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Francisco Areosa gostava de voltar a trabalhar na SIC

Foi na SIC que deu os primeiros passos em televisão na série Uma Aventura. Francisco Areosa deu vida a Chico também no filme com o mesmo nome da série. Atualmente pode ser visto na RTP1 com Sinais de Vida e apesar de gostar da linhagem da ficção da RTP o ator refere ao Hardmusica que gostava de voltar à casa que o viu nascer.

Na SIC deu vida ainda a personagens em Chiquititas e entrou também na série Lua Vermelha.

Quinta-feira temos Uma Aventura na Casa Assombrada

Quinta-feira é feriado e a SIC traz cinema português para os telespectadores. O filme Uma Aventura na Casa Assombrada volta a fazer parte da grelha da estação de Carnaxide e será exibido no próximo dia 1 de Novembro!

A exibição deste filme da Valentim de Carvalho Filmes com o apoio da SIC insere-se num dia totalmente dedicado ao cinema.

Uma Casa Assombrada estreia terça na SIC!

É o último telefilme da SIC. Baseado na série Uma Aventura, o filme esteve no cinema durante vários meses estreia na terça-feira de Carnaval na SIC! A estreia está agendada para o próximo dia 21 de Fevereiro pelas 18h na SIC!
os protagonistas do filme
Sinopse:
Tudo começa quando o irreverente Chico corre perigo de vida ao escalar uma vertiginosa ravina - o objectivo é ganhar terreno numa competição do acampamento de férias onde passa o Verão na companhia das gémeas Teresa e Luísa, de Pedro, o intelectual do grupo, de João, o delfim, e do cão do grupo, o Faial. Acabando por atingir o cume, Chico encontra Filipa com um ataque de asma, que a fragilizara quando se afastava do grupo do acampamento liderado pelas monitoras Laura (a austera namorada de Bartolomeu, pai de Filipa, recém-divorciado da mãe Leonor) e Bárbara, uma crocante pin-up. Chico e Filipa sentem-se tão atraídos que o disfarçam com mútuo sarcasmo, mas o par é interrompido por Pedro, João e as gémeas... Ao regressar ao acampamento pelos caminhos sinuosos da floresta serrana, o grupo é conduzido a uma mansão fantasmagórica por uma bela menina de oito anos, vestida como uma ancestral princesa sul-americana…
É na casa assombrada – a velha propriedade de Ester, a falecida tia-avó de Leonor - que Chico, Filipa, Pedro, João, as gémeas e o inseparável Faial irão descobrir a lenda da menina princesa Tecuichpo, filha de Montezuma II, o último imperador azteca, cuja civilização foi devastada pelos conquistadores espanhóis… O grupo não terá apenas que enfrentar os espíritos dos guerreiros Quauhtin e Ocelomeh, da elite guerreira azteca, derradeiros guardiães do diamante vermelho, escondido algures na casa: desde 1959 que o diamante é perseguido pelo Alemão, filho de um caçador de fortunas que perdeu o rasto de “O Espírito do Mundo” quando este ficou na posse de uma Ester ainda adolescente… Uma casa, um tesouro, um mistério, mil fantasmas. E um grupo de jovens heróis dispostos a tudo para ajudar uma jovem princesa amaldiçoada…

Uma Aventura na Casa Assombrada lançada em DVD

Já é conhecida a data de lançamento para o mercado do filme "Uma Aventura na Casa Assombrada". O DVD do filme com a marca SIC e produzido pela Valentim de Carvalho Filmes será lançado a 31 de Março nas lojas de todo o país e custa 17,90€ (preço disponibilizado). O filme estreou nas salas de cinema no passado dia 3 de Dezembro e 2009 e conta com a realização de Carlos Coelho da Silva.

