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Bonecada no Perdidos e Achados

Aproveitando o regresso dos bonecos à SIC com o Contrapoder (SIC Radical e SIC Notícias), o Jornal da Noite de hoje recorda os primeiros sketches humorísticos com bonecos travestidos de políticos. 

Foi há 20 anos que se estrearam na SIC. A meio do programa ‘Praça Publica’, por volta das 7 da tarde, o "Jornalouco", trazia à antena, réplicas grotescas das principais figuras de estado, e tornava-se espaço privilegiado de sátira política diária.

Os primeiros políticos a fingir, que assumiram funções na televisão, foram Mário Soares e Cavaco Silva. Um ano depois, era a vez de todo o governo e da oposição passarem a ter tempo de antena no programa ‘Cara Chapada’.

Hoje, no ‘Perdidos e Achados’, recordamos alguns dos protagonistas daquela época: os verdadeiros, e as imitações.

Perdidos e Achados com "Vida Gémea"

Amanhã no Jornal da Noite

No ‘Perdidos e Achados’ desta semana recuperamos a história do Nuno, do André e da Andreia. Os trigémeos, que conhecemos, em 1994, ainda na maternidade. Com o nascimento das crianças, os pais enfrentavam um misto de alegria e muita apreensão.

O programa ‘Praça Publica’ alertou, na altura, para as carências da família. 18 anos depois fomos á procura da família Figueira. Como estarão e como vivem agora os pais, e os gémeos acabados de entrar na idade adulta.A família vivia com dificuldades num pequeno anexo, num pátio em Porto Brandão. Uma casa com duas assoalhadas, onde mal cabiam já os pais e um outro irmão mais velho.

Conceição Lino festeja hoje mais um aniversário

É uma das caras da SIC desde o começo do canal em 1992. Nessa altura começou na informação onde apresentou o Jornal das 16h do canal e a partir de 1995 passa a apresentar o Praça Pública. Seguiu-se Casos de Polícia até 1999 sendo que entre 2002 e 2003 apresentou o programa Hora Extra tendo ainda passado pelo jornal do meio-dia da SIC Notícias. Nós Por Cá também tinha a assinatura de Conceição Lino (primeiro como rubrica do Jornal da Noite e depois num espaço com nome próprio). Em Setembro de 2010 deixa a informação e abraça o entretenimento e desde aí passa a apresentar o programa Boa Tarde.

Hoje Conceição Lino está de parabéns ao completar mais um aniversário.

 

Cidade de Matosinhos em destaque no primeiro Nós Por Cá

A versão diária e alargada do "Nós por cá", da SIC, que estreia esta segunda-feira, pelas 19 horas, vai dar especial atenção aos pescadores de Matosinhos, ao longo de toda a semana. Há ainda convidados, crónicas e três novas rubricas.
Uma das características do renovado "Nós por cá" é a inclusão de três directos por programa, sendo que Matosinhos vai estar na berlinda ao longo da primeira semana de emissões. O ângulo de abordagem vai ser a pesca e tudo o que lhe está associado. No futuro, outras localidades do país vão estar em foco, tornando-se a mobilidade geográfica uma das marcas do programa, embora o programa seja sempre conduzido a partir de Lisboa.
Mas há mais. Vão existir três rubricas fixas , duas crónicas - uma diária, por Augusto Madureira (que por vezes substituirá Conceição Lino ) e outra semanal, por Mário Crespo -, assim como dois convidados diários (uma figura pública e um anónimo) em estúdio para comentar as peças produzidas pelos seis jornalistas de "Nós por cá".
Note-se que há também espaço para o 'velho' "Nós por cá" pois Conceição Lino vai mostrar as já habituais imagens e situações denunciadas pelos espectadores.
"Espero bem que o programa incomode", diz Conceição Lino, a pivô do programa. "Se for para 'embalar' quem nos vê numa doce melodia mais valia fazermos outro programa".
De forma a contrariar alguma informação divulgada, a jornalista esclarece também que não se trata de um modelo decalcado da do "Praça Pública", que marcou o arranque da SIC. Na altura, o "Praça" veio dar voz às pessoas que estavam arredadas dos noticiários". Agora, "vai ser dada voz de outra forma. Não me imagino a fazer o mesmo que há 15 anos nem me parece que haja alguém na equipa a pensar fazê-lo". Preparou-se " um programa de informação com vivacidade e olhar crítico, bem disposto, informal, sem fato e gravata, próximo das pessoas".
"Nós por cá" parece praticar o chamado jornalismo de cidadania, uma vez que se focaliza na proximidade com as pessoas, embora Conceição Lino não veja nessa característica nada de extraordinário, mas antes algo inerente ao próprio jornalismo. Daí que defenda que no seu programa se faz simplesmente jornalismo: "Não precisa de mais nenhum nome".
No fundo, explica, trata-se de explorar o que faz parte da sua missão. "A democracia é uma conquista mas tem vícios e não é forçosamente uma garantia. E os jornalistas devem ser vigilantes. Sempre, com ou sem crise".
Não é também a conjuntura de crise económica uma das razões para o lançamento de "Nós por cá", nem o facto de estarmos em ano de eleições. "Foi uma coincidência", afirma a esse respeito.
fonte: JN

Conceição Lino em campanha pelo "Nós por Cá"

