconhecimento e, também, um novo começo.

 

Passados estes meses, qual foi para si o momento mais complicado ao longo do Factor X?

Foi ter de ver alguém sair para eu ficar. Estávamos na fase do Bootcamp e acreditem que é cruel.

 

Já sente o peso da responsabilidade de ser o primeiro a vencer o Factor X em Portugal?

Sim a responsabilidade de dar àqueles que votaram em mim um excelente disco e muito bons concertos.

 

 

Se não fosse o Berg a vencer, quem é que, em sua opinião, poderia arrecadar o troféu?

Qualquer um dos concorrentes poderia vencer, são todos muito bons.

 

E agora? O que é que se segue na sua carreira?

Vou continuar a trabalhar. Para já dividido entre o estúdio e muita estrada com concertos.

 

Deixe uma mensagem para os seus fãs e seguidores

Só posso dizer para que nunca desistam de um sonho. Nunca deixem que nada ou ninguém o destrua. Acreditem!

 

SIC Blogue entrevista Inês Folque

É uma das caras do canal que esta quarta-feira completa mais um ano de existência. Inês Folque dá atualmente a cara pelo ‘Factor K’ da SIC K e, em entrevista ao SIC Blogue, faz o balanço destes anos à frente do formato do canal dos mais novos do universo SIC. A também atriz revela querer voltar à ficção e fala-nos da experiência de ser uma das caras inseridas no projeto de promoção ao Rock in Rio.

 

Afinal quem é a Inês Folque?

A Inês Folque é uma pessoa igual às outras, sonhadora, com um monte de desejos a realizar, com uma paixão incalculável pela representação e apresentação, amiga dos seus amigos, sensível, teimosa, a Inês Folque sou eu! 

 

Conta-nos um pouco do teu percurso profissional

Desde cedo que me apaixonei pelo mundo da representação, se bem me lembro tinha uns 6 anos quando comecei a dizer à minha mãe que queria ser actriz, isto porque era muito extrovertida e tinha energia para dar e vender e a minha professora encontrou nos teatros da escola, que aconteciam semanalmente, a forma perfeita para gastar essas energias que eu tinha a mais. Sigo o meu percurso no colégio de forma natural... sempre com uma linha paralela à representação e depois de acabar a minha licenciatura em gestão na Universidade Nova de Lisboa fiz um casting para a série 7 dos Morangos com Açucar. Acabei por ficar e trabalhar um ano com a Plural, na TVI, quando saio dos Morangos, surge a proposta de apresentar o Factor K, (uma outra paixão antiga - a apresentação) na SIC K, a qual aceitei com muita alegria. Passaram-se três anos e meio e continuo a dar a cara pelo Factor K, o que só mostra ter sido um bom casamento. No meio desses três anos e meio surge o casting RIR do qual saio vencedora, e me deixou muito feliz, festivais de Verão onde faço parte da equipa de apresentadores, mais RIR (2014), programas para a Missão Sorriso, Chef Online.. sobretudo surgiram projectos com os quais me identifiquei e me ajudaram a ser a pessoa e a profissional que sou hoje.

 

Passados estes anos passaste pela ficção e pela apresentação. Quando é que vamos poder voltar a ver-te na representação?

É verdade, e continua a ser uma grande paixão a ficção. Espero em breve poder voltar a trabalhar na representação, idealmente gostava de juntar estes dois mundos que tanto me preenchem. O ano passado fiz um curso de nove meses no John Frey Studio que me acordou um bocadinho esta vontade de vestir um personagem, quero continuar com a formação, e se tudo correr bem este ano continuarei a formar-me para um dia me sentir uma actriz em pleno. De qualquer forma acho que as coisas acontecem na altura que devem acontecer.. e esse momento se tiver de ser meu e fazer parte da minha vida, há-de chegar, se não pelo menos serei feliz a trabalhar da forma que já o faço!

 

Abraçaste há vários anos um outro projeto: a SIC K. Como é que tem sido trabalhar para os mais novos?

É um prazer enorme. São o público mais sincero, mais verdadeiro, genuíno e espontâneo. Não querem saber quem és ou o que fazes, querem que os preenchas, adoro crianças desde sempre, por isso poder trabalhar para os mais novos traz-me muita alegria, e apesar de às vezes sentir na pele a enorme responsabilidade que isso acarreta, a gratificação que daí advém não tem qualquer preço.

 

Sentes que é um público exigente?

