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Lápis Azul chega aos cinemas

Com direção e argumento de Rafael Antunes, o documentário ‘Lápis Azul’ que tem o apoio da SIC vai passar na para o grande ecrã. Este documentário sobre a censura em Portugal conta a história de um coronel que descobre que a mulher na sua ausência lia livros proibidos.

O elenco conta com nomes como os de Manuel Cavaco, Rogério Samora, Anabela Teixeira, Francisco Areosa entre outros.

Recorda-se que o filme passou no último mês de abril na estação de Carnaxide.

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Helena Laureano e Manuel Cavaco perdem exclusividade

Chegaram na mesma altura à estação de Carnaxide para serem exclusivos do canal mas são mais duas caras que não renovam contrato de exclusividade com o canal.

Helena Laureano e Manuel Cavaco vão, apesar desta situação, continuar a trabalhar para a estação de Carnaxide uma vez que estão escalados para a novela sucessora de Dancin' Days que será escrita por Patrícia Muller. "A SIC está, à semelhança das outras estações, a rever as exclusividades dos seus actores", afirma fonte oficial da estação que acrescenta que "isso não significa que os actores deixem de trabalhar na ficção da SIC".

A actriz apesar de ver o seu vínculo com a estação a acbar compreende a situação. "Não existem condições para que as televisões consigam suportar tantos actores", disse em declarações à revista TV Mais.

Ricardo Carriço na próxima novela do canal

O“casamento” entre a SIC e Ricardo Carriço está para durar. Apesar de ainda faltar algum tempo para o arranque da próxima novela da estação, previsto apenas para o fim do ano, o ator já está confirmado no elenco, como conta uma fonte conhecedora do processo à Notícias TV. “Sim, nos corredores já se comenta que ele está certo no elenco da próxima novela”, revelam-nos.

Nos últimos tempos, Ricardo Carriço tem estado ligado a Carnaxide. Entre 2010 e 2011, o actor deu vida ao Jaime de Laços de Sangue e, recentemente, gravou uma participação especial em Dancin’ Days, onde interpreta Artur, um ex-namorado da protagonista Júlia (Joana Santos), que surgirá nos ecrãs dentro de alguns episódios. Apesar de terem sido papéis com menos intensidade do que o de um protagonista, a verdade é que nesta nova produção o actor deverá interpretar uma personagem marcante, não se sabendo ainda se estará na calha para dar vida a uma dos protagonistas, adianta a mesma fonte. Até ao fecho desta edição não foi possível estabelecer contacto com Ricardo Carriço, que manteve o telemóvel desligado. Por enquanto, ainda são conhecidos poucos pormenores sobre a trama que vai ocupar o lugar de Dancin’Days.

Em maio último, Júlia Pinheiro revelou que não será um remake, mas sim um argumento original, da responsabilidade de Patrícia Müller, que escreveu Rosa Fogo.

Contactada pela Notícias TV, a autora remeteu explicações para a SIC. Do elenco deverá constar grande parte dos atores que mantêm vínculo com a estação de Carnaxide, e que estão, neste momento, sem nenhum projeto, como Diana Chaves, Cláudia Vieira, Rogério Samora, Helena Laureano, Maria Emília Correia, Manuel Cavaco, Diogo Morgado, Andreia Dinis ou Sandra Barata Belo. 

Dânia Neto fala sobre um possível contrato de exclusividade

Sem revelar muito acerca do seu futuro, Dânia Neto lá vai dizendo que não se importava de ter um contrato de exclusividade com a SIC. A actriz que ultimamente tem trabalhado em várias produções da SIC (por exemplo, Laços de Sangue e Rosa Fogo) refere em entrevista ao Jornal de Notícias que “se essa situação acontecer é uma questão a ponderar” até porque segundo a própria “é uma segurança” face ao estado actual da profissão. Quando questionada se já recebeu convites para assinar por uma estação de televisão, Dânia refere apenas que “tenho sido solicitada, bastante”.

A actriz que dá a vida a Glória Rufino está contente com as personagens cómicas que tem feito. “Tive a sorte de fazer estes dois papéis para poder mostrar às pessoas que sou versátil e sei fazer várias coisas diferentes” esclarece.

Recorde-se que o canal tem contrato de exclusividade com Diogo Morgado, Diana Chaves, Cláudia Vieira, Custódia Gallego, João Ricardo, Inês Castel-Branco, Sandra Barata Belo, Manuel Cavaco, Helena Laureano, Maria Emília Correia, Joana Santos e Rogério Samora.

