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Contacto acaba amanhã depois de 3 anos e meio

Três anos e meio depois o Contacto despede-se dos espectadores amanhã. Nuno Graciano, Rita Ferro Rodrigues, Cláudia Semedo, Ana Rita Clara, Nuno Eiró e Maya foram os apresentadores deste talk-show que chegou a liderar as audiências nas tardes televisivas de Portugal. Nascido pela mão de Francisco Penim no ano de 2006 o Contacto despede-se três anos e meio depois. Risos, gargalhadas, humor, muita música, convidados de luxo, choro e solidariedade fizeram parte do dia a dia dos portugueses sem contar com o maior passatempo integrado num programa de televisão sem ser concursos. Muito dinheirinho deu o “Dominó”… Vamos ter saudades do Nuno Graciano e de Maya. Foi há quase um ano que Rita Ferro Rodrigues deixou o programa… Ana Rita Clara e Nuno Eiró foram os anfitriões do programa durante as férias dos apresentadores “oficiais” do programa. Dois cenários diferentes. O humor sempre fez parte deste programa: Francisco Menezes, Carlos M. Cunha, Ricardo Peres e César Mourão, além de Carlos Cunha, de Fernando Rocha, entre muitos outros… Também se “cuscou” muito neste programa na rubrica “Calor da Tarde” com comentadores como José Castelo Branco, João Malheiro, Marta Cardoso, Cláudia Jacques entre outros. A presença assídua das sextas-feiras era Luciana Abreu com a sua rubrica semanal. Bibá Pitta também passou pelo Contacto…
Enfim, um sem número de coisas de passaram… que ficam para a história da Tv Portuguesa.

"Nunos & Nunettes" no Contacto

Quando se juntam dois Nunos não pode dar bom resultado. Ainda por cima depois do “Flagrante Delírio”! Nuno Eiró e Nuno Graciano apresentam “Nunos & Nunettes”. Mais de uma hora de diversão garantida com risotas e gargalhadas é que os dois prometem. A apresentação do grupo aconteceu esta tarde no programa “Contacto”. Para aceder ao site do grupo clique aqui. Veja o vídeo em baixo.

"Portugal de lés a lés" arranca dia 29

'Portugal de Lés a Lés’ é o nome do programa de Verão da SIC, que estreia no dia 29. Merche Romero, Vanessa Oliveira e Liliana Campos fazem dupla com Nuno Graciano, Nuno Eiró e José Figueiras, respectivamente, neste formato de entretenimento que vai percorrer o País ao longo de 55 dias. Ana Rita Clara, Raquel Strada e João Manzarra são os repórteres de serviço.
Com exibição de segunda a sexta-feira em dois horários, de manhã e à tarde, e em directo, ‘Portugal de Lés a Lés’ visitará 55 localidades durante os meses de Verão.
"A maioria das regiões que vamos visitar são do Litoral, mas também vamos ao Interior. Temos ainda a ambição de ir à Madeira e aos Açores, mas não está confirmado", adiantou anteontem ao CM Nuno Santos, director de Programas da SIC, à margem das ‘Marchas Populares de Lisboa’.
"Pretendemos colocar a SIC na vida dos portugueses e mostrar o País em férias com um formato de entretenimento que terá jogos, música, entrevistas e contará com a participação do público. Será um programa divertido de acordo com o Verão", acrescenta.
Manolo Bello, responsável da produtora Comunicasom, com quem a SIC trabalha há cerca de 15 anos, irá prestar apoio técnico no ‘Portugal de Lés a Lés’. O programa de Verão terá de resto produção interna da estação de Francisco Pinto Balsemão.
PORMENORES
VERÃO
Os programas ‘Fátima’ e ‘Contacto’, exibidos, respectivamente, de manhã e à tarde, despedem-se dia 26 de Junho.
POPULAR
O novo formato da estação de Carnaxide pretende voltar aproximar a SIC do público, um desejo há muito manifestado pelo director-geral Luís Marques.
fonte: site CM

