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SIC estranha multa da ERC

Numa lacónica comunicação, a SIC manifesta "a sua estranheza" face à deliberação da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), que ontem anunciou a intenção de processar aquela estação de televisão pela emissão do programa "Momento da Verdade". A estação de Carnaxide alega que "este é um formato transmitido por várias televisões do mundo",
Em causa na decisão da ERC está a alegada violação "de modo flagrante dos limites à liberdade de programação", com a emissão - durante dois meses de 2008 - de um programa onde a reguladora encontrou "intromissões gravosas na reserva da vida privada e íntima" dos concorrentes, assim como atentados a "direitos individuais de pessoas próximas dos concorrentes, presentes ou não em estúdio".
O programa consistia num conjunto de perguntas feitas a um concorrente - presente em estúdio e acompanhado por familiares e amigos- cuja veracidade era confirmada através de do recurso a um detector de mentiras, ou polígrafo.
O concorrente ganhava tanto mais dinheiro, quantas mais respostas correctas conseguisse obter, sendo algumas das questões colocadas de natureza incontestavelmente do foro privado. "Já traiu a sua mulher?" ou "Já sonhou estar a ter relações sexuais com a sua sogra?" são alguns dos exemplos citados na deliberação da ERC, para concluir que existiu no programa uma "total ausência de comedimento na exploração da vida íntima dos participantes e posterior julgamento da praça pública dos comportamentos e convicções de cada um"."A liberdade de programação não é irrestrita", conclui a ERC.
fonte: site Expresso

Momento da Verdade > ERC vs SIC

"O programa explora a dignidade do ser humano, e só porque as pessoas são pobres se prestam a estas situações." "O formato abusa das fragilidades humanas a troco de dinheiro." Estas são algumas das queixas contra o programa ‘Momento da Verdade’ que levaram a Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) a instaurar um processo de contra-ordenação à SIC, que tem agora direito ao contraditório.
Analisado o programa que Teresa Guilherme apresentou de Setembro a Novembro de 2008, a ERC nota que foram violados, de forma "flagrante", os "limites à liberdade de programação" e "desrespeitada" uma "ética de antena". E frisa que algumas perguntas feitas aos concorrentes foram "intromissões gravosas na sua vida privada e íntima". As coimas previstas na lei da TV vão de 7500 euros a 150 mil euros, consoante se prove que houve dolo ou negligência.
A SIC manifesta estranheza em relação à posição da ERC, pois o formato passa em mais de 20 países.
PORMENORES
SEXO COM A SOGRA
Pedro Mariano confessou ter "atracção física" pela mãe da mulher. Esta impediu que respondesse se "sonhava ter relações sexuais com a sogra".
DESPEDIMENTO
Uma vítima de ‘Momento da Verdade’ foi Palmira Couto. Concorreu para pagar uma dívida, insultou o chefe e foi despedida da junta de freguesia onde trabalhava.
fonte: site CM

