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Second Life estreia sábado na SIC

Nicholas (Piotr Adamczyk) comemora o seu 40º aniversário na sua casa de campo algures no Alentejo, com Sara (Lúcia Moniz) sua mulher há 8 anos, na companhia de dois casais amigos e uma jovem e sensual actriz, Raquel (Liliana Santos). Nicholas tem tudo o que sempre desejou e vive uma vida desafogada.

É esta a sinopse do filme Second Life que conta com um elenco de luxo de entre os quais fazem parte os actores Paulo Pires, Pedro Lima, Sofia Grilo, Cláudia Vieira, Ricardo Carvalho, Ruy de Carvalho ou José Wallenstein e os apresentadores José Carlos Malato, Rita Andrade e Fátima Lopes assim como o futebolista Luís Figo entre outros.
A SIC transmite este sábado à noite o filme que chegou às salas de cinema em Janeiro de 2009.
Vê o trailer do filme agora:

Fátima Lopes sempre frontal e igual a si mesma

Foi em 1994, com ‘Perdoa-me’, que Fátima Lopes se tornou uma cara conhecida dos portugueses. Hoje é mais. É a amiga e o programa tem o nome dela. Fátima é uma mulher desembaraçada. Não perde tempo. Lançou o terceiro livro. Experimentou o cinema. Em breve será mãe pela segunda vez. À ‘Domingo’ diz que o segredo é definir objectivos e não os perder de vista. Ou corre-se o risco de “andar aqui a apanhar bonés”.
Nasceu no Barreiro a 13 de Maio. É por isso que se chama Fátima?
Sim. Mais do que dos meus pais, foi uma escolha dos meus avós maternos e paternos, que eram muito católicos. Eu também gosto muito do meu nome.
Quando era criança viveu em Moçambique. Tem memórias de África?
Tinha oito quando fui e onze quando regressei. Lembro-me de tudo – dos cheiros, das ruas, da escola, das brincadeiras, do clima... A passagem por África marcou-me. Tornou-me uma criança mais aberta, menos introvertida. Ter de adaptar-me a uma sociedade tão diferente teve efeito positivo. Fiquei com uma paixão imensa por Moçambique.
Como foi o regresso a Portugal?
Em 1980, as pessoas que estiveram em África – e nós já tínhamos ido depois da Independência, em 1977 – ainda continuavam a ser olhadas como retornadas. Havia muito preconceito. A integração escolar não foi fácil. Era tudo diferente e tive, mais uma vez, de fazer um enorme esforço de integração. Tudo se tornou mais fácil quando entrei para o atletismo. O desporto aproxima as pessoas e faz cair barreiras.
Alguma vez pensou em dedicar-se ao atletismo a sério?
Eu era velocista. Fiz competição durante muitos anos. Mas, quando entrei na faculdade, não era possível conciliar as duas coisas. Morava no Barreiro, a faculdade era em Lisboa, em competição os treinos são diários... E sempre tive consciência de que não seria uma grande atleta. Privilegiei a escola. Deixei a competição.
Queria ser professora de Inglês. O que a levou a escolher o curso de Comunicação Social?
Eu estava na área de Humanísticas, tinha a disciplina de Jornalismo e cruzei-me com uma professora fabulosa, a Helena Vieira. Era tão apaixonante a forma como dava as suas aulas que eu descobri algo que nunca me tinha passado pela cabeça – o mundo do jornalismo. No ano seguinte voltou a ser minha professora e eu decidi que queria era estudar Comunicação Social.
Na faculdade alguma vez imaginou que ia estar onde está hoje em termos profissionais?
Nunca. De tal forma que não escolhi a área da Televisão. Escolhi Marketing e Publicidade. Porque, para mim, a televisão tinha piada era à frente do ecrã. Eu nunca fui muito vaidosa, apenas o mínimo, mas achava que a magia era isso – conseguir comunicar com a câmara – e, como pensava que isso não estava ao alcance da minha pessoa, escolhi Marketing e Publicidade, de que sempre gostei muito e ainda gosto.
Também trabalhou na Imprensa e na rádio.
Comecei a trabalhar no segundo ano da faculdade para o ‘Diário Popular’, onde escrevia crónicas sobre teatro. Foi a minha experiência na Imprensa ao nível da escrita. Na mesma altura fui convidada pela rádio Minuto, já extinta. Quando acabei o curso trabalhei em grupos de Imprensa na área de Marketing e Publicidade, que era a minha.
