Perdoa-me no Perdidos e Achados

A SIC foi pioneira num novo formato de programas de entretenimento, em Portugal. Em 1994 , o programa ‘Perdoa-me’ introduziu a “emoção” protagonizada por pessoas comuns que contavam episódios da vida , em estúdio.
Dois amigos, finalistas de agronomia, não resistiram ao apelo da televisão privada, em articulação com o grupo da faculdade criaram uma história fictícia, partindo de uma experiência que tinham vivido.

A produção do “Perdoa-me “ não duvidou da veracidade e o programa foi para “ar” atingindo um share histórico, 53.5%. Tristão Malheiro foi ao programa pedir perdão ao melhor amigo Bork Jusek , por lhe ter roubado a namorada o que desencadeou uma briga entre amigos e a quebra de laços de amizade, durante os quatro anos do curso de agronomia.
O momento alto da emissão era assinalado pela entrada ou não do ofendido na porta do ‘Perdoa-me’. Dias depois do programa ir para o “ar” revistas e jornais faziam manchete com a performance dos rapazes, questionando a veracidade da história e até que ponto a apresentadora do programa , Alexandra Lencastre, tinha acreditado ou não nos dois amigos. No próximo sábado, não perca os detalhes do enredo planeados pelo grupo de finalistas de agronomia no ‘Perdidos e achados’.
Jornalista: Paula Castanho
Repórter de Imagem: José Silva
Edição de Imagem: José Dias da Silva
Grafismo: Patrícia Reis
Produção: Cláudia Araújo, Madalena Durão
Coordenação: Maria João Ruela
