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Cinco líderes dos Partidos como nunca os viu a partir de dia 7

Os cinco principais líderes partidários aceitaram participar em reportagens da SIC em que serão mostrados aspectos que normalmente não tornam públicos. Os programas começam a ser exibidos segunda-feira.
Paulo Portas mostra parte da sua casa. Jerónimo de Sousa fala dos netos. Estes são dois dos exemplos revelados sobre os trabalhos assinados por Raquel Alexandra, intitulados "Como nunca os viu" que vão para o ar, antes do "Jornal da noite", na SIC e na SIC Notícias, em simultâneo.
"Não é um trabalho muito convencional. Realiza-se em locais e é sobre temas que normalmente os políticos não tornam públicos, mas que nos ajudam a conhecer os líderes que agora se tornam candidatos", explicou Alcides Vieira, director de Informação da estação de Carnaxide.
Emitidos a uma semana do arranque da campanha eleitoral, o responsável considera que irão para o ar no "'timming' correcto", pois acabam por complementar a informação político-partidária divulgada pelos debates e entrevistas. "Uma dimensão social, humana e familiar que também é importante que os eleitores conheçam, salvaguardando a sua reserva íntima", sublinhou.
Dos cinco - Paulo Portas, Francisco Louçã, Jerónimo de Sousa, Manuela Ferreira Leite e José Sócrates -, apenas a gravação da líder do PSD ainda está por fazer. As restantes encontram-se em fase de edição, mas ainda não é possível determinar qual será o primeiro trabalho a ser transmitido.
Esta aposta insere-se na estratégia da estação de completar o acompanhamento das duas campanhas eleitorais que se avizinham: Legislativas e Autárquicas. Tal como o JN noticiou os "Gato fedorento" estreiam, no mesmo dia em que arranca a primeira (14 de Setembro), um programa de humor diário sobre os acontecimentos que marcam o périplo. Os restantes programas de informação vão, na mesma data, apresentar-se com imagem renovada.
Quanto ao entretenimento, das novidades já conhecidas para a nova temporada televisiva, destacam-se as mudanças nos programas do "day time". O da manhã surge com nova apresentação enquanto que Fátima Lopes, responsável por aquele horário nos últimos anos passa a conduzir a emissão da tarde. As novelas depois de almoço também se mantém.
No horário nobre, até final do mês, mantém-se o concurso "Salve-se quem puder" e uma das apostas é a terceira edição de "Ídolos". O "reality show" será conduzido por Cláudia Vieira e João Manzarra. Mais para a frente estreia a novela "Eterno amor".
fonte: site JN

Paraíso e Eterno Amor na rentrée

Na "rentrée" que se avizinha, a estação de Carnaxide vai estrear, além da novela portuguesa "Eterno Amor", com Luciana Abreu, Ricardo Pereira e Andreia Dinis, um "remake" da TV Globo: "Paraíso", uma trama rural.
Baseada no original de Benedito Ruy Barbosa, datado de 1982, "Paraíso" foi adaptada pela sua filha Edmara Barbosa e tem como tónica central uma história de amor vivida no campo. Em Portugal arranca em Setembro, tal como a nova novela da SIC.
Um olhar. Um sorriso. Um beijo roubado. É o quanto basta para alguém se apaixonar. As auto-promoções da novela deixam claro que, no "remake" de "Paraíso", a sua autora, Edmara Barbosa, aprendera com o pai a fazer de uma trama rural, uma história de amor entre uma jovem criada e um filho do diabo, um enredo com capacidade para encantar e prender os telespectadores.
Não foi à toa que este "remake", estreado no Brasil a 12 de Março deste ano, com 25 pontos de audiência e 47% de "share", bem melhor do que os 23 pontos alcançados com a exibição do último capítulo de "Negócio da China" - na qual participaram os portugueses Joaquim Monchique e Maria Vieira - , que fechou sua média média total em 20.3%, a mais baixa na história do horário.
De acordo com Benedito Ruy Barbosa, o "remake" de "Paraíso" é uma tentativa de atrair de novo o público jovem às novelas. "Perguntam-me onde está o amor nas novelas. Hoje em dia começa logo com o marido a trair a mulher, mulher essa que já dormiu com quatro", ressalta o autor.
A versão original, de 1982, foi gravada no interior do Rio de Janeiro. A nova "Paraíso" mereceu cenas que evocam o Pantanal, novela do mesmo autor, feita há 19 anos pela extinta TV Manchete e cuja versão arrebatou boa audiência para o SBT em 2008.
Responsável pela adaptação, Edmara Barbosa, filha do autor, assegura, porém, que a novela nada tem a ver com Pantanal. "Filmámos no Mato Grosso, a paisagem é diferente. Não tem tanta água e jacaré. Tem bois, pasto e paisagem da Chapada dos Guimarães. Fala da vida no Interior. Tem algo do folclore da Bahia. "O diabinho na garrafa vem um pouco de lá", assegura.
fonte: site JN