E nessa altura começou a fazer televisão... Como foi isso?
O dr. Emídio Rangel, com quem eu tinha algumas reuniões porque a empresa na qual eu trabalhava tinha um contrato de exclusividade com a SIC, viu em mim características de apresentadora. Calculo que, na altura, as pessoas se tenham perguntado ‘porquê?’. E a resposta dele foi ‘eu sei’. E ainda bem que ele viu aquilo que ninguém via.
Surpreendeu-a?
Completamente. Eu até achei que ele estava a brincar comigo. Mas em decisões muito sérias como esta – em que há uma mudança total na vida das pessoas e em que a pessoa vai assumir um papel de responsabilidade, porque ser apresentadora numa estação é um papel de responsabilidade – ele não dá espaço para brincar e eu percebi isso depois. Ele sabia o que estava a dizer e estava convicto da sua escolha.
Foi apresentada como a ‘bomba da SIC’. Como é que...
Não fui apresentada como a ‘bomba da SIC’. Isso foi uma leitura errada da Imprensa. O dr. Emídio Rangel disse: ‘vai aparecer uma pessoa que surpreenderá pelas características e capacidade de se tornar uma boa apresentadora.’ Os jornalistas pegaram nisto, amassaram e traduziram ‘a bomba da SIC’, palavras que não saíram da boca dele.
Mesmo não tendo sido essa a expressão, aparece na SIC como a mulher bonita e acaba por transformar-se na amiga...
Aí é que está o equívoco. Ele nunca me apresentou como a mulher que vai surpreender pela sua beleza. Daí a leitura ser ainda mais precipitada e desadequada. Ele falou nas minhas características profissionais e como pessoa porque o facto de ter trabalhado algumas vezes comigo nos bastidores o tinha feito perceber o tipo de pessoa que eu era. Nunca se referiu à questão física. Disse ‘vamos ver como é que esta mulher comunica em televisão’ e foi uma coisa que se foi construindo porque uma pessoa, quando começa, não sabe nada.
Sente-se bem num programa que tem a sua cara, o seu nome?
Como peixe na água. É um programa muito heterogéneo, diversificado, com temas variados e registos muito variados também. Não é nada que eu faça com sacrifício. Se isso acontecesse era fácil para o espectador perceber. Quem está todos os dias em directo durante três horas acaba por tornar-se transparente. As pessoas conseguem detectar as nossas alterações, até de expressão, porque estão connosco muitas horas.
Costuma ser abordada como se a conhecessem pessoalmente?
O habitual é cumprimentarem-me como se fosse visita da casa. Às vezes até dizem a brincar: ‘a senhora não me conhece mas pertence à minha família’.
Lida bem com isso? Não é uma grande responsabilidade?
Lido muito bem. Tenho uma relação saudável com a popularidade porque as pessoas tratam-me bem. Não sinto qualquer tipo de constrangimento.
Não há diferenças entre ‘Fátima’, o programa, e Fátima, a mulher?
Não. Eu entro no ecrã como sou e saio como sou. Há quem goste, há quem não goste mas isto é como tudo na vida, não gostamos todos do mesmo.
Em ‘Fátima’ lida diariamente com situações de sofrimento humano. Consegue desligar?
No início era mais difícil mas depois aprendi. Nem sempre consigo mas, por norma, faço esse exercício ou, às tantas, eu própria estaria a precisar de ajuda porque, psicologicamente, não tinha capacidade de ‘digestão’ de tantos casos. Eu tenho de ter a capacidade de terminar um programa e dizer ‘dei o meu melhor, a equipa também, mas já está’. No dia seguinte tenho outras pessoas para ouvir e, se calhar, trazem uma situação ainda mais difícil.
Oprah Winfrey é uma das suas referências. Imagina-se a apoiar uma candidatura presidencial como ela fez agora, ajudando a eleger Barack Obama?
