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"Podia acabar o mundo" como tema do genérico

O apresentador de 'A Roda da Sorte' sugeriu ao director de Programas da SIC que a sua música entrasse na nova telenovela portuguesa do horário nobre de Carnaxide. Nuno Santos gostou tanto da melodia e da letra que baptizou a ficção de Manuel Arouca com a canção de Herman José 'Podia Acabar o Mundo' foi feita no início dos anos 90 Podia Acabar o Mundo vai ser nome da nova telenovela da SIC, que teve a denominação provisória de Vitória. O DN sabe que nas últimas semanas um pequeno grupo, onde pontificavam nomes como o do director de programas, Nuno Santos, e o consultor para a ficção, Virgílio Castelo, discutiram outros nomes e músicas para a novela de Manuel Arouca, mas uma sugestão de Herman José alavancou a decisão final."Isto aconteceu tudo de uma maneira muito espontânea. Eu mandei a música [Podia Acabar o Mundo] ao Nuno Santos para ele a usar na telenovela se quisesse. Ele gostou tanto que até deu o título da música à telenovela, além de ser o tema do genérico... Eu já tinha ficado contente por ela aparecer em algumas cenas. Fiquei muito agradado", disse Herman José, satisfeito por ver a sua música na principal telenovela da SIC, que vai estrear-se em Outubro.
E como surgiu esta canção?
"Esta música apareceu no início dos anos 90. Só tinha o refrão e pedi à Rosa Lobato de Faria que escrevesse o resto da letra. A melodia é minha e foi composta ao piano num momento de inspiração. Mas nem sequer foi numa altura em que estivesse apaixonado. Depois, comecei a cantá-la e as pessoas gostaram tanto que a música persistiu", revelou o apresentador de A Roda da Sorte.E foi o sucesso de uma inédita música romântica de Herman José que o levou a tentar meter uma "cunha" ao director de programas da SIC. "Sim, foi por isso que me atrevi a mandar a música ao Nuno Santos, porque pensei que poderia dar um belo tema para um dos pares românticos da telenovela. Afinal, foi mais que isso..."
E vamos ouvir a voz de Herman todas as noites?
"Não... o genérico não vai ser cantado por mim, mas por alguém que saiba mesmo cantar [risos]. Mas se calhar faço uma versão minha para aparecer lá pelo meio...", contou. Para matar a curiosidade basta ir ao site Youtube e pesquisar com o título da música.
Entretanto, o DN sabe que a telenovela começa com o casamento de Rodrigo (Diogo Morgado) com Vera (Joana Seixas). O casal tem um filho mas separa-se. Rodrigo, engenheiro agrónomo e forcado, apaixona-se por Vitória (Cláudia Vieira). Ele tem um passado mal resolvido, nomeadamente com a morte dos pais, quando tinha 12 anos. Este mistério é um dos fios condutores da novela, que aborda a problemática dos retornados vindos de África.
fonte: site DN
vídeo: Youtube

Cláudia Vieira não pôde voar

Cláudia Vieira, uma das protagonistas da novela ‘Vitória’, com estreia marcada para Outubro, na SIC, foi ontem impedida pela produção de experimentar ‘skysurf’ no aeródromo de Évora. A actriz que veste a pele de ‘Vitória’ - uma jovem radical, profissional de ‘skysurf’ - foi substituída por um duplo na gravação da cena. A produção quis assim evitar qualquer risco de acidente.
"Não podemos correr o risco de haver acidentes. Com a agravante de que está muito vento", justificou fonte da produtora SP Televisão.
Momentos antes de gravar as cenas no solo, a jovem actriz mostrou-se mesmo desapontada com a situação. "Estes saltos são sempre acompanhados e já os tinha feito uma vez. Como adorei a experiência estava determinada a repeti-la, mas não me deixaram", lamentou Cláudia Vieira que, apesar de tudo, diz ter compreendido a atitude da produção.
Sobre a a novela, a mais recente aquisição da SIC disse estar "encantada" com a história, o elenco e a sintonia que existe entre a ela e a personagem que interpreta no enredo. "Adoro desporto e as actividades radicais. A ‘Vitória’ é, também, uma mulher radical e determinada, campeã do circuito espanhol de ‘skysurf’", desvendou.
Diogo Morgado, Joana Seixas e João Reis são outros dos protagonistas da nova produção da estação de Carnaxide, que começou a ser gravada este Verão entre as zonas de Lisboa e Santarém. Esta nova aposta na ficção nacional da SIC aborda temas da actualidade portuguesa como a emigração, a saúde e a integração dos deficientes na sociedade.
fonte: CM