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Virgílio Castelo deixa de ser consultor de ficção

O actor não renovou o contrato de consultor para a ficção nacional da estação de carnaxide e agora dedica-se a apenas à profissão de actor. Virgílio Castelo entrou a SIC para assumir o cargo de consultor para a ficção nacional da estação em 2008 e, agora, dois anos depois abandona a função. "Optando por não renovar o seu contrato de consultor para a ficção nacional da SIC, o actor cria assim disponibilidade total para dar continuidade a um percurso brilhante, conforme se pode avaliar no seu já longo e variado currículo", anunciou em comunicado a agência do actor. Virgílio Castelo regressa assim em exclusivo ao seu trabalho de actor em cinema, teatro e televisão.

Nuno Santos faz jantar emotivo na despedida

Nuno Santos está de saída da SIC para assumir o cargo de director de informação da RTP. E despediu-se, ontem, dos colegas de trabalho da estação de Carnaxide e dos amigos que lá deixou.
"É um jantar emotivo. Não podia deixar de ser. Fiz muito amigos aqui, independentemente do cargo que se ocupa, e isso não se perde por me ir embora", disse ao DN.pt Nuno Santos minutos antes de entrar no restaurante, Kais, Lisboa.
O jantar, que contou com mais de 30 caras conhecidas da SIC - Cláudia Vieira, João Manzarra, Diana Chaves, Virgílio Castelo, Rita Ferro Rodrigues, Clara de Sousa -, durou até depois das duas da manhã.
DN

Caras da SIC vão até ao Brasil aprender técnicas dadas pela Globo

Vários actores exclusivos da SIC preparam-se para viajar para o Brasil. Lá, vão aprender as melhores técnicas da Globo e fazer pequenos papéis.. .Cláudia Vieira e "cerca de dez" actores exclusivos da SIC deverão, em breve, partir para o Rio de Janeiro, Brasil, para participar em acções de formação na TV Globo na companhia de actores e profissionais da estação brasileira.
A ideia já andava a germinar há alguns meses, no quadro das novas relações entre a SIC e a Globo. A decisão foi tomada numa reunião, na última terça-feira, em que participaram, da parte do canal português, o director de programas da SIC, Nuno Santos, a directora de produção, Gabriela Sobral, e o consultor para a ficção nacional, Virgílio Castelo, e, do lado da emissora brasileira, o director de produção internacional, Guilherme Bokel, e Ramona Bakker, igualmente da área de negócio internacional da Globo.
"A ideia é que os nossos actores possam ir aperfeiçoar as suas aptidões com colegas mais experientes e que já fazem novela há muito tempo", disse à NTV uma fonte da estação da Impresa. Ao mesmo tempo que participam nos workshops, os actores portugueses deverão fazer pequenas participações em produções brasileiras, ao abrigo do protocolo de cooperação existente entre as duas empresas.O lote de actores que deverão cruzar o Atlântico continua no segredo dos deuses, mas a mesma fonte disse à nossa revista que serão "entre seis e dez, todos eles exclusivos da SIC". Segundo apurou a nossa revista, numa primeira fase deverão viajar actores que vão participar na próxima novela da estação (como é o caso de Cláudia Vieira, que foi mãe há menos de um ano) e, depois, uma segunda delegação de actores, que participaram em Laços de Sangue. Nesse grupo, deverá seguir viagem também Joana Santos, uma das protagonistas da actual novela da SIC, apurou a nossa revista.
Notícias TV

José Fidalgo assinou pela SIC

José Fidalgo e Joana Santos, a Diana de Laços de Sangue, são desde ontem exclusivos da SIC. Os dois actores assinaram um contrato válido por três anos. "Gostamos muito do José Fidalgo e a Joana Santos é a grande revelação da ficção portuguesa", disse Nuno Santos, director de programas da SIC.
Aos 31 anos, José Fidalgo, que se estreou na SIC na novela O Olhar da Serpente, revelou toda a sua ambição para os novos projectos na estação de Carnaxide. "Estou pronto para vestir a camisola por causa dos novos desafios que se avizinham".
Joana Santos, de 24 anos, referiu: "Sinto que assinar este contrato é um reflexo do trabalho que fiz até agora e que é para continuar. Vou lutar para fazer sempre um bom trabalho e venham os novos desafios".
DN