Nesta fase da minha vida não. É cedo. Tudo na vida tem um timing. Ela é uma apresentadora com muitos anos de carreira, não precisa de provar nada a ninguém e os Estados Unidos são um país onde é habitual as pessoas assumirem as suas escolhas políticas publicamente. Em Portugal é diferente. Tenho as minhas convicções e opiniões mas não as partilho publicamente.
Mas não se escusou a dar a sua opinião, por exemplo, acerca do ‘caso Esmeralda’. Como comenta as críticas de que foi alvo?
Fui criticada por ter uma opinião diferente da de algumas pessoas, mas eu sou uma mulher coerente, não tenho de andar ao sabor do ‘diz-que-disse’ nem das paixões das pessoas. Tenho uma opinião formada sobre o caso e assumo-a publicamente. Mas estamos a falar de uma causa e não do apoio a um político. Não é porque de repente aparecem mais pessoas do que antes a manifestar uma opinião contrária à minha que vou ao sabor da corrente. Eu tenho as minhas opiniões e não sou uma pessoa que mude de opinião porque ache que assim vão apreciar-me mais.
Escreveu sobre teatro e agora entra num filme, ‘Second Life’. Como correu?
Foi uma experiência. Gosto de encarar tudo o que me acontece como experiências que permitem conhecimento e desfrutar das situações. Muitas vezes as pessoas não conseguem atingir o equilíbrio porque não desfrutam dos momentos. Os momentos têm de ser desfrutados, é preciso aprender o que há a aprender e seguir em frente, sempre em frente, para trás não vale a pena.
Com uma vida tão ocupada, como encontra tempo para escrever?
Primeiro porque gosto muito de escrever, é um exercício de prazer e não uma obrigação, e depois porque eu sou, de facto, uma pessoa muitíssimo organizada. Organizo o tempo conforme a lista de prioridades que estabeleço. Se entro na semana que antecede os testes da minha filha podem vir cá pedir-me para fazer isto, aquilo ou aqueloutro que eu digo logo que não. É uma questão de afirmação. Quando uma pessoa se afirma os outros respeitam.
Neste livro há uma criança, ‘Luz’, que não se resigna. Identifica-se com ela?
Também se pegar nos dois livros anteriores e encontrar um discurso positivo, essa é a minha maneira de ver a vida. Seja na televisão, na vida real ou nos livros estou cá só para transmitir mensagens positivas. Não sou uma pessoa amarga, que viva virada para experiências que aconteceram, ou não, no passado. Penso que a vida é uma série de experiências da qual temos de retirar o maior número de ensinamentos possível e sempre com o objectivo traçado e nós a caminharmos nesse sentido. É assim que faz sentido viver. De outra maneira andamos aqui a apanhar bonés e isso não é o que quero para mim.
Essa é uma atitude sua ou que aprendeu?
Aprendi. Eu nunca fui uma pessoa negativa, os meus pais, graças a Deus, sempre me disseram ‘tu és capaz’ mas, para além disso, há 12 ou 13 anos comecei a frequentar cursos de desenvolvimento pessoal e percebi que é possível aprender a pensar e funcionar de outra maneira tal como se aprende o abecedário. É possível pormos a nossa cabecinha a trabalhar para nós e não contra nós.
Não gostava de fazer qualquer coisa completamente diferente na televisão?
Eu gosto sempre de ter oportunidade de fazer coisas diferentes e a SIC sabe disso. Não significa que tenha de abandonar o programa ‘Fátima’. Posso juntá-lo com projectos pontuais, como, aliás, já aconteceu, na direcção do Nuno Santos.
LUZ E QUIM
Depois de ‘Amar depois de Amar-te’ e ‘Um Pequeno Grande Amor’, Fátima Lopes apresenta ‘A Viagem de Luz e Quim’ (ed. A Esfera dos Livros). ‘Luz’ e ‘Quim’ são dois irmãos que, nos anos 50, enfrentam a pobreza e a estreiteza de horizontes. Mas ‘Luz’ acredita que uma vida melhor é possível. 'Quis partilhar a minha visão positiva da vida. Tantas pessoas que nasceram em situações adversas conseguiram fazer das suas vidas aquilo que, teoricamente, não se julgaria possível. Só que tiveram uma capacidade imensa de enfrentar desafios e ir à procura de melhor e melhor e melhor', afirma a autora, reconhecendo que este livro ‘fala’ tanto às crianças como aos adultos.
fonte: site CM