Pelos caminhos de Portugal... a partir de dia 29

Começa dia 29 de Junho o périplo da equipa da SIC pelo país. A grande operação televisiva que estacionará em 55 locais de Norte a Sul para gravar em directo vai envolver nove apresentadores: Nuno Eiró, Nuno Graciano, José Figueiras, João Manzarra, que transita da SIC radical, são o núcleo masculino. Vanessa OLiveira, Raquel Strada, Merche Romero, Ana Rita Clara e Liliana Campos, as suas parceiras.
Em vez de duplas, estarão a funcionar grupo de três apresentadores. De manhã, estará um trio e à tarde outro. E vão-se revezando.
A aposta na proximidade com os espectadores, levará os profissionais da SIC até às vilas e praias espalhadas pelo país.
Anteontem, note-se, José Eduardo Moniz, director-geral da TVI, concorrente da SIC, referiu-se a esta operação, indirectamente, assinalando que a produção afecta à sua empresa não pode ser feita fora do estúdio por uma questão de ordem financeira.
fonte: JN

Fátima Lopes regressa com as Marchas

Em grande. É o que se pode dizer da forma como Fátima Lopes vai regressar à antena da SIC, depois da licença de maternidade. A apresentadora das manhãs de Carnaxide (antes da entrada de Merche Romero, que a substituiu) vai ser a principal cara da emissão em directo das Marchas Populares de Lisboa, que acontecem dia 12, na Avenida da Liberdade.
"Até Setembro farei emissões especiais. O meu regresso assíduo vai acontecer em Setembro, quando arrancar a nova grelha. Em relação às marchas, posso dizer que fiquei muito contente quando o Nuno [Santos, director de programas da SIC] me convidou. Agrada-me particularmente por ser uma emissão próxima das pessoas. Sempre trabalhei para o povo e orgulho-me disso."
E que pensa Fátima Lopes da apresentadora que a substituiu no programa Fátima, por causa da licença de maternidade? "Nunca vejo tudo, por causa das minhas responsabilidades como mãe, mas ela evoluiu imenso e nota-se que se tem adaptado ao formato, que não é fácil", respondeu, elogiando a colega. as nem só a recente mamã vai estar na emissão das marchas. José Figueiras (co-apresentador), Ana Rita Clara, Vanessa Oliveira, João Manzarra e Nuno Eiró são as outras caras da transmissão.
Entretanto, Nuno Santos anunciou que a série portuguesa Cenas de Um Casamento (formato espanhol) estreia-se na segunda-feira, logo a seguir ao concurso Salve-se Quem Puder.
fonte: DN

Nuno Graciano > "Todos os dias sinto a guilhotina das audiências"