Como disse em cima, acho que é o público mais exigente de todos, ou gostam ou não gostam, ou querem ou não querem. E ponto, não há como os enganar!

 

Fala-nos do Factor K. Passados estes anos, qual é o balanço que fazes do formato?

O balanço só pode ser positivo, depois de três anos e meio não estaria boa da cabeça se continuasse a trabalhar num projecto com o qual não me identifico. Adoro o formato, vai de encontro ao que eu quero continuar a fazer mesmo no futuro como apresentadora, fala de cultura, de entretenimento, serve de guia, de ombro amigo, é uma sugestão constante e pretende ser o olho e a transmissão do que é a cultura jovem e urbana nos dias que correm. Em três anos e meio houve muitos caminhos que seguimos, se comecei apenas por fazer pivots iniciais nas peças do programa, com pouca ou nenhuma responsabilidade, e se começámos por falar para um público alvo que não conhecíamos muito bem, hoje em dia sabemos perfeitamente quem é o nosso público alvo e do que gosta. Hoje em dia além dos pivots, estou no terreno com as peças e ainda acompanho e tento dar o meu input com ideias e sugestões na produção do programa, isto tornou-me uma melhor apresentadora, e sem dúvida devo-o ao grupo de pessoas que trabalharam comigo estes anos e me ensinaram tudo o que sei hoje. Se me sinto preparada para dar outros passos como apresentadora é graças às técnicas que adquiri ao longo destes anos. Não podia por isso estar mais contente com este projecto.

 

Em 2014 chega mais um Rock in Rio. É um desafio promover aquele é que é considerado o maior espetáculo de música do Mundo?

É sempre um desafio, mesmo depois de já o ter feito em 2012. Um desafio e um orgulho, uma vez que para me chamarem a mim e ao Nuno outra vez, é porque gostaram do nosso trabalho, por isso é com um grande amor à camisola que mais uma vez faço parte da família RIR e apesar de ser suspeita, estou convencida que este será o melhor RIR de todos os tempos!...

 

Ainda no Rock in Rio, que artista aguardas com mais ansiedade?

Sem dúvida Arcade Fire.. acho-os extraordinários, em todos os sentidos, respiram música por todos os poros e já tive oportunidade de os ver ao vivo noutro festival há uns anos e sei que será aquele concerto IMPERDÍVEL.

 

O que é que podemos esperar da Inês nos próximos tempos?

Podem esperar ver-me pelo Factor K, esta nova temporada dividida em 2 blocos dirigidos a públicos diferentes, o Factor K kids que será às 5as feiras às 18 horas e o Factor K teen que será às 21:00 às sextas-feiras. Os dois blocos terão propostas adequadas a cada idade e têm pretensão de fazer parte do dia-a-dia de todas as crianças e jovens de Portugal. Para já fico-me pelo canal 41 do MEO e pela promoção e ,espero, que apresentação do RIR, no meio disto tudo há sempre espaço para novos projectos que, espero, surjam em 2014! Já agora aproveito todas as pessoas a fazerem parte do meu facebook profissional e a porem like na página, segue o link: https://www.facebook.com/pages/In%C3%AAs-Folque/132046956836374?ref=hl 

SIC Blogue entrevista D8 (Factor X)

À primeira vista o nome Diogo Valente pode parecer estranho aos mais distraídos mas o certo é que a sua primeira atuação na fase das audições e o que se seguiu marcou quem acompanha o 'Factor X'.

D8, como é agora conhecido, chegou às Galas do programa da SIC e surpreendeu ao apostar num original (mais um) seu. Ao SICBlogue fala de si, da sua relação com o jurado Paulo Junqueiro e dos objetivos no programa.

 

Quem é o D8 fora dos palcos?

O D8 é o mesmo Diogo Valente. É uma pessoa ambiciosa que acredita sempre que é possível conseguir aquilo que quer.

 

Impressionaste na primeira gala do Factor X. Que balanço é que fazes da tua participação até agora?

O balanço é muito positivo pelo facto de ter impressionado os portugueses, por ter conseguido mostrar aos jurados que mereço estar onde estou e também por ter evoluído enquanto rapper. Aprendi imensas coisas como a respiração, postura, presença em palco, etc.

 

Quem vê em casa percebe que tens uma relação especial com o teu mentor, Paulo Junqueiro. Descreve-nos o Paulo.