Sandra Barata Belo em entrevista

Até 2009 Sandra Barata Belo era uma actriz praticamente desconhecida do grande público. No ano passado, o papel de Amália Rodrigues, no filme dedicado à diva do Fado, deu-lhe um Globo de Ouro e a exposição pública. A actriz pode ser vista actualmente noutro registo, na novela da SIC "Perfeito Coração".
Este último ano foi o da sua consagração como actriz?
Houve trabalhos mais pequenos que fiz, não tão mediáticos que me deram imenso prazer. Agora, tendo em vista uma perspectiva de uma careira mais solidificada de actriz, que passa por esse reconhecimento do público, então sim.
Ainda sente os efeitos de ter interpretado Amália?
Acho que vou sentir sempre. É uma coisa que não vai desaparecer. Há personagens que nos marcam. E a mim, sem dúvida que será Amália.
Que papel lhe trouxe mais notoriedade junto do grande público, o de Amália ou agora o de "Leonor" na novela da SIC, "Perfeito Coração"?
Amália trouxe-me um lugar de prestígio. "Leonor" vem mais ao encontro do grande público. Também acho que as duas juntas dão para perceber que eu consigo ser uma actriz minimamente versátil. Que faço o papel de uma Amália que é um ícone nacional, um trabalho de época que obriga àquela composição de personagem. E depois interpreto uma personagem mais actual, mais dramática, em alguns momentos.
O que aprendeu com cada uma?
Uma coisa é cinema outra é televisão. No cinema aprendi a trabalhar mais com o olhar e com o detalhe. Tive longas conversas com o realizador e com os outros actores. É um processo mais intimista em que se questiona as coisas, mais à semelhança do teatro. Na novela não deixo de questionar, mas são muitas as cenas feitas diariamente e não há uma preparação como eu gostaria. Se bem que na SP Televisão, que é a produtora da novela, tivemos quatro semanas de ensaios o que deu para interiorizar bastante as relações (entre personagens).
Além da novela também a vimos recentemente no cinema, no filme "Uma Aventura na Casa Assombrada". É mais gratificante representar para o público infantil?
A sala responde em uníssono, quer seja em cinema, quer seja em teatro. Estou habituada a fazer teatro infantil e o público é muito expontâneo. Mas não faço grande distinção para os públicos. Quando recebo as peças, ou o guião neste caso, já sei do que se trata. A "Bárbara", de "Uma Aventura" pertencia aos "maus" e nesse universo há sempre umas personagens que tocam o irrisório e o surreal. São personagens cómicas. A "Bárbara" é uma má, mas é quase um boneco. Foi giro, porque gosto de fazer todo o tipo de trabalhos.
Numa conversa anterior com o JN disse que queria ter uma "carreira atípica". Continua com vontade de experimentar vários géneros?
Sim. Eu gosto de fazer muitas coisas. Há dez anos que sou actriz, tenho feito muitos trabalhos e só agora é que o grande público me conhece. Tenho feito sempre coisas diferentes e gosto de tudo e se calhar não nasci no país certo. Acho que durante muito tempo fui um bocado julgada por fazer tudo. Em Portugal senti que por saber fazer malabarismo não poderia ser considerada actriz, porque os actores não fazem esse tipo de coisas. Não estou a dizer que hoje as coisas sejam assim. Talvez eu as percebesse assim porque era muito nova e mais explosiva.
Onde iniciou a sua formação como actriz?
Foi no Chapitô. Fiz os três anos. E depois, sempre que posso, faço formação. No ano passado estive a fazer um curso de técnica da máscara com Filipe Crawford. Este ano, em Fevereiro, vou fazer um workshop com Robert Castle, um norte-americano que vem cá ensinar técnicas e método. É importantíssimo para um actor estar constantemente a fazer formação.
Além da formação que outros projectos tem para o futuro?
Vou fazer teatro, mas não posso falar ainda muito sobre isso.
As pessoas já a começaram a abordar na rua? É-lhe difícil esse contacto?
Não, não é difícil. Obviamente que há dias em que estou mais com os meus pensamentos e não tenho tanta disponibilidade para as pessoas como gostaria de ter. Mas, normalmente, são muito agradáveis e vêm-me dizer coisas lindíssimas. Dão-me força e os parabéns. E gostam imenso da "Leonor" e da Amália. E é muito giro porque associam as duas. Nós não somos nada sem o reconhecimento do público. Mais do que qualquer outra coisa, nós trabalhamos para o público e é maravilhoso.
fonte: site JN

Sabia que...

Uma Aventura na Casa Assombrada já foi vista por mais de 60 mil (60000) espectadores. Pois é... estreada nas salas de cinema a 3 de Dezembro a aventura de seis jovens e um pastor alemão já foi vista em apenas 11 dias por mais de 60 mil e tudo começa quando o irreverente Chico corre perigo de vida ao escalar uma vertiginosa ravina - o objectivo é ganhar terreno numa competição do acampamento de férias onde passa o Verão na companhia das gémeas Teresa e Luísa, de Pedro, o intelectual do grupo, de João, o delfim, e do cão do grupo, o Faial. Acabando por atingir o cume, Chico encontra Filipa com um ataque de asma, que a fragilizara quando se afastava do grupo do acampamento liderado pelas monitoras Laura (a austera namorada de Bartolomeu, pai de Filipa, recém-divorciado da mãe Leonor) e Bárbara, uma crocante pin-up. Chico e Filipa sentem-se tão atraídos que o disfarçam com mútuo sarcasmo, mas o par é interrompido por Pedro, João e as gémeas. Ao regressar ao acampamento pelos caminhos sinuosos da floresta serrana, o grupo é conduzido a uma mansão fantasmagórica por uma bela menina de oito anos, vestida como uma ancestral princesa sul-americana. É na casa assombrada – a velha propriedade de Ester, a falecida tia-avó de Leonor - que Chico, Filipa, Pedro, João, as gémeas e o inseparável Faial irão descobrir a lenda da menina princesa Tecuichpo, filha de Montezuma II, o último imperador azteca, cuja civilização foi devastada pelos conquistadores espanhóis. O grupo não terá apenas que enfrentar os espíritos dos guerreiros Quauhtin e Ocelomeh, da elite guerreira azteca, derradeiros guardiães do diamante vermelho, escondido algures na casa: desde 1959 que o diamante é perseguido pelo Alemão, filho de um caçador de fortunas que perdeu o rasto de “O Espírito do Mundo” quando este ficou na posse de uma Ester ainda adolescente. Uma casa, um tesouro, um mistério, mil fantasmas. E um grupo de jovens heróis dispostos a tudo para ajudar uma jovem princesa amaldiçoada.