Vêm aí mais mexidas

A SIC prepara-se para anunciar, ainda esta semana, novas contratações na área da ficção. A estação já está a formar o elenco da nova novela co-produzida com a TV Globo, que estreia em 2011.
"Não podemos repetir actores de ‘Laços de Sangue’ porque as duas novelas vão ser exibidas ao mesmo tempo, pela primeira vez na história da SIC", adianta ao CM Virgílio Castelo, consultor para a Ficção da estação de Carnaxide.
Entre os actores que vão vestir a camisola da SIC podem estar alguns rostos da TVI, entre eles Maria João Bastos. "Para já estou na TVI. Para o ano logo se vê", disse a actriz ao CM. Virgílio Castelo, por sua vez, também não adianta nomes. "Só posso confirmar o que já foi feito. Estamos a falar de actores de várias idades e estilos, mas com um denominador comum: a qualidade."
Helena Laureno, André Nunes (ambos de ‘Mar de Paixão’) e Manuel Cavaco (‘Meu Amor’) são alguns dos actores de Queluz de Baixo que já assinaram contrato de exclusividade com Carnaxide e que vão integrar o elenco da nova produção, que contará ainda com a participação de Cláudia Vieira, Hugo Sequeira e Maya Booth.
O argumento, baseado numa novela brasileira já exibida, será adaptado à realidade portuguesa, um processo que deverá contar com a colaboração de Patrícia Müller, antiga guionista da Plural/TVI e autora de novelas como ‘Fascínios’, ‘Deixa que Te Leve’ e ‘Mar de Paixão’.
"Estou a trabalhar na área da ficção com a Gabriela Sobral, mas ainda é cedo para falar de projectos", disse ao CM Patrícia Müller, recém-chegada a Carnaxide.
CM

"O objectivo ainda não está cumprido" > Virgílio Castelo

Consultor para a Ficção na estação de Carnaxide, o actor afirma que a qualidade dos produtos está a crescer na SIC mas ainda falta fidelizar o público, tendo sempre uma novela em exibição.
Já terminou a participação na novela ‘Laços de Sangue’. Que balanço faz?
É muito positivo. A qualidade da novela é mais um passo em relação ao projecto anterior, ‘Perfeito Coração’. A consistência das audiências demonstra que há um público que foi conquistado com o ‘Perfeito Coração’ e que subiu um bocadinho. Não é, naturalmente, o patamar em que queremos estar. Não só em termos de público como também em termos de aumento da qualidade, que queremos ainda mais.
O que falta para dar o passo em frente?
Várias coisas mas, sobretudo, a continuidade é essencial, e julgo que desta vez vai acontecer. Se paramos de cada vez que fazemos um projecto, depois temos sempre que recuperar o tempo perdido. A partir do momento em que a rotina de produção se mantém, os outros problemas que ainda precisamos de resolver acabam por naturalmente se solucionar.
Ou seja, garantir que há sempre uma novela no ar para não perder público...
No mínimo.
As audiências da SIC estão a crescer neste horário e, ao mesmo tempo, há menos pessoas a ver a TVI. É aí que estão a ‘roubar’ público?
A SIC tem vindo a conquistar público nessa faixa horária e os indicadores dizem que esse público pertence maioritariamente às classes A e B. Temos uma equação trabalhosa: precisamos de manter este público e precisamos de conquistar mais gente, que estará na RTP, na TVI e noutros sítios. Mas o facto é que o público da SIC tem mais poder de compra e mais habilitações literárias.
Como é que está a ficção nacional?
Está cada vez melhor. O facto da novela da TVI ter ganho um Emmy é a ‘prova provada’ de que a ficção portuguesa está cada vez melhor e tem pernas para andar. Continuo a achar que está longe, em termos de quantidade e de qualidade, daquilo que deve ser um padrão e tanto a SIC como a RTP ainda não produzem o suficiente. Não falo apenas de novelas, mas de ficção de um modo geral. É preciso mais ficção na RTP e na SIC.
O que é que falta para a SIC liderar a ficção nacional?
Há algo que resulta sempre, que é a perseverança. Na SIC temos a convicção de que, leve o tempo que levar, a nossa ficção vai chegar cada vez mais longe entre o público, e o tempo já nos tem dado alguma razão. Não se pode é desistir e esperar por milagres.
Há algum actor que gostasse de ver na SIC?
Há vários actores no mercado que são interessantes, artisticamente têm qualidades, e que mais tarde ou mais cedo a SIC precisará deles e gostaria de os ter, mas isso é uma evidência.
Como funciona a relação com a direcção da SIC, com Luís Marques e Nuno Santos?
Muito bem, eles perguntam o que acham que têm que perguntar, eu respondo segundo o que sei, e temos conseguido um modus operandi que felizmente tem dado resultados. É evidente que gostaríamos que os resultados aparecessem mais depressa, mas as coisas são o que são e temos a consciência de que temos vindo a solidificar cada passo do caminho que temos que fazer.
E com a Gabriela Sobral?
A Gabriela faz parte da direcção da SIC e acontece o mesmo.
Teve uma produtora com o Nuno Artur Silva, a Pipoca. Gostaria de se envolver num projecto do género?
Não. A produtora já acabou há muito tempo, é um assunto resolvido. O meu lado empresário não funciona, não tenho qualquer propensão para gostar do poder, seja ele qual for, não me interessa rigorosamente nada. Aí exercia o poder porque aquilo era meu e do Nuno, já fui director da NBP, e o poder não me fascina absolutamente nada, é um capítulo da minha vida completamente encerrado.
Está confortável na SIC?
O objectivo que me trouxe para cá – ajudar a elevar o patamar da produção nacional, para que em todas as estações a quantidade e a qualidade seja cada vez maior – ainda não está cumprido. No fundo, o que estou a fazer é ajudar a preparar um panorama de trabalho no qual sou directamente interessado, porque sou actor. Portanto, estou confortável em todas as estações que me permitam ajudar a melhorar o produto nacional. Esse é o meu grande objectivo.

