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Concorreu ao Ídolos e processa canal

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A edição deste ano do programa 'Ídolos' já está marcada pela polémica. No passado dia 3 de maio um dos concorrentes, considerado como cromo pela produção do formato, a cargo da FremantleMedia, levou com orelhas que foram aumentando à medida que prestava a sua audição na primeira fase de castings do programa.

As reações não se fizeram esperar e foram muitos os que se manifestaram contra as imagens que foram emitidas durante o formato conduzido por João Manzarra.

O facto levou o canal a emitir um comunicado onde revela "disponibilizar todo o apoio que seja considerado necessário para minorar os efeitos que esta situação causou".

Já a ERC, Entidade Reguladora da Comunicação Social recebeu mais de uma dezena de queixas relativas ao formato e ao caso em concreto.

Alexandre Rebelo, 16 anos, é o jovem em causa e garante que a SIC vai ter um processo porque não vai querer com que a estação faça "com outros o que fez comigo".

Pluralismo partidário vigiado pela ERC

Quer a SIC quer a TVI vão passar a ter o ‘cerco’ mais apertado. Tudo isto porque a ERC (Entidade Reguladora da Comunicação Social) promete passar a vigiar o pluralismo político das duas estações privadas. 
O objectivo, segundo a edição deste sábado do jornal Público, passa por fiscalizar menos e monitorizar mais deixando de usar com tanta exigência as quotas representativas de cada partido decorrentes dos resultados eleitorais.

Peso Pesado com "vertente pedagógica" segundo a ERC

A Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) analisou as participações de alegada «violação da dignidade da pessoa humana» recebidas contra o programa «Peso Pesado» e concluiu que o programa estreado na SIC assume uma vertente pedagógica.
Segundo a edição eletrónica do mensal Briefing, em causa estavam duas participações referentes à exibição do programa “pela alegada violação da dignidade da pessoa humana”. O Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deliberou “não dar por verificada” essa violação.
As participações dirigidas contra este programa remetiam para o eventual incumprimento, pela SIC, “dos limites legalmente estabelecidos ao exercício da liberdade de programação televisiva, no que se refere, designadamente, ao respeito pela dignidade humana e por direitos, liberdades e garantias”, explica em comunicado a entidade reguladora.
Para o Conselho Regulador, “no episódio do programa que foi objecto das participações, foram identificadas algumas cenas potencialmente conflituantes com a dignidade de alguns concorrentes, o que estaria em linha com a percepção manifestada pelos participantes”.
DD

SIC e Meo criam canal "Peso Pesado"

A SIC e o Meo estão a ultimar um acordo para lançar um canal de televisão dedicado em exclusivo ao programa ‘Peso Pesado’, apurou o CM.
Contactadas, nenhuma das empresas quis comentar esta informação, mas, em resposta a uma solicitação do CM, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) "confirma que deu entrada um pedido de autorização [da SIC] para um serviço de programas de acesso condicionado livre". Ou seja, a divulgação do projecto está dependente da autorização da ERC, que, a exemplo do que aconteceu com ‘Casa dos Segredos’, da TVI, deverá dar a licença solicitada pelo canal de Carnaxide.
O projecto, sabe o nosso jornal, vai implicar o lançamento de um canal de televisão e de uma aplicação interactiva. Contudo, ainda estão por definir os conteúdos da estação. Isto porque, ao contrário de programas como ‘Casa dos Segredos’, ‘Peso Pesado’ não vai ser emitido 100% em directo. O concurso apresentado por Júlia Pinheiro está em gravações desde 19 de Março e a estreia só deverá acontecer no final de Abril ou início de Maio. O que significa que no dia de arranque já vai haver seis semanas de conteúdos gravados.
Os pormenores da parceria deverão ser conhecidos em breve, mas o CM sabe que as duas empresas estão confiantes neste projecto. (...)
CM

ERC processa SIC Radical

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social decidiu instaurar um processo contra a SIC Radical e o programa do humorista Rui Sinel de Cordes pela violação, de "modo flagrante", dos limites à liberdade de programação descritos na lei.
O processo diz respeito ao programa "Rui Sinel de Cordes -- Especial de Natal", transmitido a 24 e 25 de Dezembro passado, e onde a SIC Radical, diz a ERC, "violou, de modo flagrante, os limites à liberdade de programação enunciados" na Lei da Televisão.
O regulador dos media assinala que o programa tinha "conteúdos de violência física e psicológica", "referências discursivas à sexualidade", "referências a pessoas concretas (com particular enfoque em figuras públicas)", "referências com incidência na dignidade humana e direitos, liberdades e garantias" e uma "linguagem grosseira", cenários que a ERC condena ainda para mais num programa transmitido na época do Natal, "momento associado a um conjunto de valores sociais e religiosos daquela quadra festiva".
Referências directas às vítimas de pedofilia da Casa Pia e a crianças com síndrome de Down são também apontadas pela ERC, que realça que não está em causa a legitimidade de Rui Sinel de Cordes em "expressar a sua visão do Natal - ou, aliás, do que quer que seja".
Cumpre apreciar, no entanto, "aspectos particulares do programa que poderão colidir com os limites legalmente definidos, verificando-se a eventual presença de conteúdos que, de alguma forma, desrespeitem a dignidade das pessoas, influam negativamente na formação da personalidade de públicos mais jovens e/ ou contribuam para a estigmatização de pessoas ou grupos", diz a deliberação da ERC endereçada à agência Lusa.
Azeredo Lopes, presidente do conselho regulador da entidade, diz que foram "sistematicamente ultrapassadas regras de bom senso" no programa emitido pela SIC Radical, lembrando que depois de três deliberações e advertências sobre o conteúdo foram "ultrapassados todos limites da sensatez".
JN

Sinais de Fogo na ERC

Estreou no final do mês de Fevereiro o novo programa da SIC que marcou o regresso de Miguel Sousa Tavares ao canal. 2 emissões bastaram para que a ERC já tivesse recebido queixas contra o programa vindas de telespectadores.
A questão surgiu principalmente depois da entrevista desta semana em que Gonçalo Amaral (que esteve responsável por casos como o da Madeleine McCann) foi o entrevistado do jornalista. A notícia é avançada esta manhã pelo jornal Correio da Manhã que refere que foram 3 as queixas que já chegaram ao regulador da Comunicação Social.

