Dois dias depois das Eleições Europeias, o ex-Primeiro Ministro de Portugal vai dar uma entrevista em exclusivo à SIC. Segundo avança o jornal Sol, José Sócrates será entrevistado pela jornalista Ana Lourenço já na próxima terça-feira, dia 27 de maio.
A duração será aproximadamente de 40 minutos e irá para o ar em simultâneo na SIC e SIC Notícias.
Tornou-se no primeiro concorrente a vencer a edição portuguesa do 'Factor X'. Teófilo Sonnemberg, ou simplesmente Berg, tem uma carreira construída no mundo da música ao lado de grandes nomes como Rui Veloso.
Arriscou e, no último dia de inscrições, resolveu concorrer ao programa apresentado por João Manzarra e Bárbara Guimarães para conquistar a visibilidade que as editoras nunca lhe deram.
Com dois discos editados, Berg foi o grande vencedor ficando à frente da Mariana e de D8. Para já, lançou um single com a editora Sony Music Entertainment e promete continuar a trabalhar. O SICBlogue falou em exclusivo com o Berg.
Berg, alguns dias depois, como é que é vencer-se o Factor X?
Acima de tudo é aliviante e muito compensador.
O que é significa para si esta vitória?
Significa reconhecimento e, também, um novo começo.
Passados estes meses, qual foi para si o momento mais complicado ao longo do Factor X?
Foi ter de ver alguém sair para eu ficar. Estávamos na fase do Bootcamp e acreditem que é cruel.
Já sente o peso da responsabilidade de ser o primeiro a vencer o Factor X em Portugal?
Sim a responsabilidade de dar àqueles que votaram em mim um excelente disco e muito bons concertos.
Se não fosse o Berg a vencer, quem é que, em sua opinião, poderia arrecadar o troféu?
Qualquer um dos concorrentes poderia vencer, são todos muito bons.
E agora? O que é que se segue na sua carreira?
Vou continuar a trabalhar. Para já dividido entre o estúdio e muita estrada com concertos.
Deixe uma mensagem para os seus fãs e seguidores
Só posso dizer para que nunca desistam de um sonho. Nunca deixem que nada ou ninguém o destrua. Acreditem!
Cara conhecida dos portugueses, Rui Unas é um dos rostos mais mediáticos da televisão nacional. Com mais de 200 mil seguidores na rede social Facebook, Rui Unas está atualmente envolvido em 2 projetos na SIC: grava a novela 'Sol de Inverno' para a SIC Generalista e apresenta - ao lado de Rita Camarneiro - o programa 'Anti Social' na SIC Radical.
Intitula-se como apresentador de televisão, locutor, fake mc, ator, autor e produtor caseiro de kizomba. É este a personalidade ligada à estação de Carnaxide que, esta semana, nos dá uma entrevista.
Quem é o Rui Unas que os portugueses não conhecem?
Sou uma pessoa "normal", diferente da personagem ou personagens que as pessoas conhecem. Com os seus defeitos e virtudes a tentar crescer e aprender com a idade.
Ao longo dos últimos anos tem estado bastante ligado à SIC. Que projetos guarda com mais carinho?
Guardo o “Curto Circuito” e o “Cabaret da Coxa”, ambos da SIC Radical.
É um dos "fundadores" do Curto Circuito. Passados estes anos todos o formato tem-se reinventado. Onde é que está o segredo do sucesso?
O segredo está em sabermos acompanhar as tendências e na reciclagem dos apresentadores.
Falemos agora da novela 'Sol de Inverno'. Fale-nos um pouco sobre o Carlos.
O Carlos é um bom malandro, mentiroso compulsivo e que gosta de mulheres bonitas. 5. Como é que tem sido gravar esta novela, neste que é um regresso à ficção em televisão... Muito divertido. A personagem faz parte do núcleo cómico com duas atrizes com quem tenho uma excelente relação, a Márcia Breia e a Luciana Abreu.
A par da ficção é apresentador do 'Anti-Social' da SIC Radical. Como é que tem sido gravar e trabalhar com a Rita Camarneiro?
A Rita é um gajo. Pelo menos pensa como tal e assim é mais fácil aturá-la.
A par destes projetos está ainda envolvido em "Guru" no teatro e no cinema com o "Sei Lá". Fale-nos um pouco destes projetos.