A preparar uma versão nacional de ‘apanhados’ para 2009, o apresentador de ‘Não Há Crise!’ não teme a concorrência da TVI: “Eles é que deviam estar preocupados!”
Não Há Crise!’ veio provar que os formatos simples e baratos dão resultado. Estava à espera deste sucesso?
Na altura do aniversário da SIC, o Nuno Santos [director de Programas] pediu-me para fazer umas brincadeiras a uns colegas. Deu-me imenso prazer e resultou muito bem. Percebi que estava cheio de saudades de fazer ‘apanhados’, apesar de ter prometido a mim mesmo que não voltaria a fazê-los. Além disso, fiquei surpreendido com o facto das pessoas me abordarem na rua a pedir para voltar com este formato. Surgiu então o ‘Não Há Crise!’, um programa com uma linguagem simples, que as pessoas apreciam, e que até pode ser visto sem som. Aliás, sei que há muitos restaurantes que sintonizam na SIC ao sábado à noite. É uma fórmula barata e simples, que resulta muito bem, mas vai ter que evoluir.
E por isso vai apostar numa versão nacional do ‘Não Há Crise!’ para 2009?
Já estamos a trabalhar nisso, pois está na altura de fazer umas coisas com graça a nível nacional, mas não posso adiantar muito mais, a não ser que vai ser diferente de tudo aquilo que já se fez. Já disse à direcção de Programas que, para me envolver novamente numa produção nacional, quero ter meios que nunca tive. É que, muitas vezes, são estes que decidem a qualidade do trabalho e eu tenho a responsabilidade de oferecer ‘apanhados’ de qualidade às pessoas.
Vai continuar a fazer concorrência ao ‘Caia quem Caia’, da TVI?
O programa estreia para o ano, mas ainda não sei a data. Seja como for, temos a consciência de que no outro canal também existe um programa de humor. Contudo, tendo em conta a estrutura e o investimento do ‘Caia quem Caia’, que é uma grande aposta da TVI fora da ficção, acho que eles é que devem estar preocupados com o ‘Não Há Crise!’...
Mas sente a pressão das audiências...
Todos os dias. A guilhotina das audiências está sempre presente. Acordo diariamente com uma mensagem no telemóvel a informar-me sobre os resultados do ‘Contacto’ no dia anterior. Sou constante e sistematicamente confrontado com isso, mas é uma pressão que sempre senti ao longo da minha vida profissional.
Hoje mais do que nunca?
Nem por isso. É assim desde que entrei para a SIC e deve ser assim em todas as estações. Só quando estive na RTP é que senti menos essa pressão. Mas não me assusto com isso. Na verdade, ajuda-me a ser mais responsável, a trabalhar mais e melhor.
Voltando à versão nacional do ‘Não Há Crise!’. O Nuno será, mais uma vez, o ‘cérebro’ do programa?
Será tudo feito por mim. Sou eu que imagino as situações e sou eu que faço a direcção dos ‘apanhados’, ou seja, sou a voz no auricular dos actores que lhes dá todas as indicações sobre o que fazer e dizer. A arte dos ‘apanhados’ também passa por arquitectar a história na altura em que se está a gravar, pois as pessoas nem sempre reagem como nós queremos.
É difícil impor limites às brincadeiras, de forma a evitar o mau gosto?
Onde é que está a fronteira entre a brincadeira e o gozo? É uma noção que tenho que ter: brincar em vez de gozar com as pessoas. Ao contrário do que os espectadores possam pensar, fazer ‘apanhados’ é muito trabalhoso. É a antítese do que geralmente é feito em televisão, pois tudo gira em torno do imprevisto, a imagem nem sempre é a melhor, uma vez que é tudo filmado às escondidas, as reacções são as mais diversas... E as coisas nem sempre correm como esperavamos.
Vai deixar o ‘Contacto’ para se dedicar a este novo projecto?
Isso é uma pergunta para o Nuno Santos. O ‘Contacto’ é um programa vencedor de audiências no horário das 16h30 às 18h00. Por isso temos que tratá-lo bem, até porque tem uma responsabilidade social de fazer companhia aos telespectadores. Não quero defraudar todas aquelas pessoas que me tratam carinhosamente por ‘Tio Careca’. Porém, tudo na vida tem uma duração e eu já estou há três anos a apresentar o programa, pelo que é normal que sinta vontade de fazer outras coisas. Para já, o que posso dizer é que não está previsto abandonar o ‘Contacto’, mas é possível que tenha de me ausentar de vez em quando.
Se tiver de deixar o formato, quem gostaria que o substituísse?
Existem vários colegas na SIC que poderiam perfeitamente apresentar o ‘Contacto’, desde o José Figueiras ao Nuno Eiró.
Sente um desgaste a nível de imagem por estar a apresentar um programa de segunda a sexta-feira?
Sei que o meu desempenho é avaliado diariamente, mas isso não me custa, pois não represento qualquer papel ao apresentar ‘Contacto’. Sou eu mesmo. Por outro lado, concordo com o Manuel Luís Goucha quando ele diz que o público fica zangado connosco quando desaparecemos, uma vez que nos considera um amigo. É preciso ter muito cuidado, sobretudo em programas como este, que é uma companhia para muitas pessoas.
NOVO PROGRAMA > 'CHEGA DE HUMOR'
Em 2009 vai ter, finalmente, a oportunidade de apresentar o programa da sua vida?
Sim. É o menino dos meus olhos, pois penso nele desde garoto. Posso dizer que é um projecto inesgotável, que posso fazer durante muito tempo, e que já está a ser preparado.
É uma ideia original?
Hoje em dia já não se inventa nada, mas é a primeira vez que se faz algo deste género em Portugal.
Será semanal ou diário?
Ainda não sei. Mas imagino-o como um programa semanal.
Será de humor?
Não. Já chega de humor. Hoje, graças às equipas com quem já trabalhei, nomeadamente do ‘Contacto’, sinto-me capaz de fazer um pouco de tudo.
PERFIL
Nuno Graciano, que celebrou 40 anos dia 7 de Dezembro, já conta com 15 de carreira. Depois de passar pela TVI e RTP, o apresentador tornou-se no rostos dos programas de ‘apanhados’ em Portugal na SIC, com ‘Ri-te, Ri-te’, ‘Os Apanhados da Bola’, ‘Flagrante Delírio’ e agora ‘Não Há Crise!’ A par destes formatos, Nuno Graciano participou como actor em ‘Uma Aventura’ e ‘Floribella’.
fonte & foto: CM