Manuel Cavaco este sábado em Alta Definição


Actor proveniente de uma família de amadores teatrais, frequentou o Conservatório Nacional de Teatro cujo curso de Formação de Actores não completou para iniciar o seu percurso profissional. Estreia-se no teatro em 2007, sob a direcção de Carlos Avilez, na peça A Castro de António Ferreira, apresentada na Sociedade Guilherme Cossoul e que traz alguma polémica pela arrojada encenação. 

Co-fundador do Teatro Experimental de Cascais (1965), passa depois pelo Grupo de Acção Teatral, trabalhando com Artur Ramos e Glicínia Quartin e, entre 1971 e 1973 integra a companhia de Amélia Rey Colaço - Robles Monteiro, sediada no Teatro Nacional D. Maria II. 
Muda-se em 1974 para o Teatro Villaret junto de Raúl Solnado. Fica no Teatro Aberto (Grupo4) de 1974 a 1980 e em 1986 regressa ao Teatro Nacional para interpretar com Eunice Muñoz a peça Mãe Coragem de Bertolt Brecht.
Televisão também faz parte do seu vasto currículo. Novelas, séries e em 2010 assina um contrato de exclusividade com a SIC e está a fazer neste momento Rosa Fogo, a sua primeira novela no canal.
Este sábado é o convidado de Daniel Oliveira em mais um Alta Definição que vai para o ar no sábado a seguir ao Primeiro Jornal.

Maria Emília Correia junta-se às caras da SIC

Maria Emília Correia é a mais recente contratação da SIC. Temos visto a actriz Ligada à TVI mas também já teve projectos na SIC entre os quais se destacam os Malucos do Riso ou Camilo em Sarilhos ou Campeões. A última novela que fez para a estação de Queluz foi Meu Amor mas agora decidiu assinar um contrato de exclusividade com Carnaxide principalmente pela forma que Gabriela Sobral. "O convite foi-me feito em Novembro. Estou a confiar absolutamente, sobretudo, na Gabriela Sobral que fez muita força para que eu aceitasse a proposta e isso deixou-me, especialmente, honrada. O conformismo é algo que nunca deu muito comigo e é bom, mesmo com alguma idade, que eu também arrisque", disse ao DN.pt a actriz.
Maria Emília Correia, que se encontra a aguardar indicações sobre o projecto de ficção nacional que irá abraçar, agora, na SIC junta-se, assim, aos actores Rogério Samora, Manuel Cavaco, João Ricardo, José Fidalgo, Joana Santos, André Nunes e Custódia Gallego que assinaram também contrato com a estação.

Nuno Santos em entrevista

O director de Programas da SIC quer um canal mais forte em 2011 e já começou a "despedaçar" a rival TVI.
Nuno Santos vai entrar em concorrência directa na ficção nacional e prepara um remake de uma novela brasileira, segundo revela nesta conversa com SapoTV.
Foi buscar uma série de estrelas à TVI. Está a tentar despedaçar a concorrência?
Não. Acabamos o ano a preparar a SIC para 2011. É uma situação normal em que, em cada momento do mercado, vamos procurando as melhores soluções. Não é isso que nos move - o nosso objectivo é reforçar e melhorar a SIC.
O que perspectiva para a SIC em 2011?
Vamos chegar a 2011 com uma situação, em termos de empresa, um bocadinho diferente daquela que tivemos em 2009 e 2010. Mas também temos consciência que, apesar de a nossa situação ser, em geral, um bocadinho melhor, a situação do país e do mercado publicitário é pior e ninguém sabe dizer hoje como estarão as coisas num horizonte de seis meses.
Porém, queremos ser mais fortes em 2011 e é para isso que estamos a trabalhar.
Por isso foi buscar o Rogério Samora, a Júlia Pinheiro, a Manuela Moura Guedes...
Só vou falar dos nomes que já são públicos como o Manuel Cavaco, o João Ricardo, a Custódia Gallego, a Helena Laureano, o Rogério Samora e a Manuela Moura Guedes, com quem estamos a conversar. De outros nomes e outras situações falarei nas próximas semanas.
Fala-se num reforço da ficção com remakes de novelas brasileiras.
Sim. Também é público que a próxima novela que a SIC fará - que irá para o ar para substituir os "Laços de Sangue" - será feita a partir de um original da Globo. Ainda não está decidido qual será.
Posso dizer que já estive com a Gabriela Sobral (directora da produção nacional da SIC) no Brasil há mês e meio, trabalhámos com a Globo lá, depois cá, e estamos a procurar aquela que será a melhor solução.