O "Guru" está em digressão pelo país e sempre com grande adesão. E o filme é uma adaptação do livro "Sei Lá" da Margarida Rebelo Pinto. O meu papel é muito pequeno mas é sempre privilégio fazer cinema.
É caso para perguntar: trabalha neste momento em televisão, teatro e cinema. Em qual delas se sente mais à vontade?
Sem dúvida, na condição de programas da minha autoria.
Em 2013 completa 18 anos de carreira. Significam o quê?
Sinceramente não ligo muito a esse tipo de simbolismo das datas, mas não deixa de ser curioso que aos 18 anos de trajecto profissional estar envolvido em projectos tão diferentes como cinema, teatro, novela e programa de TV. É algo que só se atinge com a maturidade.
Uma última mensagem para os leitores do SICBlogue.
Espero continuar a merecer a admiração mas sobretudo o respeito de muita gente, vocês incluídos.
Dois dias depois de ter apresentado as linhas gerais do Orçamento de Estado do próximo ano de 2014 aos portugueses, a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, dará uma entrevista à SIC.
Caberá a José Gomes Ferreira questionar a líder da pasta das finanças num momento crucial para o país depois da sétima avaliação da TROIKA a Portugal. A entrevista será esta quinta-feira em direto em pleno 'Jornal da Noite'.
Ficou conhecida do público português pela participação numa série da TVI mas, desde 2008, dá cartas na estação de Carnaxide enquanto repórter do programa 'E-Especial'. Licenciada em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica, Catarina Morazzo conta na sua página de fãs no Facebook com mais de 1000 seguidores.
O SICBlogue esteve à conversa com Catarina Morazzo onde se falou do programa dos sábados à tarde, da paixão pela representação e comunicação e do 'Factor X', ela que tem acompanhado as audições do programa dos domingos à noite da SIC.
- Que balanço faz do 'E-Especial'?
- Acima de tudo é um programa que se vai renovando. É um desafio constante tendo em conta os desafios da grelha de programas da SIC. Nesse aspeto o programa tem que se adaptar às exigências da programação do canal. Seja na área da ficção seja na área da programação. Adaptamo-nos, neste caso, ao 'Factor X' e é um programa que cresce com a programação da SIC. Temos as novelas presentes, não só produção nacional mas da TV Globo que tem tido nestes últimos dois anos muito boa aceitação por parte do público. Tanto a novela nacional como internacional tem crescido muito e alegra-nos o facto de ter muito boa aceitação do público. O nosso trabalho passa por acompanhar a par e passo aquilo que está no ar mas também dar a conhecer aquilo que se passa por detrás das câmaras. A vida dos atores, a vida dos apresentadores é acompanhada e é o mostrar do outro lado.
- Como é que tem sido a experiência de poder acompanhar de perto as audições do 'Factor X'?
- Tem sido uma experiência positiva. É um programa diferente de outros formatos de talentos. No que me toca em termos de reportagem este é, sem dúvida, diferente porque permite que haja várias pessoas a concorrer independetemente da idade. Podemos ter surpresas de ter grupos. Temos mais variedade do que em outros programas.
- 'Factor X'. Onde está? Lisboa ou Porto? Já descobriu?
- [risos] Bom... isso é uma pergunta constante a que nós, aqui nos bastidores, tentamos dar resposta. Afinal de contas o que é que é o 'Factor X'? Pode ser muitas coisas como algo que não é facilmente identificável. Há que marcar a diferença, não basta ter uma boa voz e acho que distingue o concorrente vai mais além. É esse o conceito do programa: algo que marque pela diferença. Quer em Lisboa, quer no Porto já foram encontradas pessoas que sabem cantar e que podem surpreender.
- Acha que o programa pode ser um sucesso?
- Há vários concorrentes que já entrevistei. Tanto no Porto como em Lisboa houve vários 3 Sim por parte dos jurados e, sim, temos vários concorrentes que podem vir a ser a próxima estrela de Portugal.
- Como é que tem sido trabalhar com a FremantleMedia [produtora do 'Factor X']?
- Já conheço esta equipa de outros projetos que fizeram para a SIC. Eles já sabem o que precisamos e há uma inter-ajuda fantástica de não só nós de divulgação do próprio formato e de eles para mim, neste caso, facilitando-me o trabalho de bastidores.
- Da apresentação para a representação e o regresso à apresentação. Pergunto-lhe onde é que fica a representação neste momento?