Uma Aventura nos Cinemas!

Estreia amanhã nos cinemas mais uma produção cinematográfica com o carimbo da SIC. Uma Aventura na Casa Assombrada é a adaptação da colecção de livros juvenis de maior sucesso.
O SIC Blog falou com um dos actores que esteve a gravar a série e o filme. Confessa a ansiedade que sente “pois depende da aceitação do publico (como sempre depende), fazer deste projecto um sucesso ou não. Os portugueses ao verem este filme vão estar-nos a dizer que querem mais projectos de aventuras em português, e a apoiar o cinema português que sabemos que ainda está muito longe de ser uma grande industria, apesar de termos excelentes condições para o ser.”, como Francisco Areosa refere Em relação ao projecto e às coincidências Francisco Areosa refere que o “Chico é um personagem que tem não só o nome em comum comigo” acrescentando que “além de radical, amigo do amigo, e corajoso, o Chico é também um personagem sensível, com um grande coração e uma grande vontade de ajudar os outros, é incapaz de presenciar uma injustiça e ficar parado sem fazer nada.” Brincando a dizer que “hoje em dia já não era capaz, pessoalmente, de ter a mesma vida que o meu personagem, mas durante a minha juventude fiz muitas coisas que se aproximaram muito do que este grupo de amigos vive nestas aventuras.”
Em relação à adaptação cinematográfica o Chico de Uma Aventura não se esquece que “nós estamos a representar uma marca que a mais de 30 anos educa e faz ler e viver aventuras a mais de 8 milhões de pessoas, o que nos dá uma grande responsabilidade de passar para o grande ecrã "Uma Aventura"”.
O convite para integrar o projecto surge por parte do realizador [Carlos Coelho da Silva] e da VC Filmes (que produz o filme).No final deixa uma dica: “acho que os portugueses devem ir ao cinema ver "uma aventura na casa assombrada". Em primeiro lugar, este filme foi feito a pensar neles, pois é o primeiro filme de aventuras infanto-juvenil português.Em segundo lugar porque foi feito para mim, com alguns dos melhores profissionais nesta área, o que aumentou a qualidade do filme, não só com uma grande aposta em eventos especiais como num elenco adulto de luxo. Gostaria também de apelar para o nosso patriotismo, visto que movemos mundos e fundos, para apoiar a nossa selecção de futebol, porque não, também pensar que em vez de irmos ver um filme estrangeiro, irmos ver "uma aventura na casa assombrada" é estamos a dar o nosso apoio ao que é nosso, e a dar um voto de confiança aos nossos actores que um dia podem estar a representar-nos também nas grandes telas mundiais, acredito que temos talento para isso, não só a nível artístico, como técnico.”
foto: Be a Model

"Uma Aventura" ambiciona ser vista por mais de 200.000

"Agora podemos sonhar a aventura em português", definiu Manuel Fonseca, administrador-delegado da Valentim de Carvalho Filmes, ontem perante uma plateia cheia de crianças na faixa dos seis anos (alunos do Colégio Bom Sucesso, em Lisboa), na apresentação do filme Uma Aventura na Casa Assombrada. Uma produção sobre a qual Nuno Santos, director de programas da SIC, confessa ter "muito carinho e expectativa".
Com realização de Carlos Coelho da Silva, este é um filme que tem saltos, perseguições, sustos... protagonizados por fantasmas, ladrões e os seis heróis do livro Uma Aventura..., de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, actual ministra da Educação, que saltam para o grande ecrã já dia 3 de Dezembro, em cerca de 50 salas.
Ao DN, Manuel Fonseca traçou a meta de 200 mil espectadores desta grande produção nacional, que de ajudas teve apenas a SIC, que tem emitido a série de televisão, a Caminho (editora do livro) e das suas autoras. Relativamente a investimentos envolvidos, o mesmo responsável afirmou apenas: "Teve um orçamento ligeiramente abaixo da média do cinema português", apesar de muitos efeitos especiais. "Em três mil planos, 700 tiveram efeitos especiais", revelou o também realizador de Amália - O Filme e O Crime do Padre Amaro.
Estes são elementos que fizeram Ana Maria Magalhães anunciar para a plateia de crianças: "O filme está sensasional, espero que gostem e levem amigos, primos, vizinhos..." Esta a autora aproveitou ainda para revelar que hoje ia almoçar com Isabel Alçada para combinar já a próxima "aventura".
O filme, classificado para seis anos, é uma história de suspense, acção e terror em redor de um diamante raro, o "Espírito do Mundo". Foi filmado em seis semanas, sobretudo em Sintra, e montada em cerca de três meses. Na SIC passa daqui a dois meses.
fonte & foto: site DN