Nuno Santos prometeu e cumpriu: SIC em 2.º

Há um ano, Nuno Santos transitava de uma RTP1 com 25,2 por cento de share para uma SIC que pela primeira vez em 15 anos estava na terceira posição dos canais generalistas mais vistos. O ano de 2008 termina agora com a SIC novamente em segundo lugar, com 24,9 por cento de share e com a RTP1 com 23,8 por cento (dados da Marktest até 28 de Dezembro). Sem surpresas, a TVI continua a dominar e reforçou mesmo a sua quota de mercado, com 30,5 pontos de share contra os 29 de 2007. A RTP2 tem 5,6 pontos, uma melhoria em relação a 2007, em que tinha 5,2 pontos.
Na SIC, foi o ano de Zé Carlos, de Momento da Verdade, de Rebelde Way e da Taça de Portugal, de Podia Acabar o Mundo ou de Não Há Crise, mas também do regresso de Roda da Sorte.
(...)
“Este ano todos os olhos estavam postos na SIC”, constata Nuno Santos, director de programas do canal de Carnaxide. “O primeiro objectivo era recolocar a SIC na segunda posição. Está alcançado”. Mas houve verdadeira mudança na televisão? Com uma nova direcção na SIC, “não há nada de extraordinariamente novo”, diz Francisco Rui Cádima, professor na Universidade Nova. Cádima considera que houve um reforço na informação, com continuação anunciada para 2009, o que “faz a SIC reencontrar o seu percurso de origem”. O segundo lugar “é uma vitória”, mas “está tudo por demonstrar na qualidade da oferta, na filosofia e ética de antena e do reencontro do público em 2009. Esse é que será o grande desafio”. Em 2008, um ano “clarificador” para Nuno Santos, a SIC foi a estação mais regular na média anual dos resultados globais do dia e horário nobre (24,9 e 24,2 por cento, respectivamente), mas desde Setembro perde o segundo lugar para a RTP1. Enquanto Cádima dá os “parabéns” a Nuno Santos, Eduardo Cintra Torres, crítico de TV do PÚBLICO, nota que este “cometeu erros graves”, nomeadamente com os títulos que colocou antes e depois do “programa mais importante da estação”, o Jornal da Noite. Nuno Santos assume que parte do seu trabalho este ano foi de reorganização de horários e cumprimento de compromissos herdados da direcção de Francisco Penim, como é o caso de Rebelde Way. E refere que houve “produtos que defraudaram” as suas expectativas, mas também outros que o surpreenderam pela positiva.
(...)
O contexto não é só de crise, como identifica desde logo Nuno Santos, mas também de mudança. Na era da Internet e dos aparelhos DVR, (...) Nuno Santos fala em novos projectos exclusivamente para a net, mas também multiplataformas. E ambos destacam que estão preparados para o desafio tecnológico.
fonte & foto: Público

As audiências do "Momento da Verdade"

Chegou à SIC a versão adaptada do concurso The Moment of Truth. No Momento da Verdade cada concorrente é posto à prova através do teste do polígrafo em seis níveis de perguntas, que vão aumentando na dificuldade e intimidade mas que possibilitam ao participante receber um prémio que pode ir até ao 250 mil euros. No concurso apresentado por Teresa Guilherme, apenas a concorrente Virgínia Gonçalves conseguiu arrecadar o prémio total de 250 mil euros.
A primeira emissão deste concurso foi exibida 9 de Setembro e obteve 9.3% de audiência média e 24.4% de share. Entre a primeira emissão e o último programa a 25 de Novembro, foram exibidos 13 programas que alcançaram 9.7% de audiência média e 24.7% de share. O melhor registo foi alcançado na emissão transmitida a 23 de Setembro, com 12.8% de audiência média e 30.8% de share. A emissão de 11 de Novembro, onde a concorrente Virgínia Gonçalves ganhou o prémio total, registou 9.5% de audiência média e 23.3% de share.
No perfil de audiência, o concurso obteve a melhor adesão no Interior do país. Por classe social, as classes média baixa e baixa registaram a melhor audiência com um consumo acima dos 30%. Por Género, o programa foi mais do agrado da população Feminina. Por faixa etária, destacaram-se os indivíduos entre os 45 e os 54 anos e os indivíduos entre os 25 e os 34 anos.

O Último "Momento da Verdade"