- É um bocadinho difícil explicar porque precisamente fiz esse percurso. São duas paixões. A representação foi ainda ao serviço da TVI, projeto que abracei, mas o meu gosto é mesmo a apresentação na área do entretenimento mas, se puder conciliar melhor. De vez em quando consigo conciliar nas produções da SP Televisão para SIC.
Numa altura em que os anos letivos voltam a fazer parte do dia a dia e quando há milhares de professores ainda sem colocação, o ministro da educação, Nuno Crato, responde hoje à noite na SIC.
A entrevista ao líder governativo da pasta da educação é conduzida pela jornalista Clara de Sousa que irá questionar Nuno Crato sobre questões que preocupam os pais, alunos e professores.
Uma entrevista para seguir mais logo no 'Jornal da Noite'.
No dia em que a SIC Mulher comemora o seu 10 aniversário, o nosso blogue desafiou a diretora do canal para uma entrevista inserida na rubrica 'SICblogue entrevista...' Sofia Carvalho, que faz hoje anos, comemora de forma difente de há 10 anos para cá. Ao SICblogue, a diretora executiva do canal feminino do grupo Impresa fala dos 10anos da SIC Mulher, do Querido Mudei a Casa e do desafio de gerir a revista Activa!
A SIC Mulher faz hoje 10 anos de existência. Qual é o balanço que faz deste tempo?
Um balanço muito positivo. Houve uma aposta clara da SIC nos canais temáticos, no caso da SIC MULHER, um canal temático dedicado à Mulher que hoje comemora o seu décimo aniversário. O projecto nasceu, cresceu e é hoje um dos canais mais vistos no cabo.
Se fosse hoje, voltava a arriscar na aposta da SIC Mulher?
Sim, sem dúvida, mas talvez de uma forma diferente. Aprendi ao longo destes 10 anos e apostaria nalguns conteúdos que hoje sei que seriam mais rentáveis do que me pareceram na altura. De qualquer forma as decisões seriam muito idênticas.
Há concorrência para a SIC Mulher em termos de canais temáticos?
Há sempre concorrência. A audiência é um alvo em movimento. Um jogo de futebol pode ser concorrência para a SIC MULHER. Se entendermos que hoje há canais dedicados exclusivamente à culinária, e que no passado a culinária fazia parte do universo feminino, podemos ver como as coisas estão abertas.
Neste mês vamos ter estreias?
Sim. Hoje, dia 8 de Março, vamos ter uma programação Especial que assinala o 10º aniversário do canal. Vamos estrear “À sua medida” uma magazine nacional de Lifestyle apresentado pela Raquel Strada. Um programa que abordará temos como a Moda, Beleza, Culinária. Em meados do mês vamos estrear a 2ª temporada do programa 100 Tabus, apresentado pela Sexóloga Marta Crawford, onde os temas ligados à sexologia são abordados de uma forma descontraída, sem Tabus. Vamos ainda estrear mais uma temporada do programa “Querido, Mudei a Casa”, e teremos também algumas estreias internacionais. Vamos também assinalar este dia com uma festa que faremos em conjunto com a Moda Lisboa.
É cara de um dos programas mais bem sucedidos: o “Querido Mudei a Casa”. O que é que a fez aceitar o desafio?
Aceitei o desafio por 2 razões; razões orçamentais, na altura não tínhamos possibilidade de pagar cachet a uma apresentadora, e também pelo interesse que eu tinha no desafio que era apresentar um programa.
O que é que os portugueses ainda podem esperar do canal?
Podem esperar para ver.
É fácil conciliar a direcção do canal com a apresentação do programa?
Tudo se torna mais fácil quando queremos.
Curiosamente faz anos no dia do aniversário do canal. É dia de festa dupla?
É uma festa tripla. É o dia do aniversário do canal, o dia Internacional da Mulher e curiosamente é o dia do meu aniversário. Só motivos de celebração!
Em 2004, a propósito da comemoração do primeiro aniversário da SIC Mulher, referiu que faltavam homens do canal. Ainda mantém a opinião que tinha?
Ao longo destes anos fomos tendo a participação masculina nalguns programas. O objectivo é continuar assim.
Recentemente abraçou um novo projecto: a direcção da revista Activa, também do grupo Impresa. Foi um novo desafio?
Como é que está a correr? Sim, é um grande desafio. Ainda é tudo muito recente mas está a correr muito bem.