Second Life estreia a 29 de Janeiro

Este filme produzido pela UTOPIA Filmes e que conta com o apoio da SIC contém um elenco com caras bem conhecidas do público, tal como Luís Figo, Fátima Lopes, José Carlos Malato, Lúcia Moniz, Paulo Pires, Sandra Cóias, Liliana Santos, Cláudia Vieira, entre outros.

O filme já teve a sua ante-estreia no dia 21 para actores e equipa técnica, já a população portuguesa poderá ver o filme nos cinemas a partir do dia 29 Janeiro, no mesmo dia em que o CD da Banda Sonora Original de "Second Life" será lançada.

Conforme a UTOPIA Filmes, a sinopse é a seguinte:
Nicholas comemora o seu 40º aniversário na sua casa de campo algures no Alentejo, com Sara sua mulher há 8 anos, na companhia de dois casais amigos e uma jovem e sensual actriz, Raquel. Nicholas tem tudo o que sempre desejou e vive uma vida desafogada.Durante a noite do seu aniversário, descobriremos as profissões, os segredos, as paixões, os vícios, as traições e as ambições de cada um dos nossos personagens.Eis que, quando menos se espera, Nicholas surge morto à superfície da piscina.Nesse momento Nicholas assume o controlo do filme, o controlo que nunca teve na sua vida, e em VOZ OFF coloca-se uma questão:- E se há 10 anos atrás, quando fui a Itália participar numa convenção e onde conhecera Cláudia, por quem me apaixonara completamente, tivesse optado por ter ficado a viver com ela?- Será que teria seguido a mesma profissão? Viveria em Portugal? Teria filhos? Viveria de forma abastada?Estaria vivo?A partir deste momento, iremos assistir a duas versões da história desta vida:Uma onde Nicholas jaz morto na piscina e a polícia irá desvendar o mistério da sua morte, trazendo à verdade as traições, os segredos, as mentiras, as verdades de todos os personagens e se descobre a natureza da morte de Nicholas;Outra onde vemos Nicholas, noutro país, noutra vida, com outra mulher e com filhos, outra actividade, outro comportamento, mas o mesmo aniversário.Será o destino capaz de ser igual tanto numa história como na outra?
Por um lado, um filme policial onde o espectador é o detective, simultaneamente um drama de conflitos interiores, sobre as decisões que tomamos em bifurcações da nossa vida e que mudam radicalmente o percurso da nossa existência.É um filme sobre a inevitabilidade da morte como única certeza de destino!
É uma reflexão que nos faz pensar em viver na utopia de procurar a felicidade.

"Second Life" a 29 de Janeiro nos cinemas

O filme «Second Life», produzido e realizado por Alexandre Valente, e no qual entram nomes como Piotr Adamczyk, Ruy de Carvalho, Luís Figo e Fátima Lopes, estreia-se a 29 de Janeiro, informou hoje a distribuidora Lusomundo.
«Second Life», que começa com a morte do protagonista no dia do seu aniversário, é uma ideia original de Alexandre Valente, que assina ainda o argumento, os diálogos, a produção e a direcção de actores.
A realização ficou por conta também de Alexandre Valente em parceria com Miguel Gaudêncio, apesar de inicialmente ter sido anunciada a co-realização entre este último e Nicolau Breyner.
O elenco conta com a participação de várias figuras públicas, como o futebolista Luís Figo, os apresentadores de televisão Fátima Lopes e José Carlos Malato, além dos actores Ruy de Carvalho, Cláudia Vieira, Liliana Santos, Paulo Pires, Lúcia Moniz, José Wallenstein, Pedro Lima e o actor polaco Piotr Adamczyk, o protagonista.
«Second life«, que o produtor sintetizou em declarações à Lusa em Agosto como um filme sobre »o que seria se tivéssemos hipótese de viver uma segunda vez«, foi rodado no Algarve, Caldas da Rainha, Óbidos, Lisboa e Itália.
Esta longa-metragem é a nova produção da Utopia Filmes, a mesma que produziu »Corrupção», realizado e posteriormente renegado por João Botelho, e »O crime do padre Amaro», e contou com apoio financeiro do Instituto do Cinema e Audiovisual e do Fundo de Investimento do Cinema e Audiovisual.