O Paulo Junqueiro é uma pessoa muito focada e se tem uma opinião, segue-a até ao fim. Para além de mentor, considero-o um amigo, pois ajuda-me a evoluir enquanto rapper e a chegar às pessoas. Tenho o melhor mentor do mundo.

 

 

Até agora, qual foi o momento mais complicado para ti ao longo do programa?

O momento mais complicado foi a primeira prova da fase bootcamp pelo facto de estar muito nervoso. Tinha a responsabilidade de provar aos mentores que seria uma boa aposta e que era a pessoa certa para estar naquele lugar.

 

O que é podemos esperar do D8 nas próximas galas?

Podem esperar o mesmo D8 de sempre! A mesma pessoa ambiciosa e que acredita em si própria. Quero sempre transmitir uma boa mensagem a todos os portugueses!

 

Uma última palavra para os teus fãs e para os leitores do SIC Blogue

Um grande abraço a todos os leitores e continuem a gostar do D8.

SIC Blogue entrevista Paulo Sousa (Factor X)

É um dos elementos dos 'The Proff'. Habituado a cantar, coloca regularmente covers de músicas conhecidas no Youtube. Natural de Coimbra, Paulo Sousa tem atualmente 22 anos. Orgulha-se da sua famílai, tem como principal qualidade o facto de ser trabalhador e as suas referências musicais são Michael Bublé e Diogo Piçarra. Acedeu ao convite do SIC Blogue para nos falar um pouco de si numa entrevista para revelar a partir de agora...

 

Que balanço é que fazes da participação no ‘Factor X’?

Não podia ser melhor. Estou nos 15 finalistas inserido num grupo fantástico, e tem sido uma experiência incrível.

 

Que experiência tinhas antes de participar no programa?

Tenho formação musical desde os 5 anos e já tive aulas de clarinete, viola, piano e mais recentemente canto.

 

Tens um canal no youtube onde vais colocando vários covers. É importante a opinião de quem ouve aquilo que fazes?

Totalmente. Geralmente são os subscritores do meu canal que escolhem o que canto a seguir.

E agora? Seguem-se as galas… o que é que os telespetadores podem esperar de vocês?

Muita versatilidade, diversão e originalidade e muito jogo de vozes!

 

Que mensagens lhe deixas através do SIC Blogue?

Quando quiserem muito uma coisa, lutem porque um diz chegará a vossa vez.

SIC Blogue entrevista Catarina Morazzo

Ficou conhecida do público português pela participação numa série da TVI mas, desde 2008, dá cartas na estação de Carnaxide enquanto repórter do programa 'E-Especial'. Licenciada em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica, Catarina Morazzo conta na sua página de fãs no Facebook com mais de 1000 seguidores.

O SICBlogue esteve à conversa com Catarina Morazzo onde se falou do programa dos sábados à tarde, da paixão pela representação e comunicação e do 'Factor X', ela que tem acompanhado as audições do programa dos domingos à noite da SIC.

 

- Que balanço faz do 'E-Especial'?

- Acima de tudo é um programa que se vai renovando. É um desafio constante tendo em conta os desafios da grelha de programas da SIC. Nesse aspeto o programa tem que se adaptar às exigências da programação do canal. Seja na área da ficção seja na área da programação. Adaptamo-nos, neste caso, ao 'Factor X' e é um programa que cresce com a programação da SIC. Temos as novelas presentes, não só produção nacional mas da TV Globo que tem tido nestes últimos dois anos muito boa aceitação por parte do público. Tanto a novela nacional como internacional tem crescido muito e alegra-nos o facto de ter muito boa aceitação do público. O nosso trabalho passa por acompanhar a par e passo aquilo que está no ar mas também dar a conhecer aquilo que se passa por detrás das câmaras. A vida dos atores, a vida dos apresentadores é acompanhada e é o mostrar do outro lado.

 

- Como é que tem sido a experiência de poder acompanhar de perto as audições do 'Factor X'?

- Tem sido uma experiência positiva. É um programa diferente de outros formatos de talentos. No que me toca em termos de reportagem este é, sem dúvida, diferente porque permite que haja várias pessoas a concorrer independetemente da idade. Podemos ter surpresas de ter grupos. Temos mais variedade do que em outros programas.

 

- 'Factor X'. Onde está? Lisboa ou Porto? Já descobriu?