O SICBLOGUE AGRADECE A DISPONIBILIDADE DEMONSTRADA PELA SOFIA CARVALHO PARA QUE ESTA ENTREVISTA FOSSE POSSÍVEL
12 anos passaram e o nosso entrevistado continua a vestir a camisola da SIC Notícias. Da “Edição da Manhã” ao “Jornal das 7”, Rodrigo Pratas já passou por vários noticiários do canal que comemora hoje mais um aniversário. O SIC Blogue aproveitou a ocasião para desafiar Rodrigo Pratas a contar-nos algumas coisas sobre a SIC Notícias e sobre si próprio.
Afinal quem é o Rodrigo Pratas?
Sou jornalista da SIC Notícias, canal do qual sou membro fundador.
Conte-nos um pouco do seu percurso até ingressar na SIC
Estudei na Universidade Católica e depois frequentei o curso de Formação geral em Jornalismo no CENJOR, em paralelo com a formação prática de Jornalismo Televisivo na ETIC.
Como é que chega à SIC?
Cheguei à SIC pela mão de Vítor Moura-Pinto (ex-director-adjunto do canal) que me convidou para integrar a equipa inicial da SIC Notícias como jornalista estagiário.
Ainda se lembra do primeiro dia na estação?
Lembro-me bastante bem do nervosismo com que arrancámos, certos contudo de que estávamos prontos para provar ao País que era indispensável a existência de um canal de notícias 24 horas. 12 anos depois, a SIC Notícias continua a ser a preferida dos portugueses.
Que ingredientes fazem da SIC Notícias diferente?
Os mesmos ingredientes que fazem parte da génese do canal: rigor, sobriedade, isenção, credibilidade. Aplicamo-los todos os dias com a mesma intensidade da primeira hora.
Em termos de audiências com a mudança do painel para a GfK, a SIC trocou de posição com outros canais. Preocupa-o esta perda?
A perda de audiências, no novo modelo de medição, não retira à SIC Notícias a força de uma marca que habituou os portugueses à qualidade de 12 anos...
Em 12 anos o que é que mudou na SIC Notícias?
Saíram colegas e amigos, entraram novos companheiros de trabalho; mudou-se cenários, grafismos e identidades sonoras; adicionaram-se tecnologias que nos aproximam de quem mais interessa: o cidadão!
Que momentos é que guarda desde que está na estação?
São inúmeros e por isso não os posso elencar a todos. Mas recordo-me de um em particular: o maremoto de 2004, no sudeste asiático. No final da minha semana de estreia na apresentação de noticiários, terminei a minha madrugada a dar a notícia de última hora que mais desenvolvimentos teve. De 200 mortos, no Sri Lanka, saltou rapidamente para milhares... e depois para os 300 mil finais. Foi um marco grande no meu percurso enquanto pivot.
Qual foi o momento mais embaraçoso que já teve em frente às câmaras?
Um dos mais embaraçosos foi, inadvertidamente, em 2011, ter rematado um directo em que falara o novo secretário-geral do PS dizendo: "a declaração de António José Teixeira", quando, na realidade me referia a Seguro! Mas para mim, o hábito era associar António José ao apelido Teixeira, o do meu director... que não achou muita piada.
Qual foi a melhor notícia que deu ao longo destes doze anos?
Vanessa Fernandes medalhada em Pequim 2008! Um orgulho para qualquer cidadão português!
Ambiciona chegar à generalista?
Sim! Não para ter mais audiência mas porque, assim, poderia chegar a mais pessoas e, logo, veicular a notícia ainda para mais cidadãos.
Como é que vê a atual situação da RTP?É contra ou a favor da privatização?
Discordo da privatização da RTP porque considero, por princípio, que um serviço público deve ser prestado pelo Estado. Seja em que área for.
Tem uma página de fãs no Facebook. É uma boa forma de se manter em contacto com os telespectadores?
É uma forma mais directa de manter contacto com os espectadores da SIC Notícias e, assim, receber críticas (e elogios) mais facilmente e poder, em conjunto com o cidadão, prestar um melhor serviço jornalístico. Grandes vantagens da internet...
A pergunta da praxe… o que é a SIC para si?
Para mim, a SIC sempre foi e sempre será um espaço de grandes profissionais onde, apesar das dificuldades, se consegue fazer jornalismo de qualidade e livre, dos poderes político e económico.
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O SICBlogue aproveita a ocasião para agradecer a disponibilidade do
jornalistaRodrigo Pratas para que este momento fosse possível!