Rosa Maria Coelho respondeu acertadamente e sem vacilar a 19 perguntas do último ‘O Momento da Verdade", emitido hoje à noite na SIC, mas deixou escapar por entre os dedos cem mil euros. "Algumas circunstâncias levaram-me a responder daquela forma. Tive uma conversa com a Teresa em privado e ela deu-me umas dicas que me induziram em erro", confessou ao CM. "Senti que morri na praia", frisou.
"O seu marido é a grande paixão da sua vida?" foi a 20ª e última questão que Teresa Guilherme lhe colocou. "A verdade é que não acredito muito na paixão, mas o meu primeiro instinto era dizer sim, só que, como que a responder ao que a Teresa me tinha dito antes, disse não. Penso que ela ficou muito triste porque deve ter a noção de que me induziu em erro. No estúdio, durante a gravação disse-me ‘olhe que no polígrafo disse sim’, contrariando uma coisa que me disse à queima-roupa na entrada. Fiquei confusa e pensei ‘não vais dizer isso porque ela está a dizer para não o fazeres.’"
A farmacêutica adianta que não se recorda da pergunta fatal ter sido feita no teste do polígrafo. "Está no contrato que eles podem reformular, alterar, acrescentar, enfim..."
Na Granja de Ulmeiro, onde vive, Rosa Maria tornou-se ainda mais famosa. A gente da terra gostou de a ver na televisão e dá-lhe os parabéns. Já em casa as coisas mudaram. "Para melhor. Estamos muito bem, sobretudo eu e o meu marido", acrescentou com uma gargalhada.
EXPÔS A VIDA ÍNTIMA DO CASAL
Rosa Maria Coelho deu a conhecer a sua vida íntima, muito pouco abonatória para o marido, António, confessando que nos últimos seis meses não teve um orgasmo: "Ele vê Marte e as estrelas e eu não..." A concorrente confessou que se sente frustrada e que já chorou depois de ter sexo com o marido. "O sentimento é de mal amada. Não consigo corresponder ao trabalho dele", explicou. A rir, Teresa Guilherme pediu para não usar o termo ‘trabalhar’ quando fala de sexo. A farmacêutica referiu, ainda, que apesar da família ser numerosa se sente sozinha, considerou que o seu "casamento não é feliz" e que já pensou muitas vezes que António não a merecia. Para Rosa Maria o marido não é o ideal. "Ele tem de trabalhar [leia-se sexo] para atingir esse patamar, mas eu vou ajudar", salientou.
SAIBA MAIS
ESTREIA
O Momento da Verdade’ estreou a 9 de Setembro e termina esta noite. Teresa Guilherme conduziu as 13 emissões.
1210
Foi o número de telespectadores que assistiu ao programa exibido a 23 de Setembro, o que teve maior audiência.
701 espectadores seguiram o programa que foi para o ar a 7 de Outubro, o menos visto desta série.
POLÉMICOS
José Nogueira e Pedro Mariano foram os concorrentes mais polémicos. O primeiro batia na mulher, roubava no peso dos produtos da sua mercearia e seduzia as clientes. Pedro Mariano sonhava ter relações com a sogra, porque a achava muito sexy.
fonte: CM