PERFIL
Virgílio Castelo nasceu em Lisboa, a 26 de Fevereiro de 1956. Desde cedo ligado à representação, foi um dos fundadores do Grupo de Teatro Adoque. O cinema surge em 1975 e em 1978 parte para Estrasburgo para estudar Artes Dramáticas. Quando regressa, a participação em novelas da RTP dá um novo impulso à carreira do actor, que já passou pelas três estações. Actualmente é consultor para a Ficção na SIC. É casado e tem três filhas.

SIC VAI ADAPTAR NOVELA DA GLOBO
Sem revelar qual o teor dos próximos projectos da ficção na SIC, Virgílio Castelo adianta apenas que o canal se prepara para produzir uma novela da rede Globo para substituir ‘Laços de Sangue’. "Será um texto adaptado para a realidade portuguesa de uma novela que já foi feita no Brasil", refere o consultor da estação de Carnaxide. "Não vai ser um remake", garante o actor, explicando que o canal vai "pegar nos troncos principais da trama e transformá-la numa novela portuguesa". A colaboração entre a SIC e a Globo, que passa pela cedência de profissionais de várias áreas, está presente no próximo projecto, o que agrada a Castelo, que considera que "a aliança deveria manter-se nos próximos anos".
CM

Será que há figurantes na Impresa?

"A iniciativa foi proposta pela direcção de recursos humanos à direcção de programas, que achou a ideia óptima e disponibilizou os recursos necessários para a sua realização", revela ao CM Francisco Pedro Balsemão, director de recursos humanos da Impresa.
No total, 108 pessoas, de todas as áreas do grupo, aderiram ao casting, sendo que, "dependendo dos resultados, poderão figurar na novela entre uma a seis pessoas", revela Francisco Pedro. O responsável diz ainda que a medida não tem como objectivo reduzir custos. Isto apesar de confirmar que os figurantes não serão remunerados. "O objectivo foi o de proporcionar aos funcionários do grupo uma experiência no mundo da televisão, algo que não seria possível noutra empresa", diz.
Para Virgílio Castelo, consultor externo para a ficção da SIC, "o casting superou as expectativas". "Estamos apenas a meio e já é possível assinalar pessoas muito interessantes, com capacidades acima da média", diz.
O actor assinala ainda o "espírito com que as pessoas se apresentaram, fazendo do casting um acontecimento".
Francisco Pedro revela também que a ideia poderá vir a ser repetida. "Dado o sucesso desta iniciativa, gostaríamos de repeti-la para outros programas, embora esta decisão dependa sempre da disponibilidade da direcção de programas."
CM

Vírgilio Castelo em Alta Definição

Actor, consultor de ficção da SIC, pai. São vários os papéis de Virgílio Castelo na SIC e na vida real. Por isso mesmo o Alta Definição entrevista Virgílio Castelo numa nova etapa do programa uma vez que este é o primeiro programa desde que fez 1 ano de existência.
Daniel Oliveira dá-nos a conhecer o homem que chegou a comprar sapatos às prestações e que começou a trabalhar quando tinha 14 anos.
ESTE SÁBADO na SIC!