ERC exige parte da venda da SIC

A compra da Media Capital (que detém a TVI) pela Ongoing só irá para a frente se a empresa da Nuno Vasconcellos vender a participação (23%) que possui da Impresa (dona da SIC). Esta foi a condição imposta pela ERC no parecer vinculativo ontem tornado público.
No documento da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) pode ler-se que o órgão "manifesta a sua oposição ao projecto de concentração enquanto a Ongoing não efectivar a venda da totalidade da participação que detém no capital da Impresa". Ou seja, o processo fica suspenso até que a empresa de Vasconcellos se desfaça do capital. Sem isso, não há negócio.
A reguladora considera que a operação pode pôr em risco a "salvaguarda da diversidade e do pluralismo", nos canais generalistas das duas empresas e nos "temáticos informativos" (SIC Notícias e TVI 24). E que a condição de accionista permite a obtenção de informação, "de acesso geralmente vedado aos concorrentes nos termos da lei".
Quando o quadro se alterar é que o parecer passará a positivo e a Autoridade da Concorrência - a quem cabe a decisão final - poderá avançar com o restante procedimento e aprovar, ou não, a Oferta Pública de Aquisição (OPA) à Media Capital (Prisa).
Ongoing reforça intenção
Fonte oficial da Ongoing explicou que ainda é aguardado "a notificação oficial do parecer" desta entidade. Mas que mantém o "interesse na operação" de compra dos 35% da Media Capital, o que significa que esta última não vê qualquer inconveniente na venda das acções. Aliás, em Outubro, depois de ter renunciado aos cargos nos órgãos sociais da Impresa, Nuno Vasconcellos afirmou que o interesse na empresa de Pinto Balsemão deixava de ser "estratégico" para se tornar "financeiro". O investidor Joe Berardo, que anteriormente já tinha manifestado vontade em comprar as acções, disse ontem que, apesar de ainda não "conhecer as condições", pretende "analisar" a hipótese. Segundo fonte da Ongoing, citada pela agência Lusa, existirá ainda um outro investidor. Da parte da dona da SIC, a decisão da ERC é considerada "correcta", indo ao "encontro das dúvidas que em momento oportuno manifestámos relativamente à existência de um accionista de referência comum à Impresa e a um grupo". Recorde-se que Pinto Balsemão detém 51,7% do capital.
Segundo o acordo parassocial celebrado entre a Ongoing e a Vertix (da Prisa), apesar de pretender comprar apenas 35% da Media Capital, Nuno Vasconcellos irá ocupar o cargo de presidente do Conselho de Administração.
fonte: site JN

SIC K com aprovação da ERC

ERC autoriza criação de novos canais infantis, o SIC K deverá arrancar em Dezembro
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) autorizou a criação de dois novos canais de televisão e a alteração da jurisdição de outros três, todos por cabo, divulgou hoje o organismo regulador.
O SIC K, é um novo canal para o público infantil que será lançado pelo grupo Impresa e emitido pela operadora para televisão da Portugal Telecom, o Meo, que terá o exclusivo durante os primeiros seis meses. O canal, que a Impresa anunciou em Julho, deverá começar a ser emitido no próximo mês - no Natal a programação infantil é, habitualmente, reforçada - também terá uma componente dedicada aos adolescentes, contando, por exemplo, com o programa dedicado aos jovens e chamado "Factor K".
Negociações entre produtora líder em Espanha e a SIC
Grande parte dos programas para este canal poderão ser fornecidos pela produtora Imira Entertainmen - líder no mercado de Espanha na produção e distribuição de séries de televisão, sobretudo juvenis e infantis - que está em Portugal a negociar com a SIC. O único dos novos canais que era até agora desconhecido chama-se Biggs e será um canal infantil e disponível apenas para assinantes, segundo a autorização divulgada pela ERC.
Biggs "sucede" ao actual Panda
De acordo com a mesma fonte, o Biggs é dedicado a crianças entre os oito e os 14 anos e pretende "cobrir o espaço libertado pelo actual Canal Panda" e "cobrir uma necessidade actual do mercado, dado que o canal Disney é mais vocacionado para o público feminino e os restantes canais infantis para estas idades possuem uma programação pouco diversificada". Detido pela Dreamia, o canal será exibido na Zon TV Cabo, apresentando uma grelha em que metade dos programas é de animação, 30 por cento conteúdos "Live Action/Imagem Real" e o restante produção própria vídeo-clips, concertos e concursos em estúdio.
Outros canais aprovados
O conselho regulador da ERC aprovou ainda os canais Mov, Hollywood e Panda, já disponíveis em Portugal há vários anos. "Estes canais não estavam sediados em Portugal. Estavam sob jurisdição de outro Estado da União Europeia", explicou à Lusa fonte oficial da ERC. As autorizações do Biggs, do Mov, do Hollywood e do Canal Panda foram requeridas pela empresa Dremia.
fonte: SIC Online