Teresa Guilherme poderá produzir para a SIC programas

Teresa Guilherme prepara a produção de um formato de humor a exibir na SIC em 2009. E tem outro projecto para a internet.
As rescisões na SIC não a afectam?
Enquanto apresentadora nunca assinei contrato com ninguém. Estive na RTP, SIC e TVI e nunca assinei contrato. Nessa altura, tudo funcionava sem papéis, com acordos de cavalheiro. Hoje, sim, tenho um papel assinado. Mas nunca quis contratos de exclusividade, nunca quis ser empregada de ninguém, porque não tenho feitio, acho que começaria logo a transformar-me, a implicar com as pessoas. Prefiro a sensação de que me posso ir embora, apesar de sempre ter honrado os meus compromissos e nunca ter deixado um projecto por concluir. É uma maneira de estar na vida.
Em que moldes está, então, estabelecida a sua relação contratual com a SIC?
Depois de ter vendido a produtora Terra do Nunca à SIC assinei um contrato para apresentar um programa em 2008, que é ‘O Momento da Verdade’, e tenho um orçamento para 2009 para produzir uma série de programas. Eu não sou da SIC, trabalho para a SIC.
Como vê a restruturação da SIC?
Esta restruturação é um processo normal. Já aconteceu na RTP com Almerindo Marques. O objectivo é alivar as empresas. A informação que tenho é que todos os quadros do canal receberam a proposta de rescisão da administração. Vi o papel nas mãos de funcionários da Terra do Nunca e estou preocupada com o futuro deles, pois alguns são pessoas muito talentosas. A pensar neles estou decidida a avançar mais depressa com projectos que tenho como produtora para 2009, de forma a poder agarrar alguns desses funcionários.
Na SIC, com ‘O Momento da Verdade’, a Teresa não arrebatou audiências como o fez com o ‘Big Brother’, na TVI.
O momento era diferente e as novelas na TVI foram também uma alavanca. E depois, ‘O Momento da Verdade’ continua de saúde. Ele entra com 16% de share e chega até aos 30%. Mas houve factores que não favoreceram a agilidade do programa.
Que factores foram esses?
Não teve a ver com a produção nem com a apresentação. Teve a ver com a forma como se gravou. Gravar 13 programas em 29 dias foi mortal! Este tipo de concurso, que tem uma base de ‘reality’, precisava de ser muito bem estruturado por mim, por forma a dar tudo por tudo pelos concorrentes.
A pressa é inimiga da qualidade.
A maneira de fazer mais barato é fazer mais depressa. Mas aconteceram coisas mais graves.
O quê, por exemplo?
O horário. O programa deveria ter sido exibido depois das 22h30. E os primeiros cinco foram transmitidos a horas diferentes. Depois surgiram dois programas por semana, sem promoção. A partir daí o formato nunca mais se aguentou. O programa deveria ter tido 70 minutos. Num formato de apenas 50 minutos, após os intervalos, é muito difícil voltar a puxar pelo programa e atingir a mesma audiência.
E ainda havia o programa da Rita Ferro Rodrigues?
Não fazia sentido que logo a seguir ao ‘O Momento da Verdade’ entrasse um programa de estúdio a julgar os concorrentes. Isso foi prejudicial. Ao contrário do que se disse, nunca falei sobre o assunto com a Rita, de quem sou amiga há muitos anos. Apesar de tudo, ‘O Momento da Verdade’ faz uma audiência acima da média da estação. O programa poderia ter sido muito melhor, mas não me desiludiu.
Poderá haver uma segunda edição?
Não acredito. É um formato caro.
E se o programa tivesse sido em directo?
Tinha saído valorizado. O directo teria dado outro envolvimento às pessoas que estão em casa e às que estão no estúdio.
Tem fundamento a notícia do regresso de uma nova versão de ‘Não se Esqueça da Escova de Dentes’?
O formato é actual, mas não há dinheiro agora para fazer uma coisa dessas. Ou talvez não, dado que o dinheiro ficou tão mais caro. Naquela altura, as pessoas queriam uma viagem para o fim do Mundo e um automóvel topo de gama como prémio. Hoje, qualquer dinheirinho como prémio já dá muito jeito. Adorei fazer aquele programa. Era muito giro voltar a fazê-lo.
Da nova geração, quem se vai distinguir na apresentação?
Fiquei muito surpreendida com o ‘Caia quem Caia’. Está muito bem feito e é difícil produzir aquele tipo de programa. Está ali um belíssimo trabalho. A Joana Cruz é uma excelente apresentadora, o José Pedro Vasconcelos tem um ‘boneco’ engraçado em TV e tem perfil para um determinado tipo de programa. E a grande surpresa é o Pedro Fernandes, que é brilhante e tem muita energia. E os repórteres de rua também são óptimos. Está ali um naipe de futuros apresentadores brilhante. As crises são boas para surgirem bons comunicadores.
Há apresentadores para determinados formatos?
O José Carlos Malato é um excelente apresentador de concursos, mas não gostei de o ver no talk show. Eu, por exemplo, de manhã nunca tive sucesso. É o estilo da pessoa que não se encaixa em determinados formatos. Não há apresentadores para tudo.
Que programas vai produzir em 2009?
Fiz algumas propostas ao Nuno Santos. E ele trouxe de Cannes um ou dois formatos que achou interessantes e que poderiam ser incluídos neste naipe de programas que vou produzir em 2009.
Já tem algum projecto entre mãos?
Para evitar que alguns amigos e óptimos profissionais entrem no desemprego quero arrancar já com um projecto de modo a agarrar alguns deles.
Que tipo de formato vai fazer?
Humor. Gosto muito de formatos de humor.
O humor faz falta no cenário audiovisual?
O humor e a informação! Rir é fundamental para as pessoas vibrarem positivamente. Em tempos de crise, procuram-se programas mais descontraídos.
Que mais tem na calha?
Um projecto engraçado que não tem a ver com a televisão, mas sim com o meio de comunicação mais directo que temos neste momento.
Está a falar da internet?
Sim. É só um projecto e foi um convite que recebi.
Se surgir um projecto interessante para apresentar noutro canal, fá-lo-ia?
Não está fora de questão.
Como reage aos boatos em torno da sua vida privada?
REORGANIZAR A VIDA E OS AFECTOS
'PAREI PARA PENSAR'
Com a venda da sua produtora à SIC, Teresa Guilherme, que nos dois últimos anos chegou a trabalhar '18 horas por dia' ficou menos sobrecarregada. 'Parei para pensar. Para saber o que me apetece fazer em termos profissionais. Para quê desperdiçar tempo a virar a página da história dos outros quando posso virar a página da minha vida?', questiona-se. Decidida a viver com o que ganha, uma vez que 'não é consumista', Teresa aposta agora na 'organização dos afectos'. 'Nestes dois anos não dei atenção à minha mãe e aos meus amigos', lamenta. Mais magra sete quilos, a produtora tem agora tempo para se dedicar aos benefícios do pilates, das massagens, da acupunctura e da sua última descoberta, a Psicologia Comportamental.
‘NEGÓCIO DA CHINA’
'ESTÁ TUDO EM ABERTO'
Miguel Falabella mantém o convite que fez a Teresa Guilherme para o elenco de ‘Negócio da China’, mas a saída do protagonista e outros percalços atrasaram a sua partida: 'O projecto foi abalado, mas já vi muitos enredos da Globo darem uma reviravolta. Veja-se o que aconteceu na ‘A Favorita’, que é um êxito desde que se soube quem era o assassino. Não sei se irei, e quando irei. Está tudo em aberto', explica Teresa Guilherme, que fará de vilã no enredo.
PERFIL
Teresa Guilherme, 53 anos, produziu sucessos como ‘Não se Esqueça da Escova de Dentes’, ‘Ai os Homens’ e ‘Furor’ (SIC). Atingiu o pico da popularidade na apresentação do ‘Big Brother ’(TVI). Na SIC produziu e participou em novelas e séries.