Cenas polémicas em "Podia Acabar o Mundo"

Cenas polémicas de romance e sexo no feminino prometem aquecer a grelha da SIC. As actrizes Diana Chaves e Ana Guiomar vão ser protagonistas de uma relação homossexual na novela ‘Podia Acabar o Mundo’, enquanto Liliana Santos e Sandra Cóias se despem de preconceitos em ‘Second Life’, um filme realizado por Nicolau Breyner e co-produzido pelo canal, com estreia marcada para 2009.
Na novela da SIC, Diana Chaves e Ana Guiomar dão vida, respectivamente, à enigmática médica ‘Cláudia’ e à ambiciosa estudante de Medicina ‘Sónia’. Elas vão viver uma relação amorosa intensa e mostrarão um dos mais sensuais beijos vistos na televisão. Em segredo fica, por enquanto, a data de exibição deste episódio, já que só na próxima semana é que a personagem de ‘Sónia’ aparece. Contudo, a sua ligação à médica já vem desde os tempos da faculdade, em Londres.
"Tudo começou porque a personagem vivida por Ana Guiomar chega de Inglaterra e se sente dividida relativamente à sua sexualidade. Este foi, digamos, o ponto de partida. Depois sei que o desafio foi lançado à Diana Chaves. O tema será abordado nos seus vários ângulos", contou ao CM o autor da novela, Manuel Arouca.
Quanto a ‘Second Life’, o produtor, Alexandre Valente, confessou ao CM: "Fiquei agradavelmente surpreendido com o empenho das actrizes Liliana Santos e Sandra Cóias." A relação entre as duas mulheres, a fotógrafa ‘Liza’ (Cóias) e a ousada ‘Raquel’ (Campos), começa após uma coreografia com música flamenca, que o produtor reclama como "uma cena muito bonita, que tem a ver com sensualidade, glamour, com o entendimento que há entre duas mulheres." Para que as actrizes se sentissem mais à-vontade a equipa foi reduzida ao essencial durante a rodagem da cena.
"FALAR DE HOMOSSEXUALIDADE NUMA NOVELA É MUDANÇA"
Solange F., a ex-apresentadora da SIC Radical que em Março deste ano assumiu publicamente a sua homossexualidade, diz que "falar do assunto numa novela é sinal de mudança". A actual comentadora da ‘Tertúlia Cor-de-Rosa’ do "Fátima", da SIC, considera excessivo falar em "maior liberdade", mas acredita que o facto de o tema ser tratado revela que "começa a notar-se, de facto, uma maior abertura de mentalidades".
Solange F. acredita também que faz sentido incluir o tema em produções destinadas "ao público juvenil, nas quais já se aborda outros temas do dia-a-dia, como as questões económicas e a gravidez na adolescência". Solange acredita que a mudança está no facto de há uns anoso assunto ser "mais tabu."
PORMENORES
POLÉMICA
‘Sónia’ (Ana Guiomar) vai aparecer no 50.º episódio de ‘Podia Acabar o Mundo’ e logo gera polémica por se sentir dividida relativamente à sua sexualidade.
DO CINEMA PARA A SIC
‘Second Life’ estreia no dia 29 de Janeiro no cinema e posteriormente será exibido na SIC. A propósito do foco principal do filme, o produtor, Alexandre Valente, diz: "É, sobretudo, uma reflexão de vida." Valente é também o produtor de ‘O Crime do Padre Amaro’ e ‘Corrupção’.
PAPEL GAY
O veterano Ruy de Carvalho também vive o papel de um homossexual em ‘Second Life’. O actor, de 81 anos, interpreta um estilista e inspirou-se em Karl Lagerfeld, costureiro da casa Chanel, para compor o personagem ‘Guido’.
fonte: CM

