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A Rede Social este sábado na SIC

É já este sábado que a SIC emite o filme relacionado com o Facebook. "A rede social" mais badalada dos últimos anos teve direito a filme que esteve durante vários meses em exibição nas salas de cinema do Mundo.

Certa noite no ano de 2003, o génio da programação e aluno de Harvard, Mark Zuckerberg, senta-se ao computador e começa a trabalhar numa nova ideia. Aquilo que inicialmente era apenas uma mistura de programação e blogging, cedo se tornou numa rede social à escala mundial, que revolucionou a forma de comunicar. Seis anos e 500 milhões de amigos depois, Mark Zuckerberg é o mais novo bilionário da História... mas para este empresário, o sucesso vai trazer-lhe também problemas pessoais e legais.

"Não quero falar desse assunto" pede Manuela Moura Guedes

Para Manuela Moura Guedes a sua fugaz passagem pelo canal é um assunto encerrado. "Não quero falar desse assunto", pede a jornalista que iria ter um programa semanal intitulado de Rede Social e que estrearia em Março e foi sendo adiado pela direcção de programas.
Recorde-se que Manuela Moura Guedes chegou a participar em várias reuniões com a direcção de programas da estação sobre o formato e o conteúdo do projecto.
A jornalista ainda chegou a ter uma aparição no canal do qual viria a fazer parte. Foi prestar uma homenagem ao seu marido José Eduardo Moniz ao programa Querida Júlia.

Manuela Moura Guedes não tem vínculo à SIC

Manuela Moura Guedes ainda não assinou contrato de trabalho com a SIC, apurou o CM. A jornalista, anunciada como reforço da estação de Carnaxide em Novembro do ano passado, continua sem vínculo laboral ao canal, apesar de estar a trabalhar há meses em ‘A Rede Social’, o magazine de informação que deve coordenar quando se estrear na SIC.
Contactada pelo CM, Manuela Moura Guedes apenas diz: "Não confirmo nem desminto." Na SIC, também não há comentários sobre a ligação da jornalista a Carnaxide.
Isto significa que a Moura Guedes ainda não recebeu qualquer remuneração da estação. De recordar que o objectivo era celebrar um contrato de prestação de serviços (recibos verdes) que estaria em vigor durante a exibição do programa, cuja primeira série foi projectada para 13 episódios que apostam em reportagens e jornalismo de investigação e contam ainda com debates e entrevistas em estúdio. Em Novembro, aquando do anúncio, Luís Marques, director-geral da SIC, afirmou: "Estamos a procurar um bom modelo para a Manuela. Queremos um programa irreverente, inovador, diferente, que seja a cara dela, e isso é algo que exige algum tempo e ponderação."
A estreia de Manuela Moura Guedes, anunciada para Fevereiro, foi sendo adiada, até que, em Abril, Luís Marques revelou que o formato não chegaria antes das eleições: "O ciclo político atrasou a agenda, que vai ser muito intensa." Na altura, questionado sobre a possibilidade de o programa estrear em Outubro, a resposta foi evasiva. "Prefiro não me comprometer com datas", declarou Luís Marques.

"É pena não estar no activo" > Manuela Moura Guedes

Manuela Moura Guedes lamenta não estar "a fazer jornalismo agora", mas o programa que criou para a SIC, ‘Rede Social’, acabou por ser adiado devido às eleições antecipadas e não por "quaisquer tipo de exigências minhas", garante. A estreia do espaço de informação, que terá coordenação de Carlos Rodrigues, subdirector de Informação da estação de Carnaxide, está agendada para Setembro.
"É uma pena não poder estar no activo neste momento, a mostrar o País aos portugueses. Agora é que o ‘Jornal de 6ª’ devia estar no ar, porque o tempo veio provar que não fazia uma campanha negra, mas retratava uma situação real e negra", recorda.

Plano Inclinado de Mário Crespo adiado

As eleições legislativas antecipadas trocaram as voltas na grelha da SIC, que se viu forçada a adiar pelo menos dois programas. O director-geral da estação, Luís Marques, já admitiu que "as eleições e o ciclo político atrasaram a agenda, que vai ser muito intensa, com entrevistas e debates", situação que se repete na SIC Notícias e afecta o regresso de Mário Crespo.
Ao CM, fonte de Carnaxide confirmou que "para já, não há espaço" para ‘Plano Inclinado’, o formato conduzido por Crespo e que foi suspenso em Fevereiro. O jornalista, que apresenta ainda ‘60 Minutos’ e ‘Jornal das Nove’, está afastado do ecrã há um mês e encontra-se de férias em Washington, nos EUA, onde foi durante vários anos correspondente. "Não antevejo grandes alterações em grelha até ao fim do plano eleitoral", adiantou ao CM. Crespo garante, no entanto, que vai regressar com um formato reformulado, que pode passar pela actualização do programa ou um conteúdo original. "Quando saí, estávamos a tratar de um formato em que pudesse ter outro tipo de protagonismo, mas com as mesmas características", revela o jornalista.
Também a estreia de Manuela Moura Guedes, na SIC generalista, ficou comprometida pelo calendário eleitoral, uma vez que "não vai ser fácil encaixar" o programa que a jornalista prepara para a estação, reconheceu Luís Marques.
CM