- [risos] Bom... isso é uma pergunta constante a que nós, aqui nos bastidores, tentamos dar resposta. Afinal de contas o que é que é o 'Factor X'? Pode ser muitas coisas como algo que não é facilmente identificável. Há que marcar a diferença, não basta ter uma boa voz e acho que distingue o concorrente vai mais além. É esse o conceito do programa: algo que marque pela diferença. Quer em Lisboa, quer no Porto já foram encontradas pessoas que sabem cantar e que podem surpreender.

 

- Acha que o programa pode ser um sucesso?

- Há vários concorrentes que já entrevistei. Tanto no Porto como em Lisboa houve vários 3 Sim por parte dos jurados e, sim, temos vários concorrentes que podem vir a ser a próxima estrela de Portugal.

 

- Como é que tem sido trabalhar com a FremantleMedia [produtora do 'Factor X']?

- Já conheço esta equipa de outros projetos que fizeram para a SIC. Eles já sabem o que precisamos e há uma inter-ajuda fantástica de não só nós de divulgação do próprio formato e de eles para mim, neste caso, facilitando-me o trabalho de bastidores.

 

- Da apresentação para a representação e o regresso à apresentação. Pergunto-lhe onde é que fica a representação neste momento?

- É um bocadinho difícil explicar porque precisamente fiz esse percurso. São duas paixões. A representação foi ainda ao serviço da TVI, projeto que abracei, mas o meu gosto é mesmo a apresentação na área do entretenimento mas, se puder conciliar melhor. De vez em quando consigo conciliar nas produções da SP Televisão para SIC.

SIC Blogue entrevista Tiago Silva

A partir de agora as sextas-feiras no MEO são diferentes. Todas as sextas-feiras na aplicação interativa do 'Factor X' no MEO, Tiago Silva oferece aos fãs 30 minutos de protagonismo com a possibilidade de partilharem a sua opinião sobre o desempenho dos candidatos em competição.

O SIC Blogue esteve à conversa com Tiago Silva que nos conta a experiência que está a viver em televisão, ele que começou no youtube.

 

Como é que é passar do youtube para a caixinha mágica?

É um bocado diferente, bastante diferente. São experiências completamente distintas. No youtube quem controla tudo sou eu, aqui não controlo quase nada. Guio as entrevistas, tenho alguma liberdade para o fazer, mas é muito diferente tanto em termos profissionais que as coisas são obviamente mais pensadas. No youtube é caótico. Faço o que quiser, se me apetecer dar uma cambalhota dou, se me apetecer partir a câmara faço-o. Há essa diferença mas é um amadurecimento para mim não só profissional mas também pessoalmente. Tem sido uma experiência positiva.

 

Muitos candidatos entrevistados?

Sim, bastantes. Parece que as pessoas cantam melhor e passam mais. Quantos mais passarem mais eu entrevisto. Eu só entrevisto os que passam. Bastantes entrevistas, bastantes candidatos.

 

Depois de Lisboa, o Porto. Que diferenças notas?

Achei as pessoas do Porto mais abertas, mais soltas. Mas tem sido espetacular. As pessoas no Porto são muito abertas, não tem vergonha, dão-se a conhecer facilmente.

 

Que momentos guardas mais nestas audições?

Tanto no Porto como em Lisboa o momento de conhecer os candidatos é interessante. Eu não tinha a noção de que as pessoas são mesmo muito diferentes umas das outras. Como agora tenho oportunidade entrevistar as pessoas é possível saber mais sobre elas não tanto a nível musical mas a nível pessoal. Consigo ver uma grande variedade de pessoas com gostos comuns ou não.

Ansioso pela estreia?

Sim, bastante, estou bastante curioso para ver o resultado final. Sei que não vai ser muito parecido com o que faço no youtube. As câmaras são muito melhores em termos de qualidade mas estou bastante curioso e animado. Como é que surgiu o convite? Foi um pouco inesperado. Fui contactado para ir a um casting para apresentar este programa na Fremantle. Fui, fiz o casting e mais tarde fui selecionado para o fazer.

 

E no futuro? Temos um Tiago apresentador, um Tiago comediante?

Não sei [risos]. Se calhar um pouco dos dois. Não vejo o porquê de ter separar a parte de apresentador que é mais recente para mim com o comediante. Eu não sou bem o comediante. Sou uma pessoa bem humorada, que gosta de mandar piadas. Eu sou o gajo do café que gosta de mandar piadas e no fundo o que estou aqui a tentar fazer é misturar esta nova experiência com o meu tipo de humor e espero que resulte. Se for uma boa experiência claro que quero continuar!