Ricardo Pereira gravou no Marquês

Ricardo Pereira surpreendeu ontem quem passava pelo Marquês de Pombal, em Lisboa. O actor, que protagoniza ‘Pedro Cardoso’ na nova novela da SIC, ‘Eterno Amor’, mostrou as suas habilidades de motociclista em cima de uma antiga Vespa.
Um amor impossível. É esta a história que vai preencher o serão dos telespectadores da SIC a partir de Outubro. Ricardo Pereira, na pele de ‘Pedro’, e Sandra Barata Belo, como ‘Leonor’ vão ser um verdadeiro par ‘Romeu e Julieta’ à portuguesa.
‘Leonor’ é descendente de uma família rica. ‘Pedro’ é um rapaz humilde. Conhecem-se no último ano do curso de Arquitectura e apaixonam-se profundamente, contra a vontade do pai, ‘Tomás’.
Como já não bastassem as suas origens humildes, ‘Pedro’ descobre ainda que o ‘futuro sogro’ abusou sexualmente da empregada, que é sua prima, e decide enfrentar o ‘ricaço’. Irritado, ‘Tomás’ trata de encomendar o atropelamento do rapaz, que passa cinco anos em coma. A ‘Leonor’, que fica grávida, é dito que o namorado morreu. Não descansado, ‘Tomás’ decide também fazer desaparecer o neto. ‘Leonor’ vive dias de angústia e depressão, até que, cinco anos depois, já casada com um homem que o pai lhe escolheu, reencontra ‘Pedro, que julgava morto. O drama e a luta por um amor quase impossível acabam por voltar ao início.
fonte: site CM

Sandra Barata Belo e a personagem em "Eterno Amor"

"A minha personagem em ‘Eterno Amor’, ‘Leonor Bettencourt’, é uma mulher forte e determinada, tem muita garra e nunca desiste, sejam quais forem os obstáculos por que tenha de passar", revela ao CM Sandra Barata Belo, protagonista da nova novela da SIC, da autoria de Pedro Lopes, que irá substituir ‘Podia Acabar o Mundo’.
Segundo a actriz, a sua personagem 'vai passar muito. Mas a ‘Leonor’ é convicta e segura de si. Tem tudo para ser uma heroína. É um exemplo a seguir.'
Na novela, Sandra Barata Belo vai apresentar-se de cabelo curto, tal como em ‘Amália – O Filme’, de Carlos Coelho da Silva. Mas a actriz garante que '‘Leonor’ é muito diferente de ‘Amália’, e também de ‘Bárbara’ de ‘Chiquititas’ [SIC], esta última interesseira e com pouca auto-estima.' Ao contrário, sublinha, 'a ‘Leonor’ é uma mulher contemporânea de 28 anos, que sabe aquilo que quer e luta com firmeza pelos seus objectivos'. Em ‘Eterno Amor’, Sandra Barata Belo volta a formar par romântico com Ricardo Pereira, no papel de ‘Pedro’. Os dois actores, recorde-se, já haviam contracenado em ‘Amália’. Agora a actriz revela: 'A ‘Leonor’ e o ‘Pedro’ são o par romântico da novela. E penso que eu e o Ricardo Pereira, sendo profissionais, conseguimos ter empatia e química.'
A protagonista acrescenta ainda: 'A ‘Leonor’ procura incessantemente o amor, não só do ponto de vista romântico, como noutras relações que se foram quebrando. Nesta história, todas as personagens se juntam pelo amor.'
Sandra Barata Belo está ainda a fazer cinema, integrando o elenco de ‘Uma Aventura’, de Carlos Coelho da Silva.
fonte & foto: site CM

Sandra Barata Belo entre o Globo de Ouro e o "Eterno Amor"