SIC não se compromete com datas para a estreia de Rede Social

O formato que está pensado para a jornalista conduzir no canal de Balsemão não deve estrear-se nos próximos meses e a culpa é da conjuntura política portuguesa, diz Luís Marques.
O programa que está pensado para Manuela Moura Guedes conduzir na SIC não deve estrear-se nos próximos meses e a culpa é da conjuntura política portuguesa. "Estamos a preparar a nossa emissão por causa das eleições [a 5 de Junho]. Esta é uma altura complicada. Não vai ser fácil encaixar o programa da Manuela Moura Guedes", avançou Luís Marques.
O director-geral da estação de Carnaxide explicou que, apesar das negociações com a jornalista já terem terminado, ainda está por determinar qual "a melhor altura" para Manuela Moura Guedes regressar à antena televisiva.
Questionado se o programa, intitulado A Rede Social, se estreia antes de Setembro, mês oficial da reentré televisiva, Luís Marques limitou-se a responder que não se quer "comprometer" com datas.
DN

Os trunfos da informação SIC estão na coerência e credibilidade

Alcides Vieira encara com serenidade as mudanças na TVI e diz que os trunfos do canal de Carnaxide estão na coerência editorial e na estabilidade.
A conversa dura mais de duas horas, mas o tempo passa sem que se dê por isso. Alcides Vieira, 52 anos, está há 34 anos no jornalismo, quase 30 deles passados na televisão. Esteve 11 na RTP e 18 na SIC, onde sempre foi director de informação. Mas confessa que não gosta da exposição que a televisão oferece. Prefere conversas longe das câmaras, gosta de falar sobre boas ideias, e é aí que se espraia. Os assuntos incidem sobre o modo como a SIC encara uma possível revolução na informação da TVI, o que prepara o canal de Carnaxide para responder a essa realidade. E como a crise política, social e económica que se vive em Portugal coloca desafios ímpares ao jornalismo.
Pela redacção coordenada por Alcides Vieira já passaram os responsáveis, não só de informação mas de programação, de outros canais - como José Fragoso, director de programas da RTP, Nuno Santos, actual director de informação da RTP, ou José Alberto Carvalho, agora na direcção de informação da TVI. E muitos jornalistas que dão a cara todos os dias por outras estações, como João Adelino Faria, Alberta Marques Fernandes e José Esteves, na RTP. E trabalhou também na redacção da SIC com o administrador da RTP Luís Marinho e com o próprio director-geral da SIC, Luís Marques.
Talvez por isso confesse que encara com muita serenidade as apostas da concorrência, mesmo quando a rival privada TVI, líder incontestada de audiências há seis anos, anuncia que vai "reposicionar" a sua informação no âmbito da entrada de José Alberto Carvalho e Judite de Sousa para a direcção de informação.
"Não se muda assim a informação de um canal de um dia para o outro", responde sobre a ambição de José Alberto. "As estratégias dos canais não podem ser erráticas. É preciso coerência editorial e persistência. Na SIC temos os mesmos pivôs nos respectivos espaços de informação no ar durante anos. É preciso criar familiaridade. Somos o canal que mais aposta em reportagem e há mais anos, temos dossiers temáticos. Isso é coerência."
Defende uma palavra para classificar o ambiente na informação da SIC: estabilidade. "A nossa estabilidade vem da força que o canal tem na informação. Sem uma equipa com qualificação muito acima da média isso não aconteceria. Temos profissionais que nos acompanham desde o princípio. Posso dizer que o núcleo duro do início da SIC mantém-se", diz, salvaguardando as saídas em 2001, quando Emídio Rangel, director do canal, saiu para a RTP. "Esta escola da SIC está nos canais da concorrência."
E acredita que a linha traçada por uma direcção de programas tem de acompanhar aquela que é a estratégia para a informação. Nesse caso não teme que apostas na área do entretenimento como Peso Pesado (versão portuguesa do sucesso internacional Biggest Loser), em que a SIC vai apostar agora em Maio, ou que a linha de orientação traçada para as manhãs da SIC, de cariz mais popular, fira essa máxima? Alcides Vieira desvaloriza a pergunta. "As grelhas da SIC não se estão a alterar assim tanto. As manhãs já seguiam a mesma linha há muito tempo. Tanto a programação como a informação dedicam-se, na sua generalidade, a pessoas jovens e activas, entre os 35 e 45 anos, muito exigentes e que interagem muito com a estação desde o primeiro dia. Lideramos nas classes média e alta, ao contrário, por exemplo, da RTP, dirigida a um público mais velho, com muitos espectadores de mais de 64 anos, que são um alvo mais passivo. Esta realidade reflecte-se muito na informação do canal."
Realça o património fundamental para a informação da SIC que é a SIC Notícias, líder no cabo e entre os canais de sinal fechado de notícias. "A SIC Notícias é uma referência." E só quer dizer uma coisa sobre a contratação de Manuela Moura Guedes para Carnaxide, com um programa (que se poderá chamar Rede Social) já muitas vezes anunciado mas que ainda não chegou: "Estamos a trabalhar um programa diferente do que se faz."

Director Geral contente com os resultados e optimista quanto ao futuro

Luís Marques, director-geral, fala dos resultados: "É muito positivo e abre-nos boas perspectivas para este ano. Sabemos que vai ser um ano difícil, de qualquer modo estamos optimistas". Este responsável promete uma oferta ainda mais competitiva, "mas ponderada".
"Esperamos cumprir o plano traçado", disse Luís Marques referindo-se ao programa de Manuela Moura Guedes, ‘A Rede Social’, ainda sem data de estreia prevista. "Estamos a trabalhar nisso e se queremos um bom produto ele tem de ser bem estruturado de início". Luís Marques adverte ainda para as dificuldades de mercado "e agora esta questão da audiometria deixa adivinhar tempos um pouco adversos". Para o director-geral da SIC a guerra entre a Marktest e a GfK "vai marcar todos os operadores". Para manter os resultados do trimestre, Luís Marques acredita que em muito irá contribuir o programa ‘Peso Pesado’.
CM