A 'pivot' de Carnaxide vai apresentar um programa que se quer que seja "um espaço de cidadania", antes do 'Jornal da Noite', competindo com 'O Preço Certo' (RTP1) e 'Morangos' (TVI). Mas isso não a assusta, pois acredita no trabalho da sua equipa, constituída por jornalistas experientes
"Votamos em si, minha senhora! Venha cá, venha cá... Como se chama?", grita a voz firme de Conceição Lino, chamando a atenção de uma multidão de "formigas carregadoras" que circulava, ontem, sábado, pelas 11.00, no Mercado de Benfica, em Lisboa, e que o DN acompanhou. Sentindo os braços que carregavam o fruto de uma manhã de colecta no mercado lisboeta presos pela pivot da SIC, Ana Sousa Silva, 64 anos, residente na Venda Nova, balbucia timidamente um aviso: "Olhe que não quero aparecer na televisão. Só lhe quero dar um beijinho, pois gosto tanto de si..." Ao que a jornalista, frenética, acompanhada pela sua equipa e uma câmara, cheia de bandeirinhas com o logótipo da SIC, bonés, sacos de plástico (só faltaram mesmo as canetas e os porta-chaves) - como uma verdadeira candidata que faz campanha eleitoral pela sua causa, o novo programa Nós por Cá -, responde: "Não tenha medo, estou aqui para lhe dizer que vou estar de segunda a sexta-feira, às 19.00, na SIC, por si..." A mensagem foi repetida vezes sem conta por Conceição Lino, directa a todos aqueles que por ela passavam. "Não se esqueça, segunda-feira às sete!", anunciava. Palavras ouvidas junto de uma das muitas bancas de fruta por Carlinda, mulher de meia-idade, que solta um suspiro: "Vamos lá ver se tem sorte neste [programa]. Já gostava de a ver a mostrar os postes eléctricos no meio da estrada, os buracos nas ruas ou os sinais em sítios errados", diz.
Entretanto, ali perto, um grupo de crianças, entre os seis e os 12 anos, devidamente munidas de chapéus e bandeiras, toma forma de claque da jornalista, e acompanha-a ao longo do restante passeio pelo mercado. O barulho provocado pelas suas palavras de ordem, "Conceição, Conceição, Conceição...", fizeram aumentar a curiosidade de quem passava. A animação toma tamanha proporção que Luís Marques, director-geral da SIC, entre risos, reage: "A Conceição é assim genuína, ela gosta mesmo de falar com as pessoas, de estar próximo delas." Uma frase que sintetiza o espírito do programa que passa de rubrica semanal a programa diário, das 19.00 às 20.00, de segunda a sexta-feira.
Ao DN, Alcides Vieira, director de Informação da estação, explica: "Este é um espaço da cidadania, onde as pessoas se irão sentir representadas." É também "onde queremos dar relevo a pessoas e a pequenas situações que são representativas da sociedade portuguesa", reforça.
Conceição Lino, que rejeita, qualquer semelhança com a Praça Pública de há 15 anos ou medo da concorrência, defende o desejo de chegar ao maior número de pessoas contando, para tal, com "uma equipa de jornalistas muito experientes".
fonte: DN

"Nós Por Cá" vai ser diário e autónomo


A SIC vai muscular o formato "Nós por cá" com uma equipa autónoma de cinco jornalistas, passando o programa a ser diário. A estação retoma assim a tradição do jornalismo de denúncia, celebrizado em formatos como o "Praça Pública".
A partir de Janeiro, a SIC vai transformar a rubrica "Nós por cá", até aqui inserida no noticiário, num formato independente, que passa a ser diário, entre as 19 e as 20 horas, antecedendo o "Jornal de Noite", no horário actualmente ocupado pela "Roda da Sorte", de Herman José. O planeamento do novo programa começou na semana passada.
Segundo o JN apurou, esta reformulação de "Nós por cá" é um regresso ao "código genético" inicial da SIC, nos anos noventa, que então lançou formatos inovadores no panorama televisivo, entre eles o "Praça Pública". Esse programa, caracterizado pelo pendor da denúncia, convocando o cidadão a desfiar nos ecrãs a sua indignação - em que os poderes públicos eram interpelados directamente -, foi então apresentado por Nuno Santos, actual director de Programas da SIC, e Júlia Pinheiro, que agora conduz o "As tardes da Júlia", na TVI. E também por Conceição Lino.
Ao JN foi explicado, sobre o novo "Nós por cá", que a ideia é "agarrar o osso e não o largar", um pouco na linha do que tem sido feito em algumas peças do "Caia quem caia", da TVI, mas sem qualquer componente humorística. Isto é, todo o tipo de situações em que haja ilegalidades ou inércia do Estado, a equipa do novo "Nós por cá" fará uma peça em que, com persistência, se tenta ouvir todos os envolvidos.
Conceição Lino vai continuar a conduzir o programa, mas também se pondera a hipótese do pivô Augusto Madureira, coordenador do projecto, ser o co-apresentador. A equipa de jornalistas foi também reforçada: Joaquim Franco, Catarina Neves, Joana Latino, Carla Castelo e Isabel Osório são os recrutados. Conceição Lino escusou fazer comentários, e o director de Informação, Alcides Vieira, esteve incontactável.
fonte: site JN