Cláudia Vieira ao CM

Há dois meses na SIC, Cláudia Vieira não esconde a pressão que sente ao liderar o elenco de ‘Podia Acabar o Mundo’, a nova novela da estação.
'Sinto-me muito valorizada pela SIC. Comecei há pouco mais de quatro anos a representar e tenho enfrentado vários desafios, cada um maior do que o outro. Com esta novela tive a sensação de que a fasquia subiu bastante e não quero desiludir quem apostou em mim. Por isso é normal que sinta muita pressão', confidencia a actriz, de 29 anos, consciente de que é preciso muito mais do que uma cara e corpo bonitos para triunfar. 'A beleza abre muitas portas. Por um lado, tenho mais facilidade em ser escolhida. Afinal, as pessoas gostam de ver pessoas bonitas no ecrã. Por outro lado, se não lutar e tiver mais para oferecer, acabo por ser apenas mais uma ‘cara bonita’. Não quero isso para mim. Não me importo nada se tiver de interpretar uma personagem feia, com um aspecto miserável! Aliás, adorava interpretar uma louca, alguém com alguma perturbação mental. Isso, sim, seria um desafio!'
Em ‘Podia Acabar o Mundo’, Cláudia Vieira veste a pele de Vitória, uma profissional de skysurf que volta à casa onde cresceu depois de ter vivido vários anos em Espanha. Ao regressar, ela depara com uma família dividida e reencontra o seu amor de infância, Rodrigo (Diogo Morgado), que está separado da mulher, Vera (Joana Seixas), e luta agora pela custódia do filho. O triângulo amoroso torna-se o centro da acção da novela, até porque Vera, uma advogada que vive para a carreira, não está disposta a abdicar do marido assim tão facilmente. Além disso, não fica muito satisfeita com a amizade que nasce entre Vitória e o filho. 'O Rodrigo é um homem justo, apaixonado pela vida, que luta pelo que está certo. A Vitória também é assim: intensa e apaixonada. Eles vão sentir uma grande atracção um pelo outro. Contudo, ela vai esconder esses sentimentos, uma vez que já viveu uma relação muito complicada e tem medo de voltar a amar', revela a actriz, adiantando que o grande objectivo da sua personagem é voltar a unir a família que a criou. 'A Vitória é uma lutadora. Ela perdeu a mãe há cinco anos e vai viver inúmeros dramas ao longo da novela, capazes de deitar qualquer um abaixo. Contudo, ela consegue manter sempre um sorriso.' Rebelde e enigmática, Vitória vai espalhar sensualidade, embora de uma forma involuntária. 'Ela é muito prática. Pode vestir uma camisola decotada e uma mini-saia mas só porque se sente confortável assim. Não seduz de uma forma consciente', explica Cláudia Vieira, que adorou explorar a faceta radical da personagem. 'Só tive pena de não me deixarem saltar de pára-quedas. Mas assim que terminarem as gravações vou fazê-lo!' Cláudia Vieira acrescenta ainda que ficou triste com a mudança de título da novela. 'Compreendo que ‘Vitória’ pudesse suscitar algumas dúvidas mas era mais forte e directo. ‘Podia Acabar o Mundo’ deixa muita coisa no ar e não é fácil ficar na cabeça das pessoas. Sinceramente, gostava mais do primeiro.'
Com outros projectos para a SIC, todos na área da representação, Cláudia Vieira partiu ontem para Itália, onde está a gravar, até domingo, o filme ‘Second Life’, de Nicolau Breyner, que mais tarde a estação irá exibir como mini-série. 'Apenas posso dizer que é um projecto maravilhoso, onde interpreto uma top-model italiana', adianta a actriz, acrescentando que, desta vez, não vai protagonizar cenas ousadas. 'Essas ficaram para a Liliana Santos e para a Sandra Cóias.' Em Novembro, a actriz voltará a ser o rosto de mais uma sensual campanha da Triumph e admite que a publicidade lhe tem aberto muitas portas. 'Desde ‘Morangos com Açúcar’ que sempre fui vista como uma miúda e a campanha mostrou a minha outra faceta, mais sensual. Além disso, a campanha foi muito forte e teve muita visibilidade', recorda a actriz, sublinhando que fazer publicidade é bem mais compensador do que representar: 'Ganha-se mais mas a tentação também é maior. É muito difícil recusar um bom cachet, mas tenho sempre o cuidado de fazer só aquilo que tem a ver comigo, pois existe uma carreira a prolongar.'
PERFIL
Cláudia Patrícia Figueira Vieira nasceu a 20 de Junho de 1979. Começou por trabalhar como modelo, até ser escolhida para protagonizar a segunda temporada de ‘Morangos com Açúcar’. Na TVI participou ainda nas novelas ‘Fala-me de Amor’ e ‘Ilha dos Amores’. Assinou pela SIC em Agosto.
fonte: CM

O que se passou no "Episódio Especial"

Numa ponte aérea nunca antes vista entre Portugal e o Rio de Janeiro Sofia Cerveira e Ricardo Pereira conduziram o "Episódio Especial" deste sábado.
Destaques:
- Duplas improváveis com Bento Rodrigues e as Manicures de "Vip Manicure"
- Bastidores da novela que estreia em Outubro "Podia Acabar o Mundo"
- Bastidores da Gala de Comemoração dos 60 anos de carreira de Camilo Oliveira
- Duplas Improváveis com Herman José e com Maria João Ruela
- Gravações do filme "Second Life"
- Visita guiada ao plateau de "Roda da Sorte"