No próximo "Momento da Verdade"

Rosa Maria Coelho, de 55 anos, é a última concorrente de ‘O Momento da Verdade’, SIC. Hoje divide o espaço televisivo com Henrique Pina e na próxima terça-feira responderá às restantes perguntas. "Não cheguei aos 250 mil euros", confessou ao CM a concorrente que participou "porque sempre quis saber como era a televisão por dentro".
A farmacêutica, que se fez acompanhar pelo marido, António, pela filha, Maria José, e pelo amigo do casal, José Paiva, concorreu para ajudar o próximo e não teve pejo em revelar que, apesar de uma vida em comum feliz, não considera o marido um bom amante, pois "há falta de tempo para os ‘preâmbulos’. Isso é coisa que não existe lá em casa."
Descontraída, Rosa respondeu ainda pronta e afirmativamente a perguntas como: "O seu marido foi o primeiro e único homem que beijou?" e "Está arrependida de ter casado virgem?" "O amor tem cheiro e aroma e eu gosto muito do meu marido", adiantou sem hesitar, nem mesmo quando Teresa Guilherme avançou com o nome de Richard Gere. "Esse só se fosse para dançar", desdenhou.
Rosa confessou que o marido também foi virgem para o casamento. "Nenhum de nós sabia o que fazer na noite de núpcias. Até andei a mudar lâmpadas", revelou. Daí que esse não tenha sido o dia mais feliz da sua vida. "O meu filho João nasceu de cesariana e a Maria José de parto natural, por isso o dia em que ela nasceu foi o mais feliz da minha vida", contou.
A 13.ª PERGUNTA FOI-LHE FATAL
Henrique Pina já foi um dos donos da noite da zona Oeste. Os negócios não correram bem e hoje, com 40 anos, é motorista – transporta strippers e alternadeiras de e para o clube de um amigo – e é sócio numa empresa hoteleira, na Rinchoa. Foi a ‘O Momento da Verdade’ para organizar a vida, mas a 13ª pergunta foi fatal: "Alguma vez alguém lhe pagou um favor com sexo?" Henrique respondeu não, mas, segundo o polígrafo, mentiu. Pai de três filhos – fruto de dois casamentos, o último com Sheila, ex-alternadeira –, confessou que se ganhasse dava uma prenda de aniversário aos filhos. "Não tenho dinheiro para lhes dar nada", disse , emocionado. Henrique frisou que sua causa os pais perderam a casa. "Éramos fiadores e se não vendesse a casa o banco ficava com tudo", explicou a mãe, Maria Rosa.
fonte: CM