De uma ilustre desconhecida, Sandra Barata Belo foi catapultada para as luzes da ribalta. "Amália" foi o papel que lhe valeu reconhecimento, firmado com um Globo de Ouro. Agora, prepara-se para integrar a nova novela da SIC.
Não seguiu os trâmites convencionais de formação como actriz. Ao Conservatório, preferiu o Chapitô. Tendo integrado diversas companhias de teatro, Sandra Barata Belo adquiriu visibilidade pública com o filme que versa Amália Rodrigues, tendo vestido a pele da fadista. Actualmente, encontra-se a gravar a próxima aposta de Carnaxide, cujo título provisório é "Eterno amor", onde terá uma personagem de destaque.
A consagração profissional surgiu nesta edição dos Globos de Ouro, na qual arrecadou a estatueta para melhor actriz de cinema, justamente, em virtude da interpretação na longa-metragem "Amália". "Teatro e cinema são morte ou vida, tudo pode acontecer", disse, afirmando-se surpreendida com a atribuição do prémio. "Nada é garantido, embora as pessoas me dissessem que estaria eleita à partida".
Na cerimónia, Sandra deu nas vistas quando subiu ao palco para receber o galardão, imprimindo uma tónica bastante politizada ao seu discurso de vencedora. "Não temos direitos a nada, é uma profissão que não é reconhecida. Recorremos aos recibos verdes e não há condições", justificou, a posteriori, encaixando-se na figura de proletária da representação. Em jeito de remate, frisou: "O nosso trabalho é sempre político".
Quanto a "Eterno amor", pouco levantou o véu. "Não posso adiantar nada". Sandra, que era dada como protagonista da trama, assumiu que teria um papel de relevo, sublinhando, porém, que "protagonistas seremos todos". A actriz afiançou que se trata de uma "história complexa, de amor". Não poupando elogios ao "elenco fantástico", garantiu que tudo "está a correr lindamente".
Debutante no que toca à dura azáfama do que seja participar numa novela, ainda que tenha tido pequenas experiências no pequeno ecrã em "Chiquititas" e "Família Galaró", assevera que "é mesmo muito difícil". Não sabe se está preparada para o "ritmo alucinante", apenas que está a "gostar do desafio das gravações diárias", entendendo-o como "mais uma absorção de aprendizagens". Salientou "o raro mês de ensaios que houve", descrevendo a intriga como: "Actual, contemporânea, que toca no coração, e vai de encontro às pessoas". Segundo a própria, a sua vida, "como a de todos, é uma novela, às vezes temos é medo de o verbalizar".

SIC por Portugal no Verão

A partir de Julho, a estação de Carnaxide vai sair de casa e percorrer o País durante as manhãs e as tardes. A ligação entre o canal de Pinto Balsemão e a produtora Comunicasom vai ser revista também para depois do Verão.
A SIC vai tentar reencontrar-se com o País a partir do Verão. No fundo, é uma espécie de regresso às origens, aos tempos em que o canal de Pinto Balsemão estava mais próxima dos cidadãos e não fechada sobre si própria em Carnaxide e na Av. Pedro Álvares Cabral, em Lisboa (Comunicasom).
O DN sabe que é este o plano da dupla Luís Marques e Nuno Santos (director-geral e director de programas, respectivamente), que funcionou com sucesso na RTP em 2007. As fracas audiências para as ambições da SIC, a que se junta a crise económica que já se instalou nos media, obrigam a novas lógicas de programação e gestão financeira. Neste sentido, há que encontrar um novo caminho e será o chamado day time (as manhãs e as tardes) que vai sofrer maiores alterações já a partir de Julho. O contrato entre a SIC e a Comunicasom de Manolo Belo, que produz Fátima e Contacto, termina em Junho e algo novo será delineado entre as duas entidades. Certa, sabe o DN, é a vontade de Carnaxide em continuar a parceria com Manolo Belo, mas, tudo indica, em moldes diferentes.
A concretização no terreno ainda está a ser pensada, nomeadamente quem vai conduzir o programa ou programas durante a manhã e tarde durante o Verão. É que há duas hipóteses: um programa único durante o dia com interrupção à hora do almoço ou dois programas distintos (um antes do "Primeiro Jornal" e outro a seguir), apurou o DN. Seja uma ou outra a fórmula aplicada, a SIC vai andar pelo País. A aproximação às populações é a estratégia que vai ser seguida, um pouco na lógica do que já acontece com Nós Por Cá, que tem tido audiências modestas, mas é um formato inserido neste plano traçado por Carnaxide. O Verão vai ser um teste à capacidade da SIC se reencontrar com o público e uma fase de transição para a nova temporada televisiva, que começa em meados de Setembro. Nessa altura, inicia uma nova etapa, com uma grelha renovada, mas sempre com um objectivo em vista: ser um canal em que o público se revê. E, com isso, claro, melhorar substancialmente as suas audiências, saindo definitivamente da crise, que já tem vários anos.
Recorde-se que a queda começou com a ascensão da TVI com Big Brother, ainda no tempo da direcção de Emídio Rangel, na SIC, sendo que o pior período em Carnaxide ocorreu com Francisco Penim, em 2007, o mesmo ano em que Nuno Santos conseguiu o segundo lugar para a RTP1, deixando a SIC em terceiro. Em 2008, a estação de Pinto Balsemão, já comandada por Nuno Santos volta ao segundo posto, mas longe de afectar a líder TVI.
Sendo certo que as manhãs e as tardes vão ser renovadas, falta agora saber que estratégia vai ser delineada para o horário nobre a partir de Setembro. Programas como Os Malucos do Riso, 'Tá a Gravar e Não há Crise! fazem parte da estratégia de aproximação ao público? As audiências destes formatos parecem indicar que sim. E que lugar terão as telenovelas brasileiras neste contexto? Aqui o divórcio com o público é maior. Para já, a aposta é numa nova telenovela portuguesa: Eterno Amor.