Concorrente admite que por 1 milhão de € deixava a família

"Quem tudo quer... tudo perde." Este parece ter sido a sentença de Hugo Ramos n'O Momento da Verdade, da SIC. A emissão de hoje mostra um concorrente confiante, mas que faz da sua prestação um "lavar de roupa suja" em prol do dinheiro. Hugo Ramos, de 32 anos, admite que sente falta de apoio dos pais desde o nascimento da irmã, hoje com 20 anos, e causa surpresa quando respondeu afirmativamente a Teresa Guilherme à pergunta: "Por um milhão de euros deixava a família e nunca mais voltava?"A mãe, Maria Ramos, o pai, Carlos Ramos, a irmã, Carla, e a companheira, Sandra, assistiram a todas as respostas e, embora algumas vezes chocados ou de lágrimas nos olhos, aplaudiram sempre.Hugo é técnico de informática e mora actualmente no Monte de Caparica com a companheira, Sandra, e o filho desta, Rafael de seis anos. Além de questões sobre a família, outras foram lançadas na direcção da namorada, obrigando Hugo a confessar que já gravou algumas das suas relações sexuais com Sandra. O polígrafo confirma a resposta e aguça a curiosidade de Teresa Guilherme, que pergunta se após a filmagem gostam de ver o resultado. "Gostamos de ver as nossas obras-primas", responde Hugo, perante o sorriso de Sandra. No entanto, no que toca às capacidades de Sandra enquanto mãe, Hugo confessa achar que ela não é assim tão boa: "Protege e mima demasiado o filho", disse.Já como filho... Hugo não se acha muito mimado, pelo contrário. Responde que não à pergunta "considera que os seus pais o apoiaram na sua vida?". A mãe diz que Hugo é muito fechado e "depois de a irmã nascer ficou um pouco mais 'esquecido'". É precisamente a irmã o maior dos problemas de Hugo. A quezília entre ambos é de tal modo acentuada que Hugo chega mesmo a acusá- -la de manipulação. O pai responde e vira o jogo, dizendo: "A irmã nunca nos manipulou contra ele, ele pensa que sim, mas não é verdade.""Já alguma vez desejou que a sua irmã nunca tivesse nascido?" é a 9.ª pergunta e Hugo responde que sim... Carla aplaude a resposta do irmão e, questionada por Teresa Guilherme, diz: "Eu sei que lá no fundo, bem no fundo, o meu irmão gosta de mim."Na emissão de hoje, Hugo vai responder apenas a 11 perguntas e fica prestes a entrar no 3.º patamar. Mas na próxima semana o polígrafo denunciará uma mentira. É na pergunta 19 que Hugo responde novamente acerca da irmã e perde, a duas perguntas dos 250 mil euros.